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  • Catarina ou o Sabor da MaçãScanner 20250324 (2)

    Catarina ou o Sabor da Maçã

    António Alçada Baptista

    6,00 

    Catarina ou o Sabor da Maçã de António Alçada Baptista.
    Editorial Presença. Lisboa, 1995, 86 págs. B.

    Nesta interessante análise dos comportamentos humanos que informa toda a trama novelesca, o narrador desdobra-se em observador, distanciando-se do vivido, e em participante, envolvendo-se, para melhor compreender. Assim nos dá a conhecer Catarina, doce e adorável mulher que no entanto abriga em si uma perigosa atracção pelo abismo. A leitura deste romance é sempre renovado pelo prazer de saborear a prosa de Alçada e, simultaneamente, experiência de inquietação, o que, de resto, caracteriza toda a obra do autor.

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  • Casa dos Espíritos de Isabel AllendeScanner 20250324 (10)

    Casa dos Espíritos, A

    Isabel Allende

    5,00 

    Casa dos Espíritos de Isabel Allende.
    Sicidea. Espanha, 2007, 339 págs. B.

    Nesta sua surpreendente obra de estreia, Isabel Allende constrói um universo repleto de espíritos, de personagens multifacetadas e humanas, entre elas Esteban Trueba, o patriarca, que vive obcecado pela terra e pela paixão absoluta pela esposa, que ele sente sempre para lá do seu alcance.

    Clara é a matriarca esquiva e misteriosa, dotada de poderes sobrenaturais, que prediz as tragédias da família e estabelece o destino da casa e dos Trueba. Blanca, a sua filha suave e rebelde, nutre um amor pelo filho do capataz do seu pai, o que provoca o desprezo de Esteban, mesmo quando deste amor nasce a neta que ele adora: Alba, uma beleza luminosa e uma mulher ardente e voluntariosa.

    As paixões da família Trueba, as suas lutas e segredos desenvolvem-se ao longo de três gerações e de um século de violentas mudanças. Num contexto de revolução e contrarrevolução, a autora dá vida a uma família unida por laços de amor e ódio mais complexos e duradouros que as lealdades políticas que a poderiam separar.

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  • Capitania de São Vicente

    Capitania de São Vicente

    José de Anchieta

    2,50 

    Capitania de São Vicente de José de Anchieta.
    Parque Expo’98. Lisboa, 1997. B.

    Há um certo peixe, a que chamamos boi marinho, os Índios denominam-o iguaraguá, frequente na Capitania do Espírito Santo e em outras localidades para o Norte…

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  • Cão Como Nós de Manuel AlegreScanner 20250324 (6)

    Cão Como Nós

    Manuel Alegre

    3,50 

    Cão Como Nós de Manuel Alegre.
    Planeta DeAgostini. Lisboa, 2004, 115 págs. E.

    É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com “manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça”. Cão… como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, ‘chora’ a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele ‘é’ parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente.

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  • Jonas ou Amor Numa BaleiaJonas ou Amor Numa Baleia de Pierre-Henri Cami

    Jonas ou Amor Numa Baleia

    Pierre-Henri Cami

    10,00 

    Com Pierre-Henri Cami, o grande mestre da moderna literatura humorística, inaugura Edições Afrodite a sua Colecção de Autores Estrangeiros. Nela serão revelados aos leitores portugueses algumas das obras mais vivas da literatura de todos os tempos.

  • Balada de Johnny Sosa

    Balada de Johnny Sosa

    Mario Delgado Aparaín

    3,00 

    Balada de Johnny Sosa de Mario Delgado Aparaín.
    Edições ASA. Porto, 1999, 101 págs. E.

    A vida quotidiana em tempos de arbitrariedade e atropelos, com os seus medos e valentias, as suas cedências e heroicidades, abre-se diante do leitor num relato cativante repleto de humor, que convida à reflexão.

     

    Durante a ditadura, o negro Johnny Sosa, um humilde cantor de blues, revela um ato de coragem inimaginável para os que julgam conhecê-lo que acabará por converter-se num belíssimo canto à dignidade humana.

    Mario Delgado Aparaín oferece-nos, numa época de desconcerto, algo mais que um romance ameno e aprazível: põe-nos em contacto com a pura e simples condição do homem, complexa e imprevisível.

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  • Aprenda a Viver na LuzScanner 20250324 (4)

    Aprenda a Viver na Luz

    Shakti Gawain

    3,00 

    Aprenda a Viver na Luz: Um Guia de Transformação Pessoal e Planetária de Shakti Gawain.
    Sicidea. Espanha, 2006, 159 págs. B.

    Shakti Gawain dedica-se há mais de vinte anos a ajudar milhões de pessoas (não só através da sua obra, como também dos seminários que dirige em todo o mundo) a aprender a confiar em si próprias, a libertar e desenvolver as suas capacidades criativas e a viver uma vida mais íntegra, equilibrada e intuitiva.

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  • ABCedário dos Anos 30 de Éric de Chassey. Público Comunicação Social. Porto, 2003, 119 págs. Mole.Scanner 20250324 (7)

    ABCedário dos Anos 30

    Éric de Chassey

    2,50 

    ABCedário dos Anos 30 de Éric de Chassey.
    Público Comunicação Social. Porto, 2003, 119 págs. B.

    Uma crise, uma guerra. Os anos 30 são marcados por dois abalos que se arrastam um ao outro. Mais que a humilhação da guerra de 1914-1918 e a precariedade do parlamentarismo, é a queda do marco, o esemprego galopante ou o medo da desclassificação social que propulam Hitler para a cabeça do Reich. No entanto, nem a gravidade da situação económica, nem os conflitos militares que, depois de 1933, se divinham após este aumento de poder da Alemanha nazi e do eixo Roma-Berlim fixam, por si só, a cor destes dez anos. O cinzento das fotografias antigas, o cinzento cinematográfico de Guernica é enganador: oculta, sem o sabermos, a energia particular desta época. Claro que esta energia serve de bandeira aos fascistas de todas as tendências e também no Estado soviético, equiparando-se à força colectiva que deveria assegurar a soberania da raça ariana ou da nação italiana, no primeiro caso, do povo, no segundo. Esta energia é também a que arma a resistência das Forças democráticas. No Paris dos comícios de intelectuais, o partido da iberdade tanto reúne Malraux como Gide, e todos os que se revoltam contra o imobilismo ou que se iludem com o sonho comunista.

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  • Arte de Estudar

    Arte de Estudar

    Mário Gonçalves Viana

    7,00 

    Arte de Estudar de Mário Gonçalves Viana.
    Editora Educação Nacional. Porto, 1943, 373 págs. B.

    Índice Sinóptico

    Primeira Parte
    I – O valor do estudo, e a sua função social;
    II – O adestramento da atenção;
    III – O adestramento da memória;
    IV – O adestramento da vontade;
    V – O adestramento do poder de observação;
    VI – Como se deve vencer a preguiça mental;
    VII – Como se deve vencer a timidez;
    VIII – Como se deve ler.

    Segunda Parte
    I – O mundo, os companheiros e os amigos;
    II – O aproveitamento do tempo;
    III – O sono e o repouso;
    IV – O sobernal;
    V – A higiene do estudo;
    VI – Diversões e Distracções;
    VII – As férias.

    Terceira Parte
    I – Ordem e Disciplina;
    II – O método ao serviço do estudo;
    III – Os apontamentos e a sua sistematização;
    IV – O estduo para as aulas;
    V – A preparação para os exames e concursos;
    VI – O estudo para a vida;
    VII – Aprender até morrer.

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  • Almanaque Bertrand 1937Almanaque Bertrand

    Almanaque Bertrand 1937

    Maria Fernandes Costa

    10,00 

    Almanaque Bertrand 1937 de Maria Fernandes Costa.
    Imprensa Portugal-Brasil. Lisboa, 1936, 384 págs. Dura.

    Almanaques de informação diversa constituída por artigos de actualidades, conhecimento genérico, literatura, ciência acontecimentos, etc.  bem como diversas fotografias, desenhos, caricaturas, jogos e passatempos.

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  • Por Amor das Cidades: Conversas com Jean Lebrun de Jacques Le GoffAmor das Cidades

    Amor das Cidades, Por

    Jacques Le Goff

    8,00 

    Por Amor das Cidades: Conversas com Jean Lebrun de Jacques Le Goff.
    Teorema Editores. Lisboa, 1999, 157 págs. B.

    Substitua-se, na cidade, da Idade Média a muralha de cintura por uma via rápida de cintura e temos a cidade contemporânea. Contudo, a cidade em breve engole o campo, dilacerada entre as suas edificações medievais e o nascimento de urbes gigantescas. Como um peão que se passeia, enamorado, pela cidade medieval, Jacques Le Goff entrega-nos as chaves com que apreendemos a época de ruptura urbana que é a nossa.

    Ao longo de quatro temas, o historiador encaminha-se para o coração das funções da cidade. Lugar da troca e do diálogo, vive um formidável surto de desenvolvimento. Lugar de cobiça, dá origem à utopia da segurança urbana. Lugar de poder, quer a boa governação zelosa de justiça, mas multiplica as injustiças e os marginais. Lugar de orgulho, inova em todos os domínios, aspira à beleza, reinventa o urbanismo e cria um imaginário urbano. Este percurso conduz a uma interrogação sobre o fim da cidade: do centro aos policentros, dos arrabaldes ao dormitório, terá sido aspirada a cidade que ins pirava? Inquieto perante uma cidade digitalizada, transformada em museu, Jacques Le Goff quer manter a crença no dinamismo urbano, por força do seu amor às cidades.

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  • Ancient Rome: Art Architecture and HistoryScanner

    Ancient Rome: Art Architecture and History

    Ada Gabucci

    5,00 

    Ancient Rome: Art, Architecture and History de Ada Gabucci.
    The British Museum Press. Londres, 2002, 143 págs. B.

    Rome was one of the greatest civilizations of the ancient world. This superbly-illustrated book offers an accessible overview of its art and architecture, set against the historical background of the rise and fall of the Roman empire.

    • A concise introduction to the art and history of Rome

    Follows the history of Rome from the creation of the empire by Augustus to its final fall

    With featured selections on the great masterpieces, the historical and artistic context, and the art and architecture of each period

    With over 300 photographs of sculptures, mosaics, metalwork, wall-paintings, por-traits, sites and buildings from all over the Roman empire

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  • Contribuinte (Jornal) - Ano 1931, O

    Contribuinte (Jornal) – Ano 1931, O

    Alberto Carrapatoso

    10,00 

    A dentro desse programa e orientação, suficientemente conhecidos dos nossos assinantes e leitores, procuraremos ir melhorando o novo guia e defensor dos interesses da grande legião de tributarios, modificando o seu aspecto grafico, alargando as suas secções e informações e obtendo novos colaboradores, tudo por forma a tornal-o cada vez mais util e interessante, como…

  • Os Mais Belos Castelos de Portugal de Júlio Gil

    Mais Belos Castelos de Portugal, Os

    Júlio Gil

    10,00 

    Os Mais Belos Castelos de Portugal de Júlio Gil
    Editorial Verbo. Lisboa, 1986, 306 págs. E.

    Entre as relíquias do nosso passado histórico, que ajudaram ao longo dos séculos a robustecer a Nacionalidade, são decerto os castelos que melhor falam à nossa alma, na vibração ou na saudade que a sua contemplação em nós desperta. Mas não os basta contemplar no escrínio do tempo, como formas inermes ou redivivas da grandeza que os definiu. É preciso também saber amá-los na sua verdadeira essência, ou seja, no papel de relevo que desempenharam na história. Porque apenas nessa atitude de reverência, evocando o cortejo de heroísmos e de tragédias de que foram cenário, podemos sentir a carga espiritual que deles se desprende.

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  • Felizmente Há Luar

    Felizmente Há Luar

    Luís de Sttau Monteiro

    5,00 

    Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro.
    Editorial Ática. Lisboa, 1969, 164 págs. B.

    Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.

    Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

    Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

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  • Farpas, As

    Farpas, As

    Eça de Queiroz

    15,00 

    As Farpas: Crónica Mensal de Política, das Letras e dos Costumes de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão.
    Principia. Cascais, 2004, 637 págs. B.

    A presente edição dos textos que, sob o título As Farpas, foram publicados em 1871-1872 visa um duplo propósito: por um lado, proporcionar a quantos se interessam pelos estudos queirozianos a oportunidade, até hoje inexistente, de poderem dispor da sua edição original; por outro lado, dar a conhecer ao grande público, na sua pureza, uma obra que, na versão conhecida sob o título de Uma Campanha Alegre, se apresenta diferente e editada de forma descuidada. Diz Maria Filomena Mónica que As Farpas marcaram uma época, o que não nos deve surpreender dada a sua originalidade, fruto «da raiva sentida por uma nova geração diante da burguesia que se instalara no poder após a Regeneração de 1851». Na presente edição, apenas se atualizou a ortografia. Em tudo o mais, manteve-se a integralidade dos textos originais. Uma «Tabela Onomástica», um «Glossário», uma «Cronologia» e inúmeras notas ajudam os leitores a colocar As Farpas no contexto da época.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.