• Torre da Barbela, A

    Torre da Barbela, A

    Ruben A

    6,00 

    A Torre da Barbela de Ruben A.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 309 págs. B.

    Na margem esquerda do rio Lima, existe uma antiga torre de vigia, tão antiga quanto o nascimento da nação lusitana (e a única torre triangular de toda a Península!). Nos dias que correm, a Torre da Barbela é um velho monumento, memória do Portugal inventado pelas patranhas de um fantasioso caseiro-guia. O que a centena de turistas enganados não sabe é que, após o horário de visita, os antigos Barbelas, vindos de oito séculos diferentes, ressuscitam e habitam os seus arredores. Publicado em 1964, A Torre da Barbela é um espantoso retrato psicológico do país desde a sua fundação, que mereceu a Ruben A. o prémio Ricardo Malheiros, atribuído pela Academia de Ciências de Lisboa, em 1965.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Historical & Archaeological Sketch of the City of Goa, An

    Historical & Archaeological Sketch of the City of Goa, An

    J N. da Fonseca

    30,00 

    An Historical & Archaeological Sketch of the City of Goa de J N. da Fonseca.
    Thacker & Co. Bombay, 1878, 332 págs. E. Il.

    “Tue history of the Portuguese in India would point the moral and adorn the tale of a philosophical historian who should write of the de. eline and fall of the empires. It (the city of Gos) is a place an Englishuman ought to visit. It is a place which an English Prince especially may visit with great profit. If we are proud of our deeds and of our history in Indin, and if we are elated by the greatness of the doings of our race, we may be led by the aspect of the ruins, such as those which the Prince of Wales has been gazing upon, to turn our thoughts to the investigation of the causes which sap the foundation of mighty states, and lay the work of statesmen and soldiers in the dust.” Dr. Russell.

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  • Sino da Montanha de Fernando Namora

    Sino da Montanha

    Fernando Namora

    20,00 

    Sino da Montanha: Cadernos de um Escritor de Fernando Namora.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1968, 297 págs. E.

    Uma nova faceta do grande escritor é-nos revelada nesta obra. Aqui, Namora assume a personalidade literária do autor que se confessa, que discute consigo próprio e com os outros, enquanto nos vai retratando gentes e terras com a independência, a honestidade e a mestria que caracterizam toda a sua obra. Um livro que lhe permitirá saborear momentos únicos da melhor literatura portuguesa.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pêndulo de Foucault de Umberto Eco

    Pêndulo de Foucault

    Umberto Eco

    10,00 

    Pêndulo de Foucault de Umberto Eco.
    DIFEL. Lisboa, 2005, 563 págs. B.

    Nos nossos dias, três redactores editoriais italianos, cansados da rotina, são levados pela curiosidade e sede de cultura a retomar a curiosa história de um segredo dos Templários. Um segredo que os Cavaleiros teriam ocultado no momento da extinção da ordem e da condenação à morte dos seus dirigentes em 1312. A descoberta de um “Plano” centenário para dominar o mundo vai levar os três homens muito longe na procura da verdade.
    Umberto Eco consegue assim, num mesmo livro, misturar romance histórico, aventura e mistério. O resultado é um inquietante relato que nos faz pensar: poderá ser verdade? Poderemos ser todos vítimas de uma enorme conspiração de proporções cósmicas?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Origem das Espécies de Charles Darwin

    Origem das Espécies, A

    Charles Darwin

    8,00 

    A Origem das Espécies de Charles Darwin.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2005, 387 págs. B.

    “Charles Robert Darwin nasceu em 1809. O seu grande livro, Sobre a Origem das Espécies por Meio de Selecção Natural, ou a Preservação das Variedades Favorecidas na Luta pela Existência foi publicado em 1859, quando o autor tinha cinquenta anos de idade. Darwin viveria ainda vinte e cinco anos, morrendo em 1882, quando a Origem tivera já seis edições e fora consideravelmente revista e reescrita. Por norma, a sexta edição, de 1872, era a mais frequentemente reproduzida, mas mais recentemente os estudiosos têm insistido que é a primeira edição a realmente importante — vemos o pensamento de Darwin na sua forma original. As questões que coloco nesta introdução são acerca da génese da Origem e a sua natureza — a sua estrutura e conteúdo.”
    Com uma nova tradução, apresenta-se assim ao público português um novo livro. Isto também porque esta se baseou – seguindo as mais recentes teorias sobre a importância relativa das seis edições publicadas em vida por Charles Darwin – na primeira edição da obra, aquela que verdadeiramente revolucionou o lugar do Homem no Universo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mitologias de Roland Barthes

    Mitologias

    Roland Barthes

    8,00 

    Mitologias de Roland Barthes.
    Edições 70. Lisboa, 1988, 223 págs. B.

    O leitor encontrará aqui duas determinações: por um lado, uma crítica ideológica que incide sobre a linguagem da chamada cultura de massa: por outro, uma primeira desmontagem semiológica desta linguagem: eu acabava de ler Sausurre e daí tirei a convicção de que tratando as “representações colectivas” como sistemas de signos era possível esperar sair da denúncia piedosa e das conta nas suas minúcias da manifestação que transforma a cultura pequeno-burguesa numa natureza universal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jogos de Azar de José Cardoso Pires

    Jogos de Azar

    José Cardoso Pires

    6,00 

    Jogos de Azar de José Cardoso Pires.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1976, 245 págs. E.

    Jogos de Azar, de José Cardoso Pires, reúne nove contos escolhidos pelo autor: Carta a GarciaAmanhã, se Deus QuiserOs CaminheirosDom Quixote, as Velhas Viúvas e a Rapariga dos FósforosUma Simples Flor nos Teus Cabelos ClarosRitual dos Pequenos VampirosEstrada 43Week-end e A Semente Cresce Oculta.

    Nestas histórias, o olhar atento de Cardoso Pires examina um mundo desigual e os peões que nele se movem. Esta colectânea é «uma oportunidade de confronto e de meditação, sobre o artesanato do escritor, sobre o jogo de fortuna e azar em que se lança alguém quando descreve um pouco do seu tempo.»

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  • Iluminações – Uma Cerveja no Inferno de Jean-Arthur Rimbaud

    Iluminações – Uma Cerveja no Inferno

    Jean-Arthur Rimbaud

    7,50 

    Iluminações – Uma Cerveja no Inferno de Jean-Arthur Rimbaud.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1995, 203 págs. B. Il.
    𓂃🖊 Tradução Mário Cesariny

    Iluminações – Uma Cerveja no Inferno, é um dos casos especiais em que a poesia caminha por lugares muito elevados. Cesariny encontra, uma vez mais, Rimbaud, numa edição bilingue, a dois tons. A voz já se ouve atravessando o deserto e a floresta para além da Abissínia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História e Técnica dos Tapetes de Arroiolos de Fernando Baptista de Oliveira

    História e Técnica dos Tapetes de Arroiolos

    Fernando Baptista de Oliveira

    25,00 

    História e Técnica dos Tapetes de Arroiolos de Fernando Baptista de Oliveira.
    Sociedade Astória. Lisboa, 1983, 417 págs. E. Il.

    O trabalho mais reeditado e um dos mais estimados sobre o tema, que aclara muitos pontos da história dos tapetes de Arraiolos que permaneciam obscuros, dando a conhecer a técnica deste artesanato, para além de elucidar sobre as decorações dos tapetes bordados.

    Dá também ao possuidor de qualquer tapete de Arraiolos os conhecimentos precisos para avaliar o grau mais ou menos elevado das qualidades estéticas do seu exemplar.

    O livro reproduz por fim através da fotografia cem tapetes de Arraiolos antigos, cada uma delas acompanhada do estudo que foi feito ao respetivo exemplar.

    Profusamente ilustrada a negro, com algumas estampas a cores.

    📕 4ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerra de África (1961-1974) de José Freire Antunes

    Guerra de África (1961-1974)

    José Freire Antunes

    30,00 

    Guerra de África (1961-1974) de José Freire Antunes.
    Círculo de Leitores. Lisboa. s.d., 2 vols. E. Il.

    “Com esta obra em dois volumes, uma sugestão do Círculo de Leitores, pretendi abrir um espaço de pluralidade onde a Guerra de África fosse evocada por numerosos protagonistas de acontecimentos marcantes do período 1961-1974. O meu principal objectivo foi dar a palavra, registar, enquadrar o percurso de dezenas de personalidades que tiveram uma acção relevante nas várias áreas, em Portugal e em África. […] compilação dos depoimentos exclusivos e dos documentos ou extractos de documentos inéditos de cerca de cento e cinquenta figuras civis e militares. Ministros dos governos de Salazar e Caetano, dirigentes da oposição ao Estado Novo, chefes de grupos nacionalistas, governadores-gerais e comandantes-chefes, diplomatas em missões difíceis, grandes empresários com volumosos investimentos em África, alguns dos nossos melhores militares operacionais e outros combatentes menos notados, mulheres da sociedade civil e das Forças Armadas, dirigentes do Partido Comunista e outros grupos da esquerda, responsáveis e membros da polícia política, rebeldes contra a hierarquia da Igreja Católica, deputados, jornalistas, deficientes de guerra, etc.” in Preâmbulo

    Neste volume I e no volume II, inserem-se testemunhos orais ou escritos de: António Champalimaud, Jonas Savimbi, Costa Gomes, Franco Nogueira, Adriano Moreira, Jaime Neves, Óscar Cardoso, Marcelino da Mata, Jorge Jardim, Manuel Alegre, Galvão de Melo, Homem de Mello, Craveiro Lopes, Oliveira Marques, Américo Tomás e António Spínola.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Discurso Sobre o Filho-de-Deus de Alberto Pimenta

    Discurso Sobre o Filho-de-Deus

    Alberto Pimenta

    10,00 

    Discurso Sobre o Filho-de-Deus ao qual se segue Discurso Sobre o Filho da Puta de Alberto Pimenta.
    Editorial Teorema. Lisboa, 2000, 159 págs. B.

    “Discurso sobre o filho de deus, e na opinião de muitos líderes de um livro escrito depois de longa e bem amadurecida experiência, devendo a sua leitura ser, não ser obrigatória, pelo menos facultativo a todos os estudantes e Leis, Gestão , Ee afins ”(L. Carreiras – Vigário-geral destacado).

    Discurso Sobre o Filho-da-Puta poema em prosa, de argumento filosófico, no qual a palavra não têm só a função de significar, mas é quase sempre também ponto de partida para um artifício estilístico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Demanda do Preste João de Elaine Sanceau

    Demanda do Preste João, Em

    Elaine Sanceau

    15,00 

    Em Demanda do Preste João de Elaine Sanceau.
    Livraria Civilização. Porto, s.d., 384 págs. B. Il.

    As jornadas de Afonso de Paiva e de Pêro da Covilhã; a «Odisseia de Mateus», emhaixador que da Abissínia enviou a Portugal a rainha Helena; as aventuras prodigiosas de João Gomes e João Sanches – desaparecidos «na imensidade para
    fora do mapa»; todas as tentativas de D. João II, de D. Manuel I e de D. João III para estabelecer relações amigáveis e eficientes com os governantes dos imaginários defensores da Cristandade no oriente africano, narra-as Elaine Sanceau dentro do mais rigoroso critério de investigação e crítica. Monumentos de pedra ficaram testemunhando a demora desses pioneiros; mensagem gloriosa de um passado que nos honra, presença indestrutível onde palpita e freme e sempre nos entusiasma, a imorredoira lição do idealismo, incapaz de abdicar da bravura severa, do heroísmo isento de vaidades pueris e da sede de recompensa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos Exemplares de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Contos Exemplares

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    7,00 

    Contos Exemplares de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2014, 205 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio Federico Bertolazzi.

    Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às «Novelas Exemplares» de Cervantes. Inclui os contos «O Jantar do Bispo», «A Viagem», «Retrato de Mónica», «Praia», «Homero», «O Homem» e «Os Três Reis do Oriente».

    Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, «”Não aceitar o escândalo”, não “ceder ao desastre”, é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.».

    Nesta edição é mantida a grafia antiga.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Continente das Trevas de Mark Mazower

    Continente das Trevas

    Mark Mazower

    15,00 

    Continente das Trevas de Mark Mazower.
    Edições 70. Lisboa, 2014, 561 págs. B.

    No fim da Primeira Guerra Mundial, assistiu-se ao desaparecimento dos velhos impérios e à oportunidade de construção de uma sociedade melhor a partir das ruínas que o conflito deixou. No entanto, o resultado foi a divisão política e ideológica e banhos de sangue numa escala sem precedentes.
    Esta obra de Mark Mazower conta-nos a história de um século de divisão, descrevendo as lutas de três ideologias rivais – a democracia liberal, o comunismo e o fascismo – para criarem uma nova ordem mundial para a humanidade. O Continente das Trevas derruba radicalmente o mito da Europa como refúgio da democracia e reformula drasticamente a nossa visão do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Assim Falava de Zaratustra de Nietzche

    Assim Falava de Zaratustra

    Nietzche

    10,00 

    Assim Falava de Zaratustra de Nietzche.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1985, 368 págs. B.

    A terrível força vital que se desprende de cada uma das páginas escritas por Nietzsche, continua ainda hoje a influir nos caminhos do pensamento contemporâneo. Desde que em Assim Falava Zaratustra foi enunciada a teoria mística do «super-homem», grande parte do pensamento europeu não fez outra coisa que não fosse procurar afirmar na realidade a visão fantástica do filósofo alemão. Na verdade, se examinarmos o quadro evolutivo da poesia europeia (e mundial), é o super-homem que encontramos a latejar em cada verso, um super-homem nietzscheano na sua essência, mas que não consegue encontrar a musculatura e o sistema nervoso mais adaptados à sua função. É este terrível desencontro ocorrido na poesia que devemos alargar às outras formas de pensamento, para podermos desenhar o gráfico da influência exercida por Nietzsche.

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  • Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora? de Antónia de Sousa

    Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora?

    Antónia de Sousa

    7,50 

    Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora? de Antónia de Sousa.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 237 págs. B.

    Nos anos de 1986 e 87, a jornalista Antónia de Sousa gravou uma série de conversas com o pensador Agostinho da Silva, “pautadas de reflexões mas também de muitos risos”. São estas conversas, que até hoje permaneceram inéditas, que compõem o volume agora dado à estampa. Um livro indispensável, uma “leitura fascinante” de Portugal e dos portugueses, dos mitos fundadores da nacionalidade e da identidade nacional, às figuras e às obras de gente como o Pe. António Vieira ou o poeta Fernando Pessoa, que ajudaram a definir o país que somos e que sonhámos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.