A estrutura molecular de uma proteina (insulina) foi descrita em pormenor pela primeira vez em 1956-mediante processos que hoje em dia fazem parte da rotina. Nos últimos anos, por um lado, a bioquímica desenvolveu-se, por outro, alargou-se e complexificou-se, graças ao microscópio electrónico e à evolução da cibernética.
A Química da Vida sublinha o domínio e objectivos desta ciência, que começou com o estudo dos constituintes químicos da matéria viva. Tratando sucessivamente a análise química da célula viva animal, as transformações induzidas entre as substâncias pelos enzimas da catálise e a natureza auto-reguladora das células, Steven Rose explica como as diferentes células actuam no funcionamento do organismo vivo como um todo.
A bioquímica é um tema difícil. Mas é aquí apresentada, da maneira mais simples e com a maior precisão, por um jovem investigador que aborda a aventura da descoberta erta implícita numa ciência que um dia poderá vir a responder à eterna questão: “Que é a vida?”
Vegetais Maravilhosos de António de Oliveira Matos. Edições Cosmos. Lisboa, 1944, 127 págs. B.
Biblioteca Cosmos, 59
1ª Secção – Ciências e Técnicas – Nº: 28
Ciências Biológicas
Distribuição geográfico das plantas; Plantas lactíferas e alimentares; Plantas industriais; Vegetais venenosos; Os misteérios de fecundação; O sono das plantas.
A Reprodução nas plantas, nos animais e no homem de Ramiro da Fonseca. Edições Cosmos. Lisboa, 1946, 220 págs. B.
Biblioteca Cosmos 106-107
1ª Secção – Ciências e Técnicas – Nos: 48/49
Ciência e Técnica
Generalidades; Reprodução sexuada e assexuada nas plantas (Telófitas, Briófiles; Pteridófitas e Fanerogâmicas); Reprodução sexuada e assexuada nos animais (Protozoários, Fitozoários; Artiozoários; Inverterbrados; Vertebrados); Reprodução na Espécie Humana; Anatomia e Fisiologia dos Sexos; Gravidez e Parto; Endocrinologia sexual.
Virtudes de algumas plantas, folhas, frutas, cascas e raízes de diferentes árvores e arbustos da Ilha de Timor de Alberto de S. Thomaz. Associação das Universidades de Língua Portuguesa. Lisboa, 2016, 79 págs. B.
Esta obra fac-similada, reeditada pela Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), é publicada por ocasião do XXVI Encontro da AULP em Díli, Timor-Leste, no ano em que a associação completa 30 anos. Desde 2007 a AULP é responsável pela publicação de um conjunto de obras comemorativas nos seus encontros anuais, contribuindo para o panorama literário e científico nos países onde se fala a língua portuguesa.
O códice “Virtudes de algumas plantas, folhas, frutas, cascas e raízes de diferentes árvores e arbustos da Ilha de Timor” é um documento ímpar para a História Natural de Timor-Leste, com desenhos aguarelados que acompanham a descrição exaustiva das plantas referenciadas e a listagem de remédios que delas podem ser obtidos e que eram usados pelas gentes de Timor. Escrito e desenhado em longas folhas de papel de arroz por Frei Alberto de S. Thomaz, missionário em Timor no ano de 1749, este é um manuscrito de 64 páginas belamente ilustrado que enaltece as qualidades de etnógrafo e de naturalista do autor. Escrito entre 1788 e 1800, encontra-se conservado e guardado no Arquivo Histórico Ultramarino de Portugal.
O conhecimento do mar através dos tempos; Oceanografia física; Movimentos das águas dos mares; Os seres que vivem no fundo dos mares; O Futuro da Oceanografia.
A actividade visual; O pensamento e a compreensão na criança; Os desenhos duma criança; A vista e o ouvido perante a aquisição de noções; A Leitura e o órgão da visão; Os bons hábitos no ensino da Literatura.
Conceito Actual da Ciência Veterinária de Joaquim Fiadeiro. Cosmos. Lisboa, 1945, 115 págs. B. Colecção: Biblioteca Cosmos | 89
7ª Secção – Problemas do Nosso Tempo – Nº 9
Produção e Indústria Animal na Civilização Humana
A ciência veterinária na Antiguidade; O ressurgimento científico e a criação das escolas; Pasteur e os veterinários; A medicina humana e a medicina veterinária; A ciência e a técnica veterinária no quadro da produção; A riqueza pecuária na economia do amanhã.
Biblioteca Cosmos | 97 7ª Secção – Problemas do Nosso Tempo – 14 Produção e Indústria Animal na Civilização Humana. Parasitismo, definição e alguns aspectos; Ciclos Evolutivos; Artrópodos, vermes e protozoários parasitas; Importância económica e social do parasitismo; Campanha anti-parasitária.
Luta Anti-Venérea de César Anjo (Filho). Edições Cosmos. Lisboa, 1948, 262 págs. B.
Biblioteca Cosmos, 136-137
1ª Secção – Ciências e Técnicas – Nos 60/61
Ciências Biológicas
O que são as doenças venéreas; Gravidade das doenças venéreas; Organização dos centros de tratamento; Profilexia individual; Contágio pelo casamento; Prostituição; Luta contra a prostituição; Educação sexual da juventude.
Teorias e Conceitos Sismológicos; Macrossismia dos tremores de terra; Ondas sísmicas e aparelhos de registo; Tremores submarinos e vagas sísmicas; Os grandes tremores de terra; Geografia sísmica.
O Planeta Azul de Louise B. Young. Editorial Presença. Lisboa, 1986, 243 págs. B.
O Planeta Azul de Louise B. Young une ciência e poesia para revelar a Terra como um sistema dinâmico em constante transformação. Com base em geologia e geofísica, a obra mostra como montanhas, oceanos e continentes se remodelam ao longo do tempo, desafiando nossa percepção de espaço e tempo. A autora destaca ainda a singularidade do nosso planeta no sistema solar, alertando para a finitude dos seus recursos. Uma reflexão profunda sobre o passado e futuro da Terra, que convida o leitor a repensar nossa relação com o mundo natural.
Este livro procura apresentar os caminhos possíveis para controlo e gestão das empresas, tendo em consideração a sua actividade, dimensão e localização. As economias dos países têm, geralmente, fases cíclicas, que influenciam a maioria das empresas, com reflexos na área social.
A concorrência e eventuais alterações politicas também podem afectar algumas empresas, sendo assim sempre indispensável haver uma gestão empresarial que atentamente acompanhe estes acontecimentos tomando, em devido tempo, as medidas ou estratégias que melhor defendam as empresas e as pessoas que nelas trabalham.
Expresso 15 Anos de Francisco Pinto Balsemão. Expresso. Lisboa, 1988 [?], 251 págs. B. Il.
Embora o objectivo não seja a apresentação exaustiva de factos e opiniões, a selecção é forçosamente incompleta. Ficaram de fora acontecimentos importantes, e não foi possível incluir peças valiosas de jornalistas da casa e de colaboradores dos mais diversos sectores de actividade e quadrantes ideológicos da sociedade portuguesa. Mas, dentro das limitações de espaço e do subjectivismo de que qualquer selecção padece, esta revista dos 15 anos reflecte, com fidelidade e algum interesse histórico.
as três fases que Portugal atravessou na última década e meia: Em 1973 e 1974, o fim da ditadura. O EXPRESSO impõe um novo tipo de jornalismo apesar
das limitações e perseguições da Censura. De 1974 a 1976, o chamado Prec. O EXPRESSO atravessa incólume este periodo conturbado, apesar de tentativas várias de o calar ou desviar.
A partir de 1976, a democracia. O EXPRESSO assume o seu papel de contrapoder, apesar de normalmente não ser visto com agrado pelas diferentes sedes do poder
Gostava de impressionar os outros com a sua erudição? Depois de ler este livro pode falar em sociedade sobre temas mais estimulantes do que doenças, crianças, automóveis, férias ou intrigas no seu emprego. Vai ficar a conhecer trinta biografias de figuras ilustres e saber como e quando falar sobre a vida e a obra dos…
A Profissão de Jacques Delarue. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 463 págs. B.
Sempre se designaram os carrascos por malditos, rejeitados pelos concidadãos, como se fossem leprosos, tornados párias por uma sociedade que, de resto, os criou; uma sociedade que sempre teve medo de sujar as mãos com o sangue dos condenados que ela própria mandara sangrair.
Pela primeira vez se fala dessa profissão, no seu contexto sociológico, histórico e humamo; também do testemunho desses proscritos, com descrições da morte e dos aparelhos que o homem aperfeiçoou para perpetrá-la, em nome de uma Justiça por vezes eivada de afrontosos enros.
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