Contributos para a História do Douro e do seu Vinho de Joaquim Gonçalves de Moura Fragmentos. Lisboa, 1999, 87 págs. B. Il.
“Honra e Glória aos vinhos do Douro, paz e saúde a quem os trabalha, parabéns a quem os sabe preferir, prazer e alegria a quem os sabe apreciar e beber.”
Relatório sobre o Ensino e Administração Florestal apresentado a Sua Ex.ª o Ministro das Obras Públicas, Commercio e Industria de Venâncio Augusto Deslandes. Imprensa Nacional. Lisboa, 1858, 274 págs. B.
O Governo de Sua Magestade, reconhecendo a necessidade de que se começasse a estudar em Portugal tudo o que diz respeito ao ensino, á economia e á legislação das cousas florestaes, dignou-se de me confiar em 13 de Julho do anno passado a missão de visitar nos paizes estrangeiros os mais celebrados e exemplares institutos do ensino florestal, e de colligir todos os dados e documentos, que se podessem obter, e que patenteassem a influencia que a instrucção, as leis e os regulamentos florestaes exercem sobre os progressos d’este importante ramo da riqueza publica.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
❗Lombada Desgastada
Meio Século a Ver Touros de Rogério Perez. Editora Marítimo Colonial. Lisboa, 1945, 166 págs. B.
“Meio Século a Ver Touros” é o título de um livro escrito por Rogério Pérez, também conhecido como “El Terrible Pérez”. O livro, publicado pela Editora Marítimo-Colonial, Lda. em 1945, relata as experiências do autor no mundo da tauromaquia ao longo de cinquenta anos. A obra é dividida em capítulos que abordam diferentes períodos e aspetos da sua vivência como espectador de corridas de touros, incluindo momentos entre 1890 e 1910, e de 1925 a 1928.
«É um livro histórico, este Terras Semeadas de Novo. Nele perpassam as ansiedades e as vicissitudes dos operários da gleba, a evolução de uma sociedade agrária anacrónica, egoísta e feudal, para uma outra mais justa e rica de potencialidades criadoras, no caminho de uma maior produção agrícola. Antunes da Silva conta-nos neste volume casos inesquecíveis de calor humano que nos põem em presença de um dos mais importantes e quentes temas da actualidade, que é o cooperativismo agrícola e a reforma agrária.»
As provincias ultramarinas portuguesas que produzem cacau, além das Ilhas de S. Tomé e Príncipe, são Angola, Timor e Moçambique, esta em muito pequena escala. Em Angola, a concentração das plantações encontra-se na região norte, Maiombe, Congo e no Enclave de Cabinda.
Contribuição para o Estudo da Questão Agrária de Álvaro Cunhal. Edições Avante. Lisboa, 1976, 2 vols. Colecção: Reforma Agrária
Baseando-se numa exaustiva elaboração de dados estatísticos, esta obra revela as leis do desenvolvimento capitalista na sociedade rural portuguesa, demonstra os níveis de expansão capitalista já atingidos e enuncia as linhas da sua progressão futura. E à medida que o vai fazendo, são as próprias teses marxistas-leninistas sobre a questão agrária que encontram nela a confirmação da sua validade.
É esta superioridade metodológica que permite a Álvaro Cunhal contestar sem apelo certas «estatísticas» oficiais, elaboradas não para revelar mas encobrir a realidade.
Guia do Cafeicultor de Moçambique de Aníbal Jardim Bettencourt. Junta de Exportação do Café. Lisboa, 1956, 93 págs. B.
I – ESPÉCIES CAFEEIRAS CULTIVÁVEIS EM MOÇAMBIQUE E ÁREAS APROXIMADAS DE EXPANSÃO DE CADA UMA DELAS
II – SOLOS FAVORÁVEIS ÀS DIFERENTES ESPÉCIES CAFEEIRAS
III – OBTENÇÃO DE SEMENTE DA ESPÉCIE OU VARIEDADE A CULTIVAR
IV – VIVEIROS
V – PLANTAÇÃO NO LOCAL DEFINITIVO
VI – SOMBREAMENTO
VII – OPERAÇÕES CULTURAIS
VIII – DOENÇAS E PRAGAS DO CAFÉZEIRO
IX – COLHEITA E PREPARAÇÃO DO CAFÉ
✒️ Sublinhados a tinta. ❗Exemplar que foi exposto a grau elevado de humidade
Pomar Ribatejano: Anseios, Realidades, Possibilidades de J. Vieira Natividade. Ministério da Economia. Lisboa, 1966, 35 págs. B.
“No auto da Barca do Purgatório, de mestre Gil Vicente, o Lavrador, certo de haver ganho por seus trabalhos e suores, sua humildade e virtude, a celeste bem-aventurança, espera confiado, junto à margem da ribeira, a merecida glória de entrar na barca do Paraíso; porém, o Anjo, arrais do Céu, desconfiado e matreiro, e talvez entendido em política agrária, condena-o a ficar no Purgatório a fim de remir pecados que o pobre lavrador julga não ter cometido (…). Quinhentos anos passaram, e a voz do lavrador tornou-se hoje mais amarga e triste. Em vez do Paraíso com que sempre sonhou, ou do Purgatório a que o arrais do Céu o condenara, o lavrador desconfia que veio a pôr os pés, por artes do Demónio, na própria barca do Inferno!
Documentos: A acção da Federação dos Vinicultores do Centro e Sul de Portugal no começo da campanha vínicola 1936-1937 de Federação dos Vinicultores do Centro e Sul. Editorial Império, 1937, 175 págs. B.
«a Federação dos Vinicultores do Centro e Sul de Portugal, nas medidas que se viu forçada a adoptar de confor- midade com as circunstâncias do mo- mento, visou o equilíbrio entre os interêsses da produção e os do consumo em ordem ao interêsse geral do País».
Conceito Actual da Ciência Veterinária de Joaquim Fiadeiro. Cosmos. Lisboa, 1945, 115 págs. B. Colecção: Biblioteca Cosmos | 89
7ª Secção – Problemas do Nosso Tempo – Nº 9
Produção e Indústria Animal na Civilização Humana
A ciência veterinária na Antiguidade; O ressurgimento científico e a criação das escolas; Pasteur e os veterinários; A medicina humana e a medicina veterinária; A ciência e a técnica veterinária no quadro da produção; A riqueza pecuária na economia do amanhã.
Este livro é feito para os lavradores, com o propósito de lhes dar informações sobre terrenos, e adubos: que eu julgo valiosas, e que espero lhes aproveitarão. São colhidas de experimentações na nossa própria estação de Rothamsted, e em outras lavouras onde se pode confiar nos resultados. Faz-se apresentação sumária, para que, mesmo os mais…
Encyclopedie Horticole de E. A. Carriére. Libraire Agricole de la Maison Rustique. France, s.d., 557 págs. B.
Bien que la préface d’un livre puisse être comparée à une sorte de hors-d’œuvre auquel on touche rarement, je n’ai pas moins cru devoir en faire une pour celui-ci. Sa brièveté, je l’espère, engagera mes lecteurs à y jeter les yeux; je n’ai d’ailleurs d’autre but, en l’écrivant, que de faire connaître les motifs qui m’ont déterminé à publier ce livre. Ces motifs sont au nombre de deux.
L’évolution de l’Agriculture que Péguy décrivait en ces termes, en 1913, n’a cessé de s’accélérer et il n’est pas exagéré de dire que, sans même parler de l’influence des bouleversements économiques ou sociaux, toutes les acquisitions techniques enregistrées depuis lors, ont eu des répercussions toujours plus pro fondes sur la vie du paysan. A vrai…
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