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  • Three Rivers: A Photographic Journey

    Three Rivers: A Photographic Journey

    William Mausterller

    7,00 

    Three Rivers: A Photographic Journey de William Mausterller [et al.]. Pittsburg Press. Pittsburg, 1990. E. Il.

    Pittsburgh and its three rivers – “stream of the cave people” (Allegheny), “river of falling banks” (Monongahela) and “the beautiful river” (Ohio). They go together.

    It is time, now, for another journey along the city’s rivers, this one from the comfort of an easy chair, through the lens of the 35 mm camera to the beauty of color photography.

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  • Tesouros da Poesia Portuguesa01

    Tesouros da Poesia Portuguesa

    António Manuel Couto Viana

    15,00 

    Tesouros da Poesia Portuguesa de António Manuel Couto Viana [Org.]
    Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 393 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨Ilustrações de Lima de Freitas

    Portugal, país de poetas! Ei-la, a verdade provada, nestas pági- nas de oiro. Lê-las, é escutar a voz fremente de tudo o que sentimos e calamos; é conhecer os segredos das coisas e das almas; é venerar o passado, entender o presente, desejar o futuro.

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  • J. M. W. Turner (1775-1851) de Michael Bockemuhl

    J. M. W. Turner (1775-1851)

    Michael Bockemuhl

    6,00 

    J. M. W. Turner (1775-1851): O Mundo da Luz e da Cor de Michael Bockemuhl. Taschen. Alemanha, 1993, 96 págs. B.

    Entre num mundo de luz e cor deslumbrantes. O romântico inglês J. M. W. Turner transformou a essência da pintura de paisagem, passando de cenas serenas e contemplativas para obras que pulsavam com vida, como se o próprio sol brilhasse a partir das suas telas. Descubra as obras cintilantes e o vasto repertório do “pai da luz”, que colocou a Revolução Industrial frente às forças abrasadoras da natureza.

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  • Quatro Últimas Coisas de Paul HoffmanQuatro Últimas Coisas

    Quatro Últimas Coisas, As

    Paul Hoffman

    7,50 

    Quatro Últimas Coisas de Paul Hoffman.
    Porto Editora. Lisboa, 2011, 359 págs. B.

    Morte, Juízo, Paraíso e Inferno. As Quatro Últimas Coisas que nos reserva o Destino.
    Agora há uma Quinta.
    O Seu Nome é Thomas Cale.

    De regresso ao Santuário dos Redentores, Thomas Cale parece aceitar o papel que lhe é atribuído: o destino escolheu-o como o Braço Esquerdo de Deus, o Anjo da Morte. O poder absoluto está agora ao seu alcance; o terrível zelo e domínio militar dos Redentores é uma arma nas suas mãos e ele está pronto para cumprir o objetivo supremo da Única e Verdadeira Fé – a destruição da Humanidade.

    Mas talvez o sombrio poder dos Redentores sobre Cale não seja suficiente – ele vai do amor ao ódio num abrir e fechar de olhos, da bondade à mais brutal violência num segundo. A aniquilação que os Redentores procuram pode estar nas mãos de Cale – mas a sua alma é muito mais estranha do que alguma vez poderão imaginar…

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  • Proporção Áurea: A Linguagem Matemática da Beleza

    Proporção Áurea

    Fernando Corbalán

    6,00 

    Proporção Áurea: A Linguagem Matemática da Beleza de Fernando Corbalán. RBA Coleccionables. S.D., 2010, 158 págs. E. Il.

    O livro incide sobre a proporção dourada com os capítulos:

    1. O número de ouro
    2. O retângulo de ouro
    3. O número de ouro e o pentágono
    4. Beleza e perfeição na arte
    5. O número áureo e a natureza

    📝 Assinatura de posse

  • Princesa do Corpo de Emílio MirandaPrincesa do Corpo

    Princesa do Corpo

    Emílio Miranda

    6,00 

    Princesa do Corpo de Emílio Miranda.
    Planeta Editora. Lisboa, 2009, 668 págs. B.

    El-Rei Dom Dinis, redige a 04 de Janeiro de 1289 aquele que haveria de ser o primeiro passo para a criação da nova póvoa, assente agora sobre um cabeço ou outeiro, onde o Corgo e o Cabril se encontram.

    Recriando um mundo, a partir do granito de que são feitas as encostas do outeiro, onde a cidade assenta, e daquele que provem das ruínas que jazem em torno do Santuário de Panóias de antiga grandiosidade em toda a Península, o autor leva-nos a um tempo esquecido, pleno de mistérios e enigmas. É esse tempo, que nos retrata com maestria, um mundo tão real ou irreal que será possível reconhecer nele se não personagens com que nos cruzamos na vida, pelo menos algumas que nos povoam os sonhos… ou os pesadelos: Simão da Cruz, um jovem pedreiro, fugido por um crime cometido em Guimarães, Maria da Conceição que na companhia do pai e dos irmãos, abandona pela calada da noite, a terra incógnita e ingrata onde nasceu, para buscarem nestas terras recônditas de Trás-os-Montes uma vida melhor. Ou ainda Manuel Mestre-de-Obras que constrói os muros da vila, Zacarias o prestamista, a quem muitos devem e de quem poucos gostam, e Adosinda, a Bruxa do Corgo vista pela maioria com desconfiança, e tantos outros, todos vigiados pelo tolo de nome Robalo, personagem mais do que todas enigmática e que nos surpreende a cada página. A história de um fidalgo que tudo faz para que a cidade não vingue, em oposição ao esforço de um povo que luta pela sua edificação.

    No final, o desenlace surpreendente das tramas que a vida tece… e que, até a nós leitores, apanha desprevenidos. Este livro belo e cheio de sabedoria está repleto de verdades escondidas. Um romance histórico fascinante como há muito não aparecia nos escaparates nacionais.

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  • Primeiro Americano de C. W. Ceram

    Primeiro Americano

    C. W. Ceram

    5,00 

    Primeiro Americano: o Enigma das Civilizações Pré-Colombianas de C. W. Ceram.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1976, 384 págs. E. Il.

    Quem foi o primeiro americano? Quem primeiro chegou às terras do Novo Mundo?

    Desde Thomas Jefferson, o presidente apaixonado pela arqueologia, que foi o primeiro a tentar desvendar os segredos do passado do seu país, muitos têm sido os investigadores que se empenharam em decifrar o enigma das civilizações pré-colombianas.

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  • Praia da Vitória de Francisco Ernesto de Oliveira MartinsPraia da Vitória

    Praia da Vitória

    Francisco Ernesto de Oliveira Martins

    15,00 

    Praia da Vitória: Sua vida no quotidiano aquando «O Mau Tempo no Canal» de Francisco Ernesto de Oliveira Martins.
    Câmara Municipal da Praia da Vitória. Praia da Vitória, 1994, 95 págs. B.

    Pretende a Câmara Municipal prestar homenagem a um dosno filhos mais ilustres do Concelho – Vitorino Nemésio, no momento em que se cumprem cinquenta anos sobre a publicação de «Mau Tempo no Canal». A presente edição, onde a escrita se alia à imagem, retrata a Praia de Há Cinquenta Anos e constitui mais um significativo e importante trabalho com que Francisco Ernesto de Oliveira Martins contribui para o conhecimento, o enriquecimento e a divulgação da cultura açoriana permitindo que, conhecendo melhor os Açores, nos conheçamos melhor a nós próprios.

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  • Portugal Romano de Jorge de AlarcãoPortugal Romano

    Portugal Romano

    Jorge de Alarcão

    15,00 

    Portugal Romano de Jorge de Alarcão.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 273 págs. E. Il.

    Índice
    História da Conquista, à Ocupação Visigotica
    Vias e os Lugares
    Vida Rural
    Vida Económica
    Religião
    Arte

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  • Portugal e o Futuro de António de Spínola

    Portugal e o Futuro

    António de Spínola

    10,00 

    Portugal e o Futuro: Análise da Conjuntura Nacional de António de Spínola.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1974, 243 págs. B.

    A publicação deste livro, no qual António de Spínola defende uma solução política para a Guerra do Ultramar, passando pela independência das colónias com uma federação de Estados Lusíadas, causou um grande alvoroço no país, em vésperas da Revolução do 25 de Abril. Esta primeira edição esgotou em poucas horas e foram publicadas várias edições posteriores, tendo esgotado todas, dado a importância da tese defendida, num país que estava em guerra há 13 anos.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse

  • Poética

    Poética

    Aristóteles

    8,00 

    Poética de Aristóteles.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1992, 316 págs. B.

    Com a edição de Poética, de Aristóteles, traduzida por Eudoro de Sousa pretende-se «que a Arte Poética, outrora lida e relida entre nós, no texto grego original e nas famosas paráfrases latinas e italianas do Renascimento, como códice da mais perfeita técnica da epopeia e da tragédia, voltasse agora a ser lida e relida, em texto português, como a grande obra de ciência e de erudição que na verdade é.»

    Através do prefácio, da introdução, dos apêndices e do comentário de Eudoro de Sousa cumpre-se um outro objetivo da edição: acompanhar o leitor na reflexão, que a leitura deste eterno clássico da cultura universal inerentemente proporcionará.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Placeholder

    Poesia I

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    7,00 

    Poesia I de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Edições Ática. Lisboa, 1975, 84 págs. B.

    «Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: Poesia. Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: agon, combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é apesar das ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue.» (Pedro Eiras)

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pereira dos Reis (96)

    Mons. Pereira dos Reis

    Fernando Cristóvão

    6,00 

    MONS. PEREIRA DOS REIS DE FERNANDO CRISTÓVÃO [ET AL.]
    Comissão Diocesana das Comemorações Centenárias de Mon. Pereira dos Reis. Lisboa, 1980. 296 págs. B.

    Importante volume de homenagem e estudo coordenado pelo ensaísta Fernando Cristóvão, publicado por ocasião do centenário do nascimento do influente Monsenhor Álvares Pereira dos Reis (1880-1960). O livro oferece um detalhado perfil biográfico desta figura maior do clero lisboeta, célebre pela sua acção renovadora enquanto primeiro Reitor do Seminário Maior de Cristo-Rei dos Olivais e pelo seu pioneiro impulso ao Movimento Litúrgico em Portugal. A obra divide-se entre uma rigorosa reconstituição biográfica, uma valiosa antologia da sua correspondência privada e escritos doutrinários, e um conjunto de significativos testemunhos de personalidades que com ele conviveram. Ilustrado em extratexto com reproduções fotográficas da época.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 300g
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  • Parque Gorky de Martin Cruz Smith

    Parque Gorky

    Martin Cruz Smith

    6,00 

    Parque Gorky de Martin Cruz Smith.
    Edições Moraes. Lisboa, 1982, 415 págs. B.

    Um triplo homicídio tem lugar num parque de Moscovo: três cadáveres são encontrados congelados sob um manto de neve, sem rosto nem dedos. Arkady Renko, o investigador chefe da brigada de homicídios, encarregado do caso, é brilhante, sensível, íntegro e cínico acerca de tudo, excepto no que à sua profissão diz respeito.
    E enfrenta agora o maior desafio da sua carreira: descobrir a verdade sobre um crime que ninguém parece interessado em desvendar, o que o força a desafiar o KGB, o FBI, a polícia nova-iorquina… e as poucas probabilidades de sair com vida de uma situação que ultrapassa o âmbito criminal.

    Obra emblemática da literatura policial produzida durante a Guerra Fria, Parque Gorki é, antes de mais, um retrato fiel das idiossincrasias de uma União Soviética decadente, a braços com uma elite corrupta. O romance foi adaptado ao cinema, em 1983, por Michael Apted, tendo William Hurt como protagonista.

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  • Para Além das Lágrimas de Michael FarrellPara Além das Lágrimas

    Para Além das Lágrimas

    Michael Farrell

    7,50 

    Para Além das Lágrimas de Michael Farrell.
    Editorial Inova. Porto, s.d., 720 págs. B.

    Farrell escreveu apenas um livro, passou toda a sua vida a fazê-lo, falou incessantemente dele a toda a gente, não viveu o tempo suficiente para o terminar e surpreendeu toda a gente com a sua excelência quando o livro apareceu. O livro centra-se no período de 1916 e aborda a confusão nas mentes dos jovens que ainda não discriminaram entre a importância relativa do patriotismo e a sobrevivência pessoal. Uma das perguntas mais irritantes que todos os romancistas têm de responder é: “Quão autobiográfico é o seu livro?” No caso de Michael Farrell, a resposta parece ser “totalmente”, mas como ele não está aqui para falar por si, aceitemo-la como a ficção comovente que ele pretendia criar.

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  • Para a Libertação da Mulher de Roger GaraudyPara a Libertação da Mulher

    Para a Libertação da Mulher

    Roger Garaudy

    6,00 

    Para a Libertação da Mulher de Roger Garaudy.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1981, 122 págs. B.

    Desde há seis mil anos que as nossas sociedades têm sido feitas e dirigidas pelos homens e para os homens.

    Metade da Humanidade a metade feminina tem conhecido apenas a submissão e o esbulho de alguns dos seus direitos mais elementares. Porém, ao longo deste século, e mais ainda depois de 1968, o movimento das mulheres pôs em causa tal estado de coisas.

    Neste seu novo livro, polémico e contundente, em que se fala das Novas Cartas Portuguesas e de Maria de Lourdes Pintasilgo, Roger Garaudy, de quem esta Colecção publicou recentemente Ainda É Tempo de Viver, defende a libertação da mulher como pressuposto imprescindível da própria libertação humana.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.