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  • Corda Bamba de Saul Bellow

    Corda Bamba

    Saul Bellow

    5,00 

    Corda Bamba de Saul Bellow.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 192 págs. E.

    O primeiro romance de Saul Bellow com uma nova edição, para assinalar o centenário do seu nascimento.

    Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocação para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao sofrimento.

    Na Corda Bamba (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e unanimemente considerado uma dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cem Obras-Primas da Pintura Europeia de Editorial VerboCem Obras Primas da Pintura Europeia

    Cem Obras-Primas da Pintura Europeia

    Editorial Verbo

    2,50 

    Do século XIII aos nossos dias, cem mestres da pintura europeia se acham incluídos nesta antologia, através da reprodução de uma das suas obras mais representativas, acompanhada de uma breve nota biográfica e de um curto comentário à sua actividade artística. Pequeno «museu imaginário» que a todos será grato percorrer, nele encontrará cada um de…

  • Caminho da Ditadura dos Media de Louis PorcherCaminho da Ditadura dos Media

    Caminho da Ditadura dos Media

    Louis Porcher

    5,00 

    Vivemos num mundo «invadido» e «ocupado» pelos media. Mas que são afinal os media? Como se caracterizam e distinguem entre si? Qual a influência exercida nomeadamente pelo cinema, pela rádio e pela televisão sobre cada um de nós, sobre as crianças e os jovens, sobre a família, a escola, a sociedade, numa palavra: sobre os…

  • Tragédia da Rua das Flores

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    7,50 

    Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 468 págs. E.

    «Era no Teatro da Trindade, representava-se o Barba Azul.»

     

    Este é o cenário em que se inicia a acção de A Tragédia da Rua das Flores, romance de Eça de Queiroz que ele mesmo qualificou como «livro cruel» e que permaneceu inédito durante mais de um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas publicada em 1980, esta é a história da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que Eça acabaria por deixar por corrigir e editar, mas que serviu de ponto de partida para que em 1888 os leitores recebessem aquela que é a sua obra-prima, Os Maias.

    A presente edição de A Tragédia da Rua das Flores recupera e corrige o texto da primeira edição, com fixação e notas de João Medina e A. Campos Matos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Rir é o Melhor Remédio de Maria Walt

    Rir é o Melhor Remédio

    Maria Walt

    6,00 

    Esta velha anedota fez rir milhares de pessoas quando a publicámos na revista Selecções. E de cada vez que uma pessoa se ri é como se tomasse um comprimido milagroso para viver com mais saúde. Segundo médicos e investigadores científicos, o riso reduz os níveis de stress, baixa a tensão arterial, reforça o sistema imunitário,…

  • Primeiros Poemas

    Primeiros Poemas

    Eugénio de Andrade

    10,00 

    PRIMEIROS POEMAS DE EUGÉNIO DE ANDRADE
    Fundação Eugénio de Andrade. Porto, 1993. 104 págs. B.

    Obra que reúne a produção poética inicial de Eugénio de Andrade, permitindo acompanhar os primeiros passos e a génese da voz lírica de um dos maiores poetas portugueses do século XX. Esta edição da Fundação Eugénio de Andrade resgata os textos inaugurais do autor, marcados pela busca da depuração da palavra, pela musicalidade e pela exaltação dos sentidos e da natureza que viriam a definir toda a sua criação literária. Um volume essencial para compreender a evolução e a maturidade de uma das obras mais marcantes da poesia contemporânea.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 300g
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  • Praia Roubada de Joanne HarrisPraia Roubada

    Praia Roubada

    Joanne Harris

    6,00 

    Praia Roubada de Joanne Harris.
    Edições ASA. Porto, 2002, 398 págs. B.

    Encerradas numa pequena ilha na costa do Atlântico, duas comunidades vivem de costas voltadas entre si. Enquanto La Houssinière se transformou numa cidade próspera devido ao turismo que a única praia de toda a ilha lhe proporciona, Les Salants permaneceu esquecida no tempo, habitada apenas por pescadores e marinheiros que, tal como a vida que levam, são rudes e amargos. Mado nasceu em Les Salants, mas cedo partiu com a mãe para Paris. Após a morte desta, a jovem decide voltar à ilha da sua infância e reencontrar o pai. Mas o regresso ao passado não é fácil. A ilha, constantemente varrida por um vento inclemente, encerra em si todo um universo de mistérios e contradições, inacessíveis a uma “desconhecida”. Mas, estranhamente, tal parece não ter acontecido com Flynn, um jovem irlandês que, embora recém-chegado, é alvo da afeição e da confiança de todos, até do pai de Mado, um homem cujo coração está fechado para o mundo e que se mantém teimosamente recolhido num silêncio sepulcral. Face a uma comunidade fechada, supersticiosa e apostada em manter acesos ódios ancestrais, Mado decide desafiar a sorte e as marés e consegue vencer o orgulho e as crenças dos habitantes de Les Salants. Juntos, vão tentar mudar o futuro da povoação e o seu próprio destino. Para Mado, esta vai ser uma incursão no amor e o (re)encontro com os valores familiares e comunitários. Poderá um castelo de areia sobreviver às marés? Inspirado na ilha onde Joanne Harris passou alguns momentos da sua infância, A Praia Roubada transporta-nos de imediato para a nossa própria infância e, especialmente, para os inesquecíveis dias ociosamente passados à beira-mar.

    📝 Assinatura de posse.

  • Polícias Sem História de Francisco Moita Flores

    Polícias Sem História

    Francisco Moita Flores

    6,00 

    Polícias Sem História de Francisco Moita Flores.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 166 págs. B.

    Um olhar irónico sobre a vida do ponto de vista dos polícias e não só…

     

    Teve o direito a votar e votou. O direito de comprar o carro a prestações e comprou. A adquirir casa com o juro bonificado e adquiriu. A ir ao médico e escolher se queria consulta com recibo verde e escolheu. Mas, sublimidade de todas as coisas sublimes, teve direito ao protesto e não protestou. A fazer greve e não fez. A revoltar-se contra a arrogância e preferiu o silêncio. A reagir à injustiça e quedou-se atormentado. A indignar-se contra a hipocrisia e morder a raiva até espirrar sangue. Foi solidário. Todos os domingos dava esmola a um mendigo e, ainda que por medo, nunca deixou sem gorjeta um arrumador de carros. Deus deu-lhe o nome de Ernesto. O Diabo fez dele polícia.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues MiguéisNikalai! Nikalai!

    Nikalai! Nikalai!

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues Miguéis.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1982, 203 págs. B.

    Entreabriu um olho com dificuldade e tentou ver no escuro. Tinha adormecido havia horas, ou assim supunha, embalado no monótono ping-pang da água que se infiltrava do telhado para cair no balde de zinco, e no plic-ploc inconfundível e mais espaçado das gotas que, escorrendo do rebaixo, ficavam um instante a tremer suspensas da aresta do alizar e depois tombavam desamparadas na bacia do lavatório, ali posta, como o balde além, expressamente para as recolher.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Introdução à SociologiaIntrodução à Sociologia

    Introdução à Sociologia

    Augusto Mesquitela Lima

    7,00 

    Introdução à Sociologia de Augusto Mesquitela Lima [Coord.].
    Editorial Presença. Lisboa, 1987, 241 págs. B.

    Na presente obra, procuraram os autores, de uma forma sucinta mas clara, trazer ao conhecimento dos leitores os principais problemas que se prendem com este ramo do Saber, com uma particular incidência nos mais modernos enfoques teóricos, como sejam os casos do Simbólico, da Sociologia das Organizações ou da Informática

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Grande Revolução Socialista de Outubro de P. N. SóbolevHistória da Grande Revolução Socialista de Outubro

    História da Grande Revolução Socialista de Outubro

    P. N. Sóbolev

    8,00 

    História da Grande Revolução Socialista de Outubro de P. N. Sóbolev.
    Editorial Progresso. U.R.S.S., 1977, 670 págs. E.

    No livro relata-se como os operários, soldados e o campesinato trabalhador da Rússia realizaram em Outubro de 1917, sob a direcção do Partido Comunista, a mais grandiosa revolução no mundo, a marcha triunfante do Poder Soviético e as primeiras transformações revolucinárias no país. Mostra-se a multilateral actividade do guia da revolução V. I. Lénine, do Comité Central e das organizações locais do partido para a mobilização das forças revolucionárias, descreve-se o trabalho do Conselho dos Comissários do Povo e de outros órgãos soviéticos e a criação revolucionária das massas populares nos anos de 1917-1918.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Herdeira AcidentalHerdeira Acidental

    Herdeira Acidental

    Vikas Swarup

    7,00 

    Herdeira Acidental de Vikas Swarup.
    Edições ASA. Alfragide, 2013, 393 págs. E.

    Devido a dificuldades financeiras, Sapna abandona a universidade para sustentar a mãe doente e a irmã em Nova Deli, trabalhando como vendedora. Quando o desespero é maior, um milionário excêntrico oferece-lhe uma fortuna em troca de superar os “sete testes do livro da vida”, cujas regras são secretas.

    A jovem embarca numa jornada desafiadora que testa seu caráter e coragem, cruzando-se com pessoas singulares (como um sex symbol de Bollywood e uma cleptomaníaca). Ao enfrentar o último teste, Sapna é forçada a questionar os limites do seu sacrifício por um futuro melhor.

    📝 Assinatura de posse.

  • Grandes Mitos do Século XX de Jorge Angel LivragaGrandes Mitos do Século XX

    Grandes Mitos do Século XX

    Jorge Angel Livraga

    7,00 

    Grandes Mitos do Século XX de Jorge Angel Livraga.
    Edições Nova Acrópole. Lisboa, 1992, 94 págs. B.

    Nesta obra, em que o século XX é analisado para além das aparências e dos preconceitos impostos pela (des)informação mediática, temos a sensação de estarmos perante um ensaio escrito para o século XXI.

    Jorge Angel Livraga, filósofo da História, traça-nos, com a independência que sempre o caracterizou e uma rara lucidez, os grandes Mitos que construíram a ilusão do mundo em que vivemos e, consequentemente, a decadência moral do Ocidente.

    Contudo, a maior virtude desta obra não está apenas em quebrar os fios da ilusão, mas em oferecer respostas e pistas para que cada homem se possa reencontrar consigo mesmo, com os seus sonhos e com a Natureza.

    📝 Sublinhados a lápis

    Jorge Angel Livraga, filósofo da História, traça-nos, com a independência que sempre o caracterizou e uma rara lucidez, os grandes Mitos que construíram a ilusão do mundo em que vivemos e, consequentemente, a decadência moral do Ocidente.

    Contudo, a maior virtude desta obra não está apenas em quebrar os fios da ilusão, mas em oferecer respostas e pistas para que cada homem se possa reencontrar consigo mesmo, com os seus sonhos e com a Natureza.

  • Grande Enciclopédia da História de Adam Hart-Davis

    Grande Enciclopédia da História

    Adam Hart-Davis

    30,00 

    Da Aurora da Civilização à actualidade, são 4.5 milhões de anos em mais de 3000 imagens. Grande Enciclopédia da História vai transformar a sua visão do Passado. Olha para o nosso desenvolvimento e progresso de todos os ângulos, explorando os acontecimentos-chave, as ideias cruciais, as forças políticas, os indivíduos e os progressos tecnológicos que moldaram a história humana. Grande Enciclopédia da História é o mais completo guia visual que nos diz como chegámos até onde nos encontramos.

  • Castelo Branco e a Sua Região de António Pires Nunes

    Castelo Branco e a Sua Região

    António Pires Nunes

    10,00 

    Castelo Branco é a capital da Beira Baixa, provincia localizada no corredor natural do Vale do Tejo, definido a Norte pelas Serras de Guadarrama, Credos e Gata e, a Sul, pelas de Toledo e Guadalupe, em Espanha, constituindo o seu tampão. Em território nacional, encaixa-se entre a fronteira, o Rio Tejo e um arco montanhoso…

  • Baal de Bertolt BrechtBaal

    Baal

    Bertolt Brecht

    10,00 

    Baal de Bertolt Brecht.
    Barca Nova Editor. Lisboa, 1982, 172 págs. E.

    A primeira peça longa de Bertolt Brecht é a história da vida de um poeta e cantor bêbedo, rude e mulherengo. Com o seu amigo músico, Ekart, Baal deambula por toda parte bebendo e lutando. Engravidada por ele, Sophie segue-o e acaba por se afogar. Baal seduz ainda a amante de Ekart que acaba por assassinar. Perseguido pela polícia, morrerá sozinho numa floresta. Apesar de ser um retrato anti-heróico, não há dúvida de que muito da imagem romântica do poeta-fora-da-lei se aplica a este Baal cuja linguagem descende directamente de Rimbaud e Villon.

    BAAL aparece como resposta a O SOLITÁRIO de Hans Johst, onde se relata a história do poeta alemão Grabbe dando-lhe um significado expressionista contra o qual Brecht se quis insurgir. Inspirando-se na vida do poeta francês, escritor medieval de baladas, François Villon, Brecht pretende em Baal mostrar a natureza elementar do indivíduo que se alimenta do prazer e não pensa sequer em pagar as despesas da vida burguesa. Mas ao longo da escrita, Brecht encontra também Verlaine, Rimbaud e Büchner. Com Baal, Brecht revolta-se contra o pathos expressionista, contra os artistas endeusados, contra o tradicional conflito, por ele repudiado, entre a vida e a arte. Brecht procurava o escândalo e encontrou-o. Pouco depois da estreia, o presidente da câmara de Leipzig proibiu a continuação da carreira da peça.

    Em Portugal foi estreada no Teatro da Trindade numa versão de José Fanha e João Lourenço e encenação de João Lourenço com Mário Viegas, João Perry, Virgílio Castelo e Irene Cruz nos protagonistas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.