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  • Rourke: A Morte é Sempre Boa de Paul Loup Sulitzer

    Rourke: A Morte é Sempre Boa

    Paul Loup Sulitzer

    6,00 

    Rourke: A Morte é Sempre Boa de Paul Loup Sulitzer.
    Edições ASA. Porto, 1992, 48 págs. E.

    Chama-se H. H. Rourke. Ainda não tem vinte anos e já uma alcunha o persegue: S.O.B. Rourke, Rourke Son of a Bitch, Rourke, o Filho da Mãe. Alguns dos seus confrades jornalistas acham que ele é mais louco do que os criminosos que persegue. Para não falar na Kate…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerrilha Literária: Eça de Queiroz - Camilo Castelo BrancoGL

    Guerrilha Literária: Eça de Queiroz – Camilo Castelo Branco

    A. Campos Matos

    10,00 

    As relações literárias entre Eça de Queiroz e Camilo Castelo Branco, não muito amistosas, nunca foram objecto de uma análise tão exaustiva como a que A. Campos Matos realizou neste livro. O humor e a ironia dos extraordinários textos onde reciprocamente Eça e Camilo se avaliam tornam esta obra um divertido e inédito documento para quem se interessa pela literatura portuguesa do séc. XIX.

  • Pescador Urashima de Wenceslau de Moraes

    Pescador Urashima, O

    Wenceslau de Moraes

    2,50 

    O Pescador Urashima é um conto tradicional japonês recontado por Wenceslau de Moraes. A história segue Urashima, um jovem pescador que salva uma tartaruga e, como recompensa, é levado ao palácio submarino do Rei Dragão. Lá, vive momentos de encantamento ao lado da bela princesa Otohime. No entanto, ao regressar à terra, descobre que séculos se passaram. Uma fábula sobre o tempo, o destino e a efemeridade da vida.

  • Pega Azul de Clara Pinto Correia

    Pega Azul, A

    Clara Pinto Correia

    6,00 

    A PEGA AZUL DE CLARA PINTO CORREIA
    Parque Expo 98. Lisboa, 1996. 51 págs. B.

    Narrativa de Clara Pinto Correia publicada no âmbito da Expo 98 de Lisboa, que conta a história da pega-azul portuguesa e das lendas associadas à sua distribuição geográfica, incluindo a explicação popular de como um marinheiro terá levado um casal desta ave para o outro lado do mundo, espécie que tinha até então sido exclusiva do território português.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 30g
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  • Pagem do Duque de Sabóia de Alexandre Dumas

    Pagem do Duque de Sabóia

    Alexandre Dumas

    5,00 

    Em 1555, o duque Emanuel Filiberto da Saboia, sem territórios, comanda as tropas de Carlos V, acompanhado pelo seu fiel escudeiro Scianca-Fero e pelo jovem pajem Léone, que na verdade é Léona, uma rapariga disfarçada para sobreviver. Após derrotar o conde de Waldeck, assume um papel estratégico ao serviço de Filipe II, conquistando Saint-Quentin e garantindo a devolução dos seus domínios com o Tratado de Cateau-Cambrésis (1558). Apesar do amor por Léona, casa-se com Margarida de França em 1559. Em 1561, enquanto reorganiza o seu território, escapa a uma emboscada graças a Léona, que morre nesse confronto. Com o nascimento de Carlos Emanuel em 1562, a Saboia recupera o seu esplendor até à morte de Emanuel Filiberto em 1580.

  • Natal... Natais: Oito Séculos de Poesia sobre o Natal de Vasco Graça Moura

    Natal… Natais: Oito Séculos de Poesia sobre o Natal

    Vasco Graça Moura

    8,00 

    Esta antologia reúne oito séculos de poesia em língua portuguesa sobre o Natal. Inicia-se com Afonso X, o Sábio, cujas Cantigas de Santa Maria foram escritas em galego-português no século XIII e termina com autores do século XXI. Inclui 202 textos de 130 poetas, tendo o organizador dado preferência aos autores do século XIX e do XX. “(…) A extrema variedade de formas e registos dentro da unidade temática considerada justifica se tenha lançado mão do título de um poema de Cabral Nascimento, «Natal… Natais», para designar o conjunto das peças aqui recolhidas”. São antologia dos poetas como Gil Vicente Ribeiro chiado, Diogo Bernardes, António Ferreira, Frei Agostinho da Cruz, Abade de Jazente, Correia Garção, Bingre, Almeida Garrett, Herculano, João de Lemos, João de Deus, Guerra Junqueiro, António Feijó, Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Fernando Pessoa, Vitorino Nemésio, José régio, Miguel Torga, Álvaro Feijó, Sophia de Mello Breyner, José Saramago, Mário Cesariny de Vasconcelos , Sebastião da Gama, Manuel alegre, Nuno Júdice, etc. Etc.

  • Minha Vida com o Lama, A

    Minha Vida com o Lama, A

    Lobsang Rampa

    3,50 

    Este livro retrata, como poucos, a vida de um animal – neste caso, uma gata – desde o seu nascimento até ao ocaso dos seus dias.

    O que o torna verdadeiramente singular é a forma como a história nos é contada: na primeira pessoa. Aqui, a narradora é a própria Fifi, a gata, que nos conduz pelo seu percurso de vida, partilhando cada experiência, cada dor e cada momento de alegria. Desde o seu nascimento aristocrático até à dureza do abandono, passando pelos maus-tratos, pela indiferença e pelo sofrimento, a sua voz ecoa como um testemunho silencioso da forma como os humanos tratam os que não têm voz.

    Com uma perspetiva única, Fifi leva-nos a refletir sobre as nossas atitudes enquanto sociedade – uma sociedade que deveria proteger os mais vulneráveis, mas que, tantas vezes, os trata como meros objectos de capricho.

  • Meridianos Críticos de Manuel Anselmo

    Meridianos Críticos (Terceira Série)

    Manuel Anselmo

    7,50 

    Meridianos Críticos (Terceira Série) de Manuel Anselmo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 310 págs. B.

    Do índice: I – Sobre as ideias económicas, sociais e políticas do marxismo; II – Genealogia espiritual do Gabirú, da Mouca, da Luísa, do Gêbo e das demais personagens de “Os Pobres” de Raul Brandão; III – Considerações não proféticas sobre o enigma alemão; IV – Psitacismo diplomático de Steinbroken; V – Balada emocional do meu regresso à terra; VI – Monarquia e mono-arquia; VII – Timida reflexão sobre as liberdades; VIII – A crise da cultura e o abandono dos homens; IX – Homenagem ao Dr. Manuel Ferreira Caldas, Médico de Monção; X – Os horizontes azuis e as searas; XI – Monarquia contemplativa, monarquia livresca e monarquia viva; XII – Educação, cultura popular e analfabetismo; XIII – A reconciliação das gerações; XIV – A longanimidade com o pecado; XV – Sobre a interpretação marxista da história e do Estado; XVI – Álvaro Marques, exemplo de nobreza mental e moral; XVII – Monarquia e liberdade; XVIII – Salazar e o futuro; XIX – Crítica a dois livros de política; XX – Alguns eventos políticos nacionais; XXI – Mensagem a Salazar.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Mensagem de Fátima

    Mensagem de Fátima, A

    Sezinando Oliveira Rosa

    6,00 

    Mensagem de Fátima de Sezinando Oliveira Rosa [N.O.].
    Editorial Logos. Lisboa, 1961, 85 págs. B.

    Este «Opúsculos da EDITORIAL LOGOS (Campo de Sant’Ana, 43 Lisboa-1) foi publicado pela Junta Central da Acção Católica Portuguesa, para facilitar a «Campanha da Mensagem de Fátima», a realizar em todo o país, no corrente ano social de 1960-1961, no desejo ardente de que todos os fillados da Acção Católica e mais devotos de Nossa Senhora tornem bem conhecida e vivida a celeste «Mensagem de Fátimas e se apresse assim a hora do prometido triunfo do Coração Imaculado de Maria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Menina e Moça de Bernadim Ribeiro

    Menina e Moça

    Bernadim Ribeiro

    4,00 

    Menina e Moça de Bernadim Ribeiro.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1990, 161 págs. B.

    Preparada pelo Professor Helder Macedo, a presente edição vem colocar ao alcance do grande público uma versão fidedigna da Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro, porventura o mais representativo dos romances sentimentais portugueses do século XVI.

    A obra identifica-se, no dizer de António José Saraiva e Óscar Lopes, «com as tendências mais profundas do Renascimento, de que constitui uma das mais significativas expressões em Portugal».

    📝 Assinatura de posse.

  • Melhor Maneira de Viver de Og Mandino

    Melhor Maneira de Viver, A

    Og Mandino

    2,50 

    Og Mandino é um dos autores mais respeitados e de maior sucesso no campo da auto-ajuda. No entanto, aos trinta e cinco anos ele era alcoólico e estava à beira do suicídio. Em A Melhor Maneira de Viver ele conta a comovente história da sua vida e de como, em apenas dez anos, este homem desesperado se transformou num milionário e, sobretudo, numa pessoa feliz. Esta história também pode mudar a sua vida. Neste livro, Og Mandino revela o segredo da sua transformação e a chave do seu sucesso: as dezassete regras de vida, princípios simples mas eficazes de desenvolvimento pessoal que são o ingrediente fundamental do êxito em qualquer aspecto da vida. Tão sincera quanto exemplar, A Melhor Maneira de Viver é uma lição de vida e de esperança.

  • Luís de Camões de Hernani Cidade

    Luís de Camões

    Hernani Cidade

    15,00 

    Volume I: A Vida do Poeta, O Cânone da Lírica, A formação do poeta, Os temas do poeta e as confidências do homem, O príncipe dos poetas portugueses.

    Volume II: O ambiente histórico em que surgiu o poema, O assunto d’Os Lusíadas, A estrutura clássica d’Os Lusíadas, O estilo épico n’Os Lusíadas, A realidade objectiva no poema, o maravilhoso n’Os Lusíadas, a substância épica n’Os Lusíadas, a substância trágica, A personalidade de Camões através da obra Lírica e Épica.

  • Lúdico na História do Oriente Português

    Lúdico na História do Oriente Português

    Cândido do Carmo Azevedo

    15,00 

    Lúdico na História do Oriente Português: Um Diálogo Intercultural do Século XV ao século XX de Cândido do Carmo Azevedo.
    Instituto Politécnico de Macau. Macau, 2010, 431 págs. B.

    Este livro convida-nos a uma viagem. Uma viagem a efectuar pelos diversos itinerários geográficos, culturais e sociais em que se cumpriram a diáspora, a errância e a peregrinação portuguesas no Oriente. Navegando através do tempo, apresenta mosaicos reveladores dos escolhos, dos possíveis e impossíveis da miscigenação lúdica, como espelho das diferenças e assimilações no contexto mais abrangente. Até que surge o desporto, a facilitar o empreendimento nunca antes conseguido, pelo menos na sua maior parte.

    Esta obra encerra também uma panóplia de abordagens: de antropologia, de etnologia, de sociologia, de politica e de história. E tudo misturado num caldo de profundo e compenetrado sabor humanista. Por isso mesmo a leitura alimenta a sofreguidão de todos os paladares e oferece-nos um conhecimento do contexto oriental e das suas gentes. Por tudo isto, o livro e o seu autor merecem o nosso aplauso, apreço e reconhecimento; merecem, sobremaneira, que os acompanhemos com atenção desperta e consciência inquieta na esplendorosa viagem que nos proporcionam.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Líricas Portuguesas (1ª Série) de José Régio

    Líricas Portuguesas (1ª Série)

    José Régio

    15,00 

    Líricas Portuguesas (1ª Série) de José Régio.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 408 págs. B.

    Apreciada antologia, cuja selecção esteve a cargo de José Régio, Cabral do Nascimento, Jorge de Sena e António Ramos Rosa. No dizer de Sena: “Não há qualquer comparação possível entre estas três séries da ‘Líricas Portuguesas’ a não ser ser a relativa subordinação de três personalidades intectualmente a artìsticamente muito diversas — os antologizadores — a um editorial desígnio comum.

    📝 Assinatura de posse.

  • Joio e o Trigo

    Joio e o Trigo

    Aurélio Domingues

    15,00 

    Joio e o Trigo de Aurélio Domingues.
    Tipografia Leuzinger. Rio de Janeiro, 1915, 204 págs. B.

    E’ constituído por uma série de diversos trabalhos litterarios, escriptos em varios logares e sob a acção de estados d’alma.

    Sua sequencia apenas pode ser observada pelas datas em que foram feitos, coisa aliás a que se não obedeceu na sua reunião em volume, por assim não ter querido o auctor.

    Enfeixando-os num volume, não foi outra a intenção do auctor que evitar o possivel extravío de todos, pois que alguns, que aqui vão, já foram reconstituídos de memoria.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor

  • Jardim de Alfazema de Jude Deveraux

    Jardim de Alfazema

    Jude Deveraux

    5,00 

    Jardim de Alfazema de Jude Deveraux.
    Leya. Alfragide, 2015, 350 págs. B.

    Jocelyne Minton é uma mulher dividida entre dois mundos. A mãe estudou em colégios particulares e frequentava as melhores salas de chá, mas acabou por casar com o biscateiro local.

    Joce tinha apenas cinco anos quando a mãe morreu e, quando o pai volta a casar, a criança sente-se mais só do que nunca – até que conhece Edilean Harcourt que, apesar de já não ser uma jovem, compreende Joce melhor que ninguém.

    Quando Miss Edi morre, deixa à amiga todos os seus bens, incluindo uma histórica mansão do século XVIII e uma carta com pistas para a jovem decifrar um mistério que remonta a 1941. Na carta, Miss Edi também revela que encontrou o homem perfeito para Joce, um jovem advogado. Joce fica chocada ao saber que a mansão e o futuro amor da sua vida se encontram em Edilean, de que nunca ouvira falar. Curiosa perante esta reviravolta do destino, Joce muda-se para a pequena cidade , decidida a dar um novo rumo à sua vida.

    Em Edilean, todos conhecem a história da jovem e já delinearam o seu futuro, incluindo o homem com quem se deverá casar. Acontece, porém, que Joce tem as suas próprias ideias acerca do homem que terá de conquistar o seu coração e o que fazer aos segredos que ninguém quer ver divulgados. Mas, quando estes lhe revelam parte da sua história, o certo é que a vida parece ganhar uma nova cor…

    Em Jardim de Alfazema, Jude Deveraux retrata as paixões, as intrigas e os segredos de uma pequena cidade e dá início a uma extraordinária série centrada em Edilean.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.