A mostrar 1729–1744 de 7311 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Museu d'Orsay (Paris) de João Quina

    Museu d’Orsay (Paris)

    João Quina

    6,00 

    Museu d’Orsay (Paris) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 9

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Morte aos Feios de Boris Vian

    Morte aos Feios

    Boris Vian

    7,50 

    Morte aos Feios de Boris Vian.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2002, 195 págs. B.

    Acordar completamente nu, deitado num quarto desconhecido onde uma bela mulher quer à viva força fazer amor… A aventura é um tanto
    insólita. Sobretudo tratando-se de Rocky Bailey, que quer permanecer virgem até aos vinte anos e tem um físico de desportista. Enfim, o género de situações que não nos ensinam a resolver na universidade.
    Além disso, o quarto é numa clínica e há um homem assassinado numa cabine telefónica, fotos de terríveis operações cirúrgicas, perseguições, lutas e, para desespero de Rocky, raparigas por todo o lado.
    Tais são os ingredientes deste policial de Boris Vian, escrito sob o pseudónimo de Vernon Sullivan, angustiante e irónico como outros livros do autor de «A Espuma dos Dias». E o menos que pode dizer-se
    é que esta clínica, onde o Dr. Schutz selecciona
    reprodutores humanos e manipula embriões, adquire uma estranha actualidade nos dias que correm.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • México! de Francisco José Viegas

    México!

    Francisco José Viegas

    5,00 

    México!: Entre a Aventura e a Amargura de Francisco José Viegas [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1996, 128 págs. B.
    Revista Ler nº 33 | Inverno 1996

    A Revista Ler é uma publicação criada pela Fundação Círculo de Leitores com o objetivo de promover e valorizar a literatura portuguesa. Reúne entrevistas a escritores nacionais e estrangeiros, crítica literária, divulgação de obras e perfis de autores, além da publicação de textos inéditos, afirmando-se como uma referência no panorama literário em Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Meu Pé de Laranja Lima de José Mauro de VasconcelosMeu Pé de Laranja Lima de José Mauro de Vasconcelos

    Meu Pé de Laranja Lima, O

    José Mauro de Vasconcelos

    5,00 

    O Meu Pé de Laranja Lima de José Mauro de Vasconcelos.
    Edições Melhoramentos. Brasil, 1972, 195 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Jayme Cortez

    Esta é a história comovente de Zezé, um menino de seis anos nascido no seio de uma família muito pobre. Zezé é inteligente, sensível e criativo, mas muito endiabrado. Carente do afeto que não encontra junto do pai e da mãe, mais preocupados em sobreviver a cada dia, o menino perde-se nas ruas, onde só lhe dá para inventar travessuras.

    Tendo aprendido demasiado cedo a dor e a tristeza, Zezé acaba por usar o mundo da sua imaginação para fugir da realidade da vida: toma por confidente um pé de laranja lima, a que chama Xururuca e ao qual revela os seus sonhos e desejos. Será nesta fantasia que Zezé vai encontrar a alegria de viver e a força para vencer as suas adversidades. O Meu Pé de Laranja Lima é a obra maior de José Mauro de Vasconcelos, um dos grandes nomes da literatura brasileira. Um livro que urge descobrir, ou reencontrar, e que é aclamado como um dos mais importantes livros juvenis em língua portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias do Chefe da Polícia Pereira dos Santos por Manuel Nunes

    Memórias do Chefe da Polícia Pereira dos Santos, As

    Manuel Nunes

    15,00 

    As Memórias do Chefe da Polícia Pereira dos Santos por Manuel Nunes.
    Editora Marítimo-Colonial. Lisboa, s.d., 291 págs. B.

    Do índice:  Quem é Pereira dos Santos? O segredo de Brito Camacho. Pereira dos Santos, moço de fretes. O primeiro polícia da República. Como se assaltavam as “batotas”. Afonso Costa e João Franco. Um drama em Estói. O chefe Pereira dos Santos condenado. A campainha do Marquês de Pombal. É preciso prender um. Noblesse oblige! Uma greve operária. A expulsão de Homem Cristo. Um episódio do 14 de Maio. Pereira dos Santos passador de notas falsas. Os amigos são para as ocasiões. Um atentado ao “Sud”. Um cão descobre um crime. A “hidra” no tempo de Liberato Pinto. Atentado frustrado. Uma ordem secreta de Sidónio Pais. As madrugadas do Sr. Bernardino Machado. “Todos ficamos servidos”. O que anda aqui a fazer? “Condessas” a dez contos. O mistério de um crime. Um homem misterioso. Segredo trágico. A arte ao serviço do crime. Madame Brouillard. Policia ou carteirista? O amor não é uma bola. Cuidado com as assinaturas. Os “órfãos” inconsoláveis”. A carteira de Maeterlinck. O bébé Lindberg não foi raptado? O falso Dr. Jacinto Simões. A quadrilha do presidiário. Três incêndios misteriosos. Lisboa por dentro. A sorte grande no Limoeiro. Coisas que sucedem. Matei o professor Gueifão! Amor a quanto obrigas. A polícia também teu coração. O roubo do Ministério das Subsistências. Um automóvel esquerdista. Como se fazem notas. A estreia de Pereira dos Santos. As botas do padeiro. Alexandre Braga ataca Pereira dos Santos. Um falso denunciante. A arte de enganar o próximo. Quem matou? Romance de uma rapariga pobre. A luta contra os falsários. Um caso de “chantage”. As libras do inglês. Uma aventura amorosa. Nota final.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mataram a Cotovia de Harper Lee

    Mataram a Cotovia

    Harper Lee

    8,00 

    Mataram a Cotovia de Harper Lee.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2012, 340 págs. B.

    Situado em Maycomb, uma pequena cidade imaginária do Alabama, durante a Grande Depressão, o romance de Harper Lee, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1961, fala-nos do crescimento de uma rapariga numa sociedade racista.
    Scout, a protagonista rebelde e irónica, é criada com o irmão, Jem, pelo seu pai viúvo, Atticus Finch. Ele é um advogado que lhes fala como se fossem capazes de entender as suas ideias, encorajando- -os a refletirem, em vez de se deixarem arrastar pela ignorância e o preconceito.
    Atticus vive de acordo com as suas convicções. É então que uma acusação de violação de uma jovem branca é lançada contra Tom Robinson, um dos habitantes negros da cidade. Atticus concorda em defendê-lo, oferecendo uma interpretação plausível das provas e preparando-se para resistir à intimidação dos que desejam resolver o caso através do linchamento. Quando a histeria aumenta, Tom é condenado e Bob Ewell, o acusador, tenta punir o advogado de um modo brutal.
    Entretanto, os seus dois filhos e um amigo encenam em miniatura o seu próprio drama de medos, centrado em Boo Radley, uma lenda local que vive em reclusão numa casa vizinha.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Madame Bovary de Flaubert

    Madame Bovary

    Flaubert

    7,50 

    Madame Bovary de Flaubert.
    Lello & Irmão. Porto, s.d., 308 págs. E.

    Se há tragédia em que podemos atribuir a culpa à literatura é a da Madame Bovary. Menina-mulher iludida pelos romances que devorou, luta pelo sonho e pela felicidade, quebrando todas as convenções sociais da sua época.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Literaturas de África de Francisco José Viegas

    Literaturas de África

    Francisco José Viegas

    5,00 

    Literaturas de África: As Novas Aventuras da Língua Portuguesa de Francisco José Viegas [Dir.]
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1996, 128 págs. B.
    Revista Ler nº 35 | Verão 1996

    A Revista Ler é uma publicação criada pela Fundação Círculo de Leitores com o objetivo de promover e valorizar a literatura portuguesa. Reúne entrevistas a escritores nacionais e estrangeiros, crítica literária, divulgação de obras e perfis de autores, além da publicação de textos inéditos, afirmando-se como uma referência no panorama literário em Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Limite de Maurice SandozLimite

    Limite, O

    Maurice Sandoz

    10,00 

    O Limite de Maurice Sandoz
    Editorial Organizações. Lisboa, 1957, 135 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Salvador Dali.

    Maurice Sandoz, cientista, compositor e nome cimeiro da literatura fantástica suíça, foi uma das mais fascinantes figuras de meados do século XX.

     

    Mercê de amigos médicos, pude andar de manicómio em manicómio, de «casa de repouso» em «casa de repouso», e foi assim que tive a possibilidade de reunir as histórias vividas aqui relatadas.

     

    “Não as comentarei. Isso é da competência dos psiquiatras. Prefiro deixar ao leitor o cuidado de seguir o fio de Ariana, que o ajudará a sair deste labirinto, o mais enigmático de todos, que tão claramente representado está nas circunvoluções do cérebro.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Isto é um Assalto de Francisco LouçãIsto é um Assalto

    Isto é um Assalto

    Francisco Louçã

    5,00 

    Isto é um Assalto: A História da Dívida em Banda Desenhada de Francisco Louçã de Maria Mortágua.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2013, 169 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Nuno Saraiva

    Com ilustrações e BD de Nuno Saraiva e design de Rita Gorgulho, este livro descreve o assalto que Portugal está a sofrer. Eles estão a cobrar impostos acima das nossas possibilidades, a retirar subsídios de férias e de Natal que eram as nossas possibilidades, a destruir o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Segurança Social que deveriam ser a devolução dos nossos tributos. Eles querem tudo. Eles, a finança, cobram uma renda sobre o nosso futuro e ainda querem convencer-nos de que somos culpados. Por isso, em Isto é um Assalto, faz-se a conta e cobra-se a fatura: verá como os bancos foram financiados pelos nossos impostos, como a austeridade e a chantagem da dívida estão a criar o maior desemprego da história do nosso país, como a troika destrói a vida das pessoas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera

    Insustentável Leveza do Ser, A

    Milan Kundera

    7,00 

    A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 364 págs. B.

    A Insustentável Leveza do Ser é seguramente um dos romances míticos do século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração encara o mundo que a rodeia.
    Adaptado ao cinema por Philip Kaufmann, este é um livro onde se olha, com um olhar umas vezes melancólico e conformado, outras amargo e revoltado, para o destino de um país, para o destino de um continente, para o destino de uma civilização.

    E poucas vezes se terá tão magistralmente representado a ligação existente entre a aventura individual e a colectiva… Justapondo lugares distantes geograficamente, reflexões brilhantes e uma variedade de estilos, este magnífico romance representa o auge daquele que é, verdadeiramente, um dos maiores escritores de sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História do Pecado de Oliver Thomson

    História do Pecado

    Oliver Thomson

    7,50 

    História do Pecado de Oliver Thomson.
    Guerra e Paz Editores. Lisboa, 2010, 375 págs. B.

    A tese provocadora de Oliver Thomson é um olhar sobre a complexa relação entre aquilo em que uma sociedade acredita e o modo como se comporta. Alimentada por inveja, idolatria, ganância, racismo, megalomania ou luxúria, a criatividade dos pecadores não tem fim.
    Acessível e repleto de pormenores sobre tendências éticas e os catalisadores que as moldam, História do Pecado abrange um espantoso leque de informação, recolhendo exemplos em praticamente todas as culturas e ao longo de todas as eras da História.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História das Lágrimas

    História das Lágrimas

    Anne Vicent-Buffault

    7,50 

    História das Lágrimas de Anne Vicent-Buffault.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1997, 267 págs. E.

    «Entender em termos de história, uma das nossas atitudes mais secretas e demonstrativas permite-nos reflectir sobre as maneiras subtis ou construtivas de, conforme a época e a sociedade, utilizar essas formas de emoções. A História das Lágrimas constitui uma forma original e nova de reler o nosso passado e de interrogar o nosso século.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História das Doutrinas Econômicas de Academia de Ciências Sociais de URSS

    História das Doutrinas Econômicas

    Academia de Ciências Sociais de URSS

    7,00 

    História das Doutrinas Econômicas de Academia de Ciências Sociais de URSS.
    Zahar Editores. Brasil, 1967, 437 págs. B.
    Biblioteca de Ciências Sociais

    O presente livro, preparado por um grupo de candidatos à Cátedra de Ciências Economicas da Academia de Ciências Sociais da URSS, foi publicado em Moscou em 1965, e é, sem dúvida, a mais recente história do desenvolvimento da Economia Política marxista-leninista.

    Ao mesmo tempo, o livro é uma crítica às teorias econômicas capitalistas, feita à luz das últimas posições assumidas pela economia soviética.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Inquisição Portuguesa (1536-1821) de Giuseppe MarcocciHistória da Inquisição Portuguesa

    História da Inquisição Portuguesa (1536-1821)

    Giuseppe Marcocci

    10,00 

    História da Inquisição Portuguesa (1536-1821) de Giuseppe Marcocci.
    A Esfera dos Livros. Lisboa, 2013, 607 págs. B. Il.

    Em 1536 começava a funcionar, em Évora, onde a corte residia, a Inquisição. O seu objetivo principal era defender a fé e a Igreja. A bula papal da fundação explicitava a natureza dos crimes sob a sua alçada. Apelava-se a todos que denunciassem qualquer pessoa suspeita de ter aderido às crenças luteranas, observado cerimónias e costumes judaicos ou islâmicos, negado a existência da vida eterna, acreditado na transmigração das almas até ao dia do Juízo, contestado a virgindade de Nossa Senhora ou que Cristo fosse o Messias prometido no Antigo Testamento, praticado a bigamia, bruxaria ou feitiçaria, possuído livros para celebrar sabats noturnos ou outros defesos pela Igreja, incluindo bíblias escritas em línguas vernáculas. Iniciava-se uma perseguição que levou milhares de vítimas, homens e mulheres, pelas suas ideias e comportamentos a serem presas, acusadas e, no limite, mortas nas fogueiras por condenação do Santo Ofício.

    Nascia, deste modo, no coração do Renascimento, a Inquisição, que marcou de forma vincada a História de Portugal e do seu império durante 285 anos. A sua infuência continua a sentir-se ainda hoje, em certas dimensões da vida institucional e até nos costumes e modos de ser e pensar. Numa pesquisa rigorosa e baseada em consulta exaustiva de arquivos e documentação, Giuseppe Marcocci e José Pedro Paiva apresentam a primeira história da Inquisição portuguesa, desde a sua fundação à extinção, em 1821.

    Uma obra única e original que permite perceber a história, a vida institucional e judiciária do Tribunal da Fé, a sua evolução, com os seus períodos de crise e de maior perseguição. Sem nunca esquecer as histórias dos homens que formavam este órgão e as suas vítimas – cristãos-novos, feiticeiros, bruxas e outros hereges – que questionavam os dogmas ou a ordem social instituída e, por isso, sofreram duras perseguições e torturas, tendo muitos comparecido em autos da fé celebrados em praças públicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Galeria da Academia (Veneza) de João Quina

    Galeria da Academia (Veneza)

    João Quina

    6,00 

    Galeria da Academia (Veneza) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 19

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem