Marcello Caetano de Joaquim Vieira [Dir.]. Temas e Debates. Lisboa, 2004, 199 págs. E.
Obra biográfica sobre Marcello Caetano, realçando algumas das fases mais significativas do seu percurso pessoal e político. Percorrendo a vida do biografado e contextualizando-a na História do Estado Novo em Portugal, a obra contém várias apreciações sobre o «Renovador encurralado», aditadas de um extenso rol de documentos fac-similados e fotogravuras, de que destacamos a cronologia e árvore familiar em anexo.
«Quem busque reunir traços do perfil de Salazar, colhidos em época limitada de conhecimento mais próximo do Homem, sente ao rememorá-los a tentação de buscar-lhes raiz distante em imagens dispersas que, ao longo da nossa própria vida, sem sequer o conhecer, já dele houvéramos.» in Introdução
Valorização da Mocidade Portuguesa de Mário Marques de Andrade. Gráfica de Coimbra. Coimbra, 1960, 236 págs. B. Il.
Preço: 10€
Portes: 1,25€
Obra com prefácio do Governador-Geral do Estado da Índia Brigadeiro Vassalo e Silva. Raro relatório das actividades, na Índia Portuguesa, da organização que enquadrava a juventude durante o Estado Novo. É fonte muito importante para o estudo dos últimos dias da presença de Portugal em Goa, Damão e Diu
“Salazar – Biografia Política” é a primeira biografia académica escrita sobre Salazar. O autor, Filipe Ribeiro de Meneses, é um investigador português a leccionar actualmente na University of Ireland, na Irlanda: «…as consequências das decisões de Salazar eram sentidas por povos na Europa, África e Ásia. Salazar reconfigurou a política portuguesa, embora não tivesse partidários…
ANTUNES, José Freire, KENNEDY E SALAZAR: O LEÃO E A RAPOSA. Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 383 págs. B.
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos.
Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal.
José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
📷 Ilustrado ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Ao Serviço da Mocidade Portuguesa de Mário Marques de Andrade. Imprensa Nacional. Goa, 1961, 397 págs. B. Il.
(…) procuramos incutir na alma dos jóvens portugueses do Estado da India, o ideário da Mocidade Portuguesa, cumprindo um programa de actividades muito variado que abrangeu a prática de todos os desportos, realização de vários acampamentos, cruzeiros marítimos à ilha de Angediva, comemoração de datas importantes para a grei portuguesa.
Mocidade Portuguesa: Breve História de uma Organização Salazarista de Lopes Arriaga. Terra Livre. Lisboa, 1976, 194 págs. B
“Quatro décadas depois da sua criação, em pleno florescimento do regime ditatorial salazarista, quem se lembrará hoje da extinta Mocidade Portuguesa, como irrompeu e que objectivos perseguia a organização juvenil que procurara abarcar nos seus tentáculos a juventude do País inteiro — trabalhadora ou não —, inspirando-se nos modelos hitlerianos e da Itália de Mussolini? Criada em 1936 pelo ministro Carneiro Pacheco, o carácter de filiação obrigatória, a fisionomia militarista e eminentemente política, a época em que surgiu, a forma absorvente como procurou abranger toda a juventude, a sua orgânica, e o regulamento de instrução geral decalcado dos do Exército, em pouco tempo criaram à sua volta um clima de antipatia e de marcado pendor fascizante (…)” — retirado do Intróito.
Rumo de Portugal de J. Moreira Campos. Ed. Autor. Lisboa, 1963, 220 págs. B.
José Moreira de Almeida Campos (Orgens, Viseu, 24 de Setembro de 1898 – Lisboa, 30 de Abril de 1967), mais conhecido como José Moreira de Campos foi um oficial da Marinha de Guerra, compulsivamente reformado pelo governo salazarista ao abrigo do Decreto Lei nº 25316, de 13 de Maio de 1935, membro do MUNAF e do Diretório Democrato-Social, foi um dos republicanos históricos, tradicional oposicionista ao salazarismo.
Foi preso pela PIDE em 7 de Janeiro de 1952 por envolvimento na suposta intentona da Rua da Assunção, juntamente com o capitão Henrique Galvão, o brigadeiro Maia e o coronel Tadeu. Recolhem à cadeia do Aljube, sendo transferidos posteriormente para a Casa de Reclusão da Trafaria, onde permanecem até Julho do mesmo ano.
Ano Décimo da Revolução Nacional de SPN. Edições SPN. Lisboa, 1936 [?], 39 págs. B.
«Neste curto período de dez anos recuperou-se aquele estado de espírito que animou a formação da nossa unidade, garantiu a nossa independência política e realizou a obra grandiosa das Descobertas e da Colonização.»
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