• Amostras sem Valor de Afonso de Bragança

    Amostras sem Valor

    Afonso de Bragança

    20,00 

    Amostras sem Valor: Ecos e “Sueltos” Politicos de Afonso de Bragança.
    Tipografia Peninsular. Figueira da Foz, 1921. B.

    Colectânea textos jornalísticos de intervenção política escritos por Affonso de Bragança (1899-1922), figura precoce e polémica do jornalismo português. Ligada ao sidonismo, a obra destaca-se pela escrita irónica e combativa. Editado no próprio dia da morte do autor, com apenas 23 anos, o livro tornou-se um testemunho final de uma carreira breve mas marcante.

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  • Repressão da Imprensa na Primeira República (1910-1926) de Carlos Bobone

    Repressão da Imprensa na Primeira República (1910-1926)

    Carlos Bobone

    6,00 

    Repressão da Imprensa na Primeira República (1910-1926) de Carlos Bobone.
    Centenário da República, 2010, 27 págs. B. Il.

    Trata-se da exibição dum conjunto de várias dezenas de quadros que evidenciam existência de um sistema repressivo regular e duradouro, mantido ao longo da primeira república. Durante esse período o regime estabeleceu formas imaginativas, directas e eficazes, de impedir o acesso do público aos textos perniciosos ou nefastos ao regime: o uso o assalto, a apreensão, a suspensão, e até a censura sem fundamento legal de jornais ou artigos foi tão frequente e continuado, que no seu conjunto constituiu um sistema repressivo sólido e consistente. A estratégia era a sustentação de um regime que não aceitava a contestação dos seus fundamentos, e uma classe política que não punha em jogo a sua permanência no poder. É esta a tese da presente exposição que assim se opõe à ciência histórica em vigor.

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  • Guia Alfabético da Comunicação de Massas de Jean Cazeneuve

    Guia Alfabético da Comunicação de Massas

    Jean Cazeneuve

    7,00 

    Guia Alfabético da Comunicação de Massas de Jean Cazeneuve.
    Edições 70. Lisboa, s.d., 288 págs. B.

    Este guia apresenta uma vasta coletânea de temas relacionados às comunicações de massas, oferecendo insights sobre agências, análise de conteúdo, mídia impressa e televisão. É uma valiosa referência para estudantes e profissionais da área da comunicação.
    Título: Guia Alfabético das Comunicações de Massas

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  • Campo dos Media

    Campo dos Media

    Adriano Duarte Rodrigues

    6,00 

    Campo dos Media de Adriano Duarte Rodrigues.
    Editorial Vega. Lisboa, 1999, 189 págs. B.

    Neste livro procura-se delimitar o campo dos media enquanto instituição social e estudar a discursividade, a narrativa e a tecnologia como suas principais componentes.

    📝 Assinatura de posse.

  • Repórter no Vietname de José da Câmara Leme

    Repórter no Vietname

    José da Câmara Leme

    8,00 

    «Nascido em Moçambique em 1927, Câmara Leme integrou já como militar uma expedição a Macau por alturas da chegada às fronteiras da colónia portuguesa das topas comunistas e em 1955 alista-se na Legião tendo combatido na Argélia até 1960. Trabalhou em Angola na segurança da Companhia Mineira do Lobito, depois do que, já na Metrópole, publica este “Chegar é já em si bastante”. Em 1968 ao serviço do jornal “Diário Popular” de Lisboa, conheceu outra guerra, voltou a arriscar a vida numa guerra, mas agora como jornalista cobrindo inúmeros combates: Vietname. Em 1970 publica novo livro, “Repórter Português no Vietname”.»

  • Contribuição para a História da Imprensa de Moçambique de Silvano Cardoso

    Contribuição para a História da Imprensa de Moçambique

    Silvano Cardoso

    10,00 

    Contribuição para a História da Imprensa de Moçambique de Silvano Cardoso.
    CODAN. Lourenço Marques, 1973, 78 págs. E.

    A Imprensa em Moçambique tem, desde os seus primeiros passos, procurado estar presente, construtivamente, com o seu estímulo, com o seu apoio, com as suas críticas, com a sua própria existência, neste esforço colectivo.

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  • Opus Dei: uma investigação jornalística de Vittorio Messori

    Opus Dei: uma investigação jornalística

    Vittorio Messori

    7,00 

    Opus Dei: uma investigação jornalística de Vittorio Messori.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1995, 303 págs. B.

    Vittorio Messori identificou o Opus Dei como uma instituição decisiva para o futuro da Igreja no terceiro milénio e, a convite de um editor italiano, resolveu Investigar sobre o tema.

     

    Desde há bastantes anos, de fora, e sem manter contactos regulares, o jornalista acompanhou como espectador interessado o pulsar vital da instituição mas, ao aceitar o desafio de escrever sobre o Opus Dei, empenhou-se na tarefa com redobrada tenacidade, disposto a não deixar nenhum ponto por esclarecer.

    O Opus Dei aceitou a proposta de ser visto de alto a baixo, permitiu a consulta de todos os arquivos.

    Cruzou a informação de dentro com a de fora, ouviu críticas e apologias, tentou apurar todos os factos e ser o mais exaustivo possível.

     

    Trabalhou mals de um ano nesta pesquisa, mobilizou colaboradores, viajou por Itália e fora de Itália, viveu meses em centros do Opus Del, entrevistou centenas de pessoas, Incluindo o Prelado do Opus Dei e os máximos responsáveis da Igreja.

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    Desde há bastantes anos, de fora, e sem manter contactos regulares, o jornalista acompanhou como espectador interessado o pulsar vital da instituição mas, ao aceitar o desafio de escrever sobre o Opus Dei, empenhou-se na tarefa com redobrada tenacidade, disposto a não deixar nenhum ponto por esclarecer.

    O Opus Dei aceitou a proposta de ser visto de alto a baixo, permitiu a consulta de todos os arquivos.

    Cruzou a informação de dentro com a de fora, ouviu críticas e apologias, tentou apurar todos os factos e ser o mais exaustivo possível.

    Trabalhou mals de um ano nesta pesquisa, mobilizou colaboradores, viajou por Itália e fora de Itália, viveu meses em centros do Opus Del, entrevistou centenas de pessoas, Incluindo o Prelado do Opus Dei e os máximos responsáveis da Igreja.

  • Observações Moraes e Canonicas Contra Os Erros do Jornal "O Bem Público"

    Observações Moraes e Canonicas Contra Os Erros do Jornal “O Bem Público”

    José de Sousa Amado

    10,00 

    Observações Moraes e Canonicas Contra Os Erros do Jornal “O Bem Público” sobre a Jurisdição Ultra Triennal dos Senhores Bispos aos Confessores Ordinarios nos Conventos de Religiosas de José de Sousa Amado. Typographia Editora de Mathos Moreira. Lisboa, 1877, 36 págs. B.

    Se a questão está prejudicada pelas resoluções, vindas de Roma, consideramol-a debaixo do ponto de vista historico. N’este NINGUEM nos póde pôr obstaculos. As provas, que apresentamos, n’este caso, são documentos para o restabelecimento do Privilegio, momentaneamente alterado, e que o governo de accordo com Sua Santidade póde, em pouco restabelecer, porque a causa do incidente não tem valor.

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  • Pequena História da Imprensa Portuguesa de Rocha Martins

    Pequena História da Imprensa Portuguesa

    Rocha Martins

    6,00 

    Pequena História da Imprensa Portuguesa de Rocha Martins.
    Editorial Inquérito. Lisboa, 1941, 114 págs. B.

    A primeira noticia do Mundo devia ser o Fiat Lux, mas o Criador não tinha a quem a comu nicar e, assim, a informação inicial foi a que transmitiu a Adão: «Poderás comer de todas as árvores do jardim e mostrou-lhe o Eden mas não come rás da árvore dos conhecimentos do Bem e do Mal, porque morrerás no dia em que o fizeres).

    O repórter primitivo saíu entrevistador. A Serpente, ao procurar a mãe Eva, inquiriu-a: «Deus disse, real mente, que não comerias de todas as árvores do jardim?»).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Guerra em Directo de Carlos Fino

    Guerra em Directo

    Carlos Fino

    6,00 

    A Guerra em Directo de Carlos Fino.
    Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 238 págs. B.

    A Guerra em Directo é o relato dos dias e das horas dramáticas vividas pelo Autor nos três teatros de guerra mais importantes deste início do século XXI: Afeganistão, Israel e Iraque. Trata-se de um relato muito vivo que só podia ser escrito por quem viveu nos locais os momentos mais impressionantes destas guerras, desde a situação caricata de um repórter de televisão sem câmara de filmar no Afeganistão, passando pelo cerco da Igreja da Natividade em Belém e o massacre de Jenin, até ao ataque com mísseis americanos ao Hotel Palestina em Bagda – tudo entremeado com as vivências de Carlos Fino naqueles meios totalmente diferentes e inóspitos onde, apesar de tudo, alguns ganham dinheiro com a guerra e outros se fazem explodir a si próprios por uma questão de honra. Um livro que ninguém esquecerá.

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  • Mundo a seus Olhos de Luís Vasconcelos

    Mundo a seus Olhos

    Luís Vasconcelos

    6,00 

    Imagens que não passam. Como escreveu Henri Cartier-Bresson, a fotografia deriva de um impulso espontâneo que vem de um olhar sempre atento, que captura o momento e a sua eternidade.

    Num <«newsmagazine», a imagem e o texto nunca surgem dissociados, porque a sua unidade é um dos pressupostos de uma reportagem plena - de grande reportagem, o género mais nobre do jornalismo, onde jornalista e leitor se encontram.

  • Páginas de Jornalismo

    Páginas de Jornalismo

    Gabriela Castelo Branco

    8,00 

    Páginas de Jornalismo de Gabriela Castelo Branco. Imprensa Artística. Lisboa, 1954, 375 págs. B.

    Gabriela Castelo Branco ainda há pouco publicou um livrinho de versos, no qual reuniu um capital precioso: os sonhos que sonhou e as suas viagens na Via Láctea. Agora vai falar-nos dos caminhos que percorreu na Terra, quando teve de fugir à imaginação, para se sujeitar exclusivamente à acção.

     

    Na sua obra há duas partes distintas: o ideal e o real, a poesia e a prosa o que se adivinha e o que se observa. Poetisa e jornalista, eleva-se à plenitude do azul, onde as miragens a acalentam, nos seus braços ligeiros como plumas; mete-se no torvelinho das cidades, interroga os homens, perscruta os seus segredos e dirige-lhes estas perguntas: Para onde vais? Que fazes e pensas? Em que te ocupas? Quais as tuas crenças e quais os teus negócios? És anjo ou demónio? Asceta ou pecador? Amas a virtude ou o pecado?», etc., etc.

    📖 Exemplar por abrir

  • Notas Várias de João Charulla de Azevedo

    Notas Várias

    João Charulla de Azevedo

    20,00 

    Notas Várias de João Charulla de Azevedo.
    Editorial Notícia. Luanda, s.d., 221 págs. B.

    Após o falecimento repentino de Charulla de Azevedo, a sua empresa quis prestar esta homenagem, editado as suas crónicas publicadas naquele semanário.

     

    Jornalista dinâmico e acutilante, deixou uma quantidade enorme de crónicas sobre as mais variadas temáticas que afligiram Angola e as suas populações. Com extraordinária vivacidade e sentido de oportunidade.

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  • Figuras de uma Década (1993-2003) de Carlos Cáceres Monteiro

    Figuras de uma Década (1993-2003)

    Carlos Cáceres Monteiro

    7,00 

    Este é o primeiro Livro de Ouro VISÃO. Nele, reencontrará o leitor algumas das cente- nas de individualidades portuguesas que marcaram – e muitas ainda marcam – a vida nacional, bem como, em certos casos, a vida internacional. E que, por isso, ocuparam lugares de destaque nas mais de 500 edições da VISÃO, que, ao…

  • Reportagens de uma Década

    Reportagens de uma Década

    Carlos Cáceres Monteiro

    7,00 

    Neste Livro de Ouro, comemorativo do seu décimo aniversário, a VISÃO oferece aos leitores algumas das melhores reportagens que publicou em mais de 500 edi- ções, entre 1993 e 2003. Trata-se da cobertura pelos seus repórteres dos acontecimentos e situações que fizeram bater os corações do nosso país e do Mundo – do crime de…

  • O Enviado Especial de Cáceres Monteiro

    Enviado Especial

    Cáceres Monteiro

    10,00 

    Com uma prosa fluente e expressiva, dá uma outra dimensão do autor como repórter servida por um conjunto de fotografias de raro valor- que nos fotográfico,«O Enviado Especial» é um documento único sobre os anos conturbados e surpreendentes que estamos a viver. Mas é também um fascinante livro de viagens e aventuras, que inclui elementos de carácter histórico e preciosas informações para o viajante.