Bilhete de Identidade: Memórias (1943-1976) de Maria Filomena Mónica
Aletheia Editores. Lisboa, 2005, 361 págs. B. Il.
Num país sem tradição memorialista, no qual as poucas obras que existem representam a justificação de acções pretéritas, Maria Filomena Mónica procura apresentar a sua vida sem glorificações nem lamúrias. Não presume fornecer a verdade, mas apenas a sua verdade: outros terão olhado as pessoas, os acontecimentos e as peripécias, de que aqui nos fala, de forma diferente. Num país conservador, católico e hipócrita, o tom cru deste livro poderá chocar. Mas a intenção da autora não foi essa, mas sim a de tentar perceber, e dar a perceber, uma vida, uma família e um país, entre 1902, data do nascimento da sua avó, e 1976, o ano em que, após uma estadia no estrangeiro, regressou a Portugal.
Florbela: a Vida e a Obra de Agustina Bessa-Luís.
Editora Arcádia. Lisboa, 1979, 261 págs. Mole.
Importante biografia sobre um dos mais queridos nomes da poesia portuguesa. Volume integrado na colecção «A Obra e o Homem», documentado com fotografias e uma antologia Segunda edição, conforme a primeira publicada em 1979.
Wallis Simpson: la scndaleuse duchesse de Windsor de Charles Higham JC Lattès. Paris, 1992, 476 págs. B. Il.
Sa vie a passionné le monde entier, son amour a changé le destin d’une nation. L’histoire de Wallis Simpson, devenue duchesse de Windsor, a les apparences d’un conte : une jeune Américaine divorcée séduit le prince charmant, le futur Edouard VII d’Angleterre, qui abandonne son trône par amour pour elle. D’où venait son pouvoir mystérieux ? Les recherches menées par l’auteur nous révèlent le secret de la naissance de Wallis qui l’a empêchée de devenir reine, son premier mariage avec un aviateur alcoolique et bisexuel, ses expériences dans les bordels et les salles de jeux d’une Chine dévastée par la guerre civile dans les années 20, ses amitiés avec les plus hauts dignitaires nazis, sa véritable activité d’espionne au service de l’Allemagne, la fin brutale de son unique grossesse, les raisons des célèbres griefs de la reine mère à son égard… Ainsi se déroule la vie étonnante d’une femme ambitieuse et cérébrale, douée pour les intrigues internationales et mondaines, une des figures féminines les plus célèbres du XXe siècle.
Vida de Lincoln de Agostinho da Silva
Minerva. Vila Nova de Famalicão, 1943, 98 págs. B.
“Vida de Lincoln” é uma obra biográfica escrita pelo eminente filósofo e ensaísta português Agostinho da Silva. O livro, que narra a trajetória do presidente norte-americano Abraham Lincoln, destaca o seu papel histórico e o perfil de estadista.
Santo Agostinho de Luis Bertrand
Livraria Apostolado da Imprensa. Porto, 1952, 317 págs. B.
Santo Agostinho (354–430) foi filósofo e teólogo cristão. Após uma juventude inquieta, converteu-se ao cristianismo e tornou-se bispo de Hipona. Defendeu a relação entre fé e razão, o livre-arbítrio e a ideia de que o mal é ausência do bem.
D. Pedro I de Cristina Pimenta Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 310 págs. E. Il.
Rei de Portugal em 28 de Maio de 1357. D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos.
Madame de Montespan: la favorite du roi-soleil à son zénith de Michel Decker.
Pygmalion. Paris, 2000, 276 págs. B.
Elle fut la Favorite par excellence ! Louise de La Vallière avait régné sur le coeur du jeune et romantique Louis XIV. Madame de Maintenon régnera sur l’esprit d’un monarque vieillissant et désabusé. Athénais de Rochechouart de Mortemart, marquise de Montespan, régna sur les sens d’un Roi-Soleil à son zénith. Pendant dix ans, elle fut la véritable reine de Versailles : orgueilleuse et redoutable quand il s’agissait d’évincer ses rivales, adulée par le monde des Arts et des Lettres lorsqu’elle protégeait Corneille et Molière, La Fontaine et Lully. Louis XIV ne lui refusait rien et l’adorait. Etait-il inquiet pour sa succession? Elle lui donna des héritiers qui furent déclarés “nés en vrai et loyal mariage “. Leur descendance a régné sur l’Europe entière. Elle fut éblouissante – on ne s’ennuyait jamais avec elle, affirmait la célèbre princesse Palatine. Jusqu’au jour où son ciel se couvrit de nuages noirs comme les messes et les ongles des sorcières. Peut-on dire que Madame de Montespan a trempé dans la ténébreuse et macabre affaire des poisons, le plus grand scandale du Grand Siècle, comme on l’en a si souvent soupçonnée? Pour résoudre cette énigme, il fallait une enquête rigoureuse. L’historien Michel de Decker, transformé en détective pour l’occasion, la mène brillamment dans ce récit alerte.
Isabel e Miguel: 50 Años de História de España de Juan Luis Galiacho
La Esfera de los Libros. Espanha. 2014, 459 págs. B. Il.
Este es sin duda un libro periodístico que aborda los cincuenta últimos años de historia de España. Pero puede también leerse como un «culebrón» en el que el amor, el lujo, el dinero, el escándalo y las infidelidades se dan cita a través de dos figuras clave: Isabel Preysler y Miguel Boyer. Su autor, Juan Luis Galiacho, profundo conocedor del mundo de la gente guapa, nos cuenta con todo lujo de detalles la intensa relación entre Isabel y Miguel. Ella, una bella y misteriosa mujer oriental, sin mérito conocido, que conquistó al cantante Julio Iglesias y más tarde al aristócrata marqués de Griñón antes de enamorarse del entonces superministro socialista. Él, un economista y científico racional, ateo y antifranquista, que acabó convertido en una de las máximas figuras de la beautiful people de los ochenta y, hoy, en un hombre enfermo. Junto a ellos aparece la alta sociedad, los ricos, los trepadores de toda clase y condición, famosas despechadas, figuras del poder político, todo ello aderezado con los secretos de alcoba que influyeron en las decisiones de Moncloa. Un cóctel de advenedizos y apellidos de toda la vida que nos muestran cómo se vivía en aquella España de ilusiones y corrupción, donde los escándalos políticos y económicos hicieron caer tantos mitos.
D. Henrique de Amélia Polónia. Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 317 págs. E. Il. Colecção: Reis de Portugal | 27
D. Henrique: um monarca incompetente e incapaz, «que deixou em testamento Portugal aos castelhanos», ou um homem rigoroso, que procurou pela via jurídica e pela negociação dinástica a solução para um problema sucessório de extrema complexidade?
Oitavo filho da vasta prole de D. Manuel, nasceu a 31 de Janeiro de 1512 e morreu no mesmo dia e mês do ano de 1580 como 17.º rei de Portugal e último representante da dinastia de Avis. Votado à carreira sacerdotal, não só alcança posições cimeiras na hierarquia da Igreja, como ascende à realeza. Morto D. João III, assume, após D. Catarina, a regência do reino na menoridade de D. Sebastião, a quem sucede como monarca, suportando os destinos políticos de uma sociedade em crise.
Rei por incongruência do destino, D. Henrique sobraçou as sequelas imediatas do desastre de Alcácer Quibir e foi alvo de juízos severos, que em muito têm minimizado a sua actuação histórica.
Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1939) de Fernanda de Castro
Editorial Verbo. Lisboa, 1988, 326 págs. B.
Ao Fim da Memória é um misto de livro de memórias e de diário poético, em que a Autora transfigura o mundo que a envolve e evoca a sua participação, ao lado de António Ferro, na revolução do modernismo brasileiro e nas exposições internacionais de Paris, Nova Iorque e São Francisco. Desfilam nestas páginas grandes escritores com quem conviveu: de Pirandello a Maeterlinck, de Gabriela Mistral a François Mauriac (todos Pré-mios Nobel da Literatura), além de pintores, músicos, romancistas e filósofos, como Picabia, Honegger, Poulenc, Wanda Landowska, Colette, Mircea Eliade é Miguel de Unamuno, os brasileiros Oswald de Andrade, Cecília Meireles ou Tarsila do Amaral e um sem-número de personalidades da nossa vida literária, artística, política e social.
D. Fernando de Rita Costa Gomes Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 304 págs. E. Il. Colecção: Reis de Portugal | 9
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre vários tempos históricos. Não se considera, apenas, o tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Mas também se descreve como este tempo individual estava ligado aos tempos colectivos da pequena comunidade humana, envolvendo várias gerações, constituída pela sua entourage mais próxima e pela corte que o rodeou. A figura do rei D. Fernando foi longamente obscurecida pela presença preponderante, na crónica e na lenda, de sua esposa Leonor Teles de Meneses. Este livro contribui para um novo olhar crítico sobre esse obscurecimento através da pesquisa histórica, apresentando ao leitor uma figura do rei iluminada pelos conhecimentos mais actuais sobre o homem e a sua época.
As Duas Paixões de S. Paulo de Nuno de Montemor
União Gráfica. Lisboa, s.d., 389 págs. B.
Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida (1881-1964), foi padre católico, poeta, romancista e dramaturgo português. Capelão militar na Primeira Grande Guerra, contactou em França com vários intelectuais. Fundou o Lactário Dr. Proença, em Braga, para apoiar crianças pobres. A sua vasta obra, marcada pela defesa da Fé Católica e do tradicionalismo, alcançou grande êxito editorial e foi traduzida em várias línguas.
La Castiglione de Alain Decaux
Le Grand Livre du Mois. França, 1999, 405 págs. B. Il.
De Virginia de Castiglione, la princesse de Metternich écrivit : ” Jamais je n’ai vu une beauté pareille, jamais je n’en reverrai plus comme celle-là. ” A dix-huit ans, appartenant à une grande famille florentine, épouse d’un jeune comte attaché à la maison du roi de Piémont Victor-Emmanuel, elle devient l’enjeu, presque du jour au lendemain, d’une étrange politique. Au congrès qui va rassembler à Paris les vainqueurs et vaincus de la guerre de Crimée, Victor-Emmanuel et son ministre Cavour veulent poser la ” question italienne “. Occupée en majorité par l’Autriche, divisée en multiples duchés et principautés, l’Italie rêve de retrouver son unité. Un seul pays peut l’y aider : la France de Napoléon III. La mission dévolue à Virginia est de séduire l’Empereur des Français et de l’amener peu à peu à soutenir la cause de l’Italie. Grâce aux archives inédites de la comtesse de Castiglione, Alain Decaux s’est trouvé à même de relater dans tous ses détails cette étrange ambassade. La rupture avec l’Empereur la laissa désespérée et pourtant elle avait réussi : l’armée française, par les victoires de Solferino et Magenta, marqua les premiers jalons de l’unité italienne parachevée en 1870. Ce furent alors des intrigues où alternèrent la politique et l’amour, une existence si aventureuse et si brillante qu’elle conserve aujourd’hui encore tous ses sortilèges. ” Ces cris d’amour, de passion brûlante qui avaient volé vers elle, écrit Alain Decaux, de quel droit les lisais-je ? De quel droit, surtout, les livrerais-je au public ? ” Alain Decaux s’y est décidé : voici la Castiglione dans toute sa vérité.
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