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  • Lição de Roland Barthes

    Lição

    Roland Barthes

    7,00 

    Lição de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1988, 53 págs. B.
    Colecção: Signos | 21

    «Cheguei a uma altura em que, como que atacado por uma surdez progressiva, não ouço senão um som: o da língua e o do discurso misturados».
    R. B.

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  • Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento

    Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento

    Susan J. Hekman

    7,00 

    Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento de Susan J. Hekman
    Edições 70. Lisboa, 1990, 285 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 28

    Susan J. Hekman propõe aqui uma reorientação da sociologia do conhecimento e da teoria social. Fundando-se em especial na hermenêutica de Hans Georg Gadamer, sublinha a sua relevância para o estudo do universo humano, ao mesmo tempo que com ela contrasta e critica as doutrinas de Karl Mannheim, Paul Ricoeur, Michel Foucault, Jacques Derrida e Ludwig Wittgenstein.

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  • Unidade do Intelecto Contra os Averroístas de São Tomás de Aquino

    Unidade do Intelecto Contra os Averroístas

    São Tomás de Aquino

    8,00 

    Unidade do Intelecto Contra os Averroístas de São Tomás de Aquino
    Edições 70. Lisboa, 1999, 205 págs. B.
    Colecção: Textos Filosóficos | 45

    Em cinco capítulos, São Tomás de Aquino refuta a interpretação que os averroístas propuseram do tratado de Aristóteles intitulado De Anima. Neste tratado, Aristóteles designava por intelecto potencial (ou possível) a faculdade de adquirir formas inteligíveis novas a partir da experiência sensível. Ora, Averrois via no intelecto potencial uma realidade única para todos os homens e, portanto, radicalmente separada das almas individuais.

    Considerando esta interpretação incompatível com a doutrina cristã da imortalidade da alma individual, São Tomás de Aquino afirma aqui a identidade do intelecto e da alma, a qual deve ser compreendida, em conformidade com o que indica Aristóteles, como acto e forma do corpo. Assim, o intelecto é próprio de cada um e, mesmo se está intimamente ligado ao corpo, sobrevive-lhe eternamente, devido à sua natureza supracorporal.

    Este tratado, de carácter nitidamente político, teve a sua importância no largo debate sobre a definição da alma e das suas relações com o corpo, que agitaria a segunda metade do século XIII.

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  • Dialógo de um Filósofo Cristão e de um Filósofo Chinês

    Dialógo de um Filósofo Cristão e de um Filósofo Chinês

    Nicolas Malebranche

    7,50 

    Dialógo de um Filósofo Cristão e de um Filósofo Chinês de Nicolas Malebranche.
    Edições 70. Lisboa, 1990, 76 págs. B.
    Colecção: Textos Filosóficos | 29

    Texto significativo de Malebranche e exemplo típico do racionalismo clássico: trata-se de um diálogo polémico com o pensamento chinês, em particular de Confúcio e, por via indirecta, com o panteísmo de Espinosa.

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  • Amor e Justiça de Paul Ricoeur

    Amor e Justiça

    Paul Ricoeur

    7,00 

    Amor e Justiça de Paul Ricoeur.
    Edições 70. Lisboa, 2010, 103 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 40

    A causa é geralmente entendida: é “o amor ou a justiça,” mas não “o amor e a justiça.” Em linguagem corrente, e até mesmo a um nível superior de reflexão, a fortiori quando os dois conceitos são apresentados como estando em conflito, não há, não pode haver, pontes entre a prática individual do amor ao próximo e a prática colectiva da justiça que estabelece a igualdade e equidade. Favoreça-se um ou outro, a ênfase incide na desproporção entre amor e justiça. Qualquer pensamento de Paul Ricoeur tende a demonstrar a proporção, as ligações, a dialéctica profunda, a tensão viva e fecunda entre amor e justiça que emerge no momento da acção, e que ambos reivindicam. Ambos estão contidos numa economia da dádiva, que excede a ética de que se pretendem as figuras e pela qual se sentem responsáveis. A lógica da superabundância está constantemente a desafiar, sem nunca se ter tornado menos necessária, uma lógica de equivalência.

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  • Vivo até à Morte de Paul Ricoeur

    Vivo até à Morte de Paul Ricoeur

    Paul Ricoeur

    7,00 

    Vivo até à Morte de Paul Ricoeur
    Edições 70. Lisboa, 2011, 116 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea

    Foi em 1996 que Paul Ricoeur, na altura com 83 anos, se perguntou: «Que posso dizer da minha morte?» «Como fazer o luto de um querer-existir depois da morte?» Esta longa reflexão sobre o morrer, sobre o moribundo e a sua relação com a morte, e também sobre o após-vida (a ressurreição) passa por duas meditações: as de textos de dois sobreviventes dos campos de concentração (Jorge Semprún e Primo Levi) e pela confrontação com o livro de um grande exegeta como Xavier Léon-Dufour, sobre a ressurreição.
    A segunda parte do livro é composta por textos escritos em 2004 e 2005, que o próprio Ricoeur intitulou «fragmentos» (sobre o «tempo da obra» e o «tempo da vida», sobre o acaso de ter nascido cristão, sobre a controvérsia, sobre Derrida, sobre o Pai Nosso…). Textos curtos, escritos por vezes com mão trémula. O último, da Páscoa de 2005, foi escrito um mês antes da sua morte.

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  • As Razões da Ciência de Ludovico Geymonat

    Razões da Ciência, As

    Ludovico Geymonat

    7,50 

    As Razões da Ciência de Ludovico Geymonat.
    Edições 70. Lisboa, 1989, 291 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 25

    Num diálogo a três vozes, Ludovico Geymonat, Giulio Giorello o Fabio Minazzi abordam de um modo directo as grandes questões que hoje se põem em torno da ciência e das suas relações com a filosofia.

    L. Geymonat sustenta uma certa harmonia entre o materialismo dialéctico e os procedimentos lógicos da ciência. Ecos dessa posição fazem ouvir-se na reflexão a três vozes (juntamente com Giorello e Minazzi) sobre as Razões da Ciência.

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  • Husserl

    Husserl

    Arion L. Kelkel

    5,00 

    Husserl de Arion L. Kelkel
    Edições 70. Lisboa, 1982, 119 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica de Filosofia | 18

    Dar à filosofia uma nova e radical fundamentação como rigorosa ciência apriorística, mediante a superação do empirismo e do psicologismo, foi a tarefa e o empenho de Husserl, bem como o seu mais notável contributo: o método fenomenológico

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  • Herança e Futuro da Europa

    Herança e Futuro da Europa

    Hans-Georg Gadamer

    7,00 

    Herança e Futuro da Europa de Hans-Georg Gadamer
    Edições 70. Lisboa, 1998, 135 págs. B.
    Colecção: Nova Biblioteca 70 | 7

    Hans-Georg Gadamer, considerado um dos grandes filósofos do século XX, parte do princípio de que só poderemos saber o que será a Europa no futuro desde que saibamos o que ela foi no passado. Daí ser importante conhecer a nossa herança – o que produzimos no campo da arte, das ciências, do espírito, e qual foi e deverá ser a tarefa da filosofia e de outras disciplinas na definição da diversidade europeia. Escrito no final da década de 8O, para um ciclo de conferências, a obra mantém toda a sua actualidade, quando assistimos à gradual inclusão de mais países no espaço da União Europeia e aos desafios colocados pelo multiculturalismo do continente europeu.

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  • Fragmentos de um Discurso Amoroso

    Fragmentos de um Discurso Amoroso

    Roland Barthes

    7,50 

    Fragmentos de um Discurso Amoroso de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1987, 260 págs. B.
    Colecção: Signos | 17

    A afirmação, aceitação e estudo aprofundado do Discurso Amoroso é o assunto deste livro, cuja necessidade, segundo o próprio autor: “está contida na seguinte consideração: o discurso amoroso é hoje em dia de uma extrema solidão. Este discurso é talvez falado por milhares de pessoas (quem o sabe?), mas não é defendido por ninguém. Está completamente banido das linguagens circundantes: ignorado, desacreditado ou ridicularizado por elas, cortado não somente do poder, mas também dos seus mecanicismos (ciências, conhecimentos, artes.” Para este estudo, Barthes serve-se de exemplos de vários textos, como o Werther, de Goethe, O Banquete, de Platão, e de autores como Nietzsche, entre outros.

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  • Estilo e as Suas Técnicas de Marcel Cressot

    Estilo e as Suas Técnicas

    Marcel Cressot

    7,50 

    Estilo e as Suas Técnicas de Marcel Cressot
    Edições 70. Lisboa, 1980, 329 págs. B.
    Colecção: Signos 27

    A interpretação e o estudo de qualquer mensagem oral ou escrita remete-nos para a relação existente entre um pensamento e a sua expressão.

    Aí intervém a estilística como instrumento privilegiado de análise, em cuja metodologia convergem não só os factores linguísticos mas também os psicológicos e os sociais.

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  • Einstein - Uma Leitura de Galileu e Newton

    Einstein – Uma Leitura de Galileu e Newton

    Françoise Balibar

    6,00 

    Einstein – Uma Leitura de Galileu e Newton de Françoise Balibar
    Edições 70. Lisboa, 1988, 126 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 24

    Que relações pode haver entre Galileu, Newton e Einstein? Múltiplas, e não insignificantes. Nesta obra, salientam-se sobretudo dois aspectos a eles comuns: a relatividade do movimento e a prática da experiência mental.

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  • Racionalidade e Comunicação de Jurgen Habermas

    Racionalidade e Comunicação

    Jurgen Habermas

    7,00 

    Racionalidade e Comunicação de Jurgen Habermas.
    Edições 70. Lisboa, 2002, 221 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 32

    Os quatro textos aqui reunidos (¹) representam uma síntese dos últimos desenvolvimentos do pensamento de Jürben Habermas sobre pragmática formal, desde o seu ensaio inicial e programático (“O que é a Pragmática Universal?”), aos seus escritos mais recentes sobre a teoria da racionalidade comunicativa (“Alguns Esclarecimentos sobre o Conceito de Racionalidade Comunicativa”).

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  • Introdução à Psicanálise de Freud de Michel Haar

    Introdução à Psicanálise de Freud

    Michel Haar

    6,00 

    Introdução à Psicanálise de Freud de Michel Haar.
    Edições 70. Lisboa, 1994, 86 págs. B.
    Biblioteca Básica de Filosofia | 15

    A psicanálise, à imagem de qualquer ciência, é teoria, método e prática transformadora. A ilustrar essa pluralidade de aspectos, aqui se encontram perfiladas as suas principais categorias, tais como Freud as divulgou na sua Introdução à Psicanálise.

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  • Fichas (Zettel) de Ludwig Wittgenstein

    Fichas (Zettel)

    Ludwig Wittgenstein

    7,00 

    Fichas (Zettel) de Ludwig Wittgenstein.
    Edições 70. Lisboa, 1989, 156 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 11

    “Fichas (Zettel)” constitui, no conjunto da obra de Ludwig Wittgenstein, uma das mais felizes ilustrações do conceito “jogo de linguagem”, tão importante na atual filosofia do discurso humano.

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  • Anotações sobre as Cores de Ludwig Wittgenstein

    Anotações sobre as Cores

    Ludwig Wittgenstein

    7,00 

    Anotações sobre as Cores de Ludwig Wittgenstein.
    Edições 70. Lisboa, 1987, 141 págs. B.

    Nesta obra, Wittgenstein utiliza os jogos de linguagem para discorrer sobre as cores e a perceção que delas temos. No cerne da sua reflexão surge-nos a tese central do seu pensamento: a análise descritiva da linguagem que transformou a filosofia analítica num instrumento cada vez mais dúctil e aberto para melhor compreender e elucidar os problemas humanos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.