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  • Guerras de Alecrim e Mangerona de António José da Silva

    Guerras de Alecrim e Mangerona

    António José da Silva

    6,00 

    Guerras de Alecrim e Mangerona de António José da Silva.
    Círculo de Cultura Teatral. Porto, 1957, 120 págs. B.

    Publicando as GUERRAS de António José e levan-do-as à cena (ao que supomos, pela primeira vez em Portugal depois da primeira representação no século XVIII), estamos certos de continuar a obra de cultura que, como primeira obrigação, a si próprio se impós o Teatro Experimental do Porto. Se tivermos conseguido, além disso, como ambiciosamente espera-mos, realizar obra viva com esta necessária ressurreição, crescerá com isso o nosso gosto, justificadamente.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vieram Para Morrer

    Vieram Para Morrer

    Jaime Gralheiro

    7,00 

    Vieram Para Morrer de Jaime Gralheiro.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 101 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Romeu e Julieta de William Shakespeare

    Romeu e Julieta

    William Shakespeare

    5,00 

    Romeu e Julieta de William Shakespeare.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1973, 182 págs. E.

    Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.

    📝 Assinatura de posse.

  • Café Orion

    Café Orion

    Rui Mesquita

    7,00 

    Café Orion de Rui Mesquita.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 45 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

  • Tempestade de August Strindberg

    Tempestade

    August Strindberg

    8,00 

    Ilustra este volume a modernidade do grande dramaturgo sueco ao mesmo tempo que revela facetas várias do autor de A Menina Júlia. É preci samente esta obra que fecha a colectânea de três peças.

    Desnecessário se torna adjectivá-la. Todos a conhecem como obra maior do realismo-naturalista. Quiseram ainda os editores fazê-la acompanhar do prefácio que August Strindberg para ela escreveu, considerado como autêntico documento histórico duma fase de evolução da arte cénica.

    Por seu turno, as peças de câmara Tempestade e A Casa Queimada revelam ao leitor de língua portuguesa uma zona da obra strindberguiana para si quase desconhecida. A primeira, alardeando uma notável contensão de processos, de feição intimista, oferece-nos descarnadamente o tema da raiva-amor, tema que Strindberg glosou até à saciedade. A segunda, mais ortodoxamente intimista, tem quase o cunho duma investigação policiária. Lenta, mas seguramente, Strindberg disseca o diabolismo da alma humana.

  • Diálogo Entre um Padre e um Moribundo de Donatien Aldonse François de SadeScanner 20250325 (2)

    Diálogo Entre um Padre e um Moribundo

    Donatien Aldonse François de Sade

    20,00 

    Diálogo Entre um Padre e um Moribundo de Donatien Aldonse François de Sade.
    Contraponto. Lisboa, 1959, 30 págs. B.

    Versão portuguesa de José Manuel Simões conforme o texto editado por Jean-Jacques Pauvert em 1953. Edição ilustrada com um desenho de Man Ray impresso à parte e uma pequena vinheta de Minos. Edição limitada a 500.

    📝 Assinatura de posse.

  • Felizmente Há Luar

    Felizmente Há Luar

    Luís de Sttau Monteiro

    5,00 

    Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro.
    Editorial Ática. Lisboa, 1969, 164 págs. B.

    Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.

    Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

    Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sonho de Uma Noite de Verão

    Sonho de Uma Noite de Verão

    William Shakespeare

    6,00 

    Esta é a história de uma noite… Uma noite de Verão sonhada na Primavera. Uma única noite onde os espíritos desafiam o sentido do verdadeiro amor, numa guerra fantástica de fadas, poções e romances desencontrados. Numa noite de Verão, um mundo pacato e insuspeito está prestes a ser incendiado pelo desejo e pela paixão. E,…

  • Panorama do Teatro ModernoPanorama do Teatro Moderno

    Panorama do Teatro Moderno

    Redondo Júnior

    8,00 

    Panorama do Teatro Moderno de Redondo Júnior.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 319 págs. E.

    De Jacques Copeau a Bertolt Brecht; Reiventar o Teatro; Os Reteatralizadores; A Condição do Actor; Criar um Envolvimento; O Binómio Luz-Cor; Acto de Encernar; Lugar Dramático e Público.

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  • Crucificados de Júlio Dantas

    Crucificados

    Júlio Dantas

    6,00 

    Crucificados de Júlio Dantas.
    Sociedade Editora Portugal-Brazil. Lisboa, s.d., 214 págs. B.

    Um interior modesto de solteirões, no Bairro-Alto. Casa velha da rua da Atalaia: rodapé baixo de azulejos; janela de tabuinhas. Porta para a escada; vê-se o patamar de tijolo e o corrimão. Estante de livros; pape leira; cadeiras de roca. O ar desaconchegado das casas onde não há mulheres. Um sofá. Perto, mesa de trabalho: livros, papéis, candeeiro de petróleo com abat-jour verde.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Palco da Memória

    Palco da Memória

    Carmen Dolores

    7,50 

    Palco da Memória de Carmen Dolores de Carmen Dolores.
    Sextante Editora. Porto, 2012, 269 págs. B.

    «Nunca pensei escrever um segundo livro de memórias, embora o primeiro tivesse como título Retrato inacabado. No entanto, o tempo foi passando e comecei a anotar numa espécie de diário o que me ia acontecendo, o que ia observando, o que me despertava mais interesse… e assim surgiu este No palco da memória, para que fique um registo daquela que ainda sou, uma referência aos trabalhos em que fui participando, e até um recordar do que se escreveu a meu respeito.»

    Eis uma voz única, a de Carmen Dolores, que nos entrega aqui, desta vez por escrito, um testemunho precioso de uma longa vida em que o Teatro desempenhou um papel decisivo. Cruzamento de passado e presente, de memórias e vida, de vozes e de silêncios, esta é também a história de uma mulher e do seu tempo, história que ela tornou exemplar pelo empenho e sensibilidade com que sempre a viveu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Todos os Anos Pela Primavera de Luis Sttau Monteiro

    Todos os Anos Pela Primavera

    Luis Sttau Monteiro

    6,00 

    “Dedico esta peça — sem espírito de camaradagem, mas com uma fortíssima gargalhada — a todos os que, pela própria natureza do regime prisional a que estejam, ou venham a estar sujeitos, se considerem, em consciência, obrigados a proibi-la.”

  • Noite de Natal de Raul Brandão

    Noite de Natal

    Raul Brandão

    7,50 

    Noite de Natal de Raul Brandão.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 248 págs. E.

    Embora considerada uma obra menor de Raul Brandão, e também de Júlio Brandão, A Noite de Natal revela-se relevante para compreender o teatro e a literatura dramática portuguesa na transição para o século XX. A análise do texto — até recentemente inédito — permite observar a tensão entre uma produção teatral abundante e uma crise latente, bem como as posições críticas dos seus autores sobre esse contexto. A peça evidencia influências do drama de costumes de inspiração queirosiana, marcas do Decadentismo e do Simbolismo, e constrói um protagonista como artista maldito finissecular, sob o signo da fatalidade. Representada num momento de viragem estética, a obra reflete o cruzamento entre renovação literária, Decadentismo e Simbolismo, após o declínio do Neo-Romantismo lusitanista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anfitrião Outra Vez

    Anfitrião Outra Vez

    Augusto Abelaira

    10,00 

    Anfitrião Outra Vez de Augusto Abelaira.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 81 págs. Mole

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o concurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocínio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilitando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série -a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    📕 1ª Edição.

  • Estética Teatral - Antologia de Textos de José Oliveira Barata

    Estética Teatral – Antologia de Textos

    José Oliveira Barata

    7,50 

    Estética Teatral – Antologia de Textos de José Oliveira Barata.
    Moraes Editores. Lisboa, 1981, 214 págs. B.

    «… Procurando não entrar numa problemática que toca de perto a filosofia do espectáculo, mas tendo presente as pertinentes advertências que se levantam, procurámos seleccionar os textos desta antologia com um objectivo didáctico, pensando, como já anteriormente referimos, num destinatário com um perfil bem definido. A presente antologia não será o dicionário de todas as dúvidas; pretende apenas constituir um roteiro a necessitar por parte de quem o acompanhar de permanente actualização.»

    Textos antologiados por José Oliveira Barata, de dezenas de autores, entre os quais Zola, Goldoni, Nietzsche, Barrault, Pirandello, Brecht, Piscator, Grotowski, entre outros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Inferno de Bernardo Santareno

    Inferno, O

    Bernardo Santareno

    15,00 

    CHESTER, 6-5-66 — Ian Brady e Myra Hindley, os amantes diabólicos, foram condenados a prisão perpétua, findo o seu julgamento, iniciado a 19 de Abril, no tribunal de Chester. Acusados de terem assassinado Edward Evans, de 17 anos, Lesley Ann Downey, de 10 e John Kilbride, de 12, sempre negaram a sua culpabilidade. O júri reconheceu Brady culpado dos três crimes e Myra Hindley culpada dos dois primeiros e cúmplice do terceiro… O Juiz, ao ler a sentença, acentuou ter sido este um dos processos mais atrozes da história e que os dois acusados tinham sido reconhecidos como culpados das mortes cruéis executadas a sangue frio… Diário de Notícias 7-5-66 Foi com base nesta notícia de um dos mais terríveis casos de assassínios em série da história do Reino Unido que Bernardo Santareno criou um dos mais brilhantes e violentos textos da sua carreira. Passado integralmente numa sala de tribunal onde decorre o julgamento de um casal de assassinos, cujos actos assumem contornos diabólicos, que o autor transmuta em figuras da mitologia, esta é, porventura, a mais acutilante obra de Santareno, na qual tudo é posto em causa: ética, moral, justiça, a própria essência do bem e do mal… Publicado em 1967, O Inferno marcou a transição da produção literária de Santareno a caminho de um cada vez mais activo intervencionismo social.