• Vida na Corte Portuguesa de José Barata

    Vida na Corte Portuguesa

    José Barata

    7,00 

    Vida na Corte Portuguesa de José Barata.
    Verso da Kapa. Lisboa, 2013, 150 págs. B.

    A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga.
    O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do “ciclo humano da família real” proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte.
    Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos.

    Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Feira da Ladra, A

    Feira da Ladra, A

    Marina Tavares Dias

    10,00 

    A Feira da Ladra de Marina Tavares Dias
    Ibis Editores. Lisboa, 1990, 97 págs. B. Il.
    Colecção: Guias de Lisboa pelos Olisipógrafos | 2

    Os Guias de Lisboa apresentam uma seleção apurada de textos quase perdidos e descobrem a história de Lisboa. Percorrem uma excecional recolha fotográfica com muitos documentos inéditos sobre a iconografia local. Desvendam a vida e a obra dos escritores que imortalizaram o quotidiano da cidade.

    Este volume dedicado em exclusivo à icónica Feira da Ladra inclui textos de Fialho de Almeida, Xavier da Cunha, Júlio César Machado, Alberto Pimentel e Eduardo Coelho

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  • As Tristes Rainhas de Ana Maria S. A. Rodrigues.

    Tristes Rainhas, As

    Ana Maria S. A. Rodrigues.

    7,50 

    As Tristes Rainhas: Leonor de Aragão, Isabel de Coimbra de Ana Maria S. A. Rodrigues.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 455 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | 7

    Leonor de Aragão intitulava-se «a triste rainha» ao assinar as suas cartas após a morte de D. Duarte, em 1438. Se até essa data ela havia gozado uma felicidade algo atribulada ao lado do esposo, a sua vida tornou-se a partir de então bastante triste. Morto que estava o companheiro de tantos anos, teve de suportar a pressão crescente dos cunhados, ávidos do poder que ele lhe havia transmitido, a hostilidade aberta de muitos cortesãos e a aversão dos burgueses e mesteirais de Lisboa, que viam nela uma mulher ambiciosa e estrangeira, capaz de precipitar o reino numa nova guerra com Castela. Escolhendo o caminho do exílio para obter ajuda da família de origem e regressar em força, perdeu os filhos, os bens e a dignidade régia, acabando os seus dias em Toledo, mais pobre e mais só do que quando partira.

    Já D. Isabel de Coimbra, mal saída da infância, assistiu à queda em desgraça do pai, à morte deste em batalha contra o rei seu esposo, ao confisco dos bens e títulos familiares e à expatriação dos irmãos. Embora tenha conseguido, pela sua lealdade e obstinação, obter de D. Afonso V a integração do infante D. Pedro no panteão de Avis e a reabilitação da sua linhagem, não pôde gozar por muito tempo da tranquilidade reencontrada, pois faleceu pouco depois, aos 23 anos de idade, talvez das sequelas do difícil parto do futuro monarca.

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  • D. Sebastião de Maria Augusta Lima Cruz

    D. Sebastião

    Maria Augusta Lima Cruz

    7,50 

    D. Sebastião de Maria Augusta Lima Cruz
    Temas e Debates. Lisboa, 2009, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    O dramático contexto político em que nasceu valeu-lhe o cognome de o Desejado, uma vez que, antes mesmo de vir ao mundo, representava já a última esperança de quantos temiam ver Portugal governado, a breve prazo, por um rei castelhano.

    D. Sebastião foi o décimo sexto monarca português e o sétimo e penúltimo da dinastia de Avis. Nasceu em Lisboa, a 20 de Janeiro de 1554, poucos dias depois da prematura morte de seu pai, o príncipe D. João, último sobrevivente dos nove filhos de D. João III e de D. Catarina de Áustria. Ainda não completara quatro meses de vida, quando sua mãe, D. Joana de Áustria, chamada à regência de Castela, de onde era natural, se viu obrigada a deixá-lo ao cuidado dos avós paternos. Aclamado rei aos 3 anos de idade, após a morte de D. João III, D. Sebastião só viria a governar efectivamente a partir dos 14 anos. Até lá, a regência do reino foi assegurada, primeiro, pela sua avó, a rainha viúva D. Catarina, e mais tarde pelo seu tio-avô, o cardeal D. Henrique, avesso a uma sujeição aos ditames de Filipe II de Espanha. O seu reinado cessou brutalmente a 4 de Agosto de 1578 com a Batalha de Alcácer Quibir.

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  • Rainhas que o Povo Amou de Saboia de Maria António Lopes

    Rainhas que o Povo Amou de Saboia

    Maria António Lopes

    7,50 

    Rainhas que o Povo Amou: Estefânia de Hohenzollern, Maria Pia de Saboia de Maria António Lopes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 463 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XVII

    Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum.

    Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.
    A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.
    Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo «reinou» e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.

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  • Rainhas de Portugal e Espanha de Pilar Pérez Cantó

    Rainhas de Portugal e Espanha

    Pilar Pérez Cantó

    7,50 

    Rainhas de Portugal e Espanha de Pilar Pérez Cantó
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 350 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XI

    Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu «poder» para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611.

    Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido «embaixadora» da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.

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  • Rainhas Consortes de D. Manuel I de Isabel dos Guimarães Sá

    Rainhas Consortes de D. Manuel I

    Isabel dos Guimarães Sá

    7,50 

    Rainhas Consortes de D. Manuel I: Isabel de Castela, Maria de Castela, Leonor de Áustria de Isabel dos Guimarães Sá [et al.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 341 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | IX

    “ Isabel e Maria de Castela eram filhas dos Reis Católicos mas as suas trajetórias seriam bem diferentes. Isabel foi casada duas vezes, a primeira com o infeliz Afonso, príncipe herdeiro de Portugal, morto num acidente de cavalo. Viúva inconsolável, resistiu o mais que pôde à ideia de casar novamente, e só acedeu depois de o noivo, D. Manuel I, ter expulsado de Portugal mouros e judeus por imposição sua. O seu segundo casamento foi breve, morrendo aos 28 anos, ao dar à luz o único filho, mas teria herdado o trono de Castela e Aragão se tivesse vivido.

    Voluntariosa e decidida, é a imagem oposta de sua irmã, com quem o seu viúvo casaria depois de cumpridos dois anos de luto. Maria foi a tranquila mãe de oito filhos. Dedicada a trabalhos de agulha, era também uma mulher com opiniões próprias e não hesitou em tentar influenciar a ação do marido. Em comum com a irmã mais velha, a morte nas sequelas de um parto.

    Para lá das suas vicissitudes singulares, as vidas destas irmãs têm como pano de fundo a complexa e volátil teia de relações políticas no cenário internacional do primeiro vinténio do século XVI. Tal como a da sua sobrinha Leonor, que se lhes seguiria no leito de seu marido…

    Leonor de Áustria era irmã de Carlos V. Seria a terceira mulher de D. Manuel depois de ter estado prometida ao filho do rei, o futuro D. João III. Foi rainha de Portugal por apenas quatro anos. Ao enviuvar abandonou o reino mas teve de deixar para trás a sua única filha, a infanta D. Maria. Por isso, Leonor sempre manteve estreitos laços com Portugal, mesmo quando se tornou rainha de França ao casar com Francisco I.”

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  • A Rainha, as Infantas e a Aia de Vanda Lourenço Menino

    Rainha, as Infantas e a Aia, A

    Vanda Lourenço Menino

    7,50 

    A Rainha, as Infantas e a Aia: Beatriz de Castela, Branca de Castela, Constança Manuel, Inês de Castro de Vanda Lourenço Menino.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 503 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | IV

    “Beatriz de Castela (1293-1359), filha mais nova dos reis Sancho IV de Castela e Maria de Molina, veio para Portugal com apenas 4 anos. Casou-se em 1309 com o futuro D. Afonso IV, que subiu ao trono em 1325. Apesar de ter vindo muito jovem para o reino, é, talvez, uma das consortes menos conhecidas da primeira dinastia.

    Ao longo da sua vida várias vezes desempenhou o papel de mediadora da paz em conflitos externos e internos. Como rainha administrou um vasto conjunto de terras e seus oficiais. Como mãe procurou sempre defender os interesses dos seus filhos sem nunca afrontar o seu marido.

    O destino truncado constitui o traço comum às três mulheres a quem foi reconhecido o estatuto de «esposas» de D. Pedro I.

    Branca de Castela, «a prima louca de Alfonso XI», da qual não há retrato conhecido, viveu cerca de dez anos na corte portuguesa até ser reenviada à procedência, sob a alegação de debilidade mental. Sobre ela apenas se levantaram suspeitas politicamente comprometidas de se ter «maridado» com D. Pedro.

    Constança Manuel, «a da triste sorte», é rainha de Castela aos 7 anos, mas acaba sendo repudiada pelo marido, Alfonso XI de Castela. A sua vida ficaria suspensa até aos 22 anos, quando se casou com o infante português. Ainda que tenha assegurado a descendência dando à luz o «formoso» D. Fernando, é desprezada pelo marido em prol de uma jovem galega.

    Inês de Castro, a «colo de garça», integrava o séquito de Constança, deu as bênçãos ao seu filho, o infante D. Luís, e foi compulsivamente exilada em Albuquerque. Regressada ao reino e à vida de D. Pedro, viveu tempos idílicos abruptamente interrompidos pelo seu assassinato. O que haverá de mito nesta história?”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rainha Santa, Mãe Exemplar

    Rainha Santa, Mãe Exemplar

    Maria Filomena de Andrade

    7,50 

    Rainha Santa, Mãe Exemplar de Maria Filomena de Andrade
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 328 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | III

    Isabel de Aragão ([1269/1270]-1336), rainha consorte de D. Dinis, destaca-se entre as soberanas portuguesas pelo facto de a sua vida se ter tornado exemplo para a posteridade, como rainha, mãe e santa.
    Personagem multifacetada, sobre a sua figura a lenda teceu um manto e uma aura de santidade que tem sido sempre apresentada como a sua única matriz. Porém, a sua imagem física, loura, alta e forte, não parece estar de acordo com a fragilidade que lhe atribuem. Na verdade, revela ao longo da vida uma solidez e uma força plenas de carácter.
    Ao lado de Dinis, Isabel tem uma presença marcante, surgindo em primeiro plano sobretudo nos contextos religiosos e de assistência, espelhando um rosto de rainha consorte que valoriza e cuida do seu povo.
    Simultaneamente, em épocas de conflito, Isabel serve-se dos canais institucionais de que dispõe na teia política do seu tempo, e umas vezes apoia o marido, outras não. Assim, quando D. Dinis enfrenta o príncipe D. Afonso, Isabel está do lado do filho, sofrendo por isso as consequências dos seus atos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Restauradora de Monique Vallance

    Rainha Restauradora, A

    Monique Vallance

    7,50 

    A Rainha Restauradora: Luísa de Gusmão de Monique Vallance
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 294 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XII

    Quando um grupo de nobres portugueses se revoltou contra o governo de Madrid em dezembro de 1640, consta que D. Luísa terá dito: «Antes morrer reinando do que acabar servindo.» Segundo reza a lenda, esta frase convenceu o seu marido, o futuro rei D. João IV, a juntar-se à conspiração e a tornar-se o primeiro rei da dinastia de Bragança. Quer tenha ou não proferido aquela frase, D. Luísa foi sem dúvida uma força por trás do trono, uma força que perduraria até à sua regência, em 1656, após a morte de D. João IV e enquanto o seu filho D. Afonso VI não assumia o controlo do governo.

    Durante os seis anos em que serviu como regente, D. Luísa conseguiu alcançar algumas vitórias na guerra com Espanha, controlou os nobres que lutavam entre si na corte e negociou um importante tratado com Carlos II de Inglaterra, com quem casou a sua filha Catarina. Embora se tenha afastado em 1662, o seu contributo nestes domínios ajudou Portugal a assegurar a sua independência para sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🟡 Sobrecapa ligeiramente picada.

  • Rainha Mal-Amada de Margarida Durães

    Rainha Mal-Amada

    Margarida Durães

    7,50 

    Rainha Mal-Amada: Amélia de Orleães de Margarida Durães
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 376 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XVIII

    Amélia de Orleães foi a última rainha de Portugal. Entre o seu nascimento e a morte no exílio viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Por­tugal e da Europa.

    Elegante, amável e culta, D. Amélia parecia ser a esposa ideal do rei D. Carlos. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Porém, o «ofício» de rainha consorte foi mais além. Graças à sua iniciativa modernizaram-se os setores da saúde pública e da assistência social em Portugal. No ramo das artes, devemos-lhe sobretudo a criação do Museu dos Coches (1905).

    Em 1908 presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho, e, no dia 5 de outubro de 1910, foi obrigada a partir de Portugal. Faleceu em outubro de 1951, em Versalhes. Os seus restos mortais foram trasladados para Portugal e repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos.

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  • A Rainha Inglesa de Portugal de Manuela Santos Silva

    Rainha Inglesa de Portugal, A

    Manuela Santos Silva

    7,50 

    A Rainha Inglesa de Portugal: Filipa de Lencastre de Manuela Santos Silva
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 319 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | VI

    Quem foi afinal Filipa de Lencastre? Parece ter sido uma mulher de profundas e esclarecidas convicções religiosas, apreciadora do despojamento mendicante e com uma fé inabalável nos desígnios divinos. Uma mulher de cultura livresca abrangente, como a sua educação heterodoxa faz sugerir. Uma mulher que não gostava de futilidades. Uma mulher pouco dada ao sentimentalismo e capaz de agir com uma certa rispidez. Uma mulher perfecionista, talvez mesmo um tanto intolerante em termos religiosos.
    Uma mulher que, porém, parece saber dar a mão à palmatória. Pronta a auxiliar quem lhe pedia ajuda usando sobretudo a sua capacidade de influência.
    Uma mulher com apego à sua linhagem, levando a que os filhos tivessem claramente a noção de que faziam parte da família real dos Plantagenetas de Inglaterra. Filipa foi, assim, também por isso, uma mulher que deixou a sua marca na educação dos filhos, criados numa corte que, do ponto de vista cultural, pode ter aceitado sem grande renitência as suas opiniões, interesses e gostos.
    E quanto ao aspeto físico e disposição ficou-nos o facto indiscutível de ter inspirado pelo menos uma balada de um poeta francês de grande divulgação na época, que, entre outras qualidades, lhe atribui «um corpo delgado, lindos olhos e face suave».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Discreta de Paulo Drummond Braga

    Rainha Discreta, A

    Paulo Drummond Braga

    7,50 

    A Rainha Discreta: Mariana Vitória de Bourbon de Paulo Drummond Braga
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2014, 368 págs. E. Il.

    D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), mulher de D. José I, rainha consorte de Portugal, era filha de Filipe V de Espanha e de Isabel Farnesio. Viveu na corte de Versalhes, pois a sua mão esteve prometida a Luís XV, rei de França.

    Casou aos 10 anos de idade por procuração em Madrid com o herdeiro da coroa portuguesa, futuro D. José I. O casamento foi consumado quatro anos depois, no dia em que completou 14 anos de idade. Foi mãe de quatro filhas, uma delas a futura D. Maria I.

    Mulher decidida, prudente, sensata, devota, esmoler e culta, adorava divertir-se na caça, na equitação, nas touradas, na música e em jogos diversos ao uso do seu tempo. D. José I, que nela confiava plenamente, encarregou-a duas vezes do governo do reino. Conselheira de sua filha, a rainha D. Maria I, passou um ano em Espanha ajudando a selar a paz entre as duas monarquias ibéricas.

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  • A Rainha Colecionadora de Annemarie Jordan

    Rainha Colecionadora, A

    Annemarie Jordan

    7,50 

    A Rainha Colecionadora: Catarina de Aústria de Annemarie Jordan
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 280 págs. E. Il
    Colecção: Rainhas de Portugal | X

    Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI.

    A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Rainha Arquiduquesa de Susana Munch Miranda

    Rainha Arquiduquesa, A

    Susana Munch Miranda

    7,50 

    A Rainha Arquiduquesa: Maria Ana de Áustria de Susana Munch Miranda.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 392 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | XIV

    ” Nenhuma outra rainha teve mais tempo a condição de consorte de um rei português do que Maria Ana de Áustria (1683-1754), filha de Leopoldo I (1649-1705). A sua união com D. pedro V sedimentou o realinhamento do reino no quadro continental e ajudou a garantir a integridade de novos e velhos domínios ultramarinos. No mundo da corte, promoveu devoções imperiais e contribuiu para o refinamento de práticas sociais e artiticas. A ela recuam as circunstâncias do enlace de várias famílias da nobreza local com Casas alemãs e Austriacas. E dela nasceram uma rainha e dois reis portugueses que asseguraram a continuidade da Casa Real de Bragança até ao Vintismo”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Princesa Rainha de Isabel dos Guimães Sá

    Princesa Rainha

    Isabel dos Guimães Sá

    6,00 

    Princesa Rainha-Velha: Leonor de Lencastre de Isabel dos Guimães Sá
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2011, 327 págs. E. Il.
    Colecção: Rainhas de Portugal | 8

    No seguimento da morte trágica do único filho, viria a ser opositora do marido, quando este pretendia legitimar o seu bastardo para o colocar no trono; em vez deste, conseguiu que o sucessor de D. João II fosse Manuel, duque de Beja, seu irmão mais novo. Culta e devota, Leonor deixou a sua memória viva nos séculos seguintes pelas obras que patrocinou, todas indissociáveis da sua religiosidade: o hospital das Caldas, o Convento da Madre de Deus, a criação da Misericórdia de Lisboa, a impressão de livros e a encomenda de obras de arte.

    Sempre atenta aos seus interesses, quer políticos quer económicos (era detentora de uma vasta fortuna, que foi aumentando com o tempo), a «rainha-velha» conservou a sua influência quase até ao final da vida, apesar de cronicamente doente e muitas vezes confinada a uma cama.

    ❗Sem sobrecapa.