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  • Homens e Bichos

    Homens e Bichos

    Axel Munthe

    6,00 

    Homens e Bichos de Axel Munthe.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 151 págs. B.

    “Neste volume, composto de artigos dispersos e já esquecidos, encontram os leitores do Livro de San Michele muitos dos seus antigos conhecimentos, e com as mesmas andrajosas roupas, por isso que não tinham outras. O meu amigo Arcangelo Fusco, varredor do bairro de Montparnasse; a família Salvatore; Don Gaetano, o tocador de realejo, mais a sua macaquinha a tiritar de frio; Monsieur Alfredo, trazendo debaixo do braço o manuscrito da sua última tragédia, todos eles aparecem aqui. A própria Irmã Filomena, suave anjo da guarda da Salle Sainte Claire do Hospital de Paris, vive e morre nestas

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  • História de Mulheres de Rosa Montero

    História de Mulheres

    Rosa Montero

    6,00 

    História de Mulheres de Rosa Montero
    Edições ASA. Porto, 2000, 207 págs. B. Il.

    O presente livro reúne, numa versão ampliada, um conjunto de biografias de mulheres que Rosa Montero começou por publicar no suplemento dominical do prestigiado jornal espanhol El País. Não são biografias académicas, nem simples artigos jornalísticos – frutos de uma visão muito pessoal e de um grande esforço de documentação, revelam sobretudo do campo da paixão, face a percursos extraordinários em que todavia cada um de nós se pode reconhecer.
    De Agatha Christie a Simone de Beauvoir, de Alma Mahler a George Sand, de Isabelle Eberhardt a Frida Kahlo, de Camille Claudel às irmãs Bronte, é uma notável galeria de mulheres que Rosa Montero nos desvenda neste seu livro, que constituiu em Espanha um dos grandes êxitos editoriais dos últimos anos.

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  • A História da China de Michael Wood

    História da China, A

    Michael Wood

    10,00 

    A História da China: Um Retrato de uma Civilização e do seu Povo de Michael Wood.
    Temas e Debates. Lisboa, 2021, 621 págs. B. Il.

    A História da China evoca as últimas descobertas arqueológicas; a correspondência e processos judiciais que datam das dinastias Qing e Han; cartas escritas à família por soldados do Exército de Terracota; histórias de mercadores da Rota da Seda e viajantes budistas; diários de imperadores, poetas e camponeses para dar vida à história. Por meio de pormenores íntimos e vozes coloridas, somos conduzidos das estepes desérticas da Mongólia à Grande Muralha, e da Cidade Proibida ao mundo ultramoderno de Pequim, Xangai e Hong Kong.

    Michael Wood apresenta-nos a extraordinária saga do povo chinês através dos tempos numa obra acessível que põe uma narrativa histórica de grande escala ao alcance de qualquer leitor.

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  • Goa, Damão e Diu de Cãndido do Carmo

    Goa, Damão e Diu

    Cãndido do Carmo

    7,50 

    Goa, Damão e Diu: Factos, Comunidade e Lazer nos meados do Século XX de Cãndido do Carmo Azevedo.
    Ed. Autor. S.L., 1994, 137 págs. B.

    É um regresso às origens o que Cândido do Carmo Azevedo nos propõe neste livro.

    Um livro único, porque só ele lhe poderia dar esta profundidade telúrica e porque, por mais que se esforce, nunca mais o conseguirá superar.

    Com a rara capacidade de ter conseguido aquilo que muitos escritores tentam ao longo de toda a vida.

    Porque, no fundo, só disso se trata.

    Aprendi-o há umas dezenas de anos, no «Aeminium» de Coimbra, onde, pela mão do já desaparecido Dr. José Pereira, fui “companheiro” de mesa de café de um quase obscuro médico, Dr. Adolfo Coelho da Rocha, mundialmente conhecido pelo nome de Miguel Torga.

    Rude para tudo o que cheirasse a individualidade ou poder, Torga mostrou-se bonzarrão para o jovem universitário que dava os primeiros passos na escrita e aconselhava-me a refrear entusiasmos.

    «O escritor, qualquer escritor, só tem uma coisa para dizer ao mundo. Pasternak demorou 70 anos para a encontrar, esgotando-se num só livro; eu ando há uma série de anos e livros a tentar. Tu tens ainda muito tempo…», dizia-me.

    Cá por mim, acho que o Cândido já não precisa de tentar mais!

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Ghost of London: The West End, South and West

    Ghost of London: The West End, South and West

    J. A. Brooks

    6,00 

    Ghost of London: The West End, South and West de J. A. Brooks
    Jarrod Colour Publications. Inglaterra, 1982, 144 págs. B. Il.

    It is inevitable that a city as deeply steeped in history as London should have a rich array of ghosts. This book tells you where to look for the ghosts of the famous – Cromwell, Anne Boleyn, Jeremy Bentham, and many more. Here too there are many other curious tales of the supernatural: the ghostly bus that may be encountered in North Kensington; the deadly mummy-case in the British Museum; and the ‘strangler jacket’ which attempted to throttle actresses who wore it.

     

    The ghosts here span the centuries and often illuminate dark corners of the past. This is the second part of Ghosts of London, dealing with the West End plus the south and west of Greater London. The first part, the companion volume, covers the City and East End, with Greater London to the north and east.

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  • General Della Rovere, O

    General Della Rovere, O

    Indro Montanelli

    6,00 

    O General Della Rovere de Indro Montanelli
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 146 págs. B.

    Indro Montanelli foi preso pelos alemães em 1944. Condenaram-no à morte e encarceraram-no em San Vittore. Conseguiu escapar poucas horas antes da execução. Na prisão conheceu Giovanni Bertone, protagonista deste relato — numa interpretação inesquecível de Vittorio De Sica no filme de Rossellini —, conhecido como o general da Rovere e que foi fuzilado em Fossoli. Personagem contraditória, em terra de ninguém, traidor ou herói, canalha ou mártir por Itália, inspirou com a sua morte a narrativa de Montanelli, na qual nos é apresentado um extraordinário caso de suplantação de personalidade.

    📖 Exemplar por abrir

  • Freud e a Psicanálise

    Freud e a Psicanálise

    Ludwig Marcuse

    6,00 

    Freud e a Psicanálise de Ludwig Marcuse.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 237 págs. B.
    Vida e Cultura | 73

    Quando Freud disse: «O céu deixamo-lo nós aos anjos e aos pardais», não estava a produzir uma chalaça ou um insulto, mas apenas a manifestar, muito deliberadamente, que o seu centro de interesse e de pesquisa não tinha – nem queria ter – qualquer coincidência com uma explicação do homem por fora do homem, quando não contra o homem. O céu do teólogo, ou o do naturalista, era, para Freud, a alienação a evitar a todo o transe. Na verdade, nem o homem se explica pelo anjo, nem pelo pardal… Só uma «descida ao abismo», que o mesmo é dizer ao subconsciente e ao inconsciente humanos, poderá fazer, um dia, ascender o homem ao céu da desalienação, o céu mais terra que se possa conceber… Marcuse, o filósofo, medita, como ninguém, sobre Freud e o seu gigantesco empreendimento: o lançar das bases e da prática da psicanálise. Freud e a Psicanálise, um livro a ler e a reter!

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  • Fraude nos Tribunais Eclesiásticos

    Fraude nos Tribunais Eclesiásticos

    António Aradillas

    6,00 

    Fraude nos Tribunais Eclesiásticos de António Aradillas.
    Liber. Lisboa, 1975, 270 págs. B.

    «Para aqueles homens e aquelas mulheres que, tendo tido necessidade de apresentar processo de anulação ou de separação nos Tribunais Eclesiásticos, sofreram dilações inconsideradas, trato pouco pastoral ou tiveram necessidade de fazer gastos económicos injustos. Para aqueles que, apesar disso, continuaram a ter fé na Igreja como mistério de salvação na liberdade e no direito à felicidade e para aqueles que perderam tal fé.»

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  • Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder

    Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder

    Maria João Avillez

    7,50 

    Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder de Maria João Avillez.
    Cognitio. S.L., S.D., 206 págs. B.

    O grande mérito do livro de Maria João Avillez é dar-nos a perspectiva do adversário político pelo ângulo que mais nos enfraquece: o do homem. Mérito para o livro, claro, risco para nós, que ficamos na hesitação entre compreender e recusar. O adversário é sempre alguém que não tem dúvidas: aqui, Sá Carneiro avança no desconhecido, quase ao sabor de acasos (que não teriam inflectido a sua linha de actuação fundamental, mas teriam alterado o modo de por em prática). O adversário é sempre alguém que nos parece imortal: e aqui o destino de Sá Carneiro recorta-se sobre um horizonte continuadamente rendilhado de morte. Por isso mesmo, um livro com que vale a pena confrontarmo-nos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Flores do Mal, As

    Flores do Mal, As

    Baudelaire

    8,00 

    As Flores do Mal de Baudelaire.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 361 págs. B.

    Obra-prima de Baudelaire, As Flores do Mal (1857) representam uma rutura com toda a poesia escrita antes dela. Aqui, encontramos o homem urbano a braços com a violência da modernidade, misturando no mesmo poema um tom elevado com temas indignos, carregados de ódio, horror ou sensualidade. Esta ousada forma de escrever poesia levou o autor a ser condenado e à censura de algumas composições, marcando contudo o rumo da literatura futura

    📝 Assinatura de posse.

  • Filosofia na Alcova, A

    Filosofia na Alcova, A

    Marques de Sade

    6,00 

    A Filosofia na Alcova de Marques de Sade.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1990, 206 págs. B.

    Raras vezes um autor suscitou tanta polémica, ódios e desprezo como Sade.
    Nascido em pleno Iluminismo, passou cerca de 30 anos enclausurado em diversas prisões francesas, sistematicamente acusado de desrespeito à moral pública e aos bons costumes.

    Libertado em 1790, desempenha então uma acção política de relevo nos primórdios da Revolução mas volta a ser preso em 1793 e, por pouco, não é condenado à guilhotina. Finalmente, em 1804, é internado no hospício de Charenton, onde veio a falecer, em 1814, com 74 anos.

    Na sua vasta obra, A Filosofia na Alcova, que agora se apresenta, ocupa lugar de destaque por constituir uma síntese do pensamento e estilo do seu autor que, através das personagens de Madame de Saint-Ange, Eugénie, Madame de Mistival, Cavaleiro de Mirvel, Dolmancé, Augustin e Lapierre, elabora uma profunda crítica à sociedade francesa do século XVIII.

    Como em muitas das suas obras, muito para lá da sua aparente sexualidade demencial, a prosa elaborada por Sade em A Filosofia na Alcova encerra em si mesma um profundo estudo de natureza política, filosófica, social e psicológica que contribui para um melhor conhecimento do género humano nos seus mais obscuros recônditos.

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  • Filho Nativo de Richard Wright

    Filho Nativo

    Richard Wright

    6,00 

    Filho Nativo de Richard Wright.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1960, 493 págs. B.

    Filho Nativo denuncia a condição dos negros na América através da história de Bigger, um jovem que mata acidentalmente uma mulher branca. A partir desse momento, a opinião pública de Chicago volta-se contra os negros, conduzindo à sua captura e execução. Dramática e realista, a obra de Richard Wright é um clássico da literatura americana e um poderoso retrato da opressão racial.

    ❗ Capa e lombada com um pequeno reforço em fita-cola.

  • Filho de Homem

    Filho de Homem

    Augusto Roa Bastos

    6,00 

    Filho de Homem de Augusto Roa Bastos.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1968, 382 págs. B.

    Este extraordinário romance, que já conhece um êxito retumbante em muitos países da Europa, depois de uma carreira repleta de sucessos na América Latina — onde foi premiado por um júri presidido por Miguel Ángel Asturias, Prémio Nobel da Literatura em 1967 — é uma obra de grande fôlego que cobre um vasto período da história do Paraguai. Pouco se sabe na Europa sobre os dramáticos acontecimentos que naquele país se desenrolam entre a catástrofe de Sapukai, onde um comboio de camponeses é inteiramente massacrado pela intervenção governamental, e a enigmática Guerra do Chaco. É sobre esses eventos que Roa Bastos escreveu este fresco admirável acerca da vida do povo paraguaio, marcada por circunstâncias sempre presentes na sua rebeldia, nas suas insurreições e no amor pela liberdade, transmitido de pais para filhos como uma herança sagrada.

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  • Ficção Científica de Al Gore, A

    Ficção Científica de Al Gore, A

    Marlo Lewis Jr

    6,00 

    A Ficção Científica de Al Gore de Marlo Lewis Jr.
    Booknomics. Lisboa, 2008, 258 págs. B.

    As alterações climáticas resultam de ciclos naturais em que o ser humano tem pouca ou nenhuma influência. As consequências catastróficas imputadas à acção do Homem pelos propagandistas do aquecimento global não têm fundamento científico.

    Al Gore tornou-se o representante de uma corrente alarmista que tenta condicionar as consciências de cidadãos, jornalistas, cientistas e políticos.

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  • Farça dos Miserandos

    Farça dos Miserandos

    Jayme de Balsemão

    15,00 

    Farça dos Miserandos de Jayme de Balsemão.
    Imprensa Libanio da Silva. Lisboa, 1930, 219 págs. B.

    Jaime de Balsemão (1891-1947). Proprietário de uma perfumaria, em Lisboa, fundada pelo pai. Contista, entre os seus livros contam-se: Algumas Alfacinhas (Farsas Breves) (1925), São Sabino, O Senhor Pakuba e a Boa Matrona (1925), Memórias sem Fim Dum Homem sem Nome (1926), A Farsa dos Miserandos e O Livro Profano (1930). Dele há uma página sobre as Canções de António Botto, incluída na 2ª ed. (1922) desta obra.
    in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. III, Lisboa, 1994

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    🔢 Edição Numerada: 778/1.000

  • Fantoches e Outros Contos

    Fantoches e Outros Contos

    Erico Veríssimo

    7,00 

    Fantoches e Outros Contos de Erico Veríssimo.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 351 págs. B.

    Reconhecido como um dos clássicos brasileiros do século XX, Erico Verissimo estreou na literatura em 1932 com o volume de contos Fantoches. Décadas depois, fez apontamentos manuscritos e ilustrações para a edição comemorativa do quadragésimo aniversário da publicação do livro. Neles, o escritor consagrado observa as narrativas do jovem principiante com olhar exigente, mas também com humor. Na primeira parte desta reedição da Companhia das Letras estão os fac-símiles das páginas de Fantoches anotadas por Erico. Escritos em forma de pequenas peças de teatro, os contos do jovem estreante já revelavam as qualidades que seriam desenvolvidas na maturidade. Quanto aos defeitos do principiante, o próprio Erico se encarrega de apontá-los e comentá-los. Depois de Fantoches, Erico só praticou o conto esporadicamente – e com maior domínio de suas técnicas. As seis narrativas breves incluídas na segunda parte deste livro revelam o engenho do criador de mundos e contador de histórias.

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir