• Lírica de Luís de Camões de Maria Vitalina Leal de Matos

    Lírica de Luís de Camões

    Maria Vitalina Leal de Matos

    7,00 

    Lírica de Luís de Camões de Maria Vitalina Leal de Matos.
    Editorial Caminho. Lisboa, 2012, 253 págs. B.

    Na fase atual das investigações sobre a lírica camoniana, impõe-se que se editem poemas cuja autoria não oferece dúvidas, anotados de forma a permitir ao leitor uma abordagem segura e bem apetrechada.

    Nesta Lírica de Camões figuram todos os subgéneros líricos usados pelo poeta, uma Apresentação Crítica atualizada, notas aos poemas, Linhas de Leitura que acompanham alguns deles e um Glossário que vem resolver dificuldades levantadas pela língua do século XVI. Deste modo espera-se proporcionar um apoio útil aos alunos, professores e estudiosos de Luís de Camões e da sua obra.

    Esta antologia tem a particularidade de dar a conhecer um texto de Camões praticamente esquecido, um «emblema» da edição das Rimas de 1598, recuperado pelo acaso de estudos sobre a biografia do poeta.

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  • Camões de José Filgueira Valderde

    Camões

    José Filgueira Valderde

    8,00 

    Camões: Comemoração do Centenário de «Os Lusíadas» de José Filgueira Valderde.
    Livraria Almedina. Coimbra, 1982, 390 págs. B.

    Foi para resgatá-lo do ficheiro morto da Literatura Universal, e trazê-lo ao doce convívio das nossas letras que se escreveu este livro, mero guia para novos leitores de Camões. Ninguém espere encontrar revelações ou novidades nestas páginas. Não é obra de investigação directa nem tem, como hoje se diz, a preocupação de ser exaustiva. Se conseguir atingir os seus fins, apesar de ser tão pouco significativa e de tão curto fôlego, terá feito algo de grande em benefício dos seus leitores. O autor espera ser retribuído com a sua indulgência.

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  • Versos de Camões

    Versos de Camões

    Vitorino Nemésio

    7,50 

    Versos de Camões de Vitorino Nemésio [Esc.]
    Direcção-Geral do Ensino Primário. Lisboa, 1962, 307 págs. B.
    Colecção Educativa, Série G, número 6

    A Colecção Educativa, criado no Estado Novo, almejava servir de apoio à educação de adultos, procurando ao mesmo tempo sublinhar os valores e lealdade pátrios: cada volume continha uma citação do Chefe da Nação, Salazar. Dividia-se em séries temáticas: A – Doutrina, B – Informação e Propaganda, C -Educação Supletiva de Adultos, D – História Pátria, E – Geografia de Portugal, F – Arte Portuguesa, Etnografia e Folclore, G – Literatura e Pensamento Português, H – Educação Moral e Cívica, I – Educação Familiar, J – Educação Sanitária, Educação Física e Desporto, L – Aperfeiçoamento Profissional, M – Organização, Previdência Social e segurança e no Trabalho, N – Agricultura, Pecuária, Indústrias Caseiras e Artesanato e, por fim, O – Livros Recreativos.

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  • Os Lusíadas de Luís de Camões

    Lusíadas, Os

    Luís de Camões

    7,50 

    Os Lusíadas de Luís de Camões.
    Ediclube. Lisboa, 1990, 2 vols. E.

    A ação central da obra é a viagem de Vasco da Gama para a Índia. Dela se serve o poeta para nos oferecer a visão épica de toda a História de Portugal até à sua época, ora sendo ele o narrador, ora transferindo essa tarefa para figuras da viagem. Para outras figuras – as míticas – transfere os discursos que projetam a ação no futuro em forma profética.

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  • Dicionário de Lusíadas de Manuel dos Santos Alves

    Dicionário de Lusíadas

    Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    Dicionário de Lusíadas de Manuel dos Santos Alves.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1971, 200 págs. B.

    Na sua primeira edição, o Dicionário visa apenas ser um auxiliar de leitura d’Os Lusiadas, e não a discussão de formas controversas com que algumas edições se perdem. É possível que posteriormente venha a ter maior profundidade. Para já foi nosso intuito reunir num volume o trabalho de alguns anos, por forma que servisse principalmente de meio eficaz para os leitores de cultura não especializada.

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  • O Espírito e a Graça de Camões de Luís de Oliveira Guimarães

    Espírito e a Graça de Camões, O

    Luís de Oliveira Guimarães

    7,50 

    O Espírito e a Graça de Camões de Luís de Oliveira Guimarães.
    Edição Romano Torres. Lisboa, 1979, 136 págs. B.

    Ao falar-se de Camões lembra-se logo o «épico» porque “Os Lusíadas” se tornaram uma obra épica mundial. Nada mais justo que assim acontecesse, dadas as excepcionais qualidades que exornam o poema. Mas a obra épica não ensombra a obra lírica e satírica de Camões. Quer os sonetos, quer os madrigais, quer as peças de teatro, quer as cartas, quer as próprias réplicas irónicas em prosa e em verso, merecem a justa admiração, tanto dos eruditos como dos simples leitores do grande poeta.

     

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  • Camões: o Homem e o Mito

    Camões: o Homem e o Mito

    Metznet Leone

    7,50 

    Camões: o Homem e o Mito de Metznet Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1970, 278 págs. E. Il.

    A figura de Luís de Camões condensa como nenhuma outra o esplendor e a tragédia do século XVI português. Entre o homem real, o poeta imortal e o mito que dele nasceu, este livro procura compreender a alma de uma época — a grandeza e o cansaço de um império que se reconhece no seu maior génio literário. Uma leitura que revisita o mito para reencontrar o homem e, com ele, o próprio destino de Portugal.

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  • Desembarque dos Maniqueus na Ilha de Camões de António Telmo.

    Desembarque dos Maniqueus na Ilha de Camões

    António Telmo

    7,50 

    Desembarque dos Maniqueus na Ilha de Camões de António Telmo.
    Guimarães Editores. Lisboa.

    (…) Empregámos a palavra maniqueismo como um sinal da gnose camoneana, não no sentido de corrente espiritual fundada pelo persa Mani. Poderíamos ter escrito «cátaros» ou «priscilianistas», em vez de «maniqueus». Este último termo é mais popular e é, sobretudo, à volta dele que se cristalizam as opiniões.

    Desculpe-se o título do livro com a sua sugestão de uma aventura de piratas, mas se soubermos transpor aquilo que é imediatamente nele dado para o plano das significações, o plano onde as imagens são para além de si, a sugestão infantil tornar-se-á acutilante, logo capaz de se cruzar dolorosamente com os problemas dos homens (…).

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  • Discurso Sobre Camões e Portugal

    Discurso Sobre Camões e Portugal

    Álvaro Lins

    10,00 

    Discurso Sobre Camões e Portugal de Álvaro Lins.
    Ministério da Educação e Cultura. Rio de Janeiro, 1956, 85 págs. B.

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  • Ilha dos Amores de Stephen Reckert.

    Ilha dos Amores

    Stephen Reckert

    5,00 

    Ilha dos Amores de Stephen Reckert.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Paris, 1981. B.

    Numa comunicação lida nos Colóquios de Toronto e Santa Bárbara em Abril, referi tangencialmente um motivo iconográfico relacionado com a Ilha dos Amores. Disse então que o tema poderia levar-nos muito longemais longe, de facto, do que o tempo disponível

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  • Luís de Camões de Hernani Cidade

    Luís de Camões

    Hernani Cidade

    15,00 

    Volume I: A Vida do Poeta, O Cânone da Lírica, A formação do poeta, Os temas do poeta e as confidências do homem, O príncipe dos poetas portugueses.

    Volume II: O ambiente histórico em que surgiu o poema, O assunto d’Os Lusíadas, A estrutura clássica d’Os Lusíadas, O estilo épico n’Os Lusíadas, A realidade objectiva no poema, o maravilhoso n’Os Lusíadas, a substância épica n’Os Lusíadas, a substância trágica, A personalidade de Camões através da obra Lírica e Épica.

  • Ribatejo na Vida de Camões e na Obra de Fialho, O

    Ribatejo na Vida de Camões e na Obra de Fialho, O

    Virgílio Arruda

    15,00 

    Existe, portanto, uma ligação familiar do Poeta com o Ribatejo e no sangue que lhe corria nas veias haveria possivelmente, transmitido pelas gerações, qualquer coisa que o levaria nas horas amarguradas do exilio em Constância, a compor com inteira com preensão aquelas éclogas, elegias e sonetos, onde a região transparece em alusões à terra e…

  • Lusíadas

    Lusíadas

    Luís de Camões

    20,00 

    Lusíadas de Luís de Camões.
    Imprensa Nacional de Lisboa. Lisboa, 1931, 375 págs. B.

    Foi esta edição de Os Lusíadas feita por iniciativa de Afonso Lopes Vieira e por amor de Portugal e do poema.

    O texto reproduz o da edição prínceps de 1572, com a ortografia e a pontuação reformadas, e foi revisto pelo mestre camonista Dr. José Maria Rodrigues também responsável pelas «Notas filológicas, históricas, geográficas, mitológicas e cosmológicas» apresentadas no fim. Ilustrado com um retrato do autor e um mapa intitulado “CARREIRA DA INDIA NO SEO DESCOBRIMENTO POR VASCO DA GAMA.. O prefácio é transcrito com autorização da falecida e eminente professora D. Carolina Michaelis de Vasconcelos.

    O retrato foi gravado sobre a iluminura quinhentista oriental, pertencente ao Marquês de Rio Maior.

    📝 Assinatura de posse.

  • Camões

    Camões

    Henrique Barrilaro Ruas

    7,00 

    Este ensaio biográfico é uma tentativa de descobrir a personalidade e a trajetória humana do poeta, através do conjunto da sua obra, e especialmente de Os Lusíadas, útil como introdução do leitor comum numa obra muito distante dos interesses e dos hábitos de todos os dias. Mais do que uma biografia, é uma apresentação de…

  • Santarém Cidade do Camonismo

    Santarém Cidade do Camonismo

    Justino Mendes de Almeida

    7,50 

    Santarém Cidade do Camonismo de Justino Mendes de Almeida.
    Academia Portuguesa de História. Lisboa, 2007, 158 págs. B.

    Um quarto de século se completa entre a feitura deste livro e a hora em que o texto vê a luz da publicidade, por vontade do respectivo autor, o Prof. Doutor Justino Mendes de Almeida, doutorado em Filologia Clássica e actual Reitor da Universidade Autónoma Luis de Camões. Presidindo eu à comissão instaladora do Instituto Politécnico de Santarém, toda a minha ambição consistia em criar condições favoráveis à implantação do Ensino Superior no distrito de Santarém. À semelhança do que já ocorrera na Covilhã e em Braga, o meu desejo orientava-se na transformação legal de um Instituto Politécnico num outro de cariz universitário. Tinha-se sobretudo em conta que muitos jovens da província do Ribatejo não possuíam condições económicas para se fixar em Lisboa ou em Coimbra, pelo que o nascente Instituto poderia abrir-lhes as portas de um futuro promissor.

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  • Lusíadas Sublimação do Género Épico

    Lusíadas Sublimação do Género Épico

    Reis Brasil

    8,00 

    Os Lusíadas: Sublimação do Género Épico de Reis Brasil.
    Hugin Editores. Lisboa, 2001, 380 págs. B.

    Esta obra de cariz enciclopédico tem como titulo “Os Lusíadas: Comentários e Estudo Crítico”: Atrevo-me a considerá-lo um poema em que está sublimada a antiguidade o presente e o futuro. É um exame de todas as fontes camonianas, em perfeito equilíbrio com a singular metodologia de que se serve o Vate luso em cada um dos cantos do seu poema; direi mais ainda em cada um dos seus versos, ou até em cada um dos vocábulos nele contido.

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