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  • 19341934

    1934

    Alberto Moravia

    5,00 

    1934 de Alberto Moravia.
    Editorial Presença. Lisboa, 1984, 211 págs. B.

    Romance de Alberto Moravia, publicado em Itália em 1982 e traduzido por Mário de Brito para esta edição portuguesa. Passado em 1934, acompanha Lucio, jovem intelectual antifascista, numa viagem a Capri onde se envolve com Beate Müller, jovem alemã de espírito melancólico casada com um simpatizante nazi. A intriga, marcada por jogos de identidade e pela presença da irmã gémea de Beate, serve de pano de fundo a uma reflexão sobre o desespero existencial e a ascensão do totalitarismo na Europa dos anos trinta.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Três Sentidos Fundamentais na Poesia de Cesário

    Três Sentidos Fundamentais na Poesia de Cesário

    Luiz Amaro de Oliveira

    7,50 

    Três Sentidos Fundamentais na Poesia de Cesário de Luiz Amaro de Oliveira.
    Ed. Autor. Lisboa, 1949, 63 págs. Mole.

    Três ensaios sobre o Mundo, a Arte e a Morte na obra de Cesário Verde.

    📝 Assinatura de posse

  • 100 Pingos de Tinta

    100 Pingos de Tinta

    Ernesto Tomé

    5,00 

    100 Pingos de Tinta de Ernesto Tomé.
    Parceria A. M. Pereira. Figueira da Foz, 1946.  B..

    Colectânea de cem textos breves de Ernesto Tomé, publicada com um prólogo de tom irónico e autodepreciativo, em que o autor antecipa e desarma de antemão as críticas à sua obra, defendendo com humor que a frivolidade pode ser tão difícil de alcançar quanto a profundidade. O título sugere a natureza fragmentária e ligeira dos textos reunidos.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Racismo e Desporto de José Esteves.

    Racismo e Desporto

    José Esteves

    7,50 

    Este é um livro de larga recolha informativa, e também de alguma opinião, do seu autor-compilador. Um trabalho que este desejaria fosse «polémico», ou «irritante», ou «provocativo» —
    nas várias direcções possíveis — em esforço mútuo de esclarecimento:
    Este livro apresenta-se na mesma perspectiva dum outro, publicado em 1967 e depois reeditado em 1970 e 1975: «O Desporto e as Estruturas Sociais»; e é como que o desenvolvimento do seu
    capítulo «O Negro e o Desporto».
    Será pois, na mesma abordagem e no mesmo ânimo de franco-atirador, que vamos, agora, continuar tal esforço de compreensão crítica do fenómeno desportivo. Ou melhor: do espectáculo desportivo de alta competição; que é, este, o dos valores mais expressivos da sociedade competitiva, de recordes e de «progresso)», em que vivemos.
    Digamos, pois, que ambos os livros foram organizados através da recolha de larga soma de informacões, para uma «leitura» social, do desporto. Mas uma «leitura» a fazer dum contexto muito variado e rico de lutas — nacionalistas, classistas, étnicas, racistas, sexistas, geracionais, linguísticas, religiosas, ideológicas, de empórios industriais e comerciais, etc. — onde o mesmo desporto se constitue, e exprime, como um reflexo. Daí que, para entendermos o racismo desportivo, sejamos obrigados a um prévio conhecimento do racismo, em geral.
    Obra ilustrada com fotografias a preto e branco.

  • Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes

    Para Viver Um Grande Amor

    Vinicius de Moraes

    7,50 

    Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes.
    Livraria José Olympio Editora. Rio de Janeiro, 1973, 197 págs. B.

    Este livro é metade em prosa, metade em versos – mas sempre de poesia. Vinicius de Moraes explica na “Advertência”, falando de suas crônicas, que “há, para o leitor que se der ao trabalho de percorrê-las em sua integridade, uma unidade evidente que as enfeixa: a de um grande amor”.
    Explica ainda que “os poemas visam a amenizar um pouco a prosa: dar-lhe, quem sabe, um “balanço” novo”. O poeta conseguiu exatamente isto, e daí a graça especial destas páginas cheias de carinho e de lirismo sensual.
    Um livro para os que amam, escrito com o sentimento humano de quem sabe fazer da vida uma grande aventura de amor.

    📕 8ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nova Monagrafia do Lumiar

    Nova Monagrafia do Lumiar

    Rosa Maria Trindade César Ferreira

    20,00 

    Lisboa, lugar onde nunca se perdeu o sentido humanizante do espaço interactivo do relacionamento e da convivialidade (nomeadamente a convivialidade informal da “soleira da porta” dos bairros tradicionais), onde de uma forma relevante a estrutura do espaço físico também importa, é significativamente preenchida por esses lugares a que não será estranha a sua peculiar estrutura arquitectónica e urbanística. Essa escala humana, muito impressiva, por exemplo nos chamados bairros históricos ou em outros espaços como os pátios e vilas, integra o conjunto de características que ainda fazem de Lisboa um lugar específico de uma significante riqueza relacional, um lugar feito à escala humana. Nessa perspectiva pareceu necessário não apenas historiar compreensiva e analiticamente certos lugares que desempenharam uma função estruturante na organização do espaço periférico, como sejam as referenciadas quintas próximas de Lisboa, como igualmente inventariar acervos significativos em termos artísticos e patrimoniais. Na medida em que um património ignorado representa sempre um património em risco, parece urgente assinalá-lo, identificando-o e descrevendo-o, dando-lhe visibilidade e integrando-o tanto quanto possível na nossa discursividade e na experiência do quotidiano.

  • Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria

    Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria

    Manoel Carlos de Andrade

    150,00 

    Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria Offerecida ao Senhor D. João, Príncipe do Brazil de Manoel Carlos de Andrade
    Livraria Sam Carlos, 1971, 453 págs.  E.

    Edição fac-similada da 1ª edição de um dos mais preciosos e raros livros setecentistas portugueses, de longe o mais importante tratado de arte equestre do seu tempo a nível nacional e, possivelmente, internacional.
    Contém um retrato de D. João VI em anterrosto, 2 vinhetas (a encimar cada uma das duas partes em que se divide a obra) e 93 gravuras, das quais 23 desdobráveis e de grandes dimensões.

    🔢 Edição Numerada: 85/1000
    Fac-simile
    📝
    Assinatura de posse.

  • Lágrimas de Aquiles de José Manuel Saraiva

    Lágrimas de Aquiles

    José Manuel Saraiva

    7,50 

    Lágrimas de Aquiles de José Manuel Saraiva.
    Clube do Autor. Lisboa, 2017, 290 págs. B.

    Baseada nas experiências do autor na Guerra do Ultramar, As Lágrimas de Aquiles é uma história de ficção sobre o amor, a saudade, a guerra e as escolhas que se tornam a nossa vida. Ou que acabam com ela.

    A Guerra Colonial tinha acabado há mais de 20 anos quando o ex-alferes Nuno Sarmento decide voltar à Guiné, numa busca do seu passado perdido. Nas matas onde viu morrer e foi morrendo, onde se faziam emboscadas e ataques, encontra apenas o desgosto e as lembranças mais dolorosas de uma guerra sem causa clara, em que parece que se perdeu mais do que se ganhou.
    Apenas um jovem estudante da Universidade de Coimbra quando tinha sido chamado às fileiras, deixara em Portugal a esperança de um futuro melhor e um amor à espera. Ao voltar do Ultramar, o amor já não esperava e ele próprio já não era o mesmo. Só tinha encontrado esquecimento, desilusão e a insistente dúvida sobre se tudo teria valido a pena.
    A guerra tinha acabado, era certo; mas, dentro dele, não existiam tréguas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    A Guerra Colonial tinha acabado há mais de 20 anos quando o ex-alferes Nuno Sarmento decide voltar à Guiné, numa busca do seu passado perdido. Nas matas onde viu morrer e foi morrendo, onde se faziam emboscadas e ataques, encontra apenas o desgosto e as lembranças mais dolorosas de uma guerra sem causa clara, em que parece que se perdeu mais do que se ganhou.
    Apenas um jovem estudante da Universidade de Coimbra quando tinha sido chamado às fileiras, deixara em Portugal a esperança de um futuro melhor e um amor à espera. Ao voltar do Ultramar, o amor já não esperava e ele próprio já não era o mesmo. Só tinha encontrado esquecimento, desilusão e a insistente dúvida sobre se tudo teria valido a pena.
    A guerra tinha acabado, era certo; mas, dentro dele, não existiam tréguas.

  • Itinerário Português de José Hermano Saraiva

    Itinerário Português

    José Hermano Saraiva

    7,50 

    Não se trata de um livro de história ou de geografia, nem tão-pouco de um inventário das terras portuguesas ou de um prontuário de curiosidades lo- cais. Como nos diz o autor, este Itinerário Português é, antes de mais, um caminho público, um percurso real, a viagem que qualquer um de nós pode fazer. Aceitemos a sugestão: viagemos; tomemos a estrada deste livro e descubramos um Portugal onde, de norte a sul, no interior ou no litoral, no velho continente ou nas ilhas do Atlântico, as cidades se tornam de repente lugares de descoberta, de memória e de reflexão sobre o passado e o presente de um povo. Deixemo-nos conduzir por este guia excepcional, este comunicador singular que, do início ao fim da viagem», faz falar as cidades, levanta questões nunca antes suscitadas, propõe soluções para a decifração de um passado que é o nosso.
    Ao longo do caminho descobriremos, fascinados, os lugares que desconhecíamos, recordaremos com saudade outros que há muito visitámos e decerto reconheceremos, sóbrios e atentos, a terra onde moramos. Mas a visita será sempre um novo olhar cheio de revelações surpreendentes; e a cidade, no fim da estrada (como nas viagens verdadeiras), um lugar de fascínio e contemplação: um tempo para pensar.

  • Inverno do Mundo de Ken Follett

    Inverno do Mundo

    Ken Follett

    10,00 

    Depois do extraordinário êxito de repercussão internacional alcançado pelo primeiro livro desta trilogia, A Queda dos Gigantes, retomamos a história no ponto onde a deixámos. A segunda geração das cinco famílias cujas vidas acompanhámos no primeiro volume assume pouco a pouco o protagonismo, a par de figuras históricas e no contexto das situações reais, desde a ascensão do Terceiro Reich, através da Guerra Civil de Espanha, durante a luta feroz entre os Aliados e as potências do Eixo, o Holocausto, o começo da era atómica inaugurada em Hiroxima e Nagasáqui, até ao início da Guerra Fria. Como no volume anterior, a totalidade do quadro é-nos oferecido como um vasto fresco que evolui a um ritmo de complexidade sempre crescente.

  • História da ArteWhatsApp Image 2026 02 05 at 12.22.50

    História da Arte

    Pierre du Colombier

    25,00 

    História da Arte: da Pré-História aos Nossos Dias de Pierre du Colombier.
    Livraria Tavares Martins. Porto, s.d., 482 págs. E.

    MATÉRIA deste livro é a arte, quer dizer, o conjunto de obras que os homens do século XX, considerados competentes pelos seus semelhantes, se habituaram a considerar como belas no domínio plástico. Claro está que a estética teórica não é para aqui chamada. Não faltam, por certo, sistemas muito engenhosos para explicar as razões que tornam uma obra verdadeiramente bela. A sua própria diversidade produz a desconfiança e, com um pouco de malícia, haveria a observar que os seus autores, ao passarem aos domínios da aplicação, chegam a resultados por vezes muito singulares. A custo conseguiram eles arrancar ao mistério alguns princípios cujo valor não é de contestar, como, por exemplo, o princípio segundo o qual o sentimento da beleza se considera frequentemente inseparável de proporções determinadas. Mas quem não verá que as migalhas assim obtidas não bastam para resolver o problema?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grão Vasco de Dalila Rodrigues

    Grão Vasco

    Dalila Rodrigues

    30,00 

    Pouco sabemos de cronologias que nos permitam celebrar exactamente um quinto centenário relativo a Vasco Fernandes. E no entanto, a mestria da Adoração dos Magos do retábulo da Sé de Viseu e de outras obras que parecem datáveis do período que vai de cerca de 1501 a 1506 e anos seguintes, implica necessariamente que, por estes tempos mais próximos, tenha passado já, ou esteja em vias de passar, o quinto centenário de grandes cometimentos na pintura portuguesa.

    Não se trata todavia de celebrá-lo, mas sim de apresentar a obra de Vasco Fernandes, que, afastando-me bastante do sentido de outras leituras, eu vejo mais como expressão, profundamente europeia e conservadora, de uma determinada mentalidade cultural nossa que é concomitante com um período em que os Portugueses já realizaram as suas viagens mais revolucionárias para a História do Mundo. Em qualquer caso, o fundamental é serem criadas as condições para confrontar essa obra com outra mais pintura do Renascimento. Dessas apresentações e desses confrontos resultará certamente a detecção de problemas e tensões sobre que importará reflectir.

  • Feira de S. Martinho (Golegã)

    Feira de S. Martinho (Golegã)

    SPA

    50,00 

    Feira de S. Martinho (Golegã) de SPA.
    SPA. 1945, 51 págs. B.

    A Feira de S. Martinho é uma das mais, senão a mais portuguesa, das nossas feiras. De características bem definidas, tem um público especial, um público «elite» – o nosso melhor público.

    A sua data, 11 de Novembro, é aguardada por centenas de famílias que chegam a deslocar-se dos mais opostos pontos do país, que S. Martinho é reunião elegante, obrigatória e tradicional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fátima Altar do Mundo de João Ameal

    Fátima Altar do Mundo

    João Ameal

    75,00 

    Obra verdadeiramente luxuosa e monumental, a mais completa de quantas até hoje foram publicadas acerca de Fátima. Com os seguintes títulos genéricos: «O Culto de Nossa Senhora em Portugal», «História das Aparições» e «A Imagem Peregrina». Colaboração do Padre Miguel de Oliveira, Américo Cortez-Pinto, Luís Reis-Santos, José Galamba de Oliveira, Fr. Francisco Rendeiro, Padre Moreira das Neves, D. Manuel Trindade Salgueiro, Cónego Carlos de Azevedo, Luís Gonzaga da Fonseca e João Ameal. Com vasta e bela iconografia a negro e a cores, toda em folhas à parte.

  • Cavaleiro Andante 1956 de Adolfo Simões Muller

    Cavaleiro Andante 1956

    Adolfo Simões Muller

    40,00 

    O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada. Teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de Janeiro de 1952 e 25 de Agosto de 1962.

    A maior parte das séries publicadas eram de origem europeia, em contraponto ao Mundo de Aventuras, outra revista existente na época, mais virada para a banda desenhada norte-americana.

    Vários foram os autores portugueses que publicaram trabalhos seus nesta revista, destacando-se Fernando Bento, José Ruy, Eduardo Teixeira Coelho, José Garcês e José Manuel Soares.

  • Cavaleiro Andante 1955 de Adolfo Simões Muller

    Cavaleiro Andante 1955

    Adolfo Simões Muller

    40,00 

    O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada. Teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de Janeiro de 1952 e 25 de Agosto de 1962.

    A maior parte das séries publicadas eram de origem europeia, em contraponto ao Mundo de Aventuras, outra revista existente na época, mais virada para a banda desenhada norte-americana.

    Vários foram os autores portugueses que publicaram trabalhos seus nesta revista, destacando-se Fernando Bento, José Ruy, Eduardo Teixeira Coelho, José Garcês e José Manuel Soares.