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Eça de Queiroz
5,00 €
Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres de Eça de Queiroz
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 348 págs. B.
Neste livro, em que se reúnem as Cartas de Inglaterra e as Crónicas de Londres, Eça de Queiroz dá-nos uma imagem por vezes divertida da vida inglesa e vários comentários de actualidade internacional. Colocado num ponto de observação extraordinário, Eça de Queiroz podia dar largas ao seu génio, comentando livremente e sem rebuços a vida do seu tempo.
📝 Assinatura de posse.
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Eça de Queiroz
5,00 €
Correspondência de Fradique Mendes de Eça de Queiroz.
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 237 págs. B.
O criador literário infunde sempre nas figuras a que dá corpo e consistência alguns aspectos de si próprio. Esta verdade aplica-se também, e plenamente, a Eça de Queiroz. Fradique, até certo ponto, reflecte a personalidade riquissima do seu autor. Mas, como acentua Jong, não é menos verdade que é a imagem das reflexões e aspirações de um grupo de jovens largamente abertos às ideias inovadoras.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Carlos Reis
10,00 €
A obra de uma das grandes referências da literatura portuguesa analisada por um dos mais prestigiados ensaístas nacionais da actualidade. Resultado de um trabalho que o autor tem vindo a desenvolver há cerca de 25 anos a esta parte, os ensaios nesta obra reunidos provêm de épocas, circunstâncias e envolvimentos ideológicos distintos. Repartidos em três secções distintas, estes Estudos Queirosianos, revelam-lhe, a partir da análise da generalidade da produção textual de Eça de Queirós, um retrato surpeendente da época em que viveu e da geração a que pertenceu, dos discursos escamoteados em cada uma das suas personagens e uma dissecação rigorosa do engenho com que construiu a sua obra.
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A. Campos Matos
10,00 €
As relações literárias entre Eça de Queiroz e Camilo Castelo Branco, não muito amistosas, nunca foram objecto de uma análise tão exaustiva como a que A. Campos Matos realizou neste livro.
O humor e a ironia dos extraordinários textos onde reciprocamente Eça e Camilo se avaliam tornam esta obra um divertido e inédito documento para quem se interessa pela literatura portuguesa do séc. XIX.
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Fidelino de Figueiredo
15,00 €
Pobre Homem da Póvoa do Varzim de Fidelino de Figueiredo.
Portugália Editora. Lisboa, s.d., 191 págs. B.
Apesar da sua aparência coletícia, este livrinho, em que nem sequer se acatou a sucessão cronológica dos escritos, não deixa de ter sua unidade intrínseca. Tem aquela pobre unidade que lhe atribui a sequência da trajectória de um espírito que nas suas experiências e reflexões vezes várias se aproximou e se afastou da luz forte e serena de outro espírito. Poderia trazer à lembrança aqueles modestos aerólitos que aparecem e desaparecem, quando no seu longo giro entram na atmosfera da Terra ou saem dela, porque só esse mergulho apressado os torna luminosos.
📝 Assinatura de posse
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Eça de Queiroz
2,50 €
Romance saído em folhetins na Gazeta de Notícias, cuja epígrafe se tornou célebre – “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia” – por sintetizar a aliança entre realismo e imaginação, naturalismo e fantástico, patente na obra.
Da intriga central – a viagem de Teodorico à Terra Santa, de onde traz, não a relíquia que prometera à tia beata, mas sim, por lapso, a camisa de dormir de uma amante – sobressai o sonho ou a viagem no tempo do protagonista, que, acompanhado pelo seu erudito amigo, Dr. Topsius, assiste à pregação, julgamento e morte de Jesus.
A obra, que exalta a figura humana de Cristo, como paradigma de amor e de bondade, foi considerada herética pelos setores mais conservadores, por questionar a divindade de Cristo.
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Eça de Queiroz
3,50 €
Crime do Padre Amaro de Eça de Queiroz.
Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 507 págs. B.
Nesta obra polémica que gerou a contestação por parte da Igreja Católica portuguesa e, mais tarde, de outros que acusaram o autor de plágio, Eça de Queiroz definiu o que, para si, seria a principal função da Arte: uma extraordinária ferramenta de reforma social. É através do amor proibido entre Amaro, pároco recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da mulher que o hospeda, que se critica o clero católico e a sua promíscua influência nas relações domésticas. Se este livro parecia e poderia ser a morte anunciada de uma carreira literária sólida, tornou-se na verdade um dos textos centrais da obra de Eça de Queiroz, que prova aqui, mais uma vez, ser a voz da frente na denúncia da hipocrisia dos valores da sociedade portuguesa.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
10,00 €
Crónicas de Londres de Eça de Queiroz.
Editorial Aviz. Lisboa, 1944, 266 págs. B.
O presente volume é o primeiro de uma série de obras de Eça de Queiroz, algumas inéditas, outras dispersas em revistas ou publicações contemporâneas do escritor e, portanto, quási, senão inteiramente, desconhecidas do público ledor português do nosso tempo. Publicadas de acordo com a família de Eça de Queiroz e a Comissão organizadora das comemorações do primeiro centenário do glorioso romancista, essas obras, não tendo talvez a categoria dos seus trabalhos principais, são, no entanto, indispensáveis do conhecimento completo da personalidade do escritor que é hoje considerado em todo o mundo a figura literária mais representativa do século XIX português.
📕 1ª Edição.
🔢 Edição Numerada: 02328.
📝 Assinatura de posse.
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Eça de Queiroz
7,50 €
Se Os Lusíadas são a epopeia dos feitos dos portugueses, Os Maias são o romance dos defeitos de Portugal. Nenhum é tão abrangente na crítica ao conjunto da sociedade, de onde poucos escapam, sejam políticos, escritores, poetas, jornalistas ou simples amantes da boa vida. Não fica pedra sobre pedra e o que resta tem verdete,…
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Eça de Queiroz
3,50 €
Repentinamente, (em Março de 1866), começaram a aparecer uns FOLHETINS assinados «Eça de Queiroz». Ninguém conhecia a pessoa designada por estes apelidos que, por algum tempo, se supôs serem um pseudónimo. Os FOLHETINS de Eça de Queiroz foram, todavia, notados; mas como novidade extravagante e burlesca. Geral hilaridade os acolheu desde a própria Redacção da…
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Aníbal Pinto Castro
15,00 €
Passaram cem anos sobre a morte de Eça de Queirós. Se ao comum dos mortais o tempo lhes apaga a memória, com este nosso ilustre antepassado sucede justamente o contrário: são hoje incontáveis os estudos da mais diversa índole sobre o escritor; as edições (e traduções)
das suas obras sucedem-se; a leitura dos seus romances continua a fazer as delícias de todas as gerações; é considerado pelos especialistas um dos maiores escritores portugueses de sempre. Para muitos, ele é mesmo primus inter pares.
Com os selos postais comemorativos do centenário da morte do grande escritor.
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Jorge Couto
15,00 €
Camões: Revista de Letras e Culturas Lusófonas nº 9 e 10 de Abril-Setembro 2000.
O presente volume contém artigos de autores como, por exemplo, «Eça de Queirós, cônsul e escritor», por José Calvet de Magalhães; «Psicanálise de Eça de Queirós», por Pedro Luzes; «Tormes, o mais ‘alto sítio’ da geografia queirosiana», por A. Campos Matos; «A cultura músico-teatral na crónica e na ficção queirosianas: pistas para a definição de um perfil estético», por Mário Vieira de Carvalho; «Eça de Queirós e o Islão: questões do Oriente/questões do Ocidente», por AbdoolKarim Vakil
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A. Campos Matos
25,00 €
Eça de Queiroz – Fotobiografia – Viagem pela Vida e Obra alicerça-se numa ordenação cronológica, com capítulos temáticos específicos que enriquecem a informação que se pretende transmitir: as viagens, as relações comos editores, elementos autobiográficos, as dissimulações, o drama do dinheiro, o drama da doença, o casamento, o retrato que dele fizeram os contemporâneos, os prazeres da mesa, a vida diplomática, etc. Grande parte deste manancial fotográfico encontra-se no arquivo de Tormes, outros documentos pertencem à Biblioteca Nacional, sendo muitos outros do arquivo do autor.
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A. Campos Matos
25,00 €
Imagens do Portugal Queirosiano reúne 243 imagens relacionadas com os cenários das obras de Eça de Queirós — como Lisboa, Leiria, Sintra e Tormes — e 51 imagens da sua biografia. Inclui mapas, documentos curiosos como o prospecto do dentista de Luísa e notas explicativas que revelam rigor na análise literária e histórica. Destacam-se capítulos dedicados à geografia queirosiana, endereços de personagens e locais públicos, alterações toponímicas e fontes iconográficas. O livro oferece ainda bibliografia, índices remissivos por obra e geral, plantas de várias cidades e dois prefácios, um deles de João Medina. É uma obra detalhada que cruza literatura, história e imagem.
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Beatriz Berrini
40,00 €
Ter-se-ia Eça de Queiroz comprazido com uma obra destas? Com vida devassada talvez não, mas respondo com segurança, afirmativamente, se estiver em causa a espécie de livro. A fotografia (assim como as incipientes formas de produção de imagens que iriam gerar cinema moderno) interessaram-no sobremaneira, sendo prova de tal atracção os testemunhos familiares. Pelo menos em determinado momento da sua vida. Como se, nos anos de maturidade, quisesse fixar a própria imagem, de familiares seus dos amigos, a fim de compensar a ausência dos primeiros anos. Possuía na sua residência de Neuilly, pelo menos numa delas, um gabinete de revelação de fotografias e, fossem as suas ou as do amigo Frazão, visconde de Alcaide, apressava-se em as remeter à mulher e filhos, aduzindo comentários nas cartas que as acompanhavam. Aliás, pelo menos numa obra ficcional, A Ilustre Casa de Ramires, a fotografia é citada:
«O velho riu, num riso lento e desdentado, mirando com gosto os sórdidos farrapos que lhe trapejavam nas canelas, mais denegridas secas que galhos de inverno: ‘Rotinhas, rotinhas… Mas o senhor Doutor Júlio diz que me ficam bem. O senhor Doutor Júlio, quando lá passo, sempre me tira o retrato na máquina. Ainda na semana passada… Até com uns pedaços de grilhões