• Centenário de Alexandre Herculano (1877-1977) de David Mourão-Ferreira

    Centenário de Alexandre Herculano (1877-1977)

    David Mourão-Ferreira

    7,50 

    Centenário de Alexandre Herculano (1877-1977) de David Mourão-Ferreira
    Secretaria de Estado do Cultura. Lisboa, 1977. B. Il.

    O certo, de qualquer modo, é que a personalidade de Alexandre Herculano é tão complexa, a despeito da unidade em que voluntariamente se estrutura, e a sua obra tão diversificada, a despeito da insistência em determinados domínios temáticos, que acerca de uma e de outra serão porventura possíveis muito diferentes interpretações. E é isso mesmo que também se espera do ensejo deste centenário, da coordenação de cujas comemorações, a nível oficial, se encarregou a Secretaria de Estado da Cultura.

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  • Júlio Dinis de João Gaspar Simões

    Júlio Dinis

    João Gaspar Simões

    5,00 

    Júlio Dinis de João Gaspar Simões
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1979, 165 págs. E. Il.

    Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim G. G. Coelho, foi um escritor português do século XIX, médico de formação, cuja obra marca a transição do Romantismo para o Realismo. Destacou-se por retratar a vida burguesa e rural com simplicidade, otimismo e sentido social.

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  • Sobre Walter Benjamim de Theodor W. Adorno

    Sobre Walter Benjamim

    Theodor W. Adorno

    7,00 

    Sobre Walter Benjamim de Theodor W. Adorno
    Ediciones Catedra. Madrid, 1995, 177 págs. B.

    Este volumen reúne ensayos y cartas sobre Ben-jamin de Theodor W. Adorno, ilustre representante de esa escuela. Adorno promovió las publicaciones de Ben-jamin, diez años mayor que él pero desvalido finan-cieramente, y trató de ayudarle desde Norteamérica, hasta el día en que el solitario y desesperado escritor, huyendo de la Gestapo, puso fin a su vida en la fron-tera española de Port Bou. El lector tiene en sus ma-nos un documento inestimable para acercarse al pen-samiento y a la figura del hombre que se describió a símismo como alguien que se mantiene trepando a lo alto del mástil de un barco que se hunde y desde allílanza una señal de rescate.

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    🟣 Obra em língua castelhana.

  • A Literatura e o Mal de George Bataille.

    Literatura e o Mal, A

    George Bataille

    7,00 

    A Literatura e o Mal de George Bataille
    Vega. Lisboa, 1998, 186 págs. B.
    Colecção: Passagens | 31

    Neste livro, Bataille analisa de forma magistral as obras de Emily Brontë, Charles Baudelaire, Michelet, William Blake, Marquês de Sade, Proust, Kafka e Jean Genet, obras que são, de um modo ou de outro, atravessadas pelo mal. Bataile acompanha estes autores numa escrita caracterizada pela radicalidade do seu própio pensamento.

     

    «Estes estudos respondem aos esforços que prossegui para esclarecer o sentido da literatura… A literatura é o essencial, ou nada é. O Mal – uma forma aguda do Mal -, da qual ela é a expressão, tem para nós, na minha opinião, o valor supremo. Mas esta concepção não implica a ausência de moral, exigindo antes uma “hipermoral”.»

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  • Herculano em Vale de Lobos de Cândido Beirante

    Herculano em Vale de Lobos

    Cândido Beirante

    12,50 

    Herculano em Vale de Lobos de Cândido Beirante.
    Junta Distrital. Santarém, 1977, 251 págs. B. Il.

    Cândido Beirante consegue provar com excelente critério e dados aduzidos a sua proposição nos três capítulos da primeira parte: que Herculano não foi «nem eremita nem solitário», mas na exploração agrícola um pioneiro», e como escritor e homem moral sempre um <mestre». Assim a lenda do «retiro» se reduz ao sentido meramente simbólico a que pode aspirar. Na segunda parte deste trabalho, particularmente incidente sobre o agricultor exemplar que chegava a tomar parte com os seus homens na azáfama quotidiana, pegando no sacho de rega e na tesoura de podar, é primorosamente focada a «apologia do campo contra a cidade» e analisados os motivos concretos que levaram Herculano a defender acerrimamente a liberdade de emigração», principalmente nos seus magistrais estudos empreendidos nos últimos anos de vida sobre este tema. A proposta de regeneração para Portugal» decorre naturalmente da meditação profunda de toda uma existência consagrada à história e ao trabalho, incluso o dos campos, e recebeu da análise de Cândido Beirante uma luz, senão nova, intensa. – in Prefácio de Vitorino Nemésio

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    📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.

  • O Silêncio dos Livros de George Steiner

    Silêncio dos Livros, O

    George Steiner

    6,00 

    O Silêncio dos Livros de George Steiner
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2025, 77 págs. B.

    Temos tendência para esquecer que os livros, eminentemente vulneráveis, podem ser suprimidos ou destruídos. Têm a sua história, como todas as outras produções humanas, uma história cujos primórdios contêm, em gérmen, a possibilidade, a eventualidade de um fim.

     

    George Steiner sublinha assim a permanência incessantemente ameaçada e a fragilidade da escrita, interessando-se paradoxalmente por aqueles que quiseram – ou querem – o fim do livro. A sua abordagem entusiástica da leitura une-se aqui a uma crítica radical das novas formas de ilusão, de intolerância e de barbárie produzidas no seio de uma sociedade dita esclarecida.

     

    Esta fragilidade, responde Michel Crépu, não nos remeterá para um sentido íntimo da finitude que nos é transmitido precisamente pela experiência da leitura? Esta estranha e doce tristeza que se encontra no âmago de todos os livros como uma luz de sombra.

    A nossa época está prestes a esquecer-se disto. Nunca os verdadeiros livros foram tão silenciosos.

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  • O Texto Literário de Manuel dos Santos Alves

    Texto Literário, O

    Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    O Texto Literário: Linguística, Poética, Estilística, Géneros Literários, Textos de Manuel dos Santos Alves
    Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa, s.d., 273 págs. B.

    E por isso que um trabalho desta natureza implica o conhecimento de múltiplos factores, entre os quais figuram, por exemplo, a gramática, necessária, sobretudo, à correcção, a estilística para a elegância, a semântica para o rigor do sentido dos vocábulos. Certa mente que a gramática, etc. pouco ou nada importam, enquanto coletâneas de regras que é preciso fixar, mas não parece menos verdadeiro que sem elas, se compreendidas, o conhecimento do texto se mostra impossível.

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  • Problemas Fundamentais da Teoria da Literatura de Werner Krauss.

    Problemas Fundamentais da Teoria da Literatura

    Werner Krauss

    6,00 

    Problemas Fundamentais da Teoria da Literatura de Werner Krauss.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 154 págs. B.

    Ao longo de várias edições, esta obra alcançou, na Alemanha, uma tiragem global de 35 000 exemplares. Isso deve-se, certamente, à sua utilidade, isto é, à capacidade do autor para, num reduzido número de páginas, compendiar e sistematizar uma vastíssima informação, indispensável ao investigador e ao estudante da teoria da literatura.

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  • Introdução à Literatura Fantástica

    Introdução à Literatura Fantástica

    Tzvetan Todorov

    10,00 

    Introdução à Literatura Fantástica de Tzvetan Todorov.
    Moraes Editores. Lisboa, 1977, 156 págs. B.

    Partindo de uma revisão da Teoria dos Gêneros, o autor transporta o leitor ao âmago do fantástico, definindo-o pelo preenchimento de três condições – uma, ligada ao mundo das personagens, outra, a uma hesitação entre o natural e o sobrenatural e a terceira, em que se exige escolher um entre os vários modos ou níveis de leitura. Constrói-se, assim, uma rede de relações com o mundo, com a percepção e o olhar, como também uma relação com o outro, o inconsciente e a linguagem.

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  • Gama Camões Vieira Pessoa

    Gama Camões Vieira Pessoa

    Justino Mendes de Almeida

    6,00 

    Gama, Camões, Vieira, Pessoa: A Gesta e os Poemas, a Profecia (1498-1998) de Justino Mendes de Almeida [et al.]
    Livraria Nova Galáxia. Caldas da Rainha, 1999, 165 págs. B.

    Primeira Jornada
    Gama e Camões: a gesta e o poema

    Justino Mendes de Almeida
    Camões: biografias, biografia, autobiografia

    José da Costa Miranda
    Camões: tempestade marítima e fogo de Sant’Elmo. Ecos de Virgílio e também de épicos renascentistas italianos?

    Joaquim Romero de Magalhães
    Vasco da Gama: uma indispensável releitura das crónicas

    António Neves Berbém
    Vasco da Gama: o descobridor, o capitão, o embaixador

    Maria de Lourdes Cidraes
    A terra, o mar e a gente: realidade e mito n’Os Lusiadas de Luís de Camões

    Adriano Moreira
    O Euromundo de Camões e a Europa do fim do século

    Segunda Jornada
    Camões, Vieira, Pessoa: os poetas e os poemas, a profecia

    Fernando Campos
    Do Adamastor ao Mostrengo

    Arnaldo do Espírito Santo
    Camões e Vieira: epopeia e profecia

    Luís Filipe B. Teixeira
    Camões/Pessoa: poetas da viagem utópica

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Vergílio Ferreira - Espaço Simbólico e Metafísico de J. L. Gavilanes

    Vergílio Ferreira – Espaço Simbólico e Metafísico

    J. L. Gavilanes

    10,00 

    Vergílio Ferreira – Espaço Simbólico e Metafísico de J. L. Gavilanes Laso
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1989, 348 págs. B.
    Colecção: Estudos Portugueses | 21

    O livro “Vergílio Ferreira: Espaço Simbólico e Metafísico”, de J. L. Gavilanes Laso, é um estudo sobre a obra do escritor português Vergílio Ferreira, traduzido para o português por António José Massano e publicado pela primeira vez em 1989 pela Publicações Dom Quixote. A obra faz parte da coleção “Estudos Portugueses” e aborda o espaço simbólico e metafísico na literatura de Ferreira.

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  • Materialismo Idealista de Fernando Pessoa de Luís de Oliveira e Silva

    Materialismo Idealista de Fernando Pessoa

    Luís de Oliveira e Silva

    7,50 

    Materialismo Idealista de Fernando Pessoa de Luís de Oliveira e Silva.
    Clássica Editora. Porto, 1985, 245 págs. B.

    O presente livro, versão portuguesa duma tese doutoral apresentada na Universidade de Londres, defende o romantismo da obra poética de Fernando Pessoa, obra que fundamenta no dinamismo psicoló-gico de Fichte e no pessimismo de Schopenhauer. Como homem do seu tempo, como homem histórico, Pessoa incorpora o assis-tematismo agressivo de Nietzsche e a sua crítica acérrima da verdade institucionalizada. Exprime também o decadentismo fin de siècle, tanto na maneira crua de Corbière ou Laforgue como no estilo melódico feutre de Verlaine.

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  • Helade: Antologia da Cultura Grega de Maria Helena da Rocha Pereira

    Helade: Antologia da Cultura Grega

    Maria Helena da Rocha Pereira

    10,00 

    Helade: Antologia da Cultura Grega de Maria Helena da Rocha Pereira
    Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Coimbra, 1990, 538 págs. B.

    Hélade é a mais importante antologia da cultura grega publicada em Portugal.
    Obra de enorme amplitude cronológica e temática, permite ao leitor que lê por paixão ou gosto – ou, mais particularmente, ao estudante – aceder, através de traduções altamente respeitadas, aos nomes fundadores da cultura ocidental, da Ilíada e Odisseia a Plutarco e Díofanto, passando, entre outros, por Hesíodo, Safo, Heraclito, Ésquilo, Sófocles e Eurípides.

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  • Toda e Qualquer Escrita de João de Melo

    Toda e Qualquer Escrita

    João de Melo

    6,00 

    Toda e Qualquer Escrita: Estudos, Ensaios e Críticas de Literatura de João de Melo.
    Vega. Lisboa, s.d., 224 págs. B.
    Universidade | 23

    TODA E QUALQUER ESCRITA (Estudos, ensaios e críticas de Literatura) é um livro que atravessa as cinco áreas fundamentais do trabalho ensaístico de João de Melo dos últimos anos: a Literatura Açoriana (Romanceiro e tradições orais, a produção literária insular 1960-1980, a novelística de Dias de Melo e a poesia de Nemésio); a análise estrutural da obra de consagrados escritores portugueses (José Cardoso Pires, Manuel da Fonseca, Augusto Abelaira); a questão sociolinguística da Língua como fenómeno social; a Literatura Francesa (do Barroco a Baudelaire) e, por fim, a Literatura Angolana (Castro Soromenho e Manuel dos Santos Lima). Na diversidade desta temática reside a intenção de suscitar o interesse dos leitores (estudantes, críticos, estudiosos em geral) para a relação da escrita do ensaio com a de criação literária. Com a especial novidade de retomar o estudo da cultura dos Açores, este livro preenche um espaço de conhecimento, de trabalho e de descoberta ainda pouco experimentado por muitos, além de prolongar a perspectiva, o conceito e o fundo teórico das novas correntes da crítica portuguesa.

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  • O Que é um Autor? de Michel Foucault

    Que é um Autor?, O

    Michel Foucault

    6,00 

    O Que é um Autor? de Michel Foucault
    Vega. Lisboa, 2002, 160 págs. B.
    Colecção: Passagens | 6

    Michel Foucault é um dos autores cuja influência mais se faz sentir no pensamento actual. A multiplicidade dos seus interesses, inseparável da recusa da filosofia e crítica do saber disciplinar, fazem dele um autor inclassificável, revelando o que o seu pensamento tem de exigente. O conjunto de textos reunidos neste pequeno volume tem hoje maior oportunidade do que quando da sua publicação, inserindo-se numa via que o próprio Foucault ajudou a abrir. Essa via tem a ver com o problema do sujeito, e a sua relação com a escrita, não simplesmente como problema estético mas enquanto forma de experiência moderna. Abrangendo todas as etapas do pensamento de Foucault, o conjunto dos textos dá uma visão da sua maneira de trabalhar, permitindo simultaneamente apreender a complexidade da problematização da subjectividade.

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  • Literatura Grega de Monique Trede-Boulmer

    Literatura Grega

    Monique Trede-Boulmer

    5,00 

    Literatura Grega de Monique Trede-Boulmer.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1992, 112 págs. B.
    Colecção Saber | 223

    Ao longo dos tempos, a civilização ocidental tem sabido encontrar nas obras dos clássicos gregos uma fonte inesgotável de inspiração para a renovação dos seus valores culturais.

    O presente livro é uma introdução a esse capítulo fundamental da literatura universal que vai de Homero a Aristóteles. Cobrindo um período que se estende por mais de cinco séculos de história, são apresentadas aqui as primeiras obras conhecidas no domínio da poesia, do teatro, da retórica, da história e da filosofia.

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