• Diário de um Gajo Divorciado de António Costa Santos

    Diário de um Gajo Divorciado

    António Costa Santos

    2,50 

    Um livro actualíssimo: hoje há mais divórcios do que casamentos. Já tudo nos foi explicado sobre o casamento. Era preciso que alguém nos mostrasse o divórcio: por dentro. • Um livro de ficção? Sim. Mas uma ficção realista que, com ironia, nos faz um retrato vivo de uma sociedade onde: a) A mulher tem ainda…

  • Vinte Horas de Liteira de Camilo Castelo Branco

    Vinte Horas de Liteira

    Camilo Castelo Branco

    5,00 

    «Minúcias. Fome e sede de saber para quem se deita a averiguar, mesmo só ao de leve, como foi, porque foi, quem foi Camilo. É como uma braçada de cerejas puxamos uma e vêm muitas em cadeia. Com Camilo, é assim: relêem-se uns romances, descobrem-se umas cartas, e eis que de repente ele não é apenas o clássico.» – in Prefácio de Hélia Correia

  • Miséria e Grandeza do Amor de Benedita de João Ubaldo Ribeiro

    Miséria e Grandeza do Amor de Benedita

    João Ubaldo Ribeiro

    6,00 

    Miséria e Grandeza do Amor de Benedita de João Ubaldo Ribeiro
    Nelson de Matos. Lisboa, 2009, 146 págs. B.

    Um romance curto, extraordinariamente bem trabalhado do ponto de vista da escrita e da sua arquitectura interna, pleno de ironia e de mistérios, localizado na ilha de Itaparica, local de nascimento do próprio Autor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mar ao Norte de Henrique Madeira

    Mar ao Norte

    Henrique Madeira

    6,00 

    «Chegados às praias do Norte.
    Os ares de Ostende
    trazem notícias de aves eremitas
    habitantes de desconhecidas brumas
    olhos de água e terras beijadas
    intactas areias distantes nos tempos.»

  • Hotel Graben de José Viale Moutinho

    Hotel Graben

    José Viale Moutinho

    5,00 

    «Ninguém quis escutar estas palavras do velho Bartolomeu e ele ficou por ali, sem desviar os olhos das três bocas vulcânicas. Desde muito novo que a sua vida era naquele recanto da Ilha, a arrancar pedaços das paredes para a construção de lapinhas, de presépios. Carregava as escoras em pequenas caixas, que transportava para uma arrecadação, perto do Funchal.»

  • Dormir com um Fauno de Madalena Férin

    Dormir com um Fauno

    Madalena Férin

    5,00 

    «O Inverno era medonho. Parece que o vento habitava estas ilhas. Havia sempre uma luz cinzenta, coada através de um céu baixo, enrodilhado, amassado de nuvens pesadas, como crepes de viúva.»

  • Síndroma de Deus de Carlos de Miranda

    Síndroma de Deus

    Carlos de Miranda

    6,00 

    «Ainda com a memória viva dos caminhos das Terras de Aguiar. Pedro Afonso foi informado de que seu pai tinha sentido uma leve dor de cabeça seguida de uma leve indisposição, deitou-se e perdeu o reflexo de deglutição-»

  • Palavras, Musicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade de Armando Taborda

    Palavras, Musicas e Blasfémias que Envelheço na Cidade

    Armando Taborda

    5,00 

    «Nevoeiro
    a cinza do céu cai na terra
    nuvens baixas lambem o Homem
    recordam-lhe o feto que foi
    emerso do líquido amniótico.»

  • Elegia para um Caixão Vazio de Baptista-Bastos

    Elegia para um Caixão Vazio

    Baptista-Bastos

    7,00 

    Elegia para um Caixão Vazio de Baptista Bastos.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1983, 128 págs. B.

    Um homem quer escrever sobre uma revolução que se perdeu a si mesma. Não sabe, ainda, que a História é uma deusa cega, e também desconhece que escreve sobre os desencantos da sua geração. Ele julgou que tudo era permitido, porque tudo possuía à altura dos sonhos dos homens.

    Escreve a noite, o homem, com a tenacidade de quem acreditou na construção de um novo laço social. Escreve na noite, rodeado da família, recupera a memória das coisas e, por vezes, essa memória é um desfile de sujidade, de medos, de álcool e de sexo, como fugas ninguém sabe muito bem para onde.

    Crónica de uma geração, Baptista-Bastos juntou, ao mural da sua época, um outro quadro, no qual a dignidade humana se identifica com a identidade pessoal e a identidade social. Elegia para um caixão vazio é uma elegia para todos nós.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amor de Perdição

    Amor de Perdição

    Camilo Castelo Branco

    10,00 

    Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco.
    Porto Editora. Porto 1978, 176 págs. E.

    Nesta obra, misto de poema, de novela e de tragédia, Camilo atinge a maturidade artística.

    É uma obra equilibrada, com enredo conciso, sem episódios dispersivos, sem um número excessivo de personagens, quase sem considerações do autor, com uma linguagem adequada, substancialmente romântica, na correspondência trocada entre Simão e Teresa, mas saborosamente popular em João da Cruz, franca, viva, cheia de conceitos populares, e, por outro lado, intencionalmente irónica, caricatural, entre as freiras do convento, a anunciar já o escritor de transição para o realismo.

    Edição ilustrada com fotografias extraídas do filme realizado por Manoel de Oliveira.

    📝 Assinatura de posse.
    ❗ Sobrecapa cansada.

  • O Livro Negro da Virgem Branca de João Amaral Júnior

    Livro Negro da Virgem Branca, O

    João Amaral Júnior

    6,00 

    O Livro Negro da Virgem Branca de João Amaral Júnior
    Edição Bolsa Cultura. S.L., S.D., 250 págs. B.

    José Maria Raposo do Amaral Júnior (Ponta Delgada, 1856 — Ponta Delgada, 1919) foi um rico proprietário, industrial e político açoriano, apoiante do Primeiro Movimento Autonomista Açoriano e líder do Partido Progressista Autonomista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem Até um Novo Campo de Estrelas

    Viagem Até um Novo Campo de Estrelas

    António Sá

    6,00 

    Viagem Até um Novo Campo de Estrelas de António Sá.
    Editorial Vega. Lisboa, 1999, 143 págs. B.

    Sobre este romance, Meio-Irmãos, o primeiro de uma trilogia com o título genérico de Viagem Até Um Novo Campo de Estrelas, e constatando que a sua atmosfera é mais vocacionadamente fantasmática do que científica, pode-se retomar o comentário que, a propósito do livro Histriões (1989), foi publicado em Maio de 1990 no jornal Letras & Letras: “O real absorvido, o inconsciente e o onírico do narrador fundem-se, construindo um real- -outro. É neste real-outro que todas as histórias se desenrolam, de uma forma intimista, e é nele que como leitores mergulhamos em busca de referências.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Se eu Fosse Chão de Nuno Camarneiro

    Se eu Fosse Chão

    Nuno Camarneiro

    6,00 

    «Ele tinha corpo de culturista, desproporcionado para qual- quer desporto, mas impactante. Camisa azul-eléctrico, calças justas, sapatos pontiagudos; ela como a conhecia, elegante, discreta em tudo menos na cor dos lábios e das unhas, um lobo com pele de cordeiro.»

  • Prelúdio Poético de um Vagabundo da Madrugada de Miguel Barbosa

    Prelúdio Poético de um Vagabundo da Madrugada

    Miguel Barbosa

    6,00 

    «Todavia, se um dia escrevermos, esforçar-nos-emos por lembrar todos os sons que pronunciámos naquela vez e seremos felizes se pelo menos um deles puder emergir de novo do nevoeiro da memória»

  • Mulher Não é de Ferro de Joaquim António Emídio

    Mulher Não é de Ferro

    Joaquim António Emídio

    5,00 

    Livro de Poesia de Joaquim António Emídio, Director do Jornal “O Mirante”.

  • O Mistério dos Mistérios de Clara Pinto Correia

    Mistério dos Mistérios, O

    Clara Pinto Correia

    6,00 

    O Mistério dos Mistérios de Clara Pinto Correia.
    Relógio d’ Água. Lisboa, 1999, 205 págs. B.

    Depois do sucesso de “O Ovário de Eva”, a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.