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  • Ana Cristina de Eugene O’Neill

    Ana Cristina

    Eugene O’Neill

    6,00 

    Ana Cristina de Eugene O’Neill.
    Livraria Popular Francisco Franco. Lisboa, 1944, 139 págs. B.

    Anna Christie, filha de um velho capitão de barcaça chamada Chris, viveu separada do pai desde criança e passou por uma vida difícil, que inclui prostituição. Quando Anna aceita juntar-se ao pai no seu barco, conhece Mat, um marinheiro com quem inicialmente se desentende, mas acaba por se apaixonar. Anna decide revelar o seu passado turbulento, enfrenta o julgamento de Mat e do pai, e procura redimir-se. No final, o amor e a reconciliação triunfam: Anna abandona a prostituição e é aceite para casar com Mat, enquanto Chris dá o seu apoio à união.

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  • Amor do Outro Mundo de Maria da Graça Azambuja

    Amor do Outro Mundo

    Maria da Graça Azambuja

    7,50 

    Amor do Outro Mundo de Maria da Graça Azambuja
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 46 págs. B.

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem  às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

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  • Agentes da Inocência

    Agentes da Inocência

    David Ignatius

    7,00 

    Agentes da Inocência de David Ignatius
    Bertrand Editora. Lisboa, 2008, 479 págs. B.

    Num universo de falsas alianças, traições e morte, onde tudo se conjuga para a perpetuação do terrorismo, Tom Rogers, um agente da CIA, infiltrase numa força de elite palestiniana, estabelecendo um acordo secreto com um jovem agente dos serviços secretos da Fatah.

    David Ignatius, ex-correspondente do Wall Street Journal no Médio Oriente, escreve com toda a ferocidade acerca deste assunto, exímio conhecedor da sua complexidade. O ritmo que impõe, o enredo e a profundidade que surge em cada personagem criam um romance de espionagem de enorme poder. O livro que o consagrou como um dos mestres da literatura de espionagem da actualidade.

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  • Virgem Maria: Padroeira e Rainha de Portugal e de todos os povos de Língua Portuguesa de Thomas de Saint LaureantVirgem Maria

    Virgem Maria: Padroeira e Rainha de Portugal e de todos os povos de Língua Portuguesa

    Thomas de Saint Laureant

    7,00 

    Virgem Maria: Padroeira e Rainha de Portugal e de todos os povos de Língua Portuguesa de Thomas de Saint Laureant.
    Civilização Editora. Porto, 1996, 30 págs. B.

    Há precisamente 350 anos, no dia 25 de Março de 1646, festa da Anunciação da Virgem Maria, El-Rei Dom João V consagrava Portugal e todos os seus domínios de aquém e além-mar a Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Uma multidão transbordante de entusiasmo, que enchia o Terreiro do Paço, em Lisboa, aclamou a iniciativa do Monarca e das Cortes Gerais.

    Este livro faz um apelo a todos os povos de língua portuguesa para que cresçam sempre mais na devoção e amor à Mãe de Deus e renovem com entusiasmo a consagração à sua Padroeira e Rainha.

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  • Vingança Perfeita de Holly JacksonVingança Perfeita de Holly Jackson

    Vingança Perfeita

    Holly Jackson

    7,50 

    Vingança Perfeita de Holly Jackson.
    Editorial Presença. Lisboa, 2022, 415 págs. B.

    A muito aguardada conclusão de O Homicídio Perfeito. Preparem-se para um final surpreendente.
    Está na altura de Pip ir para a universidade, mas o desfecho daquela investigação não lhe sai da cabeça. Sim, ela está habituada a receber ameaças de morte online desde que o seu podcast de true crime se tornou viral, mas há uma pessoa em concreto, anónima, na qual ela repara, pois não para de lhe perguntar: Quem te vai procurar quando fores tu a desaparecer?

    As ameaças aumentam e Pip percebe que tem mesmo alguém a segui-la. E depois começa a encontrar semelhanças entre o seu perseguidor e um assassino em série que foi apanhado naquela mesma zona, há seis anos. Será que prenderam o homem certo? Não estará ele, afinal, solto e… a persegui-la?

    Para variar, a polícia não quer fazer nada. Pip só tem uma saída: tem de ser ela a encontrar o suspeito, antes que ele a transforme na sua próxima vítima. É um jogo de vida ou de morte, o que Pip inicia, e tudo começa a fazer sentido, mas… se ela não conseguir encontrar todas as respostas a tempo, adivinhem quem vai, desta vez, desaparecer…

    Quando terminarem esta trilogia, lembrem-se: as boas raparigas nem sempre são… bem, nem sempre são o que pensamos.

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  • Viagem a Tralalá de Wladimir Kaminer

    Viagem a Tralalá

    Wladimir Kaminer

    7,00 

    Viagem a Tralalá de Wladimir Kaminer.
    Tinta-da-China. Lisboa, 2012, 157 págs. E.

    Wladimir Kaminer sentiu-se sempre atraído por terras estranhas porque, como ele próprio diz, «lá de onde eu venho a vida é imprópria para viver». Talvez o seu tio Boris tenha pensado o mesmo quando vivia banido no Cazaquistão, razão pela qual teve dificuldade em acreditar que mais tarde o considerassem um herói do trabalho e o deixassem sair da Rússia para ir conhecer Paris, a cidade do amor e da torre Eiffel. Mas o governo soviético cuidou de evitar que o tio Boris alimentasse ideias contraproducentes, e este acabou com os olhos arregalados ao descobrir o que verdadeiramente se passava naquela cidade. De olhos arregalados ficarão também dois turistas de Berlim na Crimeia, ao depararem com as botas chamuscadas de um Joseph Beuys cujo avião foi abatido sobre essa península durante a Segunda Guerra.
    Viagem a Tralalá é, na verdade, uma montanha russa de viagens loucas por todo o mundo que cortam a respiração até ao mais destemido leitor.

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  • Vagabundos de Maxim GorkiVagabundos

    Vagabundos, Os

    Maxim Gorki

    10,00 

    Vagabundos de Maxim Gorki.
    Editorial Inova. Porto, s.d., 2 vols. B.

    «Os vagabundos» ocupa, na obra de Gorki, uma posição explicativa: Gorki, criou, literariamente, o vagabundo. Não se pode associar aos nomes de Hansum, ou de Dickens, ou de Vítor Hugo. O vagabundo de Gorki é um tipo à parte: o bossiak, um equivalente eslavo do clochard francês. Foi o exotismo do tipo que primeiro chamou a atenção para o jovem autor. Introduzia-se, na literatura, um novo mundo, uma nova visão das coisas. O que é, afinal, um bossiak? Uma rápida consulta à Rússia medieval, a qual se prolongaria até 1817, denunciaria o quadro social do grande país euroasiático. De um lado, uma nobreza de importação, cópia barata e servil de outras nobrezas, uma corte que parodiava Versalhes, uma administração que via, nos administrados, tão-somente, um cadastro de pagadores de impostos. Do outro, o camponês, o mujique, o povo.

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  • Terceira Visão de Lobsang Rampa

    Terceira Visão, A

    Lobsang Rampa

    6,00 

    Terceira Visão de Lobsang Rampa.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 243 págs. E.

    A Terceira Visão narra as vivências de T. Lobsang Rampa, lama médico acompanhante e porta-voz do XIII Dalai Lama tibetano. Ainda menino, Rampa fora enviado para o Lamastério Chakpori, templo da medicina tibetana, onde iniciou o domínio das faculdades psíquicas e espirituais desenvolvidas pelos lamas. O livro descreve rituais sagrados, a superação dos limites do corpo físico e experiências de projecção astral. Numa cerimónia secreta, também detalhada no livro, Rampa foi submetido a uma cirurgia de abertura da terceira visão, que possibilitou a expansão da sua capacidade psíquica a ponto de permiti-lo enxergar a aura de qualquer pessoa, identificar as suas encarnações passadas e futuras, os seus pensamentos e desejos.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Teoria de Bernstein em Sociologia da Educação de Helena Barradas

    Teoria de Bernstein em Sociologia da Educação, A

    Helena Barradas

    7,50 

    A Teoria de Bernstein em Sociologia da Educação de Helena Barradas [et al.]
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1986, 413 págs. B.

    Apresenta-se neste livro o pensamento de um dos maiores teorizadores e investigadores no domínio da sociologia da educação, o pensamento de Basil Bernstein. A sua teoria, perspectiva muito própria de interesse particular em sociologia e linguística, mostra-se crucial para educadores pela poderosa potencialidade explicativa das situações de estabilidade e de mudança em educação. A procura de uma teoria de educação exige a integração de diferentes campos do conhecimento, constituindo a sociologia da educação um contributo de importância fundamental. Cremos que, neste campo, a teoria de Bernstein oferece amplas possibilidades e abertura na análise da educação. Teoria de reprodução cultural através da educação, cujos conceitos permitem uma análise não apenas ao nível macro-estrutural mas também ao nível micro-interaccional, ela cria-nos uma via de exploração e de reformulação dos problemas levantados pelo insucesso ao nível da sala de aula e da escola em geral.

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  • Sucesso é Ser Feliz de Robert ShinyashikiSucesso é Ser Feliz

    Sucesso é Ser Feliz

    Robert Shinyashiki

    6,00 

    Sucesso é Ser Feliz de Robert Shinyashiki.
    Editorial Pergaminho. Cascais, 2002, 207 págs. B.

    Em O Sucesso é ser Feliz o leitor descobrirá que existem muitos tesouros para explorar e encontrará ânimo para fazer mudanças que o levem a uma vida mais poderosa. A maioria das pessoas, hoje em dia, parece viver de modo tristemente parecido: muita correria, imensas preocupações, noites de solidão, amores desfeitos, profissionais trabalhando sem prazer, filhos criados sem pais, alegrias de menos e frustrações de sobra. A angústia tem sido uma companheira constante de muita gente que tem a sensação de que está desperdiçando sua vida. Talvez neste momento você esteja se perguntando: Para que tudo isso? Será que a infelicidade é uma sombra que nunca vai deixar de nos acompanhar? As soluções encontradas para todas essas questões, além de não resolverem, parecem trazer ainda mais problemas. Porém, para Roberto Shinyashiki, o que realmente funciona é você parar e fazer uma reflexão profunda e reorganizar sua vida de modo que a felicidade torne-se um estilo de vida. Neste clássico best-seller que já ajudou mais de 1,5 milhão de pessoas, o autor mostra como a vida pode ser celebrada e aproveitada em sua plenitude. Com um novo texto, totalmente reescrito e adequado aos dias de hoje, este livro mostrará a você que deixando para trás mitos, falsas crenças e ilusões, e abandonando o que o impede de crescer, é possível buscar, encontrar, cultivar e viver a felicidade intensamente. A felicidade não pode ser uma decisão passageira, mas sim uma maneira de viver. Para isso, você poderá usar as informações preciosas deste livro, que vão ajudar você a: • Saber o que faz você feliz • Descobrir o sentido da sua vida • Ajudar as pessoas a serem felizes

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  • Sombras de Antepassados Esquecidos de Carl Sagan

    Sombras de Antepassados Esquecidos

    Carl Sagan

    7,50 

    Sombras de Antepassados Esquecidos: Em Busca do Que Somos de Carl Sagan. [et al.]
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1996, 438 págs. B.

    Carl Sagan e Ann Druyan escreveram um livro sobre as origens da espécie humana, um relato lúcido e fascinante sobre como os humanos se transformaram no que são hoje. “Sombras de Antepassados Esquecidos” é uma saga tocante que mostra com humor e dramatismo como algumas das nossas características-chave – a consciência, os laços familiares, a submissão à autoridade, a desconfiança em relação ao diferente, a razão e a ética – têm a sua raiz no mais profundo passado e podem ser explicadas à luz do nosso parentesco com outros…

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  • Silvana de Cristina CosmeSilvana

    Silvana

    Cristina Cosme

    6,00 

    Silvana de Cristina Cosme.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2020, 201 págs. B.

    Uma geração marcada por uma educação austera e paternalista vê-se impelida a gerir o obscurantismo do passado com uma nova visão do mundo e a nova liberdade oferecida.

    Afonso é um homem atormentado, exemplo da incapacidade de encontrar o equilíbrio entre os dois opostos. Silvana enfrenta um relacionamento cruciante fruto desse desajuste e regenera-se, delineando um plano dinâmico, com o qual terá reveses e glórias. A história sem sentido de Bruneida, personagem ambígua, mensageira de um destino incauto ou perverso, apenas a distrai e retarda o seu intento. O encontro com Bártolo remete-nos para o leitmotiv do seu futuro. Silvana é o fio condutor da narrativa que concentra a essência da sua temática ? o desafio em transpor o que se proclama impossível.

    Um olhar sobre a natureza humana, os sobressaltos da vida, o sofrimento, a vontade de ser ator do seu próprio destino. E o amor, nas suas várias facetas. E o futuro, capaz de descolar-se do passado. Ou conceder-lhe uma nova leitura.

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  • Sétima Praga de James RollinsSétima Praga

    Sétima Praga

    James Rollins

    7,50 

    Sétima Praga de James Rollins.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2017, 503 págs. B.

    Dois anos depois de desaparecer no deserto do Sudão, o professor Harold McCabe aparece a cambalear saído das areias do deserto, mas morre antes de contar o que aconteceu. A autópsia revela que alguém tinha começado a mumificar o professor em vida. Não tarda que todos os médicos envolvidos na autópsia adoeçam e morram, e uma estranha doença arrasa o Cairo. Painter Crowe, diretor da Força Sigma, é chamado a agir. O professor McCabe desapareceu enquanto procurava vestígios das dez pragas de Moisés. Será que as pragas estão a ganhar vida de novo? A filha do arqueólogo, Jane McCabe, ajudará a desvendar o mistério que remonta a milénios atrás. A Força Sigma terá de enfrentar uma ameaça do passado tornada possível pela ciência moderna, e que poderá causar uma vaga de pragas que pode matar todos os seres humanos.

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  • Sepulcro de Kate MosseSepulcro

    Sepulcro

    Kate Mosse

    7,50 

    Sepulcro de Kate Mosse.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 654 págs. B.

    Meredith Martin chega a Domaine de la Cade para fazer uma pesquisa para a biografia de Claude Debussy. Mas tem o desejo de descobrir as origens da sua família, que remontam à região. As únicas chaves que tem são a velha partitura de piano, as fotos antigas que a sua mãe lhe deixou e as cartas em que nunca acreditou. De imediato é cativada pela trágica história da casa, que se diz ser assombrada, e pelo destino de Léonie Vernier – uma jovem que em 1981 rumou a Domaine de la Cade com o seu irmão e que em 1987, no dia de Todos-os-Santos, desaparece sem deixar vestígios. Nessa mesma noite, numa pequena aldeia do vale, um sacerdote idoso e recluso é brutalmente assassinado. As únicas ligações entre os dois acontecimentos são a música fantasmagórica que paira no ar nos antigos bosques da montanha e a carta de tarot colocada na mão do morto: a carta XV, O Diabo. Os assassinos nunca foram julgados e o corpo de Léonie nunca apareceu. Quando Meredith vê um antigo túmulo escondido dentro do recinto e ouve a música fantasmagórica que ecoa durante a noite, percebe que a história das cartas está longe de estar morta e enterrada. Contra a sua vontade, vê-se numa corrida contra o tempo, tanto para encontrar o tarot de Vernier como para solucionar o antigo mistério do desaparecimento de Léonie, sem se tornar ela própria a mais recente vítima.

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  • Salvo-Conduto de Boris Pasternak

    Salvo-Conduto

    Boris Pasternak

    5,00 

    Salvo-Conduto Boris Pasternak.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 212 págs. B.

    Apesar de ter tido uma longa e proveitosa carreira como poeta futurista – ‘A minha irmã, a vida’, ou ‘O Segundo Nascimento’ -, Boris Pasternak (1880-1960) será recordado pelo seu censurado romance ‘Dr. Jivago’, uma epopeia sobre o fim da Rússia czarista e o triunfo e posterior desencanto da Revolução bolchevique. Condenado ao silêncio pelos organismos públicos soviéticos, dedicou-se a traduzir Goethe, Shakespeare e os poetas georgianos. A sua situação agravou-se quando lhe foi outorgado o Prémio Nobel de Literatura, ao qual as autoridades soviéticas o obrigaram a renunciar.

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  • Roberto Bolano Últimas Entrevistas de Mónica Valdes

    Roberto Bolano Últimas Entrevistas

    Mónica Valdes

    7,50 

    Roberto Bolano Últimas Entrevistas de Mónica Valdes.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2011, 122 págs. E.

    Em Julho de 2003 Roberto Bolaño deu a sua última entrevista. Morreria nesse mesmo mês. A conversa que teve com Monica Maristain (precedida de outras com os jornalistas Héctor Soto e Matías Bravo, Carmen Boullosa e Eliseo Álvarez) revelam o homem por detrás da obra – uma das mais audaciosas dos nossos tempos –, o homem perto da morte. Nela fala-nos sobre os seus autores de eleição, os filhos, a poesia, os amigos, a literatura a literatura latino-americana, a liberdade, os inimigos, a consagração, o amor, o sexo, a vida em Blanes, a passagem do tempo, a doença, a morte, o Chile, o México, e o que gostaria de ter sido se não tivesse sido escritor.

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