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  • Garrett

    Garrett

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Garrett de João Gaspar Simões.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1954, 172 págs. B.
    Colecção: Poetas de Ontem e de Hoje | 1

    De muito pouco vale o que um poeta diz ou pensa dos seus próprios versos, seja qual for o grau de acuidade da sua inteligência critica, desde que o não auxiliem luzes susceptiveis de iluminar a sus obra para além do gosto e das tendências estéticas do seu tempo. Não podemos esquecer que ao poeta Garrett devemos a introdução do gosto romântico na poesia portuguesa, campanha em que se empenhou antes por imperativos de cultura e sociabilidade que por tem peramento propriamente dito.

    📝 Assinatura de posse.

  • Foral Antigo de Santarém

    Foral Antigo de Santarém

    Lina Maria Marques Soares

    7,50 

    Foral Antigo de Santarém: Edição Crítica e Estudo de Lina Maria Marques Soares.
    Edições Colibri. Lisboa, 2005, 219 págs. B.

    Chamar ao Foral Antigo de Santarém uma fonte histórica de primeira ordem, é o menos que poderia acrescentar sobre a dissertação de mestrado de Lina Maria Marques Soares. Porque estamos na presença de um livro que vai consideravelmente enriquecer a bibliografia histórica da terra que Garrett definiu como “a princesa das nossas villas”. (Joaquim Veríssimo Serrão)

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  • Espólio de António Ginestal Machado 1874-1940 (Inventário)

    Espólio de António Ginestal Machado 1874-1940 (Inventário)

    Pedro Tavares de Almeida

    8,00 

    Espólio de António Ginestal Machado 1874-1940 (Inventário) de Pedro Tavares de Almeida.
    Biblioteca Nacional de Portugal.  Lisboa, 2010, 244 págs. B.

    O espólio de António Ginestal Machado, doado pelos seus herdeiros à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) em Julho de 2008, integra um signi-ficativo acervo documental relacionado com diferentes aspectos e fases da sua trajectória de vida pessoal, profissional e política. Compreendendo mais de dois mil espécimes, distribuídos por 24 caixas, inclui manuscritos e dactilos-critos, correspondência do próprio e de terceiros, materiais biográficos (agendas pessoais, bilhetes de identidade, diplomas…), arquivo de imprensa (recortes de artigos e de entrevistas, bem como de notícias sobre a sua actividade pública), impressos vários (documentos oficiais, opúsculos e folhetos, menús de banquetes…) e fotografias. Da correspondência recebida e conservada é de sublinhar, pela sua quantidade (69 documentos) e valor intrinseco de algumas peças, a da autoria do escritor Júlio Dantas, amigo pessoal e correligionário político.

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  • Entrada Solene D. José Augusto Traquina Maria

    Entrada Solene D. José Augusto Traquina Maria

    Diocese de Santarém

    5,00 

    Entrada Solene D. José Augusto Traquina Maria de Diocese de Santarém.
    Secretariado Diocesano de Liturgia. Santarém, 2017, 31 págs. B.

    A entrada solene decorreu na Igreja do Convento de Santa Clara, em Santarém, no dia 26 de Novembro de 2017, dia litúrgico da Festa de Cristo-Rei, perante o Cardeal-Patriarca de Lisboa, o Núncio Apostólico, e a maioria dos Arcebispos e Bispos de Portugal, bem como do clero da Diocese e diversas autoridades civis e militares.

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  • Camões

    Camões

    Henrique Barrilaro Ruas

    7,00 

    Este ensaio biográfico é uma tentativa de descobrir a personalidade e a trajetória humana do poeta, através do conjunto da sua obra, e especialmente de Os Lusíadas, útil como introdução do leitor comum numa obra muito distante dos interesses e dos hábitos de todos os dias. Mais do que uma biografia, é uma apresentação de…

  • Associativismo e Património de Maria Emília Vaz Pacheco

    Associativismo e Património

    Maria Emília Vaz Pacheco

    15,00 

    PAINEL I PATRIMÓNIO, CIDADANIA, HISTÓRIA DA ARTE Breve apresentação do Gabinete Técnico Local da Câmara Municipal de Guimarães e descrição das estratégias e processos de reabilitação dos espaços públicos e edificado na área classificada Património Mundial da Humanidade Filipe Vilas Boas | Miguel Melo O sistema defensivo de transição do medieval para o moderno: o…

  • Artes e Tradições de Abrantes de Escola Preparatória de Abrantes

    Artes e Tradições de Abrantes

    Escola Preparatória de Abrantes

    7,50 

    No volume presente divulgam-se aspectos de um levantamento de tradições culturais populares, levado a efeito na região de Abrantes, de 1976 a 1979, por professores estagiários de Educação Visual da Escola Preparatória daquela cidade. ÍNDICE Antologia Introdução Decoração das Habitações Palmitos Saudades Bonecas das Pernas de Cana Seirões O Ferrador Cangas e Cangões Leques de…

  • XXVIII Feira Nacional de Agricultura

    XXVIII Feira Nacional de Agricultura

    CNEMA

    7,50 

    XXVIII Feira Nacional de Agricultura de CNEMA.
    Feira Nacional de Agricultura. Santarém, 1991. B.

    Programa da XXVIII Feira Nacional de Agricultura e XXXVIII Feira do Ribatejo, certame que ocorreu entre os dias 8 a 16 de Junho de 1991.

    A 28. FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA/38.ª FEIRA DO RIBATEJO será pela terceira vez, da responsabilidade exclusiva do CNME que sente um grande orgulho de mais uma vez trazer ao seu secular burgo, que é o coração do Ribatejo, figuras magnas da política nacional, autoridades representativas de vários pontos do país, dirigentes do comércio e da indústria, nomes prestigiosos da agricultura portuguesa, além de muitos diplomatas estrangeiros creditados no nosso país.

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  • Vida e Obra do Senhor Padre Manuel Francisco Borges

    Vida e Obra do Senhor Padre Manuel Francisco Borges

    Maria Ivone Duarte

    6,00 

    A Vida e Obra do Senhor Padre Manuel Francisco Borges de Maria Ivone Duarte Carrolo.
    Ed. Autor. Santarém, 2009, 193 págs. B. Il.

    Aceitando o desafio de escrever sobre a Vida e a Obra do Sr. Padre Manuel Francisco Borges, tive a convicção de que muito iria aprender como pessoa e como cristão, confirmando o sentimento de gratidão que se tem perante as grandes figuras da sociedade contemporânea.

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  • Tudo bem em Santarém e Outros Poemas Menores

    Tudo bem em Santarém e Outros Poemas Menores

    Mário Rui Silvestre

    6,00 

    Tudo bem em Santarém e Outros Poemas Menores de Mário Rui Silvestre.
    Auctoris Edições. Santarém, 2008, 118 págs. B.

    desenha não te atardes
    a lua sobre a cidade
    a cidade no planalto
    dois corações sob a lua
    sangrando na claridade
    difusa de bater juntos

    não repares. não perguntes.
    no cão em mim. no
    inferno.
    na lua sobre o planalto
    não, não feches o caderno.

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  • Santarém no Tempo de Virgílio Arruda

    Santarém no Tempo

    Virgílio Arruda

    25,00 

    São CRONICAS no sentido mais genuino do termo, quer dizer, páginas de História que o autor bebeu na lição dos velhos cronistas e dos historiadores mais abalizados e a que, sempre fiel à verdade dos factos, soube dar em seguida uma forma literária própria

  • Santarém Memórias da Cidade

    Santarém Memórias da Cidade

    Luís Eugénio Ferreira

    7,00 

    Santarém Memórias da Cidade de Luís Eugénio Ferreira.
    Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1998, 93 págs. B.

    Não podemos escolher a cidade onde nascemos, mas podemos, em certas condições, escolher a cidade, onde vivemos a nossa vida. Num caso ou noutro, sempre se estabelecem relações afectivas muito fortes, que nos ligam ao espaço onde nossa vida teve início, ou onde ela decorreu posteriormente e nos permitem considerar a cidade como uma coisa nossa, como algo que faz parte de nós próprios, porque a cidade é o espaço físico onde se concretiza e decorre a nossa existência. A cidade fará assim parte da nossa memória, como sendo a sua maior referência. A cidade é também – o sentido sincrónico das relações que podemos estabelecer com ela, nos breves instantes da nossa própria vida. Ela é o nosso “habitat” o nosso ninho, e por isso ela protagoniza sempre o estilo e a qualidade de vida que levamos. Ela é o grande referente da nossa existência como seres sociais. E admitindo embora uma certa assimetria a cidade vive e envelhece connosco.

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  • Santarém Cidade do Camonismo

    Santarém Cidade do Camonismo

    Justino Mendes de Almeida

    7,50 

    Santarém Cidade do Camonismo de Justino Mendes de Almeida.
    Academia Portuguesa de História. Lisboa, 2007, 158 págs. B.

    Um quarto de século se completa entre a feitura deste livro e a hora em que o texto vê a luz da publicidade, por vontade do respectivo autor, o Prof. Doutor Justino Mendes de Almeida, doutorado em Filologia Clássica e actual Reitor da Universidade Autónoma Luis de Camões. Presidindo eu à comissão instaladora do Instituto Politécnico de Santarém, toda a minha ambição consistia em criar condições favoráveis à implantação do Ensino Superior no distrito de Santarém. À semelhança do que já ocorrera na Covilhã e em Braga, o meu desejo orientava-se na transformação legal de um Instituto Politécnico num outro de cariz universitário. Tinha-se sobretudo em conta que muitos jovens da província do Ribatejo não possuíam condições económicas para se fixar em Lisboa ou em Coimbra, pelo que o nascente Instituto poderia abrir-lhes as portas de um futuro promissor.

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  • Santarém - Roteiros Repúblicanos

    Santarém – Roteiros Repúblicanos

    Jorge Custódio

    6,00 

    Santarém – Roteiros Repúblicanos de Jorge Custódio.
    Quidnovi. Matosinhos, 2010, 128 págs. B. Il.

    Santarém, urbe de memórias milenares, amiúde bastião de liberdades, não soube (ou não põde) preservar os seus mais importantes vestígios do periodo republicano, cujas reminiscências parecem ter-se ocultado sobre os ouropéis do Estado Novo ou do curso vigente da sociedade do consumo pós-contemporânea. (…) Efectivamente, não deixa de constituir uma surpresa para quem aborda a cidade na perspectiva da história do republicanismo a quase inexistência de memórias dos lugares, eventos ou personalidades que estiveram ligados à génese, implantação e afirmação da República, no fundo a instância histórica do actual regime. E isto é tanto mais surpreendente quanto Santarém foi palco e matriz de alguns dos principais acontecimentos que marcaram o período republicano, espaço de resistência republicana no tempo de Salazar, lugar de perseguição no tempo do Movimento de Unidade Democrática (MUD), apoiante de Humberto Delgado nas eleições de 1958 e ainda “ponta de lança” da agenda do 25 de Abril de 1974 (que na sua história tem como militar de relevo Salgueiro Maia

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  • Ribatejo - Os Nossos Vinhos e Azeites de Joana Gonçalves

    Ribatejo – Os Nossos Vinhos e Azeites

    Joana Gonçalves

    40,00 

    A produzir vinho e azeite desde tempos imemoriais, a vinha e o olival são culturas profundamente enraizadas no Ribatejo e ocupam extensas áreas do seu território. Com zonas famosas como a do Cartaxo e a de Almeirim, toda a região, de Alcanhões a Coruche, está pontilhada de adegas, de lagares, de quintas, de grandes e…

  • Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno

    Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno

    José Oliveira Barata

    6,00 

    Para uma Leitura de O Judeu de Bernardo Santareno de José Oliveira Barata.
    Contraponto. Porto, 1983, 124 págs. B.

    A produção dramática de Bernardo Santareno ultrapassa de longe o significado do seu posicionamento na história do nosso mais recente teatro. Assume a força de documento social expresso através do vigor da sua dramaturgia. Iniciada em 1957 e chegando até 1980, a obra de Santareno reflecte a coerência do escritor de teatro, em Portugal, lutando contra todos os condicionalismos que se avolumavam em torno dos criadores artísticos. Desde obras integralmente proibidas, outras inicialmente toleradas e logo mandadas retirar de cena, até à desilusão e desespero da auto-censura», a obra deixada por Santareno reflecte, nas suas grandezas e debilidades, as vicissitudes por que passou o teatro português nos últimos vinte e cinco anos. Reflecte, por outro lado, a pesquisa de uma temática intrinsecamente portuguesa, mergulhando as suas raízes nos ricos terrenos das realidades populares, nos seus costumes, hábitos, grandezas e misérias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.