Uma introdução à arte de “saber projectar”, sobretudo coisas que estão ao alcance de qualquer pessoa. À arte de resolver problemas que atormentam muita gente: como decorar a casa? Como aproveitar o espaço? Que materiais utilizar?
«Quando surgiram pela primeira vez nas bactérias antigas, o sexo e a locomoção eram processos mais intimamente ligados à sobrevivência do que à reprodução. São ambos intrínsecos a quase toda a vida neste planeta. O sexo, a junção dos recursos genéticos de dois progenitores, está tão intimamente ligado aos processos celulares que grande parte da origem e evolução do sexo é também a origem e a evolução da própria vida.»
Eu Sou Quem Sou Samuel de Russell Stannard. Edições 70. Lisboa, 1993, 133 págs. B.
Nesta era em que a Ciência parece cada vez mais apta a desvendar todos os mistérios fundamentais da vida e da sua origem, qual a posição que Deus ocupa hoje, sobretudo no espírito dos nossos jovens? Uma viagem pelo Universo para ver como surgiu Deus.
Hegel de Jacques d’ Honndt. Edições 70. Lisboa, 1984, 117 págs. B. Biblioteca Básica de Filosofia, 12
Testemunha de acontecimentos decisivos – Revolução francesa, império, guerras europeias e transformações das instituições – Hegel é simultaneamente um filósofo do concreto e da acção do espírito, que ele vê realizando-se livremente na cultura. A sua filosofia centra-se, pois, numa dialéctica» da história, englobando a religião e a evolução política, social, económica e artística – lugar de encarnação e da racionalidade do Espírito
As Mulheres por Pierre Daco. Edições 70. Lisboa, 1973, 2 vols. B.
A Psicologia Moderna, colecção agora iniciada com a publicação do primeiro volume da obra já célebre de Pierre Daco, As Mulheres, foi concebida com a intenção de pôr ao alcance do maior número de leitores os conhecimentos indispensáveis a uma cultura de base da ciência psicológica.
Um rigoroso critério de selecção dos livros a publicar procurará dar uma perspectiva vasta e variada das conquistas desta ciència, e das disciplinas que a ela se reportam; deste modo, a obras de carácter de iniciação juntar-se-ão outras de interesse mais particular e espe cializado, embora sempre acessíveis a quem procure dotar-se de novos recursos de auto-conhecimento e análise.
Etiqueta e Boas Maneiras: Cortesia e Civilidade na Vida Moderna de Ana São Girão. Edições 70. Lisboa, 1996, 223 págs. E.
Viver em sociedade é uma arte que implica regras e comportamentos que se devem tornar tão naturais como o ar que respiramos.
Este manual de Etiqueta e Boas Maneiras responde a todas as questões que se levantam na vida em sociedade: do baptismo ao casamento, da convivência social à vida profissional, das situações informais às formais.
E mesmo o imprevisto e a gaffe têm uma resposta determinada pelo bom tom, seguindo regras estabelecidas há muito tempo, mas revistas de acordo com os condicionalismos da vida moderna.
Conquista da Alegria: Estratégia Apologética no Romance Apuleio de Cláudia Teixeira.
Edições 70. Lisboa, 2000, 157 págs. B.
O Asinus aureus narra as aventuras de um jovem, Lucius, que, devido à sua obsessão pela «ars magica» é metamorfoseado num burro, mantendo da sua condição humana a faculdade da razão. Após uma longa odisseia de aventuras e sofrimento, durante a qual conhece uma variedade de caracteres e situações, Lucius é redimido da sua condição animal por uma deusa egípcia: Ísis. O mosaico de episódios resultantes desta viagem tem uma vastidão temática que atravessa o sobrenatural, histórias de ladrões, adultério, homicídio, erotismo e sátira social, bem como histórias caracterizadas por outras influências, tais como a lenda de Cupido e de Psique e a história de Caritas e Tlepolemus. Através da análise desta novela, a autora tentará demonstrar que na aparente dispersão temática da mesma existe uma linha unificadora que pode estar directamente ligada à apologia da religião isíaca, e defender que, subjacente à elaboração da obra, presidiu verdadeiramente um objectivo de apologia proselítica.
Buracos Negros e o Tio Alberto de Russell Stannard. Edições 70. Lisboa, 1992, 147 págs. B.
Novas descobertas de Gedanken a sobrinha do famoso cientista… Junta-te a ela e ao seu simpático computador falante. Descobre como começou o Universo e por que razão o espaço é curvo e irregular; que transformações sofrem o tempo e a luz à medida que aumentamos a velocidade; o fascinante universo dos escaravelhos míopes e o seu irascível professor; visita a Lua, as estrelas e as galáxias na poderosa nave de Gelanken, mas, ATENÇÃO!, NÃO TE APROXIMES DOS BURACOS NEGROS.
Prazer do Texto de Roland Barthes. Edições 70. Lisboa, 1976, 119 págs. B.
Nesta obra se apresenta a história dos dezasseis primeiros séculos do cristianismo, até ao tempo das Reformas. Começa-se por uma indicação dos grandes factos da política e das condições da vida social, a título de sumário, sem dúvida, mas também para recordar que a Igreja, feita de homens, está incarnada numa história que a marca e que ela marca. Vêm, em seguida, os aspectos principais da vida eclesial, a sua expansão, a sua organização e os seus ritos, a história do papado e a do monaquismo, as correntes de pensamento e os escritores. Estas páginas, de grande utilidade, permitirão apreender como que num só olhar a evolução da Igreja.
Alix: Deus Vulcão de Jacques Martin. Edições 70. Lisboa, s.d., 48 págs. B.
Qual era o segredo terrível daquele vulcão que exigia sacrificios humanos? Que se ocultava por detrás das suas escarpas ardentes e dos seus rios de lava? Era esse o mistério que Alix e Enak tinham de desvendar.
Passos Perdidos de Alejo Carpentier. Edições 70. Lisboa, 1991, 227 págs. B.
Representativo daquilo a que o próprio Alejo Carpentier chamou “o real maravilhoso americano”, este romance constitui uma busca das origens, a procura de uma Idade de Ouro perdida. A personagem central dispõe-se a subir o rio Orenoco, na Venezuela, em busca de um tempo primordial, tentando assim alcançar as raízes da vida. Desfilam nesta obra os mineiros dos campos de petróleo, os padres missionários, os vaqueiros, os astrólogos, as prostitutas em busca do El Dorado, os índios dos lugares visitados, os espíritos, os rituais, as histórias e os mitos de um tempo em que o homem branco ainda não pisara o continente americano.
Para Carpentier, a América é o repto de um “novo mundo” apressadamente entrevisto por viajantes e poetas, poucas vezes correctamente apreendido. Um livro estimulante, quase mítico.
A Imagem da Cidade de Kevin Lynch. Edições 70. Lisboa, 1999, 205 págs. B.
Esta obra, publicada em 1960, é o resultado de vários estudos ao longo dos anos sobre a percepção dos ambientes urbanos e como os habitantes organizam a informação que lhes é transmitida pelo espaço urbano. Nestes estudos, o autor usou como exemplo três cidades norte-americanas – Boston, Jersey City e Los Angeles. Num texto que se dirige ao arquitecto, ao urbanista, e ao habitante da cidade, Kevin Lynch formula um novo critério – imaginabilidade – e demonstra o valor potencial deste conceito como forma de orientação para a edificação e reconstrução das cidades. Do mesmo autor publicou Edições 70 A Boa Forma da Cidade.
Enigmas da Sobrevivência de Jacques Alexander. Edições 70. Lisboa, 1977, 391 págs. B.
Que é a sobrevivência? Os mortos comunicam com os vivos? E de que modo? Que há de verdade nas reincarnações, nos fenómenos de metapsicose? Que crédito se deve conceder à telepatia, aos médiuns, às experiências espiritas? Como distinguir, no meio de tudo isto, o verdadeiro do falso, o embuste da realidade, e ordenar o que, à primeira vista, participa da desordem mais fantástica?
Contudo, os factos existem, e, se são perturbadores, se suscitam por vezes as mais graves inquietações, mostram também as incertezas da existência humana. Este livro detém-se nelas, interroga-as, comenta-as. Porventura, estaremos em presença de páginas arrojadas, mesmo audaciosas, mas não é possível ignorar que elas fazem parte integrante da história secreta do nosso mundo…
Love Me Tender de Catherine Texier. Edições 70. Lisboa, 1987, 247 págs. B.
Lulu, a heroína deste romance, é uma jovem bailarina francesa que vive em Nova Iorque e trabalha no Clube Blue Night. A sua vida cruza-se com a de Julian, um poeta drogado, Henry, um pintor rico e priápico, e Mário, um porto-riquenho, numa alucinante sucessão de experiências novas que nos retratam de forma mordaz, pungente e sensual o dia-a-dia de Nova lorque.
Esta primeira obra de Catherine Texier publicada em língua portuguesa revela-nos uma escritora que lança sobre o mundo envolvente um olhar carregado de ironia, paixão e erotismo, para nos oferecer um relato muito pessoal da vida urbana numa grande metrópole.
Através das mais diversas manipulações, Richard Lee descobre a proximidade assustadora entre o código genético dos nossos antepassados mais próximos -os macacos-e a raça humana.
Mas serão estes efectivamente os nossos antepassados mais próximos?
Por que razão vive um cientista brilhante, votado ao ostracismo pela sua classe, isolado no campo com uma estranha criatura de superior inteligência e uma ex-toxicodependente?
Luuanda de José Luandino Vieira. Edições 70. Lisboa, 1989, 168 págs. B.
“Luuanda” é um livro de contos do escritor angolano José Luandino Vieira publicado em 1963 pela editora Edições 70 em Lisboa. Este livro é constituído por três estórias: “Vovó Xíxi e seu neto Zeca Santos”, “A estória do ladrão e do papagaio” e “A estória da galinha e do ovo”.Luuanda é uma obra histórica, vista como um autêntico livro de ruptura com a norma portuguesa na literatura angolana. Pelo seu cariz inovador, mereceu o reconhecimento geral e foi galardoado com dois importantes prémios – 1º Prémio D. Maria José Abrantes Mota Veiga, atribuído em Luanda em 1964, e o 1º Prémio do Grande Prémio da Novelística, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Escritores, em Lisboa, em 1965. A publicação do livro causou uma grande polémica e represálias na época salazarista.
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