• 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Luta

    Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Luta, 60

    Partido Comunista Português

    10,00 

    60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Luta (1921-1981) de Partido Comunista Português.
    Edições Avante. Lisboa, 1982, 308 págs. E.

    A exposição comemorativa do 60.° aniversário da fundação do PCP, intitulada 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Pátria, constituiu um notável acontecimento político, histórico, cultural e artístico. Aberta ao público entre 7 e 24 de Maio de 1981 e em Setembro do mesmo ano, na Festa do Avante!, a exposição foi visitada por centenas de milhares de pessoas, que puderam apreciar uma parte significativa do enorme tesouro documental acumulado durante décadas de luta popular, com destaque para a ação da classe operária e do seu partido, o Partido Comunista Português.

    A presente obra resume o essencial dessa exposição. Não foi possível, naturalmente, incluir nela toda a documentação apresentada, a qual, não sendo completa, não constituindo um levantamento definitivo da luta popular e da história do PCP, representa um valioso contributo para o conhecimento desse riquíssimo período da nossa história nacio nal. Foi, pois, necessário seleccionar os materiais. Mas os documentos essenciais, que definem cada tema e cada período histórico, estão aqui reproduzidos, assegurando assim que os resultados mais significativos da investigação preparatória da exposição 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Pátria se tornassem acessíveis a todos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Opção do Voto de Albertino Antunes

    Opção do Voto, A

    Albertino Antunes

    6,00 

    A Opção do Voto de Albertino Antunes.
    Intervoz Publicidade. Lisboa, s.d., 221 págs. B.

    Depois de um longo período em que esteve coercivamente impossibilitado de participar na vida política do País, através da sua expressão mais fidedigna e legitima que é o direito e o dever de votar de todo o cidadão, o povo português será chamado a pronunciar-se directamente para a eleição da Assembleia Constituinte que, em sua representação, elaborará, discutiri e aprovará o texto da Constituição.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Karl Marx de Rius

    Karl Marx

    Rius

    6,00 

    Karl Marx de Rius.
    Editorial Comunicação. Lisboa, 1976, 139 págs. B.

    Tentar resumir Marx é, segundo a maior parte dos estudiosos, não apenas um sacrilegio, como uma inutil perca de tempo, já que Karl Marx é uma autoridade cuia linguagem se apresenta praticamente inacessivel aos espiritos simples… Apesar destas advertências, prosseguimos na elaboração do presente livro. Não há pior luta do que aquela que não se faz…

    📝 Assinatura de posse.

  • Última Dama do Estado Novo

    Última Dama do Estado Novo

    Orlando Raimundo

    7,50 

    Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo de Orlando Raimundo.
    Temas e Debates. Lisboa, 2003, 121 págs. B.

    Todos conhecemos Marcello Caetano, o delfim e sucessor de Salazar que marcou os últimos anos do Estado Novo. Mas, se foi possível acompanhar a vida pública deste Presidente do Conselho durante o período mais negro da Guerra Colonial, a sua vida privada permaneceu um mistério, ao ponto de a maioria dos portugueses só ter ouvido falar da sua mulher, Teresa de Barros, no dia do anúncio oficial da sua morte. Orlando Raimundo – o jornalista que descobriu nos Arquivos de Salazar um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo abdicar das colónias menos importantes para resistir em Angola e Moçambique – vem, neste seu ensaio biográfico, penetrar nos bastidores da história de Marcello Caetano para nos revelar as suas origens modestas, a ajuda dos amigos na sua formação, o núcleo de pressão que o levou ao poder, o drama vivido com a doença da mulher, a forma como a filha, Ana Maria Caetano, foi condenada a assumir o papel de primeira-dama – desistindo de um casamento com um advogado de grande prestígio – e, por fim, as determinações frias e racionais sobre a questão colonial que acabaram por levar à queda do regime em 1974 e ao seu exílio no Brasil.

    Publicado originalmente em 2000, A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo foi amplamente revisto e aumentado, trazendo agora a público novas e surpreendentes revelações.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • E Agora? Por uma Nova República de Manuel Maria Carrilho

    E Agora? Por uma Nova República

    Manuel Maria Carrilho

    6,00 

    E Agora? Por uma Nova República de Manuel Maria Carrilho.
    Sextante Editora. Porto, 2010, 201 págs. B.

    Os problemas que antes se adivinhavam, e que infelizmente foram escamoteados, são hoje incontorná-veis. Analisando-os, Manuel Maria Carrilho avança com várias propostas, defendendo uma visão do País e do seu futuro centrada na urgente qualificação do território, das instituições e das pessoas, que lance as bases de uma Nova República.

    No meio de uma crise que torna a intervenção pública um imperativo de cidadania, este livro procura, num registo simultaneamente político e pedagógico, estimular um debate fundamental sobre os proble-mas do nosso tempo e do nosso País.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António de Oliveira Salazar de Joaquim Vieira

    António de Oliveira Salazar

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Na alvorada do século XXI, António de Oliveira Salazar constitui apenas uma sombra difusa. As suas ideias antidemocráticas não inspiram seguidores e ninguém se dispõe a reconhecer-lhe virtudes actuais. Não persiste qualquer nostalgia da sua época nem vontade de regressar ao país isolado e provinciano que era o seu. (…) Mas a memória da personagem,…

  • Marcello Caetano de Joaquim Vieira

    Marcello Caetano

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Marcello Caetano de Joaquim Vieira [Dir.].
    Temas e Debates. Lisboa, 2004, 199 págs. E.

    Obra biográfica sobre Marcello Caetano, realçando algumas das fases mais significativas do seu percurso pessoal e político. Percorrendo a vida do biografado e contextualizando-a na História do Estado Novo em Portugal, a obra contém várias apreciações sobre o «Renovador encurralado», aditadas de um extenso rol de documentos fac-similados e fotogravuras, de que destacamos a cronologia e árvore familiar em anexo.

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  • Cuba Verso e Reverso

    Cuba Verso e Reverso

    Rosendo Canto Hernández

    6,00 

    Cuba Verso e Reverso de Rosendo Canto Hernández.
    Edição Liber. Lisboa, 1975, 285 págs. B. Il.

    Livro do ex-embaixador cubano Rosendo Canto Hernández, que é uma visão impressionante de Cuba revolucionária em confronto com o passado. É também um acto de coragem e de justiça de um diplomata que, não devemos esquecê-los, exerceu o seu cargo antes do triunfo castristas. Para os cubanos que vivem fora do seu país, conhecer as teses do autor deste livro poderá ser uma utilíssima referência para a actualização crítica dos seus próprios pontos de vista. Para os leitores em geral, esta obra é mais achega documental para a compreensão do interessante e controverso caso cubano.

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  • Minha Cruzada Pró-Portugal: Santa Maria de Henrique Galvão

    Minha Cruzada Pró-Portugal: Santa Maria

    Henrique Galvão

    5,00 

    Publicado primeiro no Brasil em 1961, Minha Cruzada Pró-Portugal, de Henrique Galvão, só foi publicado posteriormente em terras lusas sob o título Assalto ao Santa Maria. A obra conta a história do sequestro do luxuoso paquete Santa Maria, pelo Capitão Galvão, o próprio autor, a 23 de Janeiro de 1961. O objectivo era chamar a…

  • Face Oculta de Kennedy de Seymour M. Hersh

    Face Oculta de Kennedy

    Seymour M. Hersh

    6,00 

    Este livro não pretende focar os momentos: brilhantes de John Kennedy nem as suas brilhantes políticas (…) Comecei a escrever este livro sabendo que ele acabaria inevitavelmente por entrar numa área sensível: quando se torna relevante falar da vida privada de um homem público? A conclusão central que emergiu de cinco anos de escrita e…

  • Quando um Crocodilo Come o Sol de Peter Godwin

    Quando um Crocodilo Come o Sol

    Peter Godwin

    6,00 

    Quando um Crocodilo Come o Sol: Memórias do Zimbabué ou a Implosão de uma Nação de Peter Godwin.
    Editoral Bizâncio. Lisboa, 2008, 360 págs. B.

    Conhecemos já todos, minimamente, a situação do Zimbabué com uma inflação de 7500%, sujeito ao regime ditatorial de Mugabe ferozmente repressivo, corrupto e arbitrário. O que o relato de Godwin nos traz de novo é o quotidiano numa economia à beira do colapso e perante uma repressão sem lógica ou sentido. Como sobreviver quando uma ida à padaria representa um gasto de 12 000 dólares (do Zimbabué), meio quilo de carne de porco custa 4000 dólares e um selo de correio 19 000? Como sobreviver quando não se sabe bem quando haverá gasolina e quanto tempo durará o fornecimento de electricidade? Debatendo-se para apoiar os pais que envelhecem acossados pela pobreza e a insegurança, constantemente sujeitos a assaltos e agressões sem sentido, este é o relato ímpar de um homem de origem inglesa que nasceu no Zimbabué, que considera ainda a sua terra Natal.

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  • As Teses de Abril de V. I. Lenine

    Teses de Abril, As

    V. I. Lenine

    5,00 

    Tendo chegado apenas durante a noite de 3 de Abril, é natural que, só em nome próprio e com as consequentes reservas, devidas à minha insuficiente preparação pude pronunciar, na assembleia de 4 de Abril, uma comunicação sobre as tarefas do proletariado revolucionário. A única coisa que podia fazer para me facilitar o trabalho, era…

  • Salazar

    Salazar

    Filipe Ribeiro de Meneses

    12,00 

    “Salazar – Biografia Política” é a primeira biografia académica escrita sobre Salazar. O autor, Filipe Ribeiro de Meneses, é um investigador português a leccionar actualmente na University of Ireland, na Irlanda: «…as consequências das decisões de Salazar eram sentidas por povos na Europa, África e Ásia. Salazar reconfigurou a política portuguesa, embora não tivesse partidários…

  • Autobiografia Política

    Autobiografia Política

    Aníbal Cavaco Silva

    7,50 

    Autobiografia Política de Aníbal Cavaco Silva.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002. 351 págs. E.

    «Este livro não é uma história ou um trabalho sobre a actividade dos Governos a que presidi. É apenas a minha autobiografia política. Em relação ao meu tempo de primeiro-ministro, falo sobre o que se passou comigo, a minha própria acção, episódios em que participei, as minhas convicções e atitudes, como vi os problemas, quais os sentimentos que me atravessaram…»

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  • Na Doença e no Poder: Os Problemas de Saúde dos Grandes Estadistas nos Últimos Cem Anos de David Owen

    Doença e no Poder: Os Problemas de Saúde dos Grandes Estadistas nos Últimos Cem Anos, Na

    David Owen

    8,00 

    Na Doença e no Poder: Os Problemas de Saúde dos Grandes Estadistas nos Últimos Cem Anos de David Owen.
    Publicações Dom Quixote. 2011. 503 págs. Br. Il.

    «A relação entre políticos e médicos fascinou-me durante toda a minha vida adulta. Não há dúvida de que o meu passado de médico e político alimentou esse interesse e influenciou o meu ponto de vista. Em particular, desperta-me a atenção o impacto das doenças dos chefes de Estado no curso da história. Elas levantam questões muito importantes: a sua influência na tomada de decisões; os perigos inerentes ao facto de serem mantidas secretas; a dificuldade de remover líderes doentes, tanto nas democracias como nas ditaduras; e, o que não é de somenos importância, a responsabilidade que as doenças dos chefes de Estado acarretam para os seus médicos. Deve a sua lealdade cingir-se exclusivamente ao seu paciente, como seria normalmente o caso, ou estão ainda obrigados a ter em consideração a saúde política do país?» (David Owen)

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  • As Organizações Internacionais de Pierre Gerbert

    Organizações Internacionais

    Pierre Gerbert

    2,50 

    O século XX é o século das organizações internacionais. Os povos, em cada dia que passa, não só vão tomando uma maior consciência da sua individualidade, como, também, da sua solidariedade de acção. A humanidade contemporânea, que se miga em estados soberanos cada vez mais numerosos, vê ao mesmo tempo a sua unidade, sem cessar, reforçada pelo progresso dos meios de transporte e de comunicação do pensamento, pelo carácter mundial dos grandes problemas económicos, diplomáticos e militares. Apesar de tudo, existe uma real interdependência entre todos os agrupamentos humanos. Esta ainda encontra uma imperfeita expressão nas organizações internacionais, cujo crescimento é uma das características da nossa época.