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  • O Regresso das Ditaduras de António Costa Pinto

    Regresso das Ditaduras, O

    António Costa Pinto

    3,00 

    O Regresso das Ditaduras de António Costa Pinto.
    Fundação Francisco Manuel dos Santos. Lisboa, 2021, 96 págs. B.

    Sabia que, entre novas e antigas, as ditaduras comandam hoje mais de um terço do mundo? Pois é, os regimes autoritários estão de regresso, e impõe-se identificá-los e aos seus mecanismos. Cresceram em número, mas sobretudo em variedade. Destacam-se em quase todo o território da ex-URSS, assomam na Turquia e na Hungria e dominam potências como a Rússia e a China ou países com grande importância estratégica, como a Arábia Saudita, as Monarquias do Golfo ou a Venezuela. O presente ensaio apresenta e explica o mapa-mundo actual das ditaduras. Disseca os modos de dominação predominantes e salienta como, cada vez mais, os regimes autoritários “se vestem como democracias”. Assinala continuidades e mudanças e permite uma premente visão global do autoritarismo político contemporâneo, confirmando-o no pólo oposto da governação democrática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Razões de Coração de Álvaro Guerra

    Razões de Coração

    Álvaro Guerra

    10,00 

    Razões de Coração de Álvaro Guerra.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1991, 312 págs. B.

    Na vila de Mafra ocupada pelo exército de Junot, durante o ano de 1808, desvendam-se as faces escondidas da paixão e da utopia.
    Romance de amores e ódios, de esperanças e desesperos, Razões de Coração culmina nos grandes sobressaltos das guerrilhas do Norte, das batalhas da Roliça e do Vimeiro e das perseguições aos jacobinos.
    Álvaro Guerra leva-nos em visita apaixonante a esse tempo conturbado, quando o país crepitava na fogueira de conflitos em que se jogavam a sua soberania e o seu futuro.
    A saga familiar iniciada neste romance prolonga-se no tempo com o livro A Guerra Civil.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Os Ratos da Inquisição de António Serrão de Crasto

    Ratos da Inquisição, Os

    António Serrão de Crasto

    7,50 

    Os Ratos da Inquisição de António Serrão de Crasto.
    Frenesi. Lisboa, 2004, 175 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Camilo Castelo Branco.

    Escrito no coração das prisões da Santo Ofício, Os Ratos da Inquisição é um testemunho literário de coragem e engenho. António Serrão de Crasto, poeta cristão-novo e figura incómoda do seu tempo, transformou a experiência brutal do cativeiro numa sátira surpreendentemente viva, onde o riso e a ironia se tornam armas contra o medo.

    Estas décimas, compostas ao longo de dez anos de clausura, revelam uma voz ousada que não se deixou silenciar. Entre crítica, humor e resistência, Serrão de Crasto oferece-nos um retrato único da vida sob o Santo Ofício. Prefaciada por Camilo Castelo Branco, esta edição moderniza a ortografia, preserva o ritmo e devolve ao público uma obra rara que fala tanto ao passado como ao presente.

    Uma obra rara, provocadora e surpreendentemente atual – para quem procura literatura com história, força e coragem.

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  • O Que Quer o Bloco? de Francisco Louçã

    O Que Quer o Bloco?

    Francisco Louçã

    6,00 

    O Que Quer o Bloco?: 51 Ideias para Mudar Portugal de Francisco Louçã [Pref.].
    Bertrand Editora. Lisboa, 2009, 221 págs. B.

    «O Bloco de Esquerda assume as grandes tradições da luta popular no país e aprende com outras experiências e desafios; renova a herança do socialismo e inclui as contribuições convergentes de cidadãos, forças e movimentos que ao longo dos anos se comprometeram com a busca de alternativas ao capitalismo.

    É daqui que queremos partir para a construção de uma esquerda plural, combativa e influente, capaz de reconstruir a esperança.» in Badana

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quando Lisboa Tremeu de Domingos Amaral

    Quando Lisboa Tremeu

    Domingos Amaral

    6,00 

    Quando Lisboa Tremeu de Domingos Amaral.
    Leya. Alfragide, 2011, 428 págs. B.

    Lisboa, 1 de Novembro de 1755. A manhã nasce calma na cidade, mas na prisão da Inquisição, no Rossio, irmã Margarida, uma jovem freira condenada a morrer na fogueira, tenta enforcar-se na sua cela. Na sua casa em Santa Catarina, Hugh Gold, um capitão inglês, observa o rio e sonha com os seus tempos de marinheiro. Na Igreja de São Vicente de Fora, antes da missa começar, um rapaz zanga-se com sua mãe porque quer voltar a casa para ir buscar a sua irmã gémea. Em Belém, um ajudante de escrivão assiste à missa, na presença do Rei D. José. E, no Limoeiro, o pirata Santamaria envolve-se numa luta feroz com um gangue de desertores espanhóis.
    De repente, às nove e meia da manhã, a cidade começa a tremer. Com uma violência nunca vista, a terra esventra-se, as casa caem, os tectos das igrejas abatem, e o caos gera-se, matando milhares. Nas horas seguintes, uma onda gigante submerge o terreiro do Paço e durante vários dias incêndios colossais vão atemorizar a capital do reino. Perdidos e atordoados, os sobreviventes andam pelas ruas, à procura dos seus destinos. Enquanto Sebastião José de Carvalho e Melo tenta reorganizar a cidade, um pirata e uma freira tentam fugir da justiça, um inglês tenta encontrar o seu dinheiro e um rapaz de doze anos tenta encontrar a sua irmã gémea, soterrada nos escombros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Príncipe, O

    Príncipe, O

    Maquiavel

    6,00 

    O Príncipe de Maquiavel
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2008, 251 págs. E.
    Clássicos da Política

    Um polémico e universal tratado filosófico que encerra o segredo para a arte de bem governar.

    Considerada a primeira reflexão moderna sobre a natureza do poder, O Príncipe é uma obra intemporal que hoje, volvidos cinco séculos após a sua idealização, continua a suscitar polémica e a despertar o interesse de milhões de leitores em todo o mundo. Imprescindível em qualquer biblioteca, este é um texto que revolucionou o pensamento filosófico, político e ético, tendo marcado mais de quatro séculos de História mundial.

     

    Traduzida a partir do texto original, esta edição conta com uma introdução da autoria de José António Barreiros, em que se apresenta Nicolau Maquiavel e a sua obra inseridos num contexto multidimensional, procurando ir além das interpretações maniqueístas que ora maldizem ora exaltam o autor ao longo dos tempos. Longe de se poder classificar à luz de conceitos simplistas, O Príncipe resulta de uma profunda meditação sobre o comportamento humano, e não há nada mais atual e necessário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Preste João das Índias de Metzner LeonePrestes João das Índias

    Preste João das Índias

    Metzner Leone

    6,00 

    Preste João das Índias de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1971., 340 págs. E. Il.

    A lenda de um rei cristão que reinaria num populoso império do Oriente, sobre um povo igualmente cristão mas isolado do Ocidente por distâncias imensas e altíssimas montanhas, data de plena Idade Média e pode atribuir-se às primeiras tentativas de evangelização da India.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Museu do Prado (Madrid) de João Quina

    Museu do Prado (Madrid)

    João Quina

    6,00 

    Museu do Prado (Madrid) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 4

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Portugal que Futuro? de Medina Carreira

    Portugal que Futuro?

    Medina Carreira

    6,00 

    Portugal que Futuro?: o tempo das mudanças inadiáveis de Medina Carreira e Eduardo Dâmaso.
    Editora Objectiva. Carnaxide, 2009, 209 págs. B.

    Do que mais se queixam os Portugueses?
    Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da “hipoteca” dos endividamentos e do futuro sem esperança.
    Há uma única solução para estes males: a “construção” de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva.
    Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento.
    Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro Portugal, Que Futuro?, Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas “receitas”.
    Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil.
    Para Medina Carreira a “economia” portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais.
    A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porque Falham as Nações de Daron Acemoglu

    Porque Falham as Nações

    Daron Acemoglu

    10,00 

    Porque Falham as Nações: As Origens do Poder, da Prosperidade e da Pobreza de Daron Acemoglu de James A. Robinson.
    Temas e Debates. Lisboa, 2013, 619 págs. B.

    Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência?
    Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente:

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Ponte de Mandred Gregor.

    Ponte, A

    Manfred Gregor.

    6,00 

    A Ponte de Manfred Gregor.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1961, 252 págs. B.
    Século XX | 38

    A Ponte narra a história de sete adolescentes que em maio de 1945, quando Hitler utilizava como último recurso velhos e crianças, são encarregues de defender uma ponte ameaçada pelos Americanos. Entregando-se à tarefa como a um jogo de criança, com a entusiasmo ingénuo de um heroísmo romântico ateado pela sua imaginação de adolescentes, acabam por cair inutilmente um após outro profundamente desiludidos, depois de lutarem não só contra o comando alemão que vem dinamitar a sua ponte.

    📝 Assinatura de posse.

  • Poemas Saturninos e Outros de Paul Verlaine

    Poemas Saturninos e Outros

    Paul Verlaine

    10,00 

    Poemas Saturninos e Outros de Paul Verlaine.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1994, 189 págs. B.
    Documenta Poética | 25

    Publicaram-se entre nós estes Poemas Saturnianos cento e muitos anos depois do nascimento de Verlaine. Fernando Pinto do Amaral com o mesmo talento com que traduziu As Flores do Mal de Baudelaire, verteu, anotou e cuidou desta edição bilingue.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pinacoteca de Brera (Mião) de João Quina

    Pinacoteca de Brera (Mião)

    João Quina

    6,00 

    Pinacoteca de Brera (Mião) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 18

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem

  • Pequeno Curso de Economia de Fernando Sequeira

    Pequeno Curso de Economia

    Fernando Sequeira

    6,00 

    Pequeno Curso de Economia de Fernando Sequeira [et al.]
    Edições Avante. Lisboa, 2010, 240 págs. B.

    Só discutida por quem a faz a Economia poderá deixar se ser uma ciência de gabinete, inexpugnável para o não especialista, enigmática para o cidadão comum; só assim poderá tornar-se numa ciência que alargue o conhecimento e possibilite uma intervenção consciente no processo de transformação da sociedade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Paixão de uma Religiosa de Nuno de Montemor

    Paixão de uma Religiosa

    Nuno de Montemor

    7,00 

    Paixão de uma Religiosa de Nuno de Montemor.
    União Gráfica. Lisboa, 1927, 206 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, foi um padre católico e autor português nascido em Quadrazais no 16 de dezembro de 1881 e falecido em Lisboa no 4 de janeiro de 1964. Após ter sido ordenado sacerdote, foi nomeado capelão e secretário do Distrito de Recrutamento e Reserva do Exército, na cidade da Guarda. Na qualidade de assistente religioso acompanha os militares ao teatro de guerra em França, por ocasião da Primeira Grande Guerra. Em França trava conhecimento com intelectuais, como Augusto Casimiro, de quem ficará amigo. Nuno de Montemor fundou o Lactário Dr. Proença, com a colaboração de vários beneméritos, para benefício das crianças lactentes pobres. Autor de obra muito vasta, foi poeta, contista, romancista, dramaturgo e obteve significativo sucesso editorial, chegando mesmo a ser o autor com maior procura no mercado do livro. Este êxito levaria à publicação de algumas obras no estrangeiro. Nuno de Montemor fez dos seus livros um apostolado, defensores da Fé Católica e da sua Moral. A intenção era a defesa da corrente tradicionalista católica, estabelecendo laços entre a Literatura e o Cristianismo. A sua obra foi estudada fora de Portugal e traduzida para espanhol, francês, italiano e holandês.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • National Gallery of Art (Washington) de João Quina

    National Gallery of Art (Washington)

    João Quina

    6,00 

    National Gallery of Art (Washington) de João Quina [Coord.]
    Planeta de Agostini. Lisboa, 2005, 383 págs. E. Il.
    Museus do Mundo | 11

    A coleção “Museus do Mundo” da Planeta DeAgostini é uma enciclopédia de arte em vários volumes (geralmente 20), coordenados por João Quina, que explora grandes museus e galerias de arte globais, como o Louvre, Prado, Uffizi, e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, oferecendo ilustrações a cores e informações detalhadas sobre obras-primas, sendo uma obra popular em livrarias de usados.

    📘 Plastificado de origem