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  • Teatro de Samuel BeckettTeatro de Samuel Beckett

    Teatro

    Samuel Beckett

    10,00 

    Inclui as peças: À espera de Godot (tradução de A. Nogueira Santos); Fim de Festa (tradução de F. Curado Ribeiro); A última Gravação (tradução de Rui Guedes da Silva).

  • Cães, Os

    Cães, Os

    Tone Brulin

    7,00 

    Cães de Tone Brulin.
    Prelo Editorial. Lisboa, 1964, 138 págs. B.

    Tone Brulin aparece hoje em português. Nós, os que acreditamos num teatro português autêntico, temos uma divida em aberto para com ele: foi devido ao seu espírito universalista que o nosso Raúl Brandão atravessou as fronteiras. Uma dívida dessas não se paga, retribui-se. E só uma retribuição conta para um Artista como Tone Brulin: o conhecimento e a divulgação da sua Obra. Estimá-lo a ele depois de a conhecer é questão que não oferece dúvidas aos espíritos generosos. in Prefácio de Rogério Paulo

    📝 Assinatura de posse.

  • El Público de Federico García Lorca

    Público, El

    Federico García Lorca

    5,00 

    El Público de Federico García Lorca.
    Espasa Calpe. Espanha, 2006, 198 págs. B.

    Pocos dramaturgos contemporáneos pueden mostrar una obra tan versátil y rica en matices como la que, en su breve existencia, fue capaz de componer Federico García Lorca (1898-1936). Siguiendo el ejemplo de sus admirados maestros del Barroco.

    Lope de Vega, Tirso de Molina y Calderón de la Barca-, Lorca entendió el teatro como un vasto campo de experimentación, y dejó fluir su inspiración por cauces diversos: la comedia simbolista, el drama histórico, la farsa carnavalesca, el guiñol, la tragicomedia o la tragedia. En todas estas obras supo mantener el dificil equilibrio entre su innato afån renovador y su deseo de no distanciarse demasiado de sus receptores. Ello no le impidió abrir otra línea de vuelo más exigente y atrevido, con la que quería anticiparse al teatro de un tiempo futuro. A esa intención de socavar el tablado escénico para que afloren las pasiones más escondidas responde el drama que el lector tiene en sus manos: EL PÚBLICO, un texto anticonvencional, heterodoxo, maldito, el canto a una nueva comprensión no sólo de la escena sino también de la sociedad. EL PÚBLICO habla del amor en su dimensión más abstracta y universal, aunque no cabe duda de que la singularidad de su texto depende, en buena parte, de la importancia que la temática homosexual cobra en este drama.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História do Teatro

    História do Teatro

    Robert Pignarre

    5,00 

    História do Teatro de Robert Pignarre.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1963, 130 págs. B.

    Poucas serão as artes que, tanto como o Teatro, nos permitam seguir, através delas, o caminho percorrido pela humanidade desde os tempos mais remotos. Nascido da magia e do rito litúrgico, vem o Teatro excercendo sobre o homem, pelos séculos fora, um poder de encantamento que atingiu amplitude excepcional em certas épocas áureas, como o grande século da tragédia grega e, mais perto de nós, o chamado Século de Ouro do Teatro, esse século XVII que viu nascer a comédia espanhola e os autos sacramentais de Lope e de Calderón, o drama isabelino dominado pela figura impar de Shakespeare, a commedia dell’arte italiana ou o teatro clássico de um Racine, de um Corneille ou de um Molière. Poder de encantamento, esse, que, de resto, ainda hoje persiste e que, contra o que chegou a pensar-se, o nascimento do seu irmão mais novoo Cinema – não conseguiu desvanecer.

    📝 Assinatura de posse.

  • Teatro Completo de António Pedro

    Teatro Completo

    António Pedro

    10,00 

    Mais do que dramaturgo, por certo, foi António Pedro um homem de teatro, na plena acepção do termo. Ou, mais exactamente, dramaturgo tê-lo-á sido apenas na justa medida em que lhe era necessário para atingir essa plenitude. Vista a questão de outro ângulo: se tivesse limitado à escrita a sua actividade teatral, não ocuparia ele…

  • Hamlet

    Hamlet

    William Shakespeare

    7,00 

    Hamlet de William Shakespeare.
    Livraria Lello & Irmão. Porto, s.d., 316 págs. B.

    A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca (The Tragedie of Hamlet, Prince of Denmarke na primeira edição em inglês), geralmente abreviada apenas como Hamlet, é uma tragédia de William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601. A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai, Hamlet, o rei, executado por Cláudio, seu irmão, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a rainha. A peça traça um mapa do curso de vida na loucura real e na loucura fingida — do sofrimento opressivo à raiva fervorosa — e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.

    📝 Assinatura de posse.

  • Teatro Português em um Acto de Luiz Francisco Rebello

    Teatro Português em um Acto

    Luiz Francisco Rebello

    25,00 

    Esta série de volumes antológicos – de que foram já publica- dos os correspondentes ao século XIX e à primeira metade do século XX – através de uma selecção de peças em um acto, da responsabilidade do profundo conhecedor da nossa drama- turgia que é Luiz Francisco Rebello, propõe-se ilustrar uma trajectòria do teatro escrito…

  • Teatro

    Teatro

    Camilo Castelo Branco

    7,00 

    Luis Francisco Rebello selecionou como as mais expressionistas peças de Camilo, representativas de três fases do seu percurso de escrita: • uma comédia – Patologia do Casamento – a acção passa-se na Figueira da Foz e gira em torno da instituição matrimonial, abordada numa perspectiva irónica. Constitui uma das mais curiosas e ‘actuais’ criações dramatúrgicas…

  • Peças Escolhidas 2 de Carlo Goldoni

    Peças Escolhidas 2

    Carlo Goldoni

    10,00 

    “Não é fácil saber que o mundo está a mudar. E Goldoni sabe-o, vai vendo o velho ruir, o novo a afirmar-se, anota, anota sem fim, vê, tudo vai trazendo para o palco, gente, coisas, contratos, cadeiras, é uma sanguessuga da vida, o palco tem um íman a que ele se oferece. E o seu…

  • Teatro Completo de Carlos Selvagem

    Teatro Completo

    Carlos Selvagem

    25,00 

    A publicação, pela primeira vez em volume exaustivo, do Teatro Completo de Carlos Selvagem, incluindo obras e variantes inéditas, permite uma visão de conjunto sobre esta dramaturgia, que atravessa o século e constitui uma das espinhas dorsais do teatro português. Em primeiro lugar, pela qualidade e capacidade de inovação da linguagem cénica e literária. A…

  • Sua Excelência de Luis de Sttau Monteiro

    Sua Excelência

    Luis de Sttau Monteiro

    10,00 

    Não devia esta peça ser editada antes de subir à cena por motivos que se tornarão evidentes a quem a ler. Acontece, porém, que à data em que escrevo estas linhas, anda ela em observação pelas repartições adequadas sem que os responsáveis pelas mesmas atinem com razão para a autorizar, o que me leva a…

  • Português, Escritor, 45 Anos de Idade de Bernardo Santareno

    Português, Escritor, 45 Anos de Idade

    Bernardo Santareno

    20,00 

    Português, Escritor, 45 Anos de Idade de Bernardo Santareno.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 301 págs. B.

    Primeira peça de um autor português a subir à cena após o 25 de Abril, Estreada no Teatro Maria Matos com o seguinte elenco: Adelaide João, António Montez, Arminda Taveira, Carlos Santos, Carlos Sargedas, Carlos Veríssimo, Fernanda Borsatti, Irene Cruz, Lurdes Norberto, Luis Cerqueira, Luís Santos, Madalena Braga, Manuel Matos, Rogério Paulo e Vitor de Sousa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerra Santa

    Guerra Santa

    Luís Sttau Monteiro

    10,00 

    Guerra Santa de Luís Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 176 págs. B.

    Luís de Sttau Monteiro exercitou vários géneros literários, como o jornalismo, a ficção (as suas primeiras publicações foram romances) e a escrita dramática, mas foi sobretudo por esta última que cedo atraiu a atenção do público e da crítica. A sua peça de estreia – Felizmente há luar!, em 1961 – foi de imediato proibida de ser levada à cena. Tendo vivido em Londres durante a Segunda Guerra Mundial, por razões familiares, adaptou-se mal à intransigência da ditadura salazarista, destacando-se pelo tom irreverente das suas obras. A perseguição pela PIDE e a censura de que os seus textos foram alvo – Felizmente há luar! (1961) esteve catorze anos impedida de subir à cena, o que só foi possível após a queda do regime – provam o carácter interventivo da sua escrita e a sua estreita ligação com a realidade portuguesa da época. (…) Foi preso pela PIDE em 1967, após a publicação das peças satíricas A Guerra santa e A estátua, onde teceu duras críticas à ditadura e à guerra colonial.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Baal de Bertolt BrechtBaal

    Baal

    Bertolt Brecht

    10,00 

    Baal de Bertolt Brecht.
    Barca Nova Editor. Lisboa, 1982, 172 págs. E.

    A primeira peça longa de Bertolt Brecht é a história da vida de um poeta e cantor bêbedo, rude e mulherengo. Com o seu amigo músico, Ekart, Baal deambula por toda parte bebendo e lutando. Engravidada por ele, Sophie segue-o e acaba por se afogar. Baal seduz ainda a amante de Ekart que acaba por assassinar. Perseguido pela polícia, morrerá sozinho numa floresta. Apesar de ser um retrato anti-heróico, não há dúvida de que muito da imagem romântica do poeta-fora-da-lei se aplica a este Baal cuja linguagem descende directamente de Rimbaud e Villon.

    BAAL aparece como resposta a O SOLITÁRIO de Hans Johst, onde se relata a história do poeta alemão Grabbe dando-lhe um significado expressionista contra o qual Brecht se quis insurgir. Inspirando-se na vida do poeta francês, escritor medieval de baladas, François Villon, Brecht pretende em Baal mostrar a natureza elementar do indivíduo que se alimenta do prazer e não pensa sequer em pagar as despesas da vida burguesa. Mas ao longo da escrita, Brecht encontra também Verlaine, Rimbaud e Büchner. Com Baal, Brecht revolta-se contra o pathos expressionista, contra os artistas endeusados, contra o tradicional conflito, por ele repudiado, entre a vida e a arte. Brecht procurava o escândalo e encontrou-o. Pouco depois da estreia, o presidente da câmara de Leipzig proibiu a continuação da carreira da peça.

    Em Portugal foi estreada no Teatro da Trindade numa versão de José Fanha e João Lourenço e encenação de João Lourenço com Mário Viegas, João Perry, Virgílio Castelo e Irene Cruz nos protagonistas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História do Teatro ItalianoHistória do Teatro Italiano

    História do Teatro Italiano

    Gino Saviotti

    5,00 

    História do Teatro Italiano de Gino Saviotti.
    Edições Cosmos. Lisboa, 1944, 192 págs. B.

    Biblioteca Cosmos 64-65
    2ª Secção – Artes e Letras – Nº: 11/12
    Teatro

    Desde a «lauda representativa» (séc. XIII) à «fábula mitológica» (séc. XV); O teatro clássico no séc. XVI; O «drama pastoril» (séc. XVI); A «commedia dell’arte» (séc. XVII e XVIII); Desde o melodrama e a técnica teatral (séc. XVIII) ao teatro romântico; O teatro contemporâneo.

    📖 Exemplar por abrir

  • Arranha-Céus

    Arranha-Céus

    Jacinto Lucas Pires

    6,00 

    Arranha-Céus de Jacinto Lucas Pires.
    Edições Cotovia. Lisboa, 1999, 120 págs. B.

    A peça trata de Júlio César, um homem de meia-idade, perdido e à procura de uma nova vida, uma nova namorada e um novo emprego, e que tem um dom especial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.