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  • Consciência

    Consciência

    Ramada Curto

    7,50 

    Consciência de Ramada Curto.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1939, 221 págs. B.

    O titulo desta peça «Consciência é cheio de responsabilidades. Trata-se duma palavra grave – e grave no sentido psicológico, não apenas no gramatical. «Consciências é, além disso, um belo título de cartaz. Os homens têm a vaidade de se supor os únicos seres da Criação possuidores da capacidade de julgar os seus actos próprios e os dos outros, segundo critérios normativos de bem e de mal, de justo e de injusto. Não sei se serão os homens os únicos seres dotados dessa faculdade, porque nunca fui outra coisa cá neste mundo senão homem e não tenho conseguido trocar impressões que valham para resolver o problema senão com seres da minha espécie.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Confissão na Engrenagem do Processo de Praga, A

    Confissão na Engrenagem do Processo de Praga, A

    Artur London

    7,00 

    A Confissão na Engrenagem do Processo de Praga de Artur London.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 540 págs. B.

    Artur London, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Checoslováquia a partir de 1949, foi preso em Janeiro de 1951 juntamente com o ministro Clementis e julgado no processo do chamado «Centro de Conspiração contra o Estado dirigido por Slansky».
    Condenado a trabalhos forçados perpétuos, viria a ser reabilitado em 1956.
    Artur London, uma vítima paradigmática do estalinismo ,descreve em A Confissão o impiedoso mecanismo que triturou muitos dos melhores militantes do movimento revolucionário na engrenagem da auto-acusação.
    Estamos perante um documento histórico que denuncia um sistema e retrata uma época que não podem nem devem esquecer-se, e um documento profundamente humano onde palpita a tragédia de um homem e de uma família presos nas malhas de ferro de um processo kafkiano que foi realidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Compêndio de Mineralogia e Geologia para o 2º Ciclo Liceal

    Compêndio de Mineralogia e Geologia para o 2º Ciclo Liceal

    Manuel de Oliveira Faria

    6,00 

    Compêndio de Mineralogia e Geologia para o 2º Ciclo Liceal de Manuel de Oliveira Faria.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1963, 117 págs. E. Il.

    Indice Geral

    4º Ano – Mineralogia
    Capitulo I – Generalidades;
    Capítulo II – Elementos de cristalografia geométrica;
    Capítulo III – Propriedades físicas dos minerais;
    Capítulo IV – Mineralogia Descritiva;

    5º Ano – Geologia
    Capítulo V – Generalidades;
    Capítulo VI – Petrologia.

    ✒️ Sublinhados e apontamentos a tinta.

  • Como Contactar os Seus Guias Espirituais

    Como Contactar os Seus Guias Espirituais

    Ted Andrews

    6,00 

    Como Contactar os Seus Guias Espirituais de Ted Andrews.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1993, 160 págs. B.

    Na nossa vida experimentamos com frequência contactos espirituais, mas somos incapazes de os reconhecer quando acontecem. Através das fáceis técnicas apresentadas neste livro, o leitor poderá aprender a contactar e a entrar em sintonia com seres tão diversos como anjos-da-guarda, espíritos da natureza e elementais, tótemes espirituais, arcanjos, para além de familiares e amigos após a sua morte física. Leia Como Contactar os Seus Guias Espirituais e dê os primeiros passos pelos corredores do além!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Chave Maldita, A

    Chave Maldita, A

    James Rollins

    8,00 

    A Chave Maldita de James Rollins.
    DIFEL. Lisboa, 2010, 378 págs. B.

    Na Universidade de Princeton, um famoso geneticista morre num laboratório de alta segurança contra riscos biológicos. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador norte-americano é assassinado às portas de um campo da Cruz Vermelha. Estas três mortes, em três continentes diferentes, têm algo terrível em comum: todas as vítimas são marcadas a fogo com a cruz druida pagã. Estes homicídios altamente invulgares obrigam o comandante Gray Pierce e a Força Sigma a entrar numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a séculos atrás, a um hediondo crime contra a humanidade oculto num críptico códice medieval.

    A primeira pista é encontrada numa múmia num pântano inglês – um segredo que ameaça a América e o resto do mundo. Ajudado por duas mulheres do seu passado, Gray terá de juntar as peças deste puzzle terrível. Porém estas revelações terão um preço elevado e, para poder salvar o futuro, Gray terá de sacrificar uma das mulheres que o acompanham. E isso pode não ser suficiente, dado o verdadeiro caminho da salvação se revelar numa negra profecia apocalíptica.

    A Força Sigma enfrenta a maior ameaça à humanidade numa aventura que nos leva do Coliseu de Roma aos picos cobertos de neve da Noruega, das ruínas de abadias medievais aos túmulos perdidos de reis celtas. E um talismã enterrado por um santo, um antigo artefacto a que chama a Chave Maldita, encerra em si o maior dos pesadelos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Caso Crédit Franco-Portugais

    Caso Crédit Franco-Portugais

    Ângelo César

    7,50 

    Caso Crédit Franco-Portugais de Ângelo César e Luís Nunes da Ponte.
    Tipografia Sociedade de Papelaria. Porto, 1973, 279 págs. B.

    Algumas peças processuais, com inclusão de um parecer do Professor Manuel Cavaleiro Ferreira.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa e o Mundo, A

    Casa e o Mundo, A

    Rabindranath Tagore

    6,00 

    Casa e o Mundo de Rabindranath Tagore
    Editorial Minerva. Lisboa, 1960, 206 págs. B.

    Autor de uma obra vastíssima, Rabindranath Tagore, que recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1913, escreveu A Casa e o Mundo em 1916. Este livro, o mais celebrado de quantos publicou, resume bem o estilo de vida que procurou transmitir em toda a sua produção literária e também na escola para jovens que fundou após a morte da mulher e dos filhos: respeito profundo pela vida, amor pela natureza, religiosidade panteísta.
    Esta é uma obra percorrida por um tom intimista e de grande riqueza na análise psicológica das personagens; uma obra que mantém vivo o ideal de uma alternativa à realidade violenta deste século e que procura sondar a essência mais profundo dos valores humanos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Caos: A Construção de uma Nova Ciência

    Caos: A Construção de uma Nova Ciência

    James Gleick

    7,50 

    Caos: A Construção de uma Nova Ciência de James Gleick.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1989, 420 págs. B. Il.

    No início era o caos. Não se sabe como vai ser o fim do caos. São precisas mais algumas iterações para se ver. Que o computador é útil, está confirmado. Que as imagens do caos suscitam emoções e adesões, ninguém duvida. Que as regularidades matemáticas na transição da ordem para o caos se realizam na natureza, é um facto experimental indesmentível (pode-se verificar até com o gotejar de uma torneira!). No entanto, se o caos constitui um novo paradigma, no sentido de Kuhn, ou um epifenómeno de fim de século, num sentido qualquer, está ainda por averiguar. A evolução das ideias científicas, a substituição do velho pelo novo, é não linear e por isso imprevisível.

    Muitas vezes quando se anuncia o novo – e, a propósito do caos, Gleick toca as trombetas da revolução científica – há tendência para esquecer o velho. A continuidade é, contudo, essencial a qualquer ruptura. Uma nova ciência deve ser a continuação da velha por outros meios. Por exemplo, foi Poincaré‚ embora sem dispor de um rato de computador para explorar os céus e resolver o famoso problema dos três corpos, quem lançou, no início do século, as raízes do moderno caos. Referiu-se atrás o diálogo entre Napoleão e Laplace. A seguinte história de um outro imperador e de um outro astrónomo é, a respeito do novo e do velho, exemplar. Frederico Guilherme IV da Prússia foi um dia visitar o Observatório Astronómico de Bonn. Cumprimentou nessa ocasião Argelander, o prestigioso astrónomo da corte, e perguntou-lhe um tanto displicentemente: «Então, o que há de novo nos céus?». Resposta do velho sábio: «Será que Vossa Majestade já conhece o que há de velho?».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cantos de Maldoror: Poesias I & II, Os

    Cantos de Maldoror: Poesias I & II, Os

    Conde de Lautréamont

    8,00 

    Os Cantos de Maldoror: Poesias I & II de Conde de Lautréamont.
    Antígona. Lisboa, 2009, 334 págs. B.

    Uma edição completa, que inclui uma novíssima tradução de Os Cantos de Maldoror, pela mão sensível do poeta Manuel de Freitas, e também as Poesias I e II. Compreende igualmente um pertinente prefácio de Silvina Rodrigues Lopes. Terminados em 1869, Os Cantos de Maldoror, do Conde de Lautréamont, pseudónimo de Isidore Ducasse (1846-1870), não seriam colocados à disposição do público tão cedo, por receio do editor. Foram mais tarde recuperados do esquecimento pelos surrealistas; estes proporcionaram ao autor a celebridade de que hoje goza como clássico absoluto, tendo influenciado muitos dos grandes escritores da actualidade. São páginas de horror corrosivo, que agarram o leitor, não o largam até à última página, e depois perduram na memória para sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Canhão de C. S. Forester

    Canhão, O

    C. S. Forester

    6,00 

    O Canhão de C. S. Forester.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1960, 169 págs. B.

    Um pesadelo e imponente canhão é abandonado pelo exército espanhol que debandava de Espinosa, retirando através das montanhas.

    Um canhão que vai ser recuperado pelos bandos guerrilheiros e se irá tornar o pesadelo das tropas napoleónicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Caetes de Graciliano Ramos

    Caetes

    Graciliano Ramos

    6,00 

    Caetes de Graciliano Ramos.
    Portugália Editora. Lisboa, 1965, 248 págs. B.
    Colecção Contemporânea | 79

    A história de Caetés se passa em Palmeira dos Índios, cidade em que Graciliano viveu. Neste romance narrado em primeira pessoa, conhecemos a trajetória de João Valério, um jovem guarda-livros introvertido e sonhador que se envolve com a esposa de seu chefe e amigo Adrião Teixeira. Existe ainda em João, o desejo de se casar com Luísa Teixeira e poder assim, ascender socialmente. Porém, o livro vai muito além do que uma história de amor e seus desdobramentos. O protagonista da obra aspira ser reconhecido como autor, e luta contra o bloqueio criativo que enfrenta em sua tentativa de escrever um romance histórico sobre os índios caetés. Após um acontecimento inesperado e uma reviravolta no curso da história, o jovem ascende à posição de sócio da empresa em que trabalha. Sentindo-se culpado, mas incapaz de resistir ao poder, como em um ciclo, João Valério segue em seus devaneios românticos.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Burla do 28 de Setembro de António Maria Pereira

    Burla do 28 de Setembro, A

    António Maria Pereira

    7,00 

    A Burla do 28 de Setembro de António Maria Pereira.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1977, 335 págs. B.

    «A Burla do 28 de Setembro é um depoimento objectivo sobre a Revolução Portuguesa, escrito por quem viveu os acontecimentos por fora e por dentro (das grades do Forte de Caxias) e, apesar de tudo, continua a acreditar que o 25 de Abril valeu a pena.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bosques de Whitethorn, Os

    Bosques de Whitethorn, Os

    Maeve Binchy

    7,00 

    Os Bosques de Whitethorn de Maeve Binchy.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2007, 327 págs. B.

    A população de Rossmore está dividida, porque a nova estrada irá passar dentro dos Bosques de Whitethorn e pelo poço dedicado a Santa Ana – considerado por alguns um centro poderoso de espiritualidade e, por outros, como uma superstição. Ninguém está mais preocupado do que o padre Brian Flynn, que não sabe que facção apoiar. Não deverá a família de Neddy Nolan aceitar a compensação oferecida pelas suas terras? Mas, não foi a mãe de Neddy curada no poço, há tantos anos? E a mulher infértil de Londres que se deslocou aos Bosques de Whitethorn, rogando o auxílio da santa, com as consequências mais inesperadas? Amigos de longa data que se conhecem num kibbutz israelita visitam o santuário para solucionarem os seus casamentos; um americano rico procura aconselhamento; e uma assassina e a mãe ponderam também consultar a santa…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Blimunda

    Blimunda

    Azio Corghi

    7,50 

    Blimunda de Azio Corghi.
    Teatro de S. Carlos. Lisboa, 1991, 167 págs. B.

    A ópera Blimunda, do compositor italiano Azio Corghi, é uma adaptação musical do romance Memorial do Convento, de José Saramago, estreou mundialmente no La Scala de Milão em 1990, tendo chegado ao Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) em Lisboa em 1991. A obra explora a condição humana através da história de Blimunda Sete-Luas e Baltasar Sete-Sóis, entrelaçando personagens históricas e imaginárias, incluindo o mágico Domenico Scarlatti, focando-se na construção do Convento de Mafra e na paixão do casal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bandeira Preta

    Bandeira Preta

    Branquinho da Fonseca

    6,00 

    Bandeira Preta de Branquinho da Fonseca.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 211 págs. B.

    Bandeira Preta é a aventura de uma adolescência temperada pela seiva do meio rural, onde nos surgem duas figuras de recorte inesquecível: o ‘capitão D. Pedro’ e o seu ‘piloto Chinca’. (…) Olhar pousado na essência das coisas e das gentes, vizinho da pulsação vital do homem, eis o que Branquinho da Fonseca nos revela nesta colectânea de contos em que alinha, num fruir voluptuoso da própria inspiração, o Sol e as árvores, as sombras e a água, os montes e os outeiros (…)”. — texto retirado da badana.

    📝 Assinatura de posse

  • Ballet RoseBallet Rose (2)

    Ballet Rose

    Francisco Moita Flores

    7,00 

    Ballet Rose: uma novela (a)moral de Francisco Moita Flores de Felícia Cabrita.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 229 págs. B.

    Uma reportagem de Felícia Cabrita publicada o ano passado no Expresso desenterrou o escândalo sexual – conhecido por ballet rose – que, há cerca de trinta anos, fez tremer o Estado Novo, envolveu gente importante e foi pretexto para o degredo de Mário Soares para S. Tomé e Príncipe. Findou com a absolvição dos “senhores” e a condenação de duas prostitutas. Francisco Moita Flores transpôs a história para “um punhado de páginas narrativas”, visando a realização de uma série televisiva. São histórias (reais) de “paixões pedófilas, pederastas e prostituídas”, de mulheres obrigadas a viver ao contrário, de “figurões de ar respeitável mas cheios de vícios” e de crianças ensinadas a ultrapassar as profissionais na “ciência das volúpias”, na escrita fluída de Francisco Moita Flores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.