A mostrar 1–16 de 25 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Educação... Caminhos de Liberdade de José Veiga Simão

    Educação… Caminhos de Liberdade

    José Veiga Simão

    30,00 

    Educação… Caminhos de Liberdade de José Veiga Simão
    CIREP. Lisboa, 1973, 396 págs. B.

    Discursos e declarações mais importantes do Ministro da Educação Nacional, Professor Doutor José Veiga Simão, de 15 de Janeiro de 1970 a 15 de Janeiro de 1973.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Organização Corporativo

    Organização Corporativo

    Luiz Supico Pinto

    7,50 

    Organização Corporativo de Luiz Supico Pinto.
    Editorial Império. Lisboa, 1945, 40 págs. B.

    Entrevistas concedidas ao «Diário de Notícias» pelo Exmo. Senhor Dr. Luiz Supico Pinto, ilustre Ministro da Economia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Transição Falhada, A

    Transição Falhada, A

    Fernando Rosas

    10,00 

    A Transição Falhada: O Marcelismo e o Fim do Estado Novo (1968-1974) de Fernando Rosas e Pedro Aires Oliveira.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2004, 374 págs. E.

    O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974). O que falhou realmente no experiência marcelista? O que terá originado o bloqueio do aparente projecto reformista inicialmente proposto? Havia, no Portugal de 1968, condições de viabilidade para um processo de transição a partir do Regime?

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Princípios Informadores do Corporativismo Português

    Princípios Informadores do Corporativismo Português

    Vicente Henrique Varella Soares

    7,50 

    Princípios Informadores do Corporativismo Português de Vicente Henrique Varella Soares.
    Ed. Autor. Luanda, 1941, 50. B.

    O Estado português não crê na representação nacional transmitida pela vontade anónima, e por isso cria uma assemblea assistida em todas as deliberações de um conselho técnico consultivo, constituído nas diferentes especialidades da vida nacional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Organização Corporativo de Luiz Supico Pinto

    Organização Corporativo

    Luiz Supico Pinto

    7,50 

    Organização Corporativo de Luiz Supico Pinto.
    Editorial Império. Lisboa, 1945, 40 págs. B.

    Entrevistas concedidas ao «Diário de Notícias» pelo Exmo. Senhor Dr. Luiz Supico Pinto, ilustre Ministro da Economia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • II Congresso da Mocidade Portuguesa de Luís Ribeiro Viana

    II Congresso da Mocidade Portuguesa

    Luís Ribeiro Viana

    10,00 

    II Congresso da Mocidade Portuguesa de Luís Ribeiro Viana.
    Sociedade Tipográfica. Lisboa, 1956, 200 págs. B. Il.

    Publicam-se neste volume alguns documentos relativos ao “II Congresso Nacional da Mocidade Portuguesa»: o regulamento e as respectivas notas executórias, os discursos proferidos nas sessões de abertura e encerramento e as conclusões finais.

    ❗Capa suja.

  • Anos de Salazar, Os

    Anos de Salazar, Os

    António Simões do Paço

    60,00 

    Anos de Salazar de António Simões do Paço.
    Planeta DiAgostini. 2007, 30 vols.

    “Os Anos de Salazar” é o nome de uma coleção de 30 livros coordenada por António Simões do Paço, que aborda o período do Estado Novo em Portugal, liderado por António de Oliveira Salazar. Cada volume explora um aspecto específico desse período, revelando tanto o que era divulgado (o que se contava) quanto o que era ocultado (o que se ocultava).

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Anais da Revolução Nacional de João Ameal

    Anais da Revolução Nacional

    João Ameal

    400,00 

    Anais da Revolução Nacional de João Ameal.
    Neogravura. Lisboa, 1948, 5 vols. E.

    Obra com a cronologia detalhada de 27 de Maio a 20 de Junho de 1926 e o documentário fotográfico das movimentações políticas, religiosas e militares que consumaram, entre 28 de Maio e 17 Junho de 1926, o golpe que instaurou a Ditadura Militar.

    👨🏻‍🎨Direcção Artística Manuel Lapa
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944)

    Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944)

    António Louçã

    15,00 

    Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944) de António Louçã.
    Parsifal. Lisboa, 2022, 247 págs. B.

    Um livro que começou logo a suscitar polémica a propósito da delicada questão do ouro nazi em Portugal. O historiador António Louçã tem vindo a aprofundar o estudo das relações entre o nazismo alemão e o fascismo salazarista, e esta obra vem, de certo modo, pôr em causa os resultados da Comissão que investigou o ouro nazi no Banco de Portugal. Ao contrário desta, António Louçã chega à conclusão que «até ao Verão de 1944, Portugal forneceu à Alemanha mais volfrâmio e recebeu através da Suíça mais ouro nazi do que nenhum outro país». Por isso «as empresas portuguesas estiveram no topo da ‘lista negra aliada’» e «a ‘corrida ao escudo’ foi o principal fenómeno cambial na economia de guerra europeia, teve repercussões muito para além de Portugal e condicionou, de forma decisiva, o tráfico de ouro entre a Alemanha e a Suíça», tendo Portugal, durante a Segunda Grande Guerra, estado no centro de uma prova de força entre os interesses económicos dos beligerante.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Manual de Jogos Educativos

    Manual de Jogos Educativos

    Mocidade Portuguesa Feminina

    20,00 

    Manual de Jogos Educativos de Mocidade Portuguesa Feminina.
    Escolas Profissionais Salesianas. S.L. S.D., 146 págs. B.

    «[…] A maior parte das alunas foi […] enquadrada e formada nos centros da MPF [Mocidade Portuguesa Feminina] nas escolas primárias e técnicas e nos liceus […]. [Com] programas de actividades […], de frequência obrigatória para grande parte da população feminina escolarizada […]. A MPF também utilizou outros meios coreográficos, manifestações de caracter social, político e religioso e iniciativas de carácter assistencial, para mobilizar, enquadrar e premiar as jovens […].

    Todas estas actividades e iniciativas eram instrumentos de inculcação de uma moral e de uma ideologia política, que foram secundados por outro poderoso meio – constituído pelas publicações da MPF – através do qual a organização transmitia às jovens determinados valores e comportamentos, para as colocar ao serviço do Estado Novo […].» (Fonte: Irene Flunser Pimentel, História das Organizações Femininas do Estado Novo, Temas e Debates, Lisboa, 2001)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Salazar de Helena Matos

    Salazar

    Helena Matos

    25,00 

    Salazar de Helena Matos.
    Temas e Debates. Lisboa, 2003, 2 vols. B.

    Vol. I – Salazar – A Construção do Mito 1928-1933
    Vol. II – Salazar – A Propaganda

    Um retrato profundo de como se construiu o mito e a imagem de uma das figuras mais marcantes do século XX português.
    Esta obra acompanha a ascensão de Salazar entre 1928 e 1933 e revela o papel decisivo da propaganda a partir de 1934, com jornais, rádio, cartazes e grandes eventos a moldarem a perceção pública do ditador. Mais do que uma biografia, é uma viagem ao Portugal da época e à forma como o poder se constrói também através da imagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Última Dama do Estado Novo de Orlando Raimundo

    Última Dama do Estado Novo

    Orlando Raimundo

    10,00 

    Todos conhecemos Marcello Caetano, o delfim e sucessor de Salazar que marcou os últimos anos do Estado Novo. Mas, se foi possível acompanhar a vida pública deste Presidente do Conselho durante o período mais negro da Guerra Colonial, a sua vida privada permaneceu um mistério, ao ponto de a maioria dos portugueses só ter ouvido…

  • Salazar: Mocidade e Príncipios de Franco Nogueira

    Salazar: Mocidade e Príncipios

    Franco Nogueira

    10,00 

    Salazar: Mocidade e Príncipios de Franco Nogueira.
    Atlântida Editora. Coimbra, s.d., 339 págs. B.

    Depois da Revolução de 25 de Abril de 1974, gerou-se em Portugal um clima de ódio contra a figura histórica e humana de Oliveira Salazar. Não procuro negar a legitimidade dos motivos de quantos nutrem aquele sentimento. Decerto terão para tanto razões pessoais. É perfeitamente possível, aliás, formular reservas a muitos aspectos da obra de Salazar, e a traços da sua personalidade; e a quem possuir documentos que o permitam, e que eu desconheço, seria mesmo lícito condenar em bloco aquela obra e aquela personalidade.

     

    Mas o ódio é mau conselheiro, e a paixão política parece ser, dentre todas as paixões, a que mais cega os homens. No plano histórico, se são de arredar o favor e o encómio, também são de evitar tanto o ódio como a paixão. Impõe-se ao cronista de factos passados toda a frieza, toda a isenção de ânimo, toda a objectividade de juízo: não pode ser o apóstolo da figura retratada, nem o seu detractor tão-pouco. Em qualquer caso, a realidade histórica é esta: Oliveira Salazar governou POrtugal durante quase quarenta anos. Esses quarenta anos não foram um espaço em branco na história da Nação: mal ou bem, alguém os preencheu. Afigura-se que os portugueses têm o direito de saber como viveu a sua pátria e o que nesta aconteceu ao longo daquele período. Os portugueses de hoje e os de amanhã (…)

     

    É neste espírito, de absoluto desprendimento, de rigoroso exame das fontes, mesmo de gelado realismo, que concebi o relato do consulado de Oliveira Salazar. Não é obra de vitupério, nem de apostolado: busco a verdade, à luz de factos e documentos. Quem a quiser entender diferentemente, que entenda: mas não está de boa-fé.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dossier Coimbra 1969

    Dossier Coimbra 1969

    António da Cruz Rodrigues

    20,00 

    Dossier Coimbra 1969 de António da Cruz Rodrigues [et al.].
    Livraria Sampedro Editora. Lisboa, 1970, 223 págs. B.

    Que, levou os autores a fazerem o presente inquérito aos acontecimentos académicos de Abril-Julho deste ano em Coimbra? Em primeiro lugar um sentimento de curiosidade e perplexidade e o desejo, mais, a necessidade de compreender. Precisamente, o que aconteceu? E como?

    Dizia-se que um “processo” contestativo tivera curso em Coimbra segundo os principias, método e as regras internacionalmente experimentados.

    Sabe-se como a ideia espalhada por toda a parte, relativamente aos movimentos estudantis estrangeiros dos últimos anos, é de que se trata de movimentos subversivos, de contestação geral da sociedade e não apenas académica aproveitando a nova classe dos estudantes como plataforma revolucioaria, esgotadas que estariam as possibilidades subversivas do proletariado. Seria assim em Coimbra?

    Soja como for, cremos que dos factos apurados sobressaem as regras de estratégia e da táctica reivindicativas aplicadas em Coimbra, allás com talento. Talvez não seja possivel de ora em diante ignorá-las, como spós outras crises.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Última Dama do Estado Novo

    Última Dama do Estado Novo

    Orlando Raimundo

    7,50 

    Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo de Orlando Raimundo.
    Temas e Debates. Lisboa, 2003, 121 págs. B.

    Todos conhecemos Marcello Caetano, o delfim e sucessor de Salazar que marcou os últimos anos do Estado Novo. Mas, se foi possível acompanhar a vida pública deste Presidente do Conselho durante o período mais negro da Guerra Colonial, a sua vida privada permaneceu um mistério, ao ponto de a maioria dos portugueses só ter ouvido falar da sua mulher, Teresa de Barros, no dia do anúncio oficial da sua morte. Orlando Raimundo – o jornalista que descobriu nos Arquivos de Salazar um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo abdicar das colónias menos importantes para resistir em Angola e Moçambique – vem, neste seu ensaio biográfico, penetrar nos bastidores da história de Marcello Caetano para nos revelar as suas origens modestas, a ajuda dos amigos na sua formação, o núcleo de pressão que o levou ao poder, o drama vivido com a doença da mulher, a forma como a filha, Ana Maria Caetano, foi condenada a assumir o papel de primeira-dama – desistindo de um casamento com um advogado de grande prestígio – e, por fim, as determinações frias e racionais sobre a questão colonial que acabaram por levar à queda do regime em 1974 e ao seu exílio no Brasil.

    Publicado originalmente em 2000, A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo foi amplamente revisto e aumentado, trazendo agora a público novas e surpreendentes revelações.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António de Oliveira Salazar de Joaquim Vieira

    António de Oliveira Salazar

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Na alvorada do século XXI, António de Oliveira Salazar constitui apenas uma sombra difusa. As suas ideias antidemocráticas não inspiram seguidores e ninguém se dispõe a reconhecer-lhe virtudes actuais. Não persiste qualquer nostalgia da sua época nem vontade de regressar ao país isolado e provinciano que era o seu. (…) Mas a memória da personagem,…