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  • O Fado: Canção de Vencidos de Luiz Moita

    Fado: Canção de Vencidos, O

    Luiz Moita

    5,00 

    O Fado, canção de vencidos é o segundo volume desta colecção e traz-nos a visão de Luiz Moita, um autor contemporâneo de Fernando Pessoa e José Pacheco. A sua visão do Fado, inicialmente apresentada através de oito palestras radiodifundidas e mais tarde convertida em livro, é considerada uma obra crítica para compreender o fenómeno do Fado em 1936, quatro anos após a instauração do Estado Novo. Na década de 1930, fazer parte do círculo do Fado era, aos olhos da sociedade e de Salazar, uma contaminação preocupante, e Luiz Moita, aqui no seu papel de arauto desta preocupação, ilustra esta tensão social, o crescimento do fenómeno e as figuras de proa da época.

  • Enfermaria nº6 e Outros Contos de Anton Tchekov

    Enfermaria nº6 e Outros Contos

    Anton Tchekov

    2,50 

    A Enfermaria nº 6 fica numa pequena cidade russa, no interior de um distrito isolado, longe da estrada de ferro e, como aponta o autor, por isso sem os mesmos valores dos grandes centros urbanos, onde os jornais denunciam a corrupção e a violência. Nesta cidadezinha, porém, todos vêem o que está errado, mas ninguém é capaz de tomar alguma providência.

  • Encontro da Palavra, Ao

    Encontro da Palavra, Ao

    M. Antunes

    7,00 

    Encontro da Palavra de M. Antunes.
    Livraria Morais Editora. Lisboa, 1960, 278 págs. B.

    Ao Encontro da Palavra reúne vários ensaios de crítica literária, de índole geral e de índole particular. Uns completamente inéditos, outros já impressos, ao menos em parte. Os últimos só entraram, como regra mais comum, depois de refundidos. Mas este trabalho de actualização não o pôde levar o A. tão longe quanto desejava. Permanentemente devorado, há mais de dois anos, pela actividade escolar, não lhe tem sido consentida aquela margem de tempo para tanto indispensável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário da História de Portugal de Joel Serrão

    Dicionário da História de Portugal

    Joel Serrão

    100,00 

    Dicionário da História de Portugal de Joel Serrão [Dir.]
    Livraria Figueirinhas. Porto, 1999, 7 vols.

    O Dicionário de História de Portugal, publicado entre 1963 e 1971, é uma das obras mais marcantes da historiografia portuguesa. Com um total de cerca de 3500 páginas, foi editado pela Livraria Figueirinhas, do Porto, e pelas Iniciativas Editoriais, de Lisboa. Como o nome indica, é uma ordenação alfabética de entradas, dedicadas a pessoas, conceitos, lugares e acontecimentos, cuja selecção e redacção se caracterizavam, à data da publicação, pela grande variedade, modernidade e actualização.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Descobrimentos

    Descobrimentos

    J. Aires de Magalhães

    2,50 

    Livros sobre os Descobrimentos – Os Descobrimentos foram as viagens marítimas realizadas por portugueses e outros europeus entre os séculos XV e XVII. Esses desbravamentos permitiram a exploração de novos territórios e o estabelecimento de relações comerciais

  • Desastre de Lisboa de Olen Steinhauer

    Desastre de Lisboa, Do

    Olen Steinhauer

    6,00 

    Desastre de Lisboa de Olen Steinhauer.
    Bertrand. Lisboa, 2015, 47 págs. B.

    Antes de ser enviado para os escritórios da CIA no Cairo, John trabalhou em Lisboa, onde tomou parte de uma ação de grande importância que implicou a detenção de um indivíduo para interrogatório. Mas desde o início da operação que nada corre como planeado e as coisas não tardam a tornar-se para John muito mais do que um momento crucial para a sua carreira: a maneira como ele gere esta crise irá defini-lo também como pessoa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Considerações Sobre as Artes Plásticas

    Considerações Sobre as Artes Plásticas

    Manuel Mendes

    15,00 

    Considerações Sobre as Artes Plásticas de Manuel Mendes.
    Seara Nova. Lisboa, 1944, 163 págs. B.

    Reunião de crónicas e textos avulsos (1929-1944), com menção da publicação a que correspondem — maioritariamente a Seara Nova —, sobre arte e artistas (Dórdio Gomes, Carlos Botelho, Maria Keil, Veloso Salgado, Simões de Almeida, o Salão dos Modernistas, «os arquitecto no 1.º Salão dos Independentes», Columbano, etc.).

    Ilustrado com 15 desenhos a preto, de António Duarte, Bernardo Marques, Carlos Botelho, Diogo de Macedo, Jorge Barradas, José Tagarro, Maria Keil, Mário Eloy, Ofélia Marques e Stuart de Carvalhais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cassidy de Morris West

    Cassidy

    Morris West

    3,50 

    Cassidy de Morris West.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1988, 232 págs. B.

    Há trinta anos, Morris West publicou o seu primeiro romance relacionado com o Vaticano – As Sandálias do Pescador. Este girava em torno da eleição de um Papa eslavo.

    A publicação da obra foi marcada por uma série de estranhas coincidências: o homem que inspirou a figura do Papa, o Arcebispo Slipji, natural da Ucrânia, foi libertado do cativeiro em que se encontrava, no arquipélago de Gulag, isto enquanto o Papa João XXIII falecia no mesmo dia em que o livro chegou aos escaparates.

    Um famoso filantropo americano foi ao hotel onde West se instalara em Nova Iorque para lhe contar a forma como conspirara com o falecido Pontífice, na altura o Legado Apostólico na Turquia, no intuito de montar uma operação susceptível de fazer sair os judeus do território dos Balcãs.

    Passados quinze anos, a ficção de West assumiu o estatuto de profecia realizada: o Arcebispo Karol Wojtyla, de Cracóvia, foi eleito Papa. Trata-se do primeiro Papa eslavo da história, e adoptou o nome de João Paulo II.

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  • Casa na Duna de Fernando Namora

    Casa na Duna

    Fernando Namora

    6,00 

    A fazenda dos Paulos definha a olhos vistos entre o pinhal ermo e a lagoa de Corrocovo. O gado, o vinho e o milho mal chegam para encher os armazéns locais, quando Mariano se vê hesitante em mecanizar a lavoura. Se ao menos Hilário, seu filho, desse provas do seu interesse pela manutenção da casa, a antiga premonição de ruína da família avistar-se-ia longe. A fome e a miséria grassam assim na terra estéril da aldeia, mas nada travará o avanço da lógica de mercado e concorrência, que tudo arrasta.

  • Café Orion

    Café Orion

    Rui Mesquita

    7,00 

    Café Orion de Rui Mesquita.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 45 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

  • Bruxas de Eastwick de John Updike

    Bruxas de Eastwick, As

    John Updike

    3,50 

    Best-seller de John Updike e adaptado para o cinema em 1987, com Cher, Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Jack Nicholson no elenco, As bruxas de East-wick ganha nova tradução e edição econômica. Publicada em 1984, a obra é uma sátira à bruxaria, que, transplantada do cenário sombrio da Nova Inglaterra do século XVII, ressurge numa ensolarada cidade contemporânea e serve de ponto de partida para tratar de temas como o desespero pela chegada da meia-idade, a atmosfera asfixiante das cidadezinhas provincianas e os costumes da classe média americana.

  • Bichos de Miguel Torga

    Bichos

    Miguel Torga

    4,00 

    Bichos de Miguel Torga.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1961, 135 págs. B.

    Escrito num registo peculiar marcado pelo recurso a um tom coloquial, a uma adjectivação específica e a diversas metáforas muito expressivas sobre uma realidade à qual se encontra intimamente ligado.

    As personagens e a acção desta história têm um carácter profundamente humano com um tom dramático e até desesperado.

    📕 6ª Edição Remodelada.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bens Adquiridos

    Bens Adquiridos

    Margarida Futscher

    10,00 

    Bens Adquiridos de Margarida Futscher.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1974, 66 págs. B.

    Segundo de Livro de poesia de Margardia Futscher (1920-1981) que contou com a ajuda de Ruy Cinatti a quem a poetisa dedicada cinco poemas.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • Balada da Neve de Augusto Gil

    Balada da Neve

    Augusto Gil

    7,00 

    Augusto Gil (Porto, 1873 – Lisboa, 1929) passou a infância na Guarda e estudou Direito em Coimbra, onde contactou com várias correntes literárias. Exerceu advocacia e foi diretor-geral das Belas-Artes.

    A sua poesia reflete influências do parnasianismo, simbolismo e realismo, com destaque para um lirismo tipicamente português, muitas vezes irónico. Foi exímio na quadra popular e tornou-se popular com Luar de Janeiro. Ladislau Patrício reuniu inéditos seus em 1942.

  • Aventuras de Três Russos e Três Ingleses de Júlio Verne

    Aventuras de Três Russos e Três Ingleses, As

    Júlio Verne

    3,00 

    Aventuras de Três Russos e Três Ingleses de Júlio Verne.
    Público Comunicação Social. Porto, 2005, 239 págs. E.

    No ano de 1854, uma expedição composta por russos e ingleses dirigiu-se para o deserto do Kalahari, na África Austral, com o objetivo de medir um arco de meridianos tão exatamente quanto humanamente possível. A comissão internacional propõe-se enfrentar os perigos do deserto, as selvas africanas e as savanas, até que a descoberta de que a Rússia e a Inglaterra haviam, entretanto, declarado guerra mutuamente, o que ameaça o sucesso da missão.

    Esta descoberta marca o início de uma feroz disputa política entre os exploradores, que acompanha a sua luta pela sobrevivência num ambiente perigoso e cheio de desafios. Esta obra apresenta a imagem que os colonialistas europeus tinham relativamente ao seu domínio sobre o continente africano naquele período, descrevendo, em grande pormenor, a flora e fauna de África, os métodos científicos utilizados durante a expedição, a rivalidade entre os impérios coloniais e as guerras violentas geradas por estas rivalidades. Possivelmente, o conflito de que Júlio Verne trata, com muita aventura e excitação, é a Guerra da Crimeia, que decorreu de 1853 a 1856, e na qual a Inglaterra e a Rússia combateram pela região dos Balcãs.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Atitudes Politicas de Alain Lancelot

    Atitudes Politicas

    Alain Lancelot

    5,00 

    A escolha de uma posição política é normalmente condicionada por um sem número de causas que habitualmente nos escapam. Não é fácil descobrir ou estabelecer quais os factores que maior influência exercem no desenrolar deste processo. Fala-se em tendências ou opções, mas estes termos nada nos dizem. (…) Alain Lancelot procurou apresentar-nos uma análise clara e convincente, na qual se encontram muitas das causas das nossas posições sociopolíticas.