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  • Sílvia Cardoso o Anjo das Três Loucuras de Moreira das Neves

    Sílvia Cardoso: o Anjo das Três Loucuras

    Moreira das Neves

    7,00 

    Sílvia Cardoso: o Anjo das Três Loucuras de Moreira das Neves
    Editorial A. O. Braga, 1987, 195 págs. B. Il.

    Monsenhor Moreira das Neves imortalizou Sílvia Cardoso (1882–1950) como “O Anjo das Três Loucuras” em 1953. O título reflete a entrega radical da Venerável portuguesa a três causas: a Deus, aos pobres e às almas. Nascida em Paços de Ferreira numa família rica, abdicou da fortuna para fundar asilos, creches e apoiar marginalizados. O livro retrata uma vida de misticismo e caridade heróica que inspira fiéis até hoje.

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  • Igreja e Sociedade Económica de Jean Yves Calvez

    Igreja e Sociedade Económica: O Ensino Social dos Papas de Leão XIII a Pio XII (1878-1958)

    Jean-Yves Calvez

    15,00 

    Igreja e Sociedade Económica: O Ensino Social dos Papas de Leão XIII a Pio XII (1878-1958) de Jean-Yves Calvez
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1960, 688 págs. B.

    “Tem o leitor, nesta obra de J.-Y. Calvez e J. Perrin, um valioso instrumento de trabalho, de rectificação ideológica e de informação doutrinal, sobre o que há de mais essencial e de mais actual no ensino social da Igreja. É um trabalho de conjunto, que ainda ninguém tinha feito, e era urgente que se fizesse.
    É frequente, e muito natural, a propósito de problemas sociais, o apelo para os documentos pontificios, principalmente desde Leão XIII para cá. Estou, porém, que, talvez por ignorância do assunto, nem sempre, em tais apelos, a perspectiva terá sido tão exacta e tão escorreita, como seria para desejar. Os textos em questão são muitos, andam dispersos, e dificilmente se encontram ao alcance imediato de quem, por dever ou devoção precise de os consultar e comparar.
    […]
    Igreja e Sociedade Económica é um trabalho de colaboração altamente especializada, não só na redacção definitiva, que é assinada pelos nomes prestigiosos de J.-Y. Calvez e J. Perrin, S.J., mas também nos estudos prévios em que, durante mais de dois anos se empenhou uma notável equipa de 14 investigadores, como adiante se verá.” in Nota do Tradutor

    Sumário:
    A Igreja E As Relações Sociais
    Revelação E Direito Natural
    A Intervenção Da Igreja E Os Seus Limites
    Os Principais Documentos Pontificios
    Pessoa E Sociedade
    A Justiça
    Caridade E Justiça
    A Necessidade
    A Propriedade
    O Trabalho
    O Capital
    Troca, Preço, Mercado
    A Empresa
    Economia Nacional-Economia Internacional
    A Economia E O Estado
    Os Antagonismos Sociais
    A Igreja E A Luta De Classes
    Sindicalismo
    O Projecto Social Da Igreja: Comunidade E Responsabilidade
    Um Método De Análise
    A Expressão Justiça Social Antes Da «Quadragesimo Anno»
    Justiça Social, Justiça Legal E Justiça Distributiva
    Controversias Posteriores A «Quadragesimo Anno».

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  • Mulher na Igreja

    Mulher na Igreja, A

    Anne Carr

    6,00 

    A Mulher na Igreja de Anne Carr.
    Temas e Debates. Lisboa, 1997, 332 págs. B.

    A teologia feminista é hoje o fruto de um grupo cada vez mais numeroso e qualificado de mulheres, que desenvolvem a reinterpretação da tradição da fé cristã (Bíblia, concílios, padres da Igreja, teólogos e história cristã das mulheres) segundo um novo paradigma. (…) Deus não é masculino nem feminino: está para além das diferenças sexuais.”  In Introdução à edição portuguesa de Frei Bento Domingues

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  • O Sagrado e o Profano de Mircea Eliade

    Sagrado e o Profano, O

    Mircea Eliade

    7,00 

    O Sagrado e o Profano: a Essência das Religiões de Mircea Eliade.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 234 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 62

    O Sagrado e o Profano, de Mircea Eliade, ocupa-se da forma como o homem religioso se esforça por se manter num universo sagrado e da diferença entre a sua experiência de vida e a do homem privado de sentimentos religiosos, daquele que vive ou deseja viver num mundo dessacralizado.

    Para a consciência moderna, a alimentação ou a sexualidade não são mais do que fenómenos orgânicos, qualquer que seja o número de tabus que os rodeia. Mas, para o primitivo e para algumas populações atuais, um tal ato é, ou pode tornar-se, um «sacramento», quer dizer, uma comunhão com o sagrado.

    O sagrado e o profano constituem duas modalidades de ser no mundo, duas situações existenciais assumidas pelo homem ao longo da sua história. Estes modos não interessam apenas à história das religiões ou à sociologia. Em última instância, os modos de ser sagrado e profano dependem das diferentes posições que o homem ocupa no cosmos.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Páscoa de S. Francisco de Ignace-Étienne Motte

    Páscoa de S. Francisco, A

    Ignace-Étienne Motte

    6,00 

    A Páscoa de S. Francisco de Ignace-Étienne Motte
    Editorial Franciscana. Braga, 1972, 204 págs. B.

    A obra analisa a “passagem” espiritual de São Francisco de Assis, ligando a sua vida de desprendimento, pobreza absoluta e penitência ao mistério pascal de Cristo. Longe de ser um tratado teológico académico, o livro foca-se na experiência vivida e no percurso místico do santo, que culmina no recebimento dos estigmas e no seu “Trânsito” (morte). Uma reflexão profunda sobre como Francisco transformou a dor e a renúncia na mais pura alegria evangélica.

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  • Na Palestina no Tempo de Jesus de Daniel-Rops

    Palestina no Tempo de Jesus, Na

    Daniel-Rops

    10,00 

    Na Palestina no Tempo de Jesus de Daniel-Rops.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 530 págs. B.
    Colecção: A Vida Quotidiana | 17

    A vida de um menino de Israel, no meio da sua família e dos imperativos da sociedade do país em que nasceu, e onde era esperada ardentemente a vinda do Messias, numa obra de sólida documentação e de leitura empolgante, da autoria de um dos mais ilustres escritores franceses de hoje

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir

  • Maria de Nazaré de Mário de Oliveira (75)

    Maria de Nazaré

    Mário de Oliveira

    10,00 

    Maria de Nazaré de Mário de Oliveira
    Afrontamento. Porto, s.d., 100 págs. B.

    Nascido no meio de um pequeno Povo de Pobres e acolhido por ele como uma mensagem com sabor a boa nova, este livro não poderá agradar a toda a gente. Alguns quererão ver nele subversão de mau gosto e outras coisa sombrias, pois habituaram-se a confundir a Verdade com a sua própria concepção do Mundo e costumam também confundir a Paz – que deve resultar do estabelecimento da ordem social querida por Deus – com a concretização daquela ordem social que eles criaram, ou já herdaram e, agora, ciosamente conservam, só porque muito os favorece. É um livro que vai escandalizar muita gente! (Padre Mário de Oliveira).

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  • João XXIII de Mario Benigni

    João XXIII

    Mario Benigni

    7,50 

    João XXIII de Mario Benigni
    Paulus Editora. Apelação, 2000, 302 págs. B.

    Na biografia oficial para a beatificação do Papa João XXIII, os

    Drs. Mário Benigni e Goffredo Zanchi dão-nos também um panorama bastante alargado da história da Igreja nos primeiros 60 anos do século XX.

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  • João Paulo II de Joseph Ratzinger

    João Paulo II

    Joseph Ratzinger

    7,50 

    João Paulo II: vinte e dois anos na História com Fátima presente de Joseph Ratzinger.
    Paulus Editora. Apelação, 2000, 92 págs. B. Il.

    Todos conhecem João Paulo II: o seu rosto, o seu modo característico de se mover e de falar; a sua capacidade de se concentrar na oração, a sua alegria espontânea. Algumas das suas palavras gravaram-se de forma indelével na memória, a começar por aquele apelo apaixonado, com que se apresentou no início do seu pontificado: «Abram as portas a Cristo, não tenham medo d’Ele!». Ou ainda estas: «Não se pode viver para experimentar, não se pode amar para experimentar!» Em palavras como estas se condensa todo o seu pontificado

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  • Jesus Cristo

    Jesus Cristo

    Pascal

    15,00 

    Jesus Cristo de Pascal
    Tipografia Gráfica de Coimbra. Coimbra, 1952, 174 págs. B.
    𓂃🖊 Introdução de Duarte de Montalegre

    Duarte de Montalegre foi o pseudónimo literário utilizado pelo distinto filólogo, investigador e bibliófilo português José Vitorino de Pina Martins (1920–2010)

    Índice:
    Mensagem Cristã de Pascal
    Vida de Jesus Cristo
    O Memorial
    O Mistério de Jesus
    Obras Exteriores
    Escritos e Fragmentos de Pascal sobre a Graça
    Nota sobre a Cristologia de Pascal

    📝 Assinatura de posse.

  • Breve História das Religiões de Ambrogio Donini

    Breve História das Religiões

    Ambrogio Donini

    7,50 

    Breve História das Religiões de Ambrogio Donini
    Editora Civilização Brasileira. Rio de Janeiro, 1965, 363 págs. B.

    A idéia fundamental do trabalho, o qual, mais do que um manual de história das religiões, constitui um verdadeiro ensaio metodológico elaborado de modo orgânico e fartamente documentado, é a de que a religião não deve sòmente ser estudada, nas suas várias manifestações históricas, como expressão da fraqueza e do sofrimento do homem diante do irracional e da opressão social, mas também como um protesto, muitas vezes bastante eficaz, contra êste estado de sujeição material e espiritual.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição Numerada: 3325

  • Apontamentos para a História da Acção Católica na Diocesa de Coiimbra

    Apontamentos para a História da Acção Católica na Diocesa de Coiimbra

    Eurico Dias Nogueira

    12,00 

    Apontamentos para a História da Acção Católica na Diocesa de Coiimbra de Eurico Dias Nogueira
    Imprensa de Coimbra. Coimbra, 1959, 39 págs. B.

    Discurso proferido na sessão de encerramento das comemorações jubilares da Acção Católica na Diocese de Coimbra em 15 de Novembro de 1959.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Ética e Religião na Sociedade Tecnológica de Helena Jerónimo

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica

    Helena Jerónimo

    10,00 

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica: Os jesuítas portugueses e a revista Brotéria (1985-2000)de Helena Jerónimo.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2002, 248 págs. B.

    Ao longo do século XX, os jesuítas portugueses acompanharam a divulgação e o debate científico por intermédio dos artigos publicados na Brotéria. Nas últimas décadas, a revista tem vindo a revelar uma crescente preocupação e tematização das relações entre técnica/ética e ciência/religião, constituindo um dos núcleos fundamentais sobre este tipo de reflexão e posicionamento. Interpretar alguns dos artigos e autores centrais permite clarificar a leitura desta ordem religiosa sobre os assuntos enunciados e constitui uma importante fonte para a análise sociológica de uma reflexão que aborda e se situa na ciência a partir de uma perspectiva religiosa.

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  • Seita: Que dizer? Que fazer? De Jean Vernette

    Seita: Que dizer? Que fazer?

    Jean Vernette

    5,00 

    Seita: Que dizer? Que fazer? De Jean Vernette
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1995, 225 págs. E.

    Há cerca de vinte anos que tenho vindo a publicar um certo número de obras sobre as seitas e os novos movimentos religiosos. Ora, várias dessas obras, após sucessivas reedições, estão hoje esgotadas’. Tornava-se necessário apresentar uma síntese renovada que, tendo em conta a evolução do fenómeno global da nova religiosidade, ao mesmo tempo retomasse e actualizasse as nossas primeiras análises.

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  • Santo Agostinho de Luis Bertrand

    Santo Agostinho

    Luis Bertrand

    10,00 

    Santo Agostinho de Luis Bertrand
    Livraria Apostolado da Imprensa. Porto, 1952, 317 págs. B.

    Santo Agostinho (354–430) foi filósofo e teólogo cristão. Após uma juventude inquieta, converteu-se ao cristianismo e tornou-se bispo de Hipona. Defendeu a relação entre fé e razão, o livre-arbítrio e a ideia de que o mal é ausência do bem.

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  • Caminhos de Fátima: o Caminho do Tejo de Alexandre Manuel

    Caminhos de Fátima: o Caminho do Tejo

    Alexandre Manuel

    20,00 

    Caminhos de Fátima: o Caminho do Tejo de Alexandre Manuel
    Editorial Notícias. Lisboa, 2004, 143 págs. E. Il.
    📸Fotografia de Alexandre Homem Cardoso

    Diz-se que muitos caminhos levam à fé. O Caminho do Tejo, percurso pedonal que liga Lisboa ao Santuário de Fátima, parece ser um deles. Ao longo de cinco jornadas, este álbum conduz-nos, pela pena de Alexandre Manuel e câmara de António Homem Cardoso, pelo principal roteiro da fé lusitana, mostrando-nos um vastíssimo património cultural e natural desconhecido da maioria dos portugueses, até chegar a esse «imenso cais» que é Fátima, onde «se refugia a parte mais misteriosa e sofrida, crente e inocente da alma portuguesa».

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