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  • Chances

    Chances

    Horacio Altuna

    7,50 

    Chances de Horacio Altuna.
    Meribérica / Liber. Lisboa, 1988, 48 págs. B.

    Chances foi criado a “solo” em 1986, já em Espanha, e é uma visão quase apocalíptica, sobre a clonagem humana num mundo miserável e superpovoado. É um mundo completamente sórdido aquele em que decorre a acção de “Chances”. Quem tem dinheiro cria, em clinicas de clonagem, haplontes (seres criados a partir de uma metade simples de cromossoma) do seu próprio DNA. Isto tudo para quando chegavam a velhos e os órgãos começavam a entrar em falência, serviam-se do seu clone haplonte para lhe retirar os órgãos e tecidos necessários para viver bastante mais tempo. O livro começa com uma fuga! Riff, um haplonte, foge do centro onde vivem, estudam e até têm emprego. Para mal dos pecados dele, o corpo do seu “pai” entra em declínio e necessitam rápidamente de substituir órgãos…

    📝 Assinatura de posse.

  • Angústia para o JantarAngústia para o Jantar

    Angústia para o Jantar

    Luis de Sttau Monteiro

    7,00 

    Angústia para o Jantar de Luis de Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1987, 239 págs. Mole.

    O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido, há mais de 30 anos, colegas no liceu?

    Nunca vi nada que não fosse lógico. Tudo tem uma lógica, muito embora esteja por vezes escondido. É a isso que chamamos o segredo das coisas. O que distingue os homens lúcidos dos inconscientes é que os primeiros procuram descobrir a lógica das coisas, ao passo que os segundos julgam que as coisas surgem por si próprias e procuram, não a sua lógica, mas a sua rima.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

    📕 9ª Edição.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

  • Variações na Arte de Amar de Frank S. CaprioVariações na Arte de Amar

    Variações na Arte de Amar

    Frank S. Caprio

    3,00 

    Neste livro estão reunidos os ousados conselhos de um renomado médico sobre a satisfação erótica através de novas técnicas sexuais. É um livro que expõe em linguagem objetiva e sincera as teorias revolucionárias do Dr. Frank S. Caprio sobre o prazer sexual.

  • Três Homens Num Bote de J. K. Jerome

    Três Homens Num Bote

    J. K. Jerome

    3,00 

    A vida, às vezes, pode ser aborrecida. Férias precisam-se. Três amigos (e um cão) decidem fazer uma viagem ao longo do rio. Depois de uma preparação atribulada, embarcam numa jornada que se transforma num acontecimento ímpar nas suas vidas. O pequeno barco transforma-se no epicentro de uma série de aventuras e peripécias inusitadas, tão absurdas…

  • Prenda de Cecelia AhernPrenda

    Prenda

    Cecelia Ahern

    5,00 

    Todos os dias Lou Suffern, um arquitecto bem-sucedido de Dublin, travava uma batalha inglória com o relógio, na tentativa vã de responder às múltiplas solicitações profissionais, familiares e sociais. Vivia a um ritmo vertiginoso. O seu desejo de sucesso afastou-o do que era realmente importante na sua vida. E assim foram correndo os dias até àquela gelada manhã de terça-feira em que resolveu oferecer um café a Gabe, o sem-abrigo que costumava sentar-se perto da entrada do seu escritório. À medida que o Natal se aproxima e que Lou vai privando mais de perto com Gabe, a sua perspectiva do tempo vai-se alterando… Emocionante e divertida, esta narrativa onde está sempre presente o espírito de Natal, faz-nos reflectir sobre a importância do tempo e rever as prioridades na nossa própria vida.

  • Morte na Praia de Agatha ChristieMorte na Praia

    Morte na Praia

    Agatha Christie

    4,00 

    Morte na Praia de Agatha Christie.
    Edições ASA. Porto, 2002, 190 págs. B.

    Numa ilha da costa de Devon, em plena época balnear, desenham-se os contornos de um triângulo amoroso. Por uma (in)feliz coincidência, Poirot encontra-se bem perto do desenrolar da acção. De férias e decidido a aproveitar ao máximo (ou tanto quanto o detective belga se permite) os efeitos benéficos do sol e do ar marítimo, Poirot cedo abdica desses propósitos para dedicar toda a sua atenção ao excêntrico grupo que com ele partilha o hotel. Mas escondem-se motivos sombrios por detrás da aparente frivolidade destas relações sociais, e nada nem ninguém parece conseguir demover o assassino das suas sinistras intenções.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Friday de Robert A. HeinleinFriday 1

    Friday

    Robert A. Heinlein

    5,00 

    Friday: uma mulher artificial, maravilha da engenharia genética. Uma agente interplanetária tão bela quanto competente. Friday: correio diplomático, viajando sem cessar numa América dividida em dezenas de pequenos estados onde o impossível pode acontecer a cada momento. Friday: hoje, amanhã, o futuro. Uma grande obra de Heinlein, um acontecimento na ficção científica.

  • Corda Bamba de Saul Bellow

    Corda Bamba

    Saul Bellow

    5,00 

    Corda Bamba de Saul Bellow.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1977, 192 págs. E.

    O primeiro romance de Saul Bellow com uma nova edição, para assinalar o centenário do seu nascimento.

    Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocação para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao sofrimento.

    Na Corda Bamba (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e unanimemente considerado uma dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cem Obras-Primas da Pintura Europeia de Editorial VerboCem Obras Primas da Pintura Europeia

    Cem Obras-Primas da Pintura Europeia

    Editorial Verbo

    2,50 

    Do século XIII aos nossos dias, cem mestres da pintura europeia se acham incluídos nesta antologia, através da reprodução de uma das suas obras mais representativas, acompanhada de uma breve nota biográfica e de um curto comentário à sua actividade artística. Pequeno «museu imaginário» que a todos será grato percorrer, nele encontrará cada um de…

  • Caminho da Ditadura dos Media de Louis PorcherCaminho da Ditadura dos Media

    Caminho da Ditadura dos Media

    Louis Porcher

    5,00 

    Vivemos num mundo «invadido» e «ocupado» pelos media. Mas que são afinal os media? Como se caracterizam e distinguem entre si? Qual a influência exercida nomeadamente pelo cinema, pela rádio e pela televisão sobre cada um de nós, sobre as crianças e os jovens, sobre a família, a escola, a sociedade, numa palavra: sobre os…

  • Tragédia da Rua das Flores

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    7,50 

    Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 468 págs. E.

    «Era no Teatro da Trindade, representava-se o Barba Azul.»

     

    Este é o cenário em que se inicia a acção de A Tragédia da Rua das Flores, romance de Eça de Queiroz que ele mesmo qualificou como «livro cruel» e que permaneceu inédito durante mais de um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas publicada em 1980, esta é a história da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que Eça acabaria por deixar por corrigir e editar, mas que serviu de ponto de partida para que em 1888 os leitores recebessem aquela que é a sua obra-prima, Os Maias.

    A presente edição de A Tragédia da Rua das Flores recupera e corrige o texto da primeira edição, com fixação e notas de João Medina e A. Campos Matos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Rir é o Melhor Remédio de Maria Walt

    Rir é o Melhor Remédio

    Maria Walt

    6,00 

    Esta velha anedota fez rir milhares de pessoas quando a publicámos na revista Selecções. E de cada vez que uma pessoa se ri é como se tomasse um comprimido milagroso para viver com mais saúde. Segundo médicos e investigadores científicos, o riso reduz os níveis de stress, baixa a tensão arterial, reforça o sistema imunitário,…

  • Primeiros Poemas

    Primeiros Poemas

    Eugénio de Andrade

    10,00 

    PRIMEIROS POEMAS DE EUGÉNIO DE ANDRADE
    Fundação Eugénio de Andrade. Porto, 1993. 104 págs. B.

    Obra que reúne a produção poética inicial de Eugénio de Andrade, permitindo acompanhar os primeiros passos e a génese da voz lírica de um dos maiores poetas portugueses do século XX. Esta edição da Fundação Eugénio de Andrade resgata os textos inaugurais do autor, marcados pela busca da depuração da palavra, pela musicalidade e pela exaltação dos sentidos e da natureza que viriam a definir toda a sua criação literária. Um volume essencial para compreender a evolução e a maturidade de uma das obras mais marcantes da poesia contemporânea.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 300g
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  • Praia Roubada de Joanne HarrisPraia Roubada

    Praia Roubada

    Joanne Harris

    6,00 

    Praia Roubada de Joanne Harris.
    Edições ASA. Porto, 2002, 398 págs. B.

    Encerradas numa pequena ilha na costa do Atlântico, duas comunidades vivem de costas voltadas entre si. Enquanto La Houssinière se transformou numa cidade próspera devido ao turismo que a única praia de toda a ilha lhe proporciona, Les Salants permaneceu esquecida no tempo, habitada apenas por pescadores e marinheiros que, tal como a vida que levam, são rudes e amargos. Mado nasceu em Les Salants, mas cedo partiu com a mãe para Paris. Após a morte desta, a jovem decide voltar à ilha da sua infância e reencontrar o pai. Mas o regresso ao passado não é fácil. A ilha, constantemente varrida por um vento inclemente, encerra em si todo um universo de mistérios e contradições, inacessíveis a uma “desconhecida”. Mas, estranhamente, tal parece não ter acontecido com Flynn, um jovem irlandês que, embora recém-chegado, é alvo da afeição e da confiança de todos, até do pai de Mado, um homem cujo coração está fechado para o mundo e que se mantém teimosamente recolhido num silêncio sepulcral. Face a uma comunidade fechada, supersticiosa e apostada em manter acesos ódios ancestrais, Mado decide desafiar a sorte e as marés e consegue vencer o orgulho e as crenças dos habitantes de Les Salants. Juntos, vão tentar mudar o futuro da povoação e o seu próprio destino. Para Mado, esta vai ser uma incursão no amor e o (re)encontro com os valores familiares e comunitários. Poderá um castelo de areia sobreviver às marés? Inspirado na ilha onde Joanne Harris passou alguns momentos da sua infância, A Praia Roubada transporta-nos de imediato para a nossa própria infância e, especialmente, para os inesquecíveis dias ociosamente passados à beira-mar.

    📝 Assinatura de posse.

  • Polícias Sem História de Francisco Moita Flores

    Polícias Sem História

    Francisco Moita Flores

    6,00 

    Polícias Sem História de Francisco Moita Flores.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 166 págs. B.

    Um olhar irónico sobre a vida do ponto de vista dos polícias e não só…

     

    Teve o direito a votar e votou. O direito de comprar o carro a prestações e comprou. A adquirir casa com o juro bonificado e adquiriu. A ir ao médico e escolher se queria consulta com recibo verde e escolheu. Mas, sublimidade de todas as coisas sublimes, teve direito ao protesto e não protestou. A fazer greve e não fez. A revoltar-se contra a arrogância e preferiu o silêncio. A reagir à injustiça e quedou-se atormentado. A indignar-se contra a hipocrisia e morder a raiva até espirrar sangue. Foi solidário. Todos os domingos dava esmola a um mendigo e, ainda que por medo, nunca deixou sem gorjeta um arrumador de carros. Deus deu-lhe o nome de Ernesto. O Diabo fez dele polícia.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues MiguéisNikalai! Nikalai!

    Nikalai! Nikalai!

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues Miguéis.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1982, 203 págs. B.

    Entreabriu um olho com dificuldade e tentou ver no escuro. Tinha adormecido havia horas, ou assim supunha, embalado no monótono ping-pang da água que se infiltrava do telhado para cair no balde de zinco, e no plic-ploc inconfundível e mais espaçado das gotas que, escorrendo do rebaixo, ficavam um instante a tremer suspensas da aresta do alizar e depois tombavam desamparadas na bacia do lavatório, ali posta, como o balde além, expressamente para as recolher.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.