• O Anjo da História de Walter Benjamim

    Anjo da História, O

    Walter Benjamim

    8,00 

    O Anjo da História de Walter Benjamim
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2010, 219 págs. B.

    O Anjo da História, sugere Benjamin numa das célebres «teses» que abrem este volume, deve ser como o Angelus Novus do quadro de Klee: de costas para o futuro, vê no passado, à sua frente, um montão de ruínas. A isso se chama normalmente «progresso». As suas propostas, amadurecidas ao longo de mais de duas décadas, para uma revisão dos conceitos de História e de progresso, balizadas pelos princípios da esperança messiânica e da justiça do materialismo histórico, haveriam de constituir uma verdadeira quadratura do círculo no domínio da Filosofia da História. A partir daqui, este volume reúne uma série de textos sobre problemáticas (a historiografia, o capitalismo, o poder e a violência) e algumas figuras paradigmáticas (Bachofen, o antropólogo, Ernst Jünger, o pensador da guerra, Eduard Fuchs, o historiador) que podem servir para documentar uma original visão dialéctica da História humana «escovada a contrapelo».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Kafka de Walter Benjamim

    Kafka

    Walter Benjamim

    7,50 

    Kafka de Walter Benjamim.
    Hiena Editora. Lisboa, 1994, 67 págs. B.

    Poucos autores haverá onde, como em Walter Benjamin, o primado do fragmentário sobre o sistemático seja tão constante: a sua obra é um mosaico aparentemente desordenado cujo sentido tem de ser reconstruído pelo leitor. Interessava-lhe o marginal, o fora de moda, o levemente anacrónico, citações, evocações que permitissem «pré-historiar» a modernidade, detectar sintomas remotos da praxis colectiva actual, libertar «o passado oprimido». A sua perspectiva de Baudelaire é a do poeta «nos esplendores do capitalismo», o seu estudo sobre Kafka procura traçar o contorno evanescente de «uma fantasmagoria em busca de objectividade».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.