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  • Fanga

    Fanga

    Alves Redol

    6,00 

    Fanga de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1969, 342 págs. B.

    “Fanga (1943) espécie de primeira síntese na minha obra, nela se investiu e remoçou a experiência iniciada em 1938, que até aí (e ainda hoje) não passara de combate ou diálogo, quantas vezes dramático, entre um homem emotivo, a viver no sangue as evidências mais cruéis do seu tempo, e um escritor insatisfeito que procurava dar àquele a lúcida voz de razões clarificadas num meio danado pelas trevas.
    Fanga – sombra da Idade Média projectada nos nossos dias.
    Senhores vivendo da terra sem nada lhe darem. Servos fecundando a terra sem nada receberem.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Evolução da Rússia de Otto Hoetzsch

    Evolução da Rússia, A

    Otto Hoetzsch

    7,00 

    Evolução da Rússia de Otto Hoetzsch.
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 229 págs. B. Il.

    A análise do desenvolvimento da Rússia, desde os princípios da sua nacionalidade no século IX até à implantação do regime soviético, vem fazer luz sobre as importantes tradições russas que ainda sobrevivem no povo. Influências determinantes de geografia e de raça, circunstâncias intelectuais, sociais e económicas, e relações da Rússia com o Ocidente são os assuntos básicos deste livro.

    Um post-scriptum final determina a perspectiva histórica dos acontecimentos relacionados com a Revolução de 1917.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eu e os Políticos

    Eu e os Políticos

    José António Saraiva

    6,00 

    Eu e os Políticos de José António Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 263 págs. B.

    Este livro de José António Saraiva traz à luz do dia um conjunto de episódios polémicos, vividos na primeira pessoa, com diversos políticos e personalidades que ocupam as páginas da história recente do nosso país: Alberto João Jardim, Álvaro Cunhal, Ângelo Correia, Aníbal Cavaco Silva, António Costa, António Guterres, António Horta-Osório, António Ramalho Eanes, Daniel Proença de Carvalho, Diogo Freitas do Amaral, Domingos Duarte Lima, Ernâni Lopes, Fernando Nogueira, Francisco Pinto Balsemão, Hélder Bataglia, Henrique Medina Carreira, João Soares, Jorge Braga de Macedo, Jorge Jardim Gonçalves, Jorge Sampaio, José Luís Arnaut, José Manuel Durão Barroso, José Pacheco Pereira, José Sócrates, Leonor Beleza, Luís Filipe Menezes, Luís Marques Mendes, Luís Valente de Oliveira, Manuela Ferreira Leite, Manuel Dias Loureiro, Manuel Maria Carrilho, Manuel Monteiro, Marcelo Rebelo de Sousa, Margarida Marante, Mário Soares, Miguel Portas, Nuno Morais Sarmento, Paulo Portas, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes, Rui Machete, Vítor Constâncio.

    Ao longo de mais de 40 anos como comentador e jornalista — 23 dos quais como director do Expresso e nove como director do Sol —, o autor conheceu pessoalmente quase todos os políticos de primeira linha. No momento em que deixa profissionalmente o jornalismo — embora não a colaboração na imprensa — José António Saraiva considera ter chegado o momento de divulgar aquilo que não pôde (ou não quis) escrever até hoje.

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  • Estalagem Volante, A

    Estalagem Volante, A

    G. K. Chesterton

    6,00 

    Estalagem Volante de G. K. Chesterton.
    Editorial Aster. Lisboa, 1959, 296 págs. B.

    Inglaterra, algures no futuro e depois de várias convulsões sociais, Chesterton imagina uma sociedade em que o movimento Temperance, um movimento social real que advogava a abstinência e esteve em voga nos países anglófonos e escandinavos e na base da lei seca americana, conseguiu impor no Reino Unido um regime de abstinência que permitiu que uma espécie de governo islâmico progressista se instalasse.

    Humphrey Pumph e o Capitão Patrick Dalroy atravessam o país com uma missão: alcoolizar toda uma nação. Em perseguição, a polícia islâmica.

    Entre a utopia e a distopia, Chesterton escreve sobre extremismos e bebedeiras de bradar aos céus. Uma obra-prima esquecida da literatura europeia.

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  • Época dos Descobimentos 1400-1600, A

    Época dos Descobimentos 1400-1600, A

    David Arnold

    6,00 

    A Época dos Descobimentos 1400-1600 de David Arnold.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1994, 78 págs. B.
    Colecção Panfletos | 4

    A Época dos Descobrimentos é um estudo sintético, isto é, uma visão panorâmica que nos dá elementos gerais do político, do económico, do cultural, etc. Não pode (nem quer) satisfazer a curiosidade do especialista neste ou naquele problema ou época, mas consegue plenamente alcançar o seu fim pedagógico e essencial, que é, através dum esboço genérico das grandes linhas de força do fenómeno da expansão europeia, cativar a atenção do leitor e abrir o seu apetite para um melhor conhecimento de um dos fenómenos mais decisivos na vida humana passada e com largas repercussões e presenças no nosso quotidiano dos finais do século XX. – Luís Filipe Barreto

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  • Entardecer em Bizâncio

    Entardecer em Bizâncio

    Irwin Shaw

    6,00 

    Entardecer em Bizâncio de Irwin Shaw.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 323 págs. B.

    Na pacífica região mediterrânica de Cannes, quando a primavera mais reverdeja as palmeiras marginais, florescem os canteiros policromados e odorosos, embalando os homens numa tépida atmosfera poética, celebra-se o «Grande Festival do Cinema». Irwin Shaw escolheu este cenário e momento de euforia artística internacional para desenvolver um tema profundamente dramático e humano, em que os homens, sob a máscara momentânea do triunfo efémero e de uma felicidade fictícia, mergulham num inferno psíquico.

    📝 Assinatura de posse.

  • Em Frente da Porta do Lado de Fora

    Em Frente da Porta do Lado de Fora

    Wolfgang Borchert

    6,00 

    Em Frente da Porta do Lado de Fora de Wolfgang Borchert.
    Portugália Editora. Porto, 1965, 242 págs. B.

    «As cartas do soldado Wolfgang Borchert, de vinte anos, foram consideradas ameaça para a segurança do Estado. Borchert foi condenado à morte e ficou seis meses na cela, até que resolveram indultá-lo. Calculem o que é ter vinte anos e estar-se encerrado numa cela, sabendo que se vai morrer apenas por se ter escrito umas cartas que exprimiam opiniões sobre Hitler e a guerra! Os jovens de vinte anos que pegarem neste livro talvez reconheçam como sai caro exprimir uma opinião própria, como é elevado o preço que por ela se tem de pagar.»
    HEINRICH BÖLL

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  • Egípcio de Mika Waltari

    Egípcio

    Mika Waltari

    6,00 

    Egípcio de Mika Waltari.
    Livraria Bertrand. Amadora, s.d., 348 págs. B.

    Uma das novelas mais célebres do século XX, o Egípcio conduz-nos ao fascinante mundo do Egipto dos faraós e das grandes civilizações do Oriente Antigo. No ocaso da vida, Sinuhé recorda as suas viagens por terras como a Síria, a Babilónia e Creta, traçando um retrato errante da humanidade. Apesar das adversidades, mantém uma fé profunda na bondade dos homens. Um clássico intemporal da literatura histórica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Discurso do Texto de Maria Alzira Seixo

    Discurso do Texto

    Maria Alzira Seixo

    7,50 

    Discurso do Texto de Maria Alzira Seixo.Livraria Bertrand. Amadora, 1977, 371 págs. B.
    Crítica do Texto | 2

    Capítulos consagrados a Garrett, Camilo, Maria Judite de Carvalho, Maria Velho da Costa, João Palma-Ferreira, Almeida Faria, Agustina Bessa Luís, Rogério de Freitas, Fernanda Botelho, Álvaro Guerra, Vergílio Ferreira, Faure da Rosa, Augusto Abelaira, Rodrigues Miguéis, Alçada Baptista, Isabel da Nóbrega, Baptista-Bastos, Irene Lisboa, Casimiro de Brito e outros.

    📝 Assinatura de posse.

  • Dicionário de Política Internacional de Charles Zorgbibe

    Dicionário de Política Internacional

    Charles Zorgbibe

    7,50 

    Dicionário de Política Internacional de Charles Zorgbibe.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1990, 532 págs. B.

    As grandes questões da política internacional, susceptíveis de interessar, não apenas ao especialista, mas também a todo o público culto preocupado com «o que vai pelo mundo»…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário de Lusíadas de Manuel dos Santos Alves

    Dicionário de Lusíadas

    Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    Dicionário de Lusíadas de Manuel dos Santos Alves.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1971, 200 págs. B.

    Na sua primeira edição, o Dicionário visa apenas ser um auxiliar de leitura d’Os Lusiadas, e não a discussão de formas controversas com que algumas edições se perdem. É possível que posteriormente venha a ter maior profundidade. Para já foi nosso intuito reunir num volume o trabalho de alguns anos, por forma que servisse principalmente de meio eficaz para os leitores de cultura não especializada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Destino do Capitão Volkov, O

    Destino do Capitão Volkov, O

    Ilya Erhenburg

    6,00 

    O Destino do Capitão Volkov de Ilya Erhenburg.
    Editorial Presença. Porto, 1967, 128 págs. B.

    Sob o título O Destino do Capitão Volkov, estão reunidas nesta edição várias narrativas cuja acção decorre na Segunda Guerra Mundial, tendo por cenário ora a frente leste ora a França ocupada.

    São verdadeiros documentos vivos que aqui se patenteiam, todos eles impregnados de um forte cunho dramático, esboçados naquele estilo tão peculiar em Erhenburg: a frase breve, a imagem nítida, os retratos humanos a emergirem como se estivessem ao nosso lado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos

    Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos

    José Augusto Seabra

    7,50 

    Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos de José Augusto Seabra.
    Vega. Lisboa, s.d., 173 págs. B.

    Este livro recolhe textos de intervenção cívica e cultural do Autor, nomeadamente através da Comissão Cívica Independente, de que foi um dos fundadores, e da Nova Renascença, movimento de que vem sendo impulsionador persistente e que agrupa, à volta da revista com o mesmo nome, um sector importante de intelectuais que se reclamam da continuidade da pedagogia democrática e patriótica da Renascença Portuguesa, interrompida com o fim da I República, procurando atualizá-la numa perspectiva de modernidade e universalidade, nas novas condições políticas de liberdade e pluralismo posteriores ao 25 de Abril.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Corvo de Edgar Allan Poe

    Corvo, O

    Edgar Allan Poe

    7,00 

    O Corvo de Edgar Allan Poe.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2009, 72 págs. B. Il.

    «O Corvo» de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis.
    Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um «saber esquecido», emitir apenas a palavra Nevermore, que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Traduções de Fernando Pessoa e Machado de Assis.

  • Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft

    Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft

    Luís Corte-Real

    10,00 

    Contos Mais Arrepiantes de Howard Phillips Lovecraft de Luís Corte-Real [Ed.]
    Edições Saída de Emergência. Porto Salvo, 2018, 542 págs. E. Il.

    Antes de H. P. Lovecraft, a literatura de horror resumia-se fundamentalmente a vampiros, fantasmas e bruxas. Depois dele, o género nunca mais foi o mesmo. Genial criador de mundos, pai das mais hediondas criaturas cósmicas e de uma Arkham tão real como Lisboa ou Nova Iorque, Lovecraft foi o pioneiro de um horror onde a humanidade é apenas uma centelha de sanidade num vasto universo de maleficência. Uma centelha fugaz que perde esperança de conto para conto.

    A sua visão do horror foi de tal forma influente que está presente na obra de Stephen King, Neil Gaiman, Guillermo del Toro, Alan Moore e muitos outros criadores, da literatura ao cinema, da BD à música. Até Stranger Things, a série-sensação do momento, é uma homenagem ao imaginário de Lovecraft.

    Nesta edição de colecionador, ilustrada por 22 artistas nacionais, são apresentados os contos mais arrepiantes de Lovecraft, dando-nos a conhecer a evolução do seu estilo narrativo único e consolidando-o como um dos autores mais visionários da literatura americana.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contigências

    Contigências

    Jofre Rocha de Akiz Neto

    6,00 

    Contigências: Afectos, Revoltas e Ternura (Antologia): Poesia de Jofre Rocha de Akiz Neto.
    União dos Escritores Angolanos. 2014, 217 págs. B.

    A intertextualidade em CONTINGÊNCIA: Afectos, Revol tas e Ternura de Jofre Rocha insurge-se na perspectiva de se transformar num antídoto dos autóctones para ruir seu temor, porque a forma sábia de construção do genotexto, envolta de todas essas circunstâncias, arquitectavam-se planos de chama-mento do homem subjugado para uma atitude consciente e correcta, obviamente, quanto ao processo das lutas de libertação. O sofrimento entre a fé e a obediência qual se revela da figuração gestual que, se antevê da atitude afónica na solidão, mesmo da sua grandeza reconhecível, encontra nesta poesia a chave da destruição das amarras, das algemas como forma de se repensar as expectativas duma visão clara do sentido estético, que abre caminhos para novas vivências.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.