• Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX de António Montes Moreira

    Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX

    António Montes Moreira

    6,00 

    Igreja e Sociedade em Portugal no Século XIX de António Montes Moreira [Dir.]
    Universidade Católica Portuguesa. Lisboa, 1989, 358 págs. B.
    Revista do Centro de Estudos de História Religiosa, 2ª Série, Tomo I

    DAVID SAMPAIO BARBOSA
    O Concílio Vaticano I e o Governo Português (1869-1870)

    ΑΝΤΟΝΙΟ MANUEL MARTINS
    Recepção em Portugal das Encíclicas sobre o Liberalismo: Mirari vos, Quanta cura e Immortale Dei

    ROBSON CRUZ
    Camilo Castelo Branco e o livro Divindade de Jesus (1865)

    ANA MARIA CASTELO MARTINS JORGE
    Literatura e Religião nas Conferências do Casino. As Conferências de Augusto Soromenho e Eça de Queirós

    PINHARANDA GOMES
    Roberto Guilherme Woodhouse (1828-1876). Resposta aos Detractores e Mojadores da Religião e dos seus Ministros

    MANUEL CLEMENTE
    O Congresso Católico do Porto (1871-1872) e a emergência do Laicado em Portugal

    AVELINO DE JESUS DA COSTA
    A Santíssima Eucaristia nas Constituições diocesanas portuguesas desde 1240 a 1954

    ISAIAS DA ROSA PEREIRA
    Visitações de Santiago de Óbidos (1501-1540)

    🟡 Capa com ligeiras manchas.

  • O Equivoco do 25 de Abril de Sanches Osório

    Equivoco do 25 de Abril, O

    Sanches Osório

    10,00 

    O Equivoco do 25 de Abril de Sanches Osório
    Editorial Intervenção. Lisboa, 1975, 156 págs. B.

    “No dia 25 de Abril de 1974 aconteceu em Portugal uma Revolução de Flores. Sem um tiro, um governo podre caiu. A cidade, o País inteiro, encheu-se inesperadamente de flores. Milhões de cravos vermelhos, brancos, cor de rosa.

    “No dia 26 de Abril um grupo de oficiais começou a trair a pureza da Revolução. As flores começaram a ser espezinhadas sem ninguém se aperceber. Apenas o Partido Comunista sabia o que estava acontecendo.

    “É a isto que o Autor chama o equívoco do 25 de Abril.

    📝 Assinatura de posse.

  • Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral

    Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral

    Damião Peres

    7,00 

    Descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral: antecendentes e intecionalidade de Damião Peres
    Comissão Executiva do V Centenário do Nascimento de Pedro Álvares Cabral. Lisboa, 1968, 138 págs. B. Il.

    Importante subsídio para o estudo de um tema nem sempre consensual: a intencionalidade no achamento/descobrimento do Brasil.

     

    A obra apresenta os seguintes capítulos: Prefácio da 1ª Edição; Palavras prévias; Introdução – Pilares da expansão portuguesa: uma realidade a leste, uma aspiração a oeste; Capítulo I – Pioneiros portugueses em águas ocidentais do Atlântico-Norte; Capítulo II – Pioneiros portugueses no Atlântico Sudocidental; Capítulo III – Descobrimentos do Brasil por Pedro Álvares Cabral.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cronologia da Monarquia Portuguesa de Artur Teodoro de Matos

    Cronologia da Monarquia Portuguesa

    Artur Teodoro de Matos

    6,00 

    Cronologia da Monarquia Portuguesa de Artur Teodoro de Matos
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2012, 494 págs. E.

    Uma das bases essenciais para a construção e compreensão da História é a cronologia, que dá a conhecer o passado pela sucessão de factos que conferem ao Tempo um imenso dinamismo. Artur Teodoro de Matos, João Paulo Oliveira e Costa e Roberto Carneiro reuniram, num único volume – como se pode ler na introdução à “Cronologia da Monarquia Portuguesa” -, «as grandes linhas da formação e do devir da nação portuguesa, desde as suas origens até à implantação da República.»

    O livro parte das biografias dos monarcas portugueses, mostrando a sua vida familiar e os acontecimentos mais importantes ocorridos em cada um dos períodos de governação, ao mesmo tempo que complementa o cenário português com o que, em paralelo, ia acontecendo lá fora.

    Monarquias à parte, “Cronologia da Monarquia Portuguesa” é um livro que irá tornar mais rica qualquer estante ou biblioteca. Bem estruturado, sucinto e de fácil consulta, será uma mais-valia para estudantes, um aperitivo para curiosos e um repasto para amantes da História escrita por Reis e Rainhas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal no Século XX de Joaquim Vieira

    Portugal no Século XX

    Joaquim Vieira

    35,00 

    Portugal no Século XX de Joaquim Vieira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1999, 10 vols. E. Il.

    Volume I – 1900-1910. Volume IPortugal no Século XX de Joaquim VieiraI – 1910-1920. Volume III – 1920-1930. Volume IV – 1930-1940. Volume V – 1940-1950. Volume VI – 1950-1960. Volume VII – 1960-1970. Volume VIII – 1970-1980. Volume IX – 1980-1990. Volume X – 1990-2000
    Obra profusamente ilustrada reproduzindo foto-gravuras a cores e a preto e branco.
    Obra de extraordinária riqueza documental em que se procede ao levantamento dos factos mais significativos do Século XX português através de dois eixos claramente diferenciados: o primeiro, enumerando factos de natureza política e económica; o outro, penetrando nas mais diversas áreas da vida social, reproduzindo cenas do quotidiano dos portugueses, seus estilos de vida, ocupações, costumes, modas e crenças.
    Esta crónica compõem-se de dez volumes, cada um correspondendo a uma década do século passado e representando a iconografia que dominou o respectivo período. Assim, o retrato e evolução do século passado surge-nos através de um extenso rol de imagens seleccionado a partir de fotografias, cartazes, panfletos, rótulos ou embalagens comerciais, postais ilustrados, selos, bilhetes de espetáculos, títulos de transporte, documentos oficiais, convites impressos, caricaturas, desenhos humorísticos, bandas desenhadas, capas de livros e revistas, páginas de periódicos, fotogramas, entre outros.
    Todos os volumes apresentam em anexo dados estatísticos e cronologias comparadas de Portugal e do estrangeiro, fornecendo ao leitor um espectro alargado da influência exercida pelos mais significativos acontecimentos políticos e sociais mas, também, daquela que se ficou a dever à cultura, ciência e desporto.
    Exemplares em bom estado de conservação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Morte no Monte: Catarina Eufémia, A

    Morte no Monte: Catarina Eufémia, A

    José Miguel Tarquini

    8,00 

    A Morte no Monte: Catarina Eufémia de José Miguel Tarquini
    Emp. Tip. Casa Portuguesa. Lisboa, 1974, 148 págs. B. Il.

    A vida de Catarina Eufémia Baleizão é pouco conhecida:
    A realidade foi superada pela lenda e, em muitos casos, a lenda é a única realidade. Os factos aqui relatados têm como base essa lenda e os dados recolhidos na aldeia em que viveu e morreu. Os personagens que intervêm são reais, na sua grande maioria. Em muitos casos, tiveram contacto com o autor. No entanto, os seus perfis foram vincados de tal forma que o livro transmite, à maneira de caricatura, só os mais salientes. Em todo o caso, este livro não poderia servir como prova judicial, num eventual processo das atitudes tomadas pelos participantes. Ele é apenas um eco da lenda reproduzida jornalisticamente. As falhas que, por acaso, possa conter, são, umas vezes, de entendimento e outras um produto das deformações do tempo. O leitor deverá ter em conta que o presente livro é um testemunho histórico, o produto de uma tradição oral que pode ser fal seada ou fortificada pelas mesmas paixões que deram origem à morte da lendária camponesa.

    Obra ilustrada com imagens fotográficas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Da «Feliz Lusitânia» aos Confins da Amazónia de Lucinda Saragoça

    «Feliz Lusitânia» aos Confins da Amazónia, Da

    Lucinda Saragoça

    15,00 

    Da «Feliz Lusitânia» aos Confins da Amazónia de Lucinda Saragoça
    Edições Cosmos. Lisboa, 2000, 509 págs. B
    𓂃🖊 Prefácio Joaquim Veríssimo Serrão

    Quando os Portugueses desembarcaram na baía de Guarujá, em Janeiro de 1616, e ergueram o Forte do Presépio numa bela região à qual deram o nome de Feliz Lusitânia, escrevia-se a primeira página da História Portuguesa na Amazónia. Nas palavras de Viana Moog, <a Amazónia é um mundo à parte, difere em tudo e de tal maneira, que são vãs as tentativas de a estudar por via de comparação. Ela é simplesmente igual a si própria». É precisamente esta singularidade que desperta a curiosidade e o desejo de conhecer a Amazónia Clássica, aquela que os Portugueses conheceram e desbravaram ao longo dos séculos XVII e XVIII.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Roosevelt, Churchill e Salazar: A Luta Pelos Açores (1941-1945) de José Freire Antunes

    Roosevelt, Churchill e Salazar: A Luta Pelos Açores (1941-1945)

    José Freire Antunes

    8,00 

    Roosevelt, Churchill e Salazar: A Luta Pelos Açores (1941-1945) de José Freire Antunes.
    Ediclube. Alfragide, 1995, 163 págs. B. Il.

    Entre 1940 e 1943, os generais de Roosevelt, Hitler e Churchill elaboraram dezenas de planos para a ocupação dos Açores que, em 1941, era aparentemente inevitável. A importância estratégica do arquipélago quase levou à ruptura de pactos e tratados e chegou a provocar a concentração de tropas para proceder à sua ocupação em 48 horas. Entretanto, Salazar (a quem Churchill considerava “intolerável”) manobrava nas três frentes, de modo a salvaguardar a soberania do império português. Como conseguiu esquivar-se aos desígnios das grandes potências beligerantes? Por que não foram afinal invadidos e ocupados os Açores? Como se desenvolveu toda a complexa intriga que envolveu a neutralidade de Portugal na II Guerra Mundial? O relato detalhado, documentos inéditos e as mais inesperadas revelações deste episódio são apresentados neste novo e empolgante livro de José Freire Antunes, resultado das exaustivas investigações a que procedeu junto dos arquivos norte-americanos e em que a verdade histórica nos surpreende a cada momento.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Last Day, The

    Last Day, The

    Nicholas Shrady

    8,00 

    The Last Day de Nicholas Shrady
    Penguin Books. United States of America, 2008, 228 págs. B. Il.

    An account of the cataclysmic mid-eighteenth-century earthquake also discusses how its related tidal waves, fires, and aftershocks rocked the western world, prompting intellectual debates about the natural world and God’s place in human affairs as theorized by such Enlightenment figures as Voltaire, Alexander Pope, and Jean-Jacques Rousseau.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668) de Fernando Cortés Cortés

    Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668)

    Fernando Cortés Cortés

    7,50 

    Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668) de Fernando Cortés Cortés.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1989, 93 págs. B.

    A obra de Fernando Cortés Cortés dá-nos uma análise lúcida de uma parte, pouco ou nada estudada, da Guerra da Restauração. Com surpreendente clareza, através do uso quase exclusivo de textos. documentais de meados do século XVII, palavras daqueles que foram protagonistas directos dos factos que se historiam, podemos vislumbrar o mundo da espionagem e contra-espionagem portuguesa da altura, e os procedimentos utilizados não só na procura de notícias bélicas do inimigo castelhano como também na protecção da própria realidade.

    Os métodos usuais da espionagem, a aproximação à espionagem organizada, e as práticas habituais da contra-espionagem constituem partes do estudo do presente livro.

    Em suma, uma abordagem fundamental para compreender um período importante da História de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Alentejo Saqueado

    Alentejo Saqueado

    Jorge Morais

    7,00 

    Alentejo Saqueado de Jorge Morais
    Perespectivas & Realidades. Lisboa, 1976, 182 págs. B.

    Esta obra denuncia os conflitos e abusos ligados à reforma agrária no Alentejo após o 25 de Abril, mostrando tensões entre trabalhadores, proprietários e partidos políticos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Noroeste Peninsular de Miriam Halpern Pereira

    Noroeste Peninsular

    Miriam Halpern Pereira

    7,50 

    Noroeste Peninsular de Miriam Halpern Pereira [Dir.]
    ISCTE. Lisboa, 1999, 378 págs. B.
    Revista Ler História, nº 36

    APRESENTAÇÃO
    Maria Norberta Amorim e Maria de Fátima Sá.

    O MINHO: COMPORTAMENTOS DEMOGRÁFICOS ATRAVÉS DA IN-FORMAÇÃO PAROQUIAL
    Maria Norberta Amorim

    UM PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA ILUSTRA-ÇÃO NO MINHO. O PENSAMENTO E A ACÇÃO DO CORREGEDOR JOÃO NEPOMUCENO PEREIRA DA FONSECA
    José Viriato Capela

    ECONOMIA E GUERRA NO PERÍODO NAPOLEÓNICO
    José Manuel Lopes Cordeiro

    UMA NEBULOSA A NOROESTE. A INDÚSTRIA ALGODOEIRA
    Jorge Fernandes Alves

    BANDITISMO E POLÍTICA NO ALTO-MINHO (1834-1840)
    Maria de Fátima Sá e Melo Ferreira

    NA SERRA: OS (DES) ENCONTROS DO SOAJO
    António Medeiros

    EN LOS LIMITES DEL VIRTUOSISMO AGRARIO TRADICIONAL: LA FERTILIDAD EN LA COMARCA DEL BAJO MIÑO (1730-1860)
    José Manuel Pérez García

    A QUINTA DE SAO FIZ – UMA INSTITUIÇÃO RENDEIRA DA GALIZA (SÉCULOS XVIII-XIX)
    Vitor Manuel Migués

    CULTURA PORTUGUESA E LEGITIMAÇÃO DO SISTEMA GALEGUISTA: HISTORIADORES E FILÓLOGOS (1880-1891)
    Elias J. Torres Feijó

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sebastianismo - História Sumária de José van den Besselaaar

    Sebastianismo – História Sumária

    José van den Besselaaar

    7,00 

    Sebastianismo – História Sumária de José van den Besselaaar
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1987, 193 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 110

    O sebastianismo é uma espécie de messianismo.

    O tipo de messianismo a que pertence o sebastianismo português é póprio de uma sociedade não secularizada, digamos uma sociedade «sacral». Tal messianismo é inconcebível sem uma fé religiosa, professada pela grande maioria da sociedade.

    O povo que nutre esperanças messiânicas tem, por via de regra, a ideia de ser um «povo eleito» ou privilegiado pelo Céu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Restauração

    Restauração

    Gabriel do Espírito Santo

    7,00 

    Restauração: Batalhas do Ameixial e de Montes Claros (1640-1668) do Gabriel do Espírito Santo Quidnovi. Matosinhos, 2006, 144 págs. E.
    Colecção: Batalhas da História de Portugal | 9

    A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.

    📘 Plastificado de origem

  • Os Nossos Anos de Adelaide Cabral

    Nossos Anos, Os

    Adelaide Cabral

    20,00 

    Os Nossos Anos de Adelaide Cabral.
    Expresso. Lisboa, 2010, 10 vols. E. Il.

    Década a década, relembramos os grandes momentos, os locais, os ícones, as marcas, os objectos, as modas, os filmes, os ídolos, as músicas, os brinquedos ou os passatempos que marcaram os últimos cem anos, desde 1910 aos nossos dias. Todas as semanas um livro, uma década, um mundo de imagens e de recordações

    Índice

    10 – A vida em República
    20 – Loucos tempos dourados
    30 – Um Estado Novo em Portugal
    40 – O mundo em guerra
    50 – Um tímido pós-guerra
    60 – A era em que o mundo mudou
    70 – A década da revolução
    80 – Portugal na Europa
    90 – As novas tecnologias
    00 – Uma aldeia global na expectativa do novo milénio

    📘 Plastificado de origem

  • Maria da Fonte e Patuleia de Teresa Nunes

    Maria da Fonte e Patuleia

    Teresa Nunes

    7,00 

    Maria da Fonte e Patuleia (1846-1847) de Teresa Nunes
    Quidnovi. Matosinhos, 2006, 127 págs. E.
    Colecção: Batalhas da História de Portugal | 16

    A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.

    📘 Plastificado de origem