• Uma Promessa para Toda a Vida de Nicholas Sparks. Editorial Presença. Lisboa, 2003, 326 págs. B.

    Promessa para Toda a Vida, Uma

    Nicholas Sparks

    6,00 

    Uma Promessa para Toda a Vida de Nicholas Sparks.
    Editorial Presença. Lisboa, 2003, 326 págs. B.

    Taylor McAden é bombeiro voluntário e está habituado a enfrentar o perigo. Perante incêndios devastadores e acidentes fatais, não hesita em arriscar a vida para salvar o próximo. É apenas na intimidade que ele não assume riscos. As suas relações amorosas são intensas, mas passageiras. Por isso, quando o carro de Denise Holton se despista e Taylor a salva, os dados estão lançados para mais uma breve paixão.
    Mas a terrível dimensão do acidente só é revelada quando Denise recupera e pergunta pelo filho. Afinal, ela não seguia sozinha no carro. Kyle, de quatro anos e com dificuldades de aprendizagem, desapareceu.
    As buscas pelo menino começam de imediato, numa operação que se revelará diferente de todas as outras. Por uma vez, Taylor terá de dar mais do que a sua força física. Terá de ganhar o único tipo de coragem que nunca teve, a coragem de amar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Possessos de Albert Camus

    Possessos

    Albert Camus

    6,00 

    Possessos de Albert Camus.
    Edição Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 289 págs. B.

    O malogrado autor cuja obra «Livros do Brasil tem publicado (A Peste, A Queda, O Estrangeiro, O Exílio e o Reino, O Avesso e o Direito) não só foi dramaturgo em Caligula, O Equivoco, Os Justos e Estado de Sitio, mas deixou uma vasta série de adaptações de textos dramáticos, originalmente peças de teatro ou romances, a que atribuía excepcional valor, não à história ou anedota, mas às verdades profundas que as acções convencionais e as formas literárias escondiam sob a sua roupagem tradicional. Para Camus, o entrecho é menos importante que a sua ressonância. Assim ele criou imagens cénicas novas para obras de Lope de Vega, Faulkner, Ésquilo, Calderon e finalmente para Dostoievski, que Camus considerava o maior profeta do nosso tempo, um criador cuja influência se mostrou mais determinante que a do próprio Marx. A escolha dos Possèdès, essa grandiosa obra de Dostoievski, para exercer sobre ela a sua teoria do Teatro concentrado, nu e eficaz, não foi sem razão nem por mero exercício dramático. Nos Possessos (em russo Os Demónios) encontra-se prevista a aventura de um povo que desconhecendo os princípios sociais caminha para a perdição julgando salvar-se.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pátria de R. A. Salvatore

    Pátria

    R. A. Salvatore

    6,00 

    Pátria de R. A. Salvatore
    Saída de Emergência. S. João do Estoril, 2010, 301 págs. B.
    Bang | 110

    Nas profundezas da terra e rodeada de trevas eternas, esconde-se a imensa cidade proibida de Menzoberranzan. Habitada pelos drows, os temidos elfos negros, Menzoberranzan é governada por um complexo sistema de Casas em constante batalha. No meio de uma dessas batalhas nasce uma criança com olhos cor púrpura. A criança, Drizzt Do´Urden, destinada a tornar-se príncipe de uma das Casas, cresce num mundo vil onde a sua própria família não hesita em conspirar, trair e assassinar.

    Surpreendentemente, Drizzt desenvolve um sentido de honra e justiça completamente estranho à sua cidade. Mas haverá lugar para ele num mundo onde a crueldade é a maior virtude?

    Venha descobrir Drizzt, o elfo negro, uma das personagens mais lendárias da fantasia. E acompanhe-o na épica e intrépida jornada para longe de um mundo onde não tem lugar… em busca de outro, na superfície, onde talvez nunca o aceitem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Othello de William Shakespeare

    Othello

    William Shakespeare

    6,00 

    Othello de William Shakespeare.
    The Arden Shakespeare. Reino Unido, 1997, 409 págs. B.

    In a period of ten years, Shakespeare wrote a series of tragedies that established him, by universal consent, in the front rank of the world’s dramatists. Critics have praised either Hamlet or King Lear as the greatest of these; Ernst Honigmann, in the most significant edition of the play for a generation, asks: why not Othello? The third of the mature tragedies, it contains, as Honigmann persuasively demonstrates, perhaps the best plot, two of Shakespeare’s most original characters, the most powerful scene in any of the plays and poetry second to none. Honigmann’s cogent and closely argued introduction outlines the reasons both for a reluctance to recognize the greatness of Othello and for the case against the play.This edition sheds new light on the text of the play as we have come to know it, and on our knowledge of its early history. Honigmann examines the major critical issues, the play in performance and the relationship between reading it and seeing it. He also explores topics such as its date, sources and the conundrum of ‘double time’.’Honigmann’s extensive knowledge illuminates this play at every turn, making this the best edition of Othello now available.’ Brian Vickers, Review of English Studies

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Orlando de Virginia Woolf

    Orlando

    Virginia Woolf

    6,00 

    Orlando de Virginia Woolf.
    Livros do Brasil. Lisboa, 1988, 370 págs. B.

    Esta é a extraordinária história da vida de Orlando, jovem nascido na Inglaterra isabelina. Envolto em riquezas e mesuras, poeta e apaixonado, viaja um dia até à Turquia e acorda sem aviso num imortal corpo feminino cujo percurso acompanharemos por mais de três séculos, até à modernidade.

    Obra exuberante, repleta de fantasia e de inovação, carta de amor disfarçada de biografia que a autora dedicou à artista Vita Sackville-West, Orlando chegou como uma pedrada no charco ao meio literário britânico em 1928 e conquistou a Virginia Woolf um lugar de protagonismo na história da literatura universal, fixando-a para sempre como uma das autoras centrais dos textos feministas e da reflexão sobre a sexualidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Uma Noite em Lisboa de Erich Maria Remarque

    Noite em Lisboa, Uma

    Erich Maria Remarque

    4,00 

    Uma Noite em Lisboa de Erich Maria Remarque.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1976, 203 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América, 125

    Lisboa, 1942.

    Vive-se um dos momentos mais dramáticos da segunda guerra mundial. refugiados afluem a. Portugal. No cais, dois homens, ambos emigrados alemães, encetam uma estranha negociação. Um deles oferece ao outro os passaportes e os bilhetes que the permitirão seguir viagem com destino a Nova Iorque, no navio que parte no dia seguinte. O preço por este inestimável favor

    é apenas este: que o beneficiário se disponha a ouvir a dolorosa confissão do seu interlocutor. E assim começa uma noite em Lisboa, longa noite em que uma história pungente é revivida através da narração amarga do seu protagonista, um judeu fugido ao terror hitleriano – história de amor e de ódio, de doença e de morte, que se processa em vários pontos de um continente devastado pela mais cruel das guerras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pequenas Felicidades de Bonnie Burnard

    Pequenas Felicidades

    Bonnie Burnard

    6,00 

    Pequenas Felicidades de Bonnie Burnard.
    Edições ASA.Porto, 2001, 262 págs. B.  

    Narrado com magia e autenticidade, Pequenas Felicidades expõe o coração humano com delicadeza e ousadia, criando personagens inesquecíveis. Corajosos e fracos, explosivos e submissos, previsíveis e surpreendentes, o que desfila perante os nossos olhos são cinquenta anos da vida de uma família, que Bonnie Burnard – com a sua admirável capacidade para iluminar as complexidades da experiência humana – reúne numa só tela, para, a partir das suas vidas banais, pintar um quadro rico e delicado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Grande Problema de Aldouus Huxley

    Grande Problema, O

    Aldouus Huxley

    6,00 

    O Grande Problema de Aldouus Huxley.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 348 págs. B.

    «Livros do Brasil tem agora a honra de apresentar um novo romance de Aldous Huxley: O Grande Problema. Nele encontramos a ironia, a inteligência e a paixão que o escritor depositou na sua busca ardente dos valores humanos que conferem sentido e autoridade à vida, além de uma realização literária perfeita, pelo vigor e penetração com que nos revela os seres de carne e osso de que são povoadas as suas obras.

    📖 Exemplar por abrir

  • A Vida Impossível de Matt Haig

    Vida Impossível, A

    Matt Haig

    7,50 

    A Vida Impossível de Matt Haig.
    Topseller. Lisboa, 2024, 400 págs. B.

    Quando Grace, uma professora de Matemática reformada, recebe de herança de uma amiga há muito perdida uma casa degradada numa ilha do Mediterrâneo, a curiosidade apodera-se dela, conduzindo-a a Ibiza com um bilhete só de ida, sem guia de viagem e desprovida de qualquer plano.

    Por entre as encostas escarpadas e as praias douradas das ilhas Baleares, Grace procura respostas em relação à vida da amiga e à forma como esta terminou. Aquilo que descobre é mais estranho do que alguma vez poderia ter sonhado. Mas antes de mergulhar nesta verdade impossível, Grace precisa de se reconciliar com o seu passado.

    Repleta de encanto e aventura, esta é uma história de esperança sobre o poder transformador de um novo começo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Verão em Edenbrooke de Julianne Donaldson

    Verão em Edenbrooke

    Julianne Donaldson

    7,00 

    Verão em Edenbrooke de Julianne Donaldson.
    Topseller. Amadora, 2018, 287 págs. B.

    Romance e aventura numa história encantadora, ao estilo de Jane Austen. Marianne Daventry seria capaz de tudo para escapar ao tédio de viver em Bath e às investidas amorosas de um pretendente indesejado. Por isso, quando a sua irmã gémea, Cecily, a convida para passar o verão com ela em Edenbrooke, a maravilhosa propriedade rural de uns amigos da família, ela nem hesita em aceitar. Parte assim para a casa de campo, pensando que poderá finalmente relaxar enquanto a irmã tenta conquistar Philip, o encantador herdeiro da propriedade. Mas rapidamente descobre que até os melhores planos podem correr mal. Desde ser vítima de um assalto terrível até ter de ignorar sentimentos indesejados que começa a sentir pelo anfitrião da casa, Marianne vê-se enredada numa grande aventura, repleta de romance e intriga, que a deixará completamente desorientada. Conseguirá Marianne conter o seu coração, ou irá um estranho arrebatá-lo irremediavelmente?
    «Uma belíssima história de amor que irá aquecer o coração do leitor.» — Publishers Weekly
    Um romance de estreia delicioso e arrebatador.» — Publishers Weekly

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Truta de Roger Vailland

    Truta, A

    Roger Vailland

    6,00 

    A Truta de Roger Vailland.
    Livro do Brasil. Lisboa, s.d., 240 págs. B.

    Um romance de Roger Vailland é sempre um acontecimento de vasta projecção para o leitor moderno. Malogrado escritor que a morte arrebatou bem cedo, este seu último romance vem reforçar ainda mais o prestígio do seu nome. Até ao último alento, Roger Vailland manteve intacta essa atenção à vida, ao real e ao concreto, à singularidade e complexidade dos seres humanos. A Truta documenta-o com uma claridade e uma força pouco habituais. A truta é um romance da vida moderna. O estilo incisivo de Vailland, tão subtil na captação de todos os matizes, na captação de uma realidade fluída como é a dos nossos dias, ganha, nesta obra, uma transparência rara.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tristão de Thomas Mann

    Tristão

    Thomas Mann

    5,00 

    Tristão de Thomas Mann.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 120 págs. B. Il.
    Antologia dos Amigos do Livro | 15
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Álvaro Miguel

    Thomas Mann é um dos expoentes máximos da literatura do século XX, tendo recebido o Prémio Nobel da Literatura. As suas três obras-primas são os romances “Montanha Mágica”, “Lotte em Weimar” e “Doutor Fausto”.
    Ao longo de toda a sua vida, escreveu numerosos contos, seleccionando-se para esta obra os melhores, verdadeiras obras-primas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Tambores de Bronze de Jean Lartéguy

    Tambores de Bronze, Os

    Jean Lartéguy

    5,00 

    Os Tambores de Bronze de Jean Lartéguy.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 402 págs. B.

    Sem grandes preocupações de estilo, publica romances que alcançam extraordinário êxito junto do público, pela natureza dos assuntos que aborda, pelo tom incisivo dos seus diálogos, pela verdade das histórias que narra. Entre os seus livros mais apreciados contam-se Os Mercenários; Os Pretorianos; Os Centuriões; As Quimeras Negras e Os Tambores de Bronze, onde se descrevem aventuras vividas desde Tonquim à Birmânia, representando-se um fresco grandioso e dramático com as lutas estranhas e impiedosas entre dois agentes secretos, de complexas personalidades. Mas o que ressalta sempre dos romances de Jean Lartéguy é o cunho de autenticidade que empresta às suas histórias, inspiradas realmente em factos vividos e passados.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ressurreição de Leão Tolstoi

    Ressurreição

    Leão Tolstoi

    6,00 

    Ressurreição de Leão Tolstoi.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 493 págs. E.

    “Ressurreição” é o último dos grandes romances de Lev Tolstói. Conta-nos a história de um príncipe russo, Dmítri Nekhliúdov e de uma jovem empregada doméstica, Máslova, que ele seduziu no passado, com consequências dramáticas para esta, que acaba por cair na prostituição, por ser acusada de um crime que não cometeu e por ser enviada como prisioneira para a Sibéria. Tolstói constrói aqui uma narrativa de grande intensidade psicológica, dominada pela visão que tem da redenção e do perdão inerentes ao amor, que é ao mesmo tempo uma descrição panorâmica e incisiva da vida social da Rússia czarista de finais do século XIX e uma crítica sarcástica às injustiças sociais, ao sistema judicial e ao regime russo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rei Lear de William Shakespeare

    Rei Lear

    William Shakespeare

    5,00 

    Rei Lear de William Shakespeare.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 282 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 380

    Lear é um rei egoísta, autoritário e dominador, ambicioso e infiel, julga-se o centro do Universo. Projecta a divisão do reino para demonstrar que, mesmo sem possuir o poder e os atributos reais, continuará a deter o poder. Só que, mal cai dos seus ombros o manto real, caem também as vendas dos seus olhos, dando-se conta então da realidade.

    Para Lear, o infortúnio torna-se o caminho para aprofundar o carácter. Traído por aqueles que se diziam amigos e reduzido à pobreza, apercebe-se finalmente da medida do homem. E, à medida que a dor lhe ilumina o espírito, adquire a majestade de que carecia quando tinha o poder nas mãos.

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  • O Princepezinho de Antoine de Saint-Exupéry

    Princepezinho, O

    Antoine de Saint-Exupéry

    5,00 

    O Princepezinho de Antoine de Saint-Exupéry.
    Editorial Presença. Lisboa, 2012, 93 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Antoine de Saint-Exupéry

    Antoine de Saint-Exupéry publicou pela primeira vez «O Principezinho» em 1943, quando recuperava de ferimentos de guerra em Nova Iorque, um ano antes do seu avião Lockheed P-38 ter sido dado como desaparecido sobre o Mar Mediterrâneo, durante uma missão de reconhecimento. Mais de meio século depois, a sua fábula sobre o amor e a solidão não perdeu nenhuma da sua força, muito pelo contrário: este livro que se transformou numa das obras mais amadas e admiradas do nosso tempo, é na verdade de alcance intemporal, podendo ser inspirador para leitores de todas as idades e de todas as culturas.
    O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça – a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida – pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.