• As Primeiras Rainha de Maria Alegria Fernandes Marques

    Primeiras Rainha, As

    Maria Alegria Fernandes Marques

    7,50 

    As Primeiras Rainhas: Mafalda de Mouriana, Dulce de Barcelona e Aragão, Urraca de Castela, Mecia Lopes de Haro e Beatriz Afonso de Maria Alegria Fernandes Marques [et al.].
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 480 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | II

    “Mafalda de Mouriana veio de muito longe para ser a primeira rainha de Portugal. A sua escolha para mulher de D. Afonso Henriques reflete o lugar que este já havia alcançado entre os príncipes da cristandade, ainda antes de a Santa Sé o ter reconhecido por rei. A rainha morreu jovem, sem deixar lembranças expressivas. Atribuem-se-lhe algumas obras de proteção a instituições eclesiásticas e de assistência.

    Dulce de Barcelona e Aragão, filha de Raimundo Berenguer IV de Barcelona e de Petronila de Aragão, casou com D. Sancho I. Tal como a personagem de Saramago, que se motiva a indagar a existência de uma mulher ao encontrar o seu nome num verbete, movimentamo-nos em espaços escassamente iluminados. À semelhança do escritor, devemos nós também privilegiar a descrição dos grandes espaços do ciclo da vida para neles desvelar esta desconhecida rainha.

    Urraca de Castela, filha dos reis Afonso VIII e Leonor, casou-se em 1208 com Afonso II reinando entre 1211 (princípio do reinado) e 1220 (morte da rainha). Este casamento de um rei português em Castela, gerador de cisões na corte portuguesa, iniciou aquela que seria a principal tendência matrimonial dos reis portugueses até finais da primeira dinastia.

    Mecia Lopes de Haro, dama da rainha de Castela, D. Berengária, e mulher de D. Sancho II, é apresentada em crónicas e noutros textos como uma das causas diretas da deposição do rei. O clero português, que lhe era particularmente adverso, exacerbou nela a supremacia da intriga feminina, destacando-lhe eventuais capacidades sobrenaturais.

    Beatriz Afonso, filha de D. Afonso X, casa com D. Afonso III no quadro da solução do problema algarvio. Nesta biografia, que a acompanha desde a chegada a Portugal, sobressaem diferentes aspetos da sua importância política e da sua ação: o seu papel no relacionamento com Castela e no alargamento do território, a estreita ligação ao pai, a gestão do seu senhorio enquanto rainha viúva, entre outros.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • D. Fernando II de Maria Antónia Lopes

    D. Fernando II

    Maria Antónia Lopes

    7,50 

    D. Fernando II: um Rei avesso à política de Maria Antónia Lopes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 463 págs. E. Il.
    Colecção: Reis Consortes de Portugal

    “D. Fernando II tem sido estudado como artista ou mecenas ou o construtor do Palácio da Pena”, começa por dizer Maria Antónia Lopes, autora da biografia D. Fernando II, um Rei Avesso à Política. “A minha biografia tem outra abordagem, mais íntima”, continua. “A partir de documentação inédita, a que ninguém tocou, que está nos arquivos Saxe-Coburgo na Alemanha”. (…). “Valorizei aspetos da vida privada dele e o facto de se inserir numa rede familiar extraordinária”, diz a historiadora ao DN.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Eu Maria Pia

    Eu Maria Pia

    Diana de Cadaval

    8,00 

    Eu Maria Pia de Diana de Cadaval.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2010, 206 págs. E. Il.

    Rainha aos catorze anos, a princesa italiana Maria Pia foi recebida em Portugal num clima de grande euforia, entre gritos e vivas.

    Era expulsa do país que tanto amava e a quem havia dedicado toda a sua vida 48 anos depois. Chamaram-lhe fútil e gastadora. As suas festas, os tecidos ricos e joias extravagantes eram comentados por todos. E, mesmo os seus gestos caridosos, eram olhados com repúdio e como atos de pura vaidade. Amada e odiada.

    Diana de Cadaval leva-nos pela história de Maria Pia, entre finais do século XIX e o princípio do século XX. Escrito na primeira pessoa, como um relato confessional e íntimo, neste romance acompanhamos os momentos faustosos e os instantes mais solitários e trágicos da rainha, até à chegada da sua morte, em que se vê apenas como uma pobre mulher a quem a vida lhe deu tudo e tudo lhe tirou. Uma mulher com um único desejo: que o seu corpo seja enterrado na direção de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus de Ana Maria de S. A. Rodrigues

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus

    Ana Maria de S. A. Rodrigues

    6,00 

    Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia, Maria Sofia Isabel de Neuburg de Ana Maria de S. A. Rodrigues
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIII

    D. Maria Francisca Isabel de Saboia (1646-1683) foi uma rainha para dois reis, ao casar-se em 1666 com D. Afonso VI e em 1668 com o regente D. Pedro, futuro D. Pedro II, após ter conseguido a anulação do primeiro matrimónio, supostamente nunca consumado. Depois de tempos iniciais muito turbulentos quer do ponto de vista político quer do ponto de vista emocional, encontrou a estabilidade familiar com o segundo marido, de quem teve uma única filha, D. Isabel Luísa Josefa. Ao longo dos dezassete anos que viveu em Portugal, a rainha manteve estreitas relações com a França de Luís XIV e preocupou-se sobretudo com a educação e o casamento da filha, a coroação do segundo marido (o que se articula diretamente com a posição de herdeira da Coroa por parte da filha do casal) e todos os atos típicos das consortes régias, tais como a obtenção de mercês para os seus apaniguados. D. Maria Francisca Isabel morreu aos 37 anos e foi rainha-consorte durante menos de dois, uma vez que após o segundo casamento passou a princesa, embora quase todos continuassem a dar-lhe a antiga dignidade. Tal situação só se inverteu com a morte de D. Afonso VI, três meses antes do seu próprio falecimento.
    D. Maria Sofia Isabel de Neuburg (1666-1699) foi rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro II, ocorrido em 1687. O enlace, que significou o fim da hegemonia francesa em Portugal,
    anunciando novas alianças, garantiu a continuidade dinástica e saldou-se pelo nascimento de sete filhos. Devota, esmoler, pouco amada pelo marido, sentiu-se defraudada em muitas das suas expetativas e não é impossível que se tenha refugiado em prazeres algo inesperados, como a bebida e o jogo. Em termos políticos, as suas prioridades foram a aliança de Portugal com o Sacro Império Romano-Germânico e a proteção à sua família de origem. Se não conseguiu tudo o que queria, logrou pelo menos assistir ao envio do primeiro embaixador português a Viena, que, aliás, foi em parte escolhido por influência sua. D. Maria Sofia Isabel morreu a poucos dias de completar 33 anos de idade, ao fim de pouco menos de doze anos de presença em Portugal.

    ❗Sem sobrecapa.

  • Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    D. Dinis

    José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    7,50 

    Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    Filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, D. Dinis foi o sexto monarca português. Nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325.
    Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio.

    Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade.

    Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Condessa-Rainha de Luís Carlos Amaral

    Condessa-Rainha, A

    Luís Carlos Amaral

    7,50 

    A Condessa-Rainha: Teresa de Luís Carlos Amaral
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 424 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | I

    Filha do poderoso Afonso VI, rei de Leão e Castela, e de D. Ximena Moniz, e irmã da rainha D. Urraca, a infanta D. Teresa assistiu de muito perto e interveio, por vezes de forma enérgica, nas sucessivas e complexas conjunturas que moldaram o processo histórico peninsular, entre o derradeiro quartel do século XI e as primeiras décadas da centúria seguinte.

    Tendo ficado viúva de D. Henrique de Borgonha em 1112, D. Teresa logo assumiu as tarefas governativas do condado, procurando dar continuidade ao essencial das políticas de seu marido. Neste contexto, não deixou também de cultivar ambições régias, muito provavelmente relacionadas com uma eventual restauração do antigo reino da Galiza.

    A história posterior, em razão sobretudo da fundação da monarquia portuguesa, levou a que o seu governo fosse tradicionalmente interpretado como uma espécie de período intermédio entre dois tempos grandes, o de D. Henrique e, muito em particular, o de seu filho, D. Afonso Henriques.

    Esta biografia revela-nos D. Teresa, a condessa-rainha, como uma personagem política fascinante, dotada de características singulares, que viveu e influenciou os momentos mais decisivos da formação do reino de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal os Anos do Fim de Jaime Nogueira

    Portugal os Anos do Fim

    Jaime Nogueira

    15,00 

    Portugal os Anos do Fim: a revolução que veio de dentro de Jaime Nogueira Pinto.
    Publicações D. Quixote. Lisboa, 2017, 582 págs. B. Il.

    Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo. Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal de António Sérgio

    Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal

    António Sérgio

    7,50 

    Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1978, 271 págs. B.

    A Introdução Geográfico-Sociológica é o primeiro volume de uma História de Portugal que António Sérgio nunca chegou a completar, e que se destinava ao povo e aos estudantes.
    Ele próprio a definiu como “obra de pedagogista e de aprendiz de filósofo, de apóstolo do Civismo e de reformador social”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Introdução à Cultura Portuguesa (Séculos XIII a XIX) de Miguel Real

    Introdução à Cultura Portuguesa (Séculos XIII a XIX)

    Miguel Real

    7,50 

    Introdução à Cultura Portuguesa (Séculos XIII a XIX) de Miguel Real.
    Planeta Editora. Lisboa, 2011, 307 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio Guilherme d’ Oliveira Martins.

    Introdução à Cultura Portuguesa é, sem dúvida, a mais importante súmula daquilo que caracteriza e distingue a nossa cultura, desde que em 1946 foi publicada essa obra marcante de António José Saraiva: “Para a História da Cultura em Portugal”.
    Estabelecendo uma nova teoria definidora da cultura portuguesa desde o início da nacionalidade, Introdução à Cultura Portuguesa, (dotado de um sintético mas esclarecedor prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins, outro grande especialista deste tema), divide a história da cultura portuguesa em quatro correntes de pensamento – messianista, racionalista, modernista e espiritualista – e cinco períodos temporais, destacando o primeiro período (de D. Dinis à epopeia dos Descobrimentos) como o grande momento enformador e cristalizador das dez categorias maiores da nossa cultura.
    Com uma organização clara, que permite ao leitor apreender rapidamente a proposta do autor sobre a arquitectónica da história da literatura, da cultura e do pensamento portugueses, Introdução à Cultura Portuguesa, para além de apontar os «cinco pecados da cultura portuguesa», traz-nos ainda uma visão das relações culturais entre Portugal e o Brasil numa perspectiva nunca antes abordada.

    📝 Assinatura de posse.

  • Breve Interpretação da História de Portugal

    Breve Interpretação da História de Portugal

    António Sérgio

    7,00 

    Breve Interpretação da História de Portugal de António Sérgio
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1976, 164 págs. B.

    Breve Interpretação Da História De Portugal é uma brilhante síntese da história portuguesa, uma análise dos seus principais fenómenos, onde ao rigor da informação se alia a lucidez e a pertinência do pensamento de Sérgio.
    Esta obra, que se pode considerar inovadora na historiografia portuguesa, é igualmente o trabalho de um sociólogo que procura entender os momentos maiores e as razões dos tempos de crise da vida de um povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália

    História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália

    Francisco Bethencourt

    20,00 

    História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália de Francisco Bethencourt.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1994, 397 págs. E. Il.

    “O espaço compreendido pela nossa pesquisa vai da Península Itálica e da Península Ibérica até aos territórios ultramarinos dos impérios hispânicos que foram submetidos à jurisdição inquisitorial em matéria de delitos de fé. O periodo escolhido prolonga-se de 1478 até 1834, datas do estabelecimento e da abolição definitiva da Inquisição espanhola, respectivamente. Durante este periodo funcionou igualmente a Inquisição portuguesa (entre 1536 1821), bem como a Inquisição romana (reorganizada em 1542 e abolida entre 1746 e 1800 no quadro de diversos Estados italianos). Esta delimitação não impede o recurso frequente às informações disponíveis sobre a Inquisição medieval para compreender a evolução das estruturas de funcionamento e do processo penal.” – in Introdução.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tragédia da Rua do Arsenal de Gean Pailler

    Tragédia da Rua do Arsenal

    Gean Pailler

    7,50 

    Tragédia da Rua do Arsenal de Gean Pailler.
    Planeta Editora. Lisboa, 248. B.

    Paris, 1905. A visita oficial do rei D. Carlos de Portugal e da rainha D. Amélia assinala o sucesso da política estrangeira do rei. Internamente, pelo contrário, a situação económica do país é má – os défices orçamentais não param de crescer e o sistema político é ineficaz. O rei decide intervir pouco a pouco, arriscando-se a ultrapassar os limites do seu poder constitucional, para “repor a ordem” em prejuízo de todas as tendências da classe política. O Partido Republicano reforça-se. Ao mesmo tempo, algumas correntes encaram a possibilidade de depor o rei, substituindo-o pelo seu filho. O Príncipe Real, D. Luís Filipe, está apaixonado por uma jovem brasileira da melhor sociedade, que também o ama. A jovem, Amélia Laredo, tem todas as qualidades de uma rainha – salvo o nascimento. O príncipe recusa-se a aceitar a impossibilidade do seu amor e Amélia engravida. Por ocasião do nascimento da filha de D. Luís Filipe e da sua amante brasileira, o rei, inspirado pela rainha-mãe, D. Maria Pia, decide-se por uma solução temporária que acautela o futuro e protege a honra e os interesses da criança e da sua mãe. Lisboa, 1908. A situação agrava-se e atinge o ponto máximo com a tentativa de golpe de estado republicano de 28 de Janeiro de 1908, duramente reprimido pelo rei e pelo Governo. As duas conjurações (anarquista e capitalista) associam-se e o rei e o seu filho mais velho são assassinados, deixando, por um lado, Portugal em mãos demasiado fracas e abandonando, por outro, Amélia Laredo e a sua filha à eterna incerteza de um segredo inexplicável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sintra Lendária

    Sintra Lendária

    Miguel Boim

    15,00 

    Sintra Lendária de Miguel Boim.
    Zéfiro. Sintra, 2014, 434 págs. B. Il.

    O mais completo livro sobre as lendas de Sintra

    Sintra é, desde os tempos antigos, o paraíso terreno de Reis e Imperadores, monges e escritores, viajantes e peregrinos. Palco das mais belas histórias de amor às mais fantasmagóricas aparições, cada uma delas nos revela um portal para outro mundo: o mundo do sonho.
    Esta é a mais completa obra sobre as Lendas de Sintra, onde se contam mais de sessenta histórias e de trezentas fotografias e gravuras (algumas de importantes monumentos cujas velhas estruturas eram até aqui desconhecidas), várias delas inéditas.
    Através destas páginas somos conduzidos por um caminho de mistério, onde a tocha que alumia os antigos pergaminhos fará reluzir as velhas lendas e histórias do Monte da Lua.

    «Os contornos da Serra são quase como dentes de uma chave que destranca a fechadura da realidade que nos encerra. Usando-a, descerramos a realidade e entramos então num Mundo de fantasia que da superfície dos nossos sonhos lentamente como um véu se eleva, que sendo enfunado ganha formas, ganha corpos, ganha rostos. Serra e Vila são então o espaço e o tempo em que as lendas se cruzam com a realidade aumentando a nossa curiosidade pelos mistérios da vida.»
    Miguel Boim

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Segredos da Maçonaria Portuguesa de António José Vilela

    Segredos da Maçonaria Portuguesa

    António José Vilela

    7,00 

    Segredos da Maçonaria Portuguesa de António José Vilela.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2013, 377 págs. B. Il.

    Em Segredos da Maçonaria Portuguesa conta-se as histórias dos pedidos de favores maçónicos a Paulo Portas e os convites do GOL e da GLLP/GLRP a Pedro Passos Coelho e António José Seguro. Mas também a revolta maçónica contra o gestor António Mexia, a iniciação de Isaltino Morais, a festa maçónica com o cantor-imitador Fernando Pereira, o episódio do mestre maçon que mudou de sexo e todos os pormenores da sessão em que Nuno Vasconcellos foi eleito venerável da Loja Mozart. Nesta investigação inédita, o jornalista António José Vilela, que há mais de dez anos investiga este tema, desvenda por completo os segredos das duas maiores correntes maçónicas portuguesas, o Grande Oriente Lusitano (GOL) e a Grande Loja Legal de Portugal/Grande Loja Regular de Portugal (GLLP/GLRP), o seu poder e a sua influência na sociedade e no mundo da política nacional. Através dos próprios documentos secretos internos maçónicos, reproduzidos nesta obra, ficamos a saber como são feitas as iniciações de novos membros, quem guarda os livros dos maiores segredos da Irmandade do Bairro Alto, quais são os sinais secretos usados entre maçons e como funcionam os principais órgãos da maçonaria. Conhecemos ainda o vasto património da maçonaria, quem são os maçons eleitos para o Parlamento do GOL, o que dizem as atas confidenciais das sessões, onde, entre outros assuntos, já se votou a criação de serviços de inteligence e as ligações do espião Jorge Silva Carvalho aos altos graus da maçonaria e ao atual ministro Miguel Relvas. Hoje, há maçons em todos os distritos de Portugal. E quando um novo membro é recrutado para o GOL, os irmãos exigem-lhe que identifique por escrito quais são os seus inimigos. Porventura, o seu nome já lá está…

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  • A Regra Secreta dos Templários de Fogo de José Medeiros

    Regra Secreta dos Templários de Fogo, A

    José Medeiros

    8,00 

    A Regra Secreta dos Templários: o Livro do Baptismo de Fogo de José Medeiros [Intr.]
    Zéfiro. Sintra, 2016, 172 págs. B.

    «Havia na Ordem um regulamento tão extraordinário, sob o qual tinha de ser guardado um tão grande segredo, que qualquer irmão preferia que lhe cortassem a cabeça a revelá-lo.»

    Em 1780 foi encontrado um pergaminho nos Arquivos do Vaticano decorado com a cruz da Ordem do Templo e com um texto em escrita românica. Conhecido como o manuscrito de Hamburgo, é composto por quatros partes: a Regra oficial da Ordem, o Livro do Baptismo de Fogo ou Estatutos Secretos (a Regra dos Irmãos Eleitos e a Regra dos Irmãos Consolados) e «a lista dos sinais secretos que o Mestre Roncelinus reuniu» (misteriosamente desaparecida). Mais tarde, este documento passou a ser conhecido como os Estatutos do Mestre Roncelin.

    A Regra Secreta dos Templários, publicada pela primeira vez em português, inclui textos inéditos sobre a Ordem do Templo, bem como a transcrição e tradução da segunda e terceira partes do manuscrito de Hamburgo, e é apresentada e contextualizada por José Medeiros.

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  • Portugal Templário de José Manuel Capêlo

    Portugal Templário

    José Manuel Capêlo

    12,00 

    Portugal Templário: a presença templária em Portugal de José Manuel Capêlo.
    Zéfiro. Sintra, 2008, 246 págs. B. Il.

    Os templários dos três reinos, guiados pelo mestre comum, formam – com o corpo dos seus cavaleiros, vassalos e familiares – o grosso da cavalaria. Este faz soar pelas trombetas o sinal de ataque. Ao mesmo tempo que olham firmemente o céu, os templários entoam o hino de David:

    Non nobis Domine non nobis sed Nomini Tuo da gloriam

    Uma investigação detalhada e exacta, baseada exclusivamente em fontes historiográficas reconhecidas, sobre a presença templária em Portugal, os seus Mestres e a sua História, desde a sua origem, em 1124 ou 1125, até à sua extinção em 1314.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.