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  • Arte Tempo de Vergílio Ferreira

    Arte Tempo

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Arte Tempo de Vergílio Ferreira
    Edições Rolim. Lisboa, s.d., 45 págs. B.
    Colecção: Ensaio

    Retomo aqui uma questão que me pus há quarenta anos, ou seja quando a reflexão me era particularmente um modo de me entender. Que relação há entre o “belo” perguntava-me eu e aquilo de que ele é no tempo uma expressão

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  • Manhã Submersa de Vergílio Ferreira

    Manhã Submersa

    Vergílio Ferreira

    7,00 

    Manhã Submersa de Vergílio Ferreira
    Quetzal Editores. Lisboa, 2008, 187 págs. B.

    O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos, é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor.

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  • Manhã Submersa de Vergílio Ferreira

    Manhã Submersa

    Vergílio Ferreira

    6,00 

    Manhã Submersa de Vergílio Ferreira.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 221 págs. B.

    O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos, é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor.
    «E tomei uma bomba, e cheguei fogo ao rastilho, e esperei. A chama fervia pelo rastilho dentro, aproximava-se vertiginosamente da bolsa de pólvora. Uma placa de aço incandescente colava-se-me, por dentro, ao osso da fronte, queimava-me os olhos uma ácida lucidez. Eu estava sozinho, diante de mim e do mundo, perdido no súbito silêncio em redor. Mas no instante-limite da explosão, no ápice infinito em que tudo iria acontecer, um impulso absurdo, vindo não sei de que raízes, fez-me arremessar a bomba. Ou talvez que não houvesse impulso algum e tudo seja apenas, ainda agora, uma incrível fímbria de receio de que não cumprisse o meu propósito até ao fim.»

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Manhã Submersa de Vergílio Ferreira

    Manhã Submersa

    Vergílio Ferreira

    5,00 

    O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos, é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor.

  • Invocação ao Meu Corpo

    Invocação ao Meu Corpo

    Vergílio Ferreira

    20,00 

    Invocação ao Meu Corpo de Vergílio Ferreira.
    Portugália Editora. Lisboa, 1969, 406 págs. B.

    “É enorme a distância do interrogar-me sobre o que me envolve – as estrelas que me fitam, a terra que adormece e em que me firmo – à luz que irrompe de mim, fulgurante, absoluta. (…) Mas que a esse facho o voltes contra ti, que o teu olhar se oriente não para onde se orienta a tua luz e sim para a própria luz que jorra de ti – e o teu espanto raiará à loucura.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    “Mesmo o fulgor do que acontece no tempo e salta para além dele, uma música de outrora, mistério das coisas simples, vêm ter comigo e é na dimensão última de mim que tudo isso se revela e tem razão.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    “É o fim da vida e do mundo, meu corpo, é a hora de e recolher a ti, à tua divina humildade, é a hora de te agradecer. Torrente de alegrias, de sofrimentos, de espantos – meus olhos, minhas mãos… Vi a terra e a luz, os bichos e as flores, tive nas mãos as pedras, a lama, o suave corpo da mulher. E como Deus, após a criação, vi que tudo era bom.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Contra-Corrente 3 (1980-1981)

    Contra-Corrente 3 (1980-1981)

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Contra-Corrente 3 (1980-1981) de Vergílio Ferreira.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1983, 452 págs. B

    Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992), com especial destaque para os anos da resistência e os da revolução. A importância documental e literária deve-se quer à qualidade dos textos do autor, quer à natureza das suas confissões, reflexões e revelações — sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e história portuguesas desses anos.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Alegria Breve

    Alegria Breve

    Vergílio Ferreira

    8,00 

    Alegria Breve de Vergílio Ferreira.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1973, 334 págs. E.

    «A sua grandeza é autêntica. Há um apelo pungente que é real, uma desfibradora procura que entra também por nós, uma expectativa tensíssima até ao fecho de sua última frase. Conhecida a sua última frase escrita, Alegria Breve renova-se como um princípio. A sua memória continua (…). É em esperança e em força que se resolve a longa experiência de deserto, de provação, de agonia, que atravessamos com Alegria Breve. (…) Um livro de plenitude.»

    📝 Assinatura de posse.

  • Face Sangrenta,

    Face Sangrenta,

    Vergílio Ferreira

    50,00 

    Face Sangrenta de Vergílio Ferreira.
    Contraponto. Lisboa, 1953, 78 págs. B.

    Primeira edição de um dos mais raros títulos da bibliografia de Vergílio Ferreira. Composto pelos contos Mãe Genoveva; Jacinto, o Livre; Gló; A Palavra Mágica; O Jogo de Deus; O Indiferente; O Encontro; e por fim, Adeus; «Face Sangrenta» é porventura o último título da obra do autor alinhada com o Neo-Realismo, movimento do qual se afastou para abraçar a corrente existencialista de Sartre e Malraux.

    📖 Exemplar por abrir
    Esta edição não é uma dos 500 exemplares com ilustrações de Lima de Freitas

  • Na Tua Face de Vergílio Ferreira

    Tua Face, Na

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Na Tua Face é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em Na Tua Face é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza,…

  • Cântico Final de Vergílio Ferreira

    Cântico Final

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Incluí docuumentos sobre o filme de Manuel Guimarães: textos de Lauro António e Vergílio Ferreira. Fotografias e Guião. Um romance sobre a religião, a arte e a procura do sentido da vida. No ano em que se comemoram os 100 anos sobre o nascimento de Vergílio Ferreira, a Quetzal publica uma nova edição de Cântico…

  • André Malraux

    André Malraux

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    André Malraux de Vergílio Ferreira.
    Editorial Presença. Lisboa, 1963, 247 págs. B.

    “(…) Ora, Vergílio Ferreira, neste magnífico e original ensaio que uma vez mais evidencia a sua rara vocação para o ensaísmo, dá-nos precisamente essa diferenciação de planos, ao abordar a personalidade de Malraux, para seguidamente se deter na parte que mais nos importa — a obra do grande escritor francês. E fá-lo de um modo notável, equilibrando um penetrante poder de análise com uma profunda sensibilidade em relação ao fenómeno estético e, sobretudo, à mensagem humana que ele encerra, de tal modo que nos deixa nesta obra mais uma marca da sua excepcional capacidade criadora e… quiça a sugestão de que, tal como Malraux, essa capacidade venha a encontrar fora do ficcionismo o seu futuro campo de expressão”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Rápida a Sombra de Vergílio Ferreira

    Rápida a Sombra

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    Rápida a Sombra de Vergílio Ferreira.
    Arcádia. Lisboa, 1974, 274 págs. E.

    «Vergílio Ferreira assume neste romance os valores e as contradições fundamentais da sua obra anterior; mas este permite-lhe, na compreensão dum fim reconhecido, uma possibilidade de abertura, talvez apenas entrevista, para lá da hipótese dirigista do narrador que, pela primeira vez, pode dar conta de uma aceitação (nunca serena, sublinhe-se) dos caminhos dos outros.» Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras «Bem definido o percurso do seu [caminho], que, do ponto de vista literário, é dos mais firmes que se têm prosseguido entre nós. Como de há muito se sabe.» Maria Alzira Seixo, Colóquio/Letras

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Signo Sinal de Vergílio Ferreira

    Signo Sinal

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    “E, com efeito, as obras recomeçaram. Outra vez os operários regressavam dos subsídios de desemprego e dos retroactivos salariais, o comércio reanimou, havia putas novas vindas de fora. E imediatamente pás, picaretas e escavadoras, os cilindros de terraplanagem, uma grande rede de trincheiras foi-se abrindo para os alicerces. Um homem desconhecido, vestido de bruto, botas…

  • Para Sempre de Vergílio Ferreira

    Para Sempre

    Vergílio Ferreira

    7,00 

    Para Sempre de Vergílio Ferreira.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1983, 304 págs. B.

    Em Para Sempre, «no final de uma vida, entrando no seu epílogo, um homem já sem destino para cumprir medita sobre o seu passado e o seu futuro, no regresso a uma casa vazia onde passou parte da sua infância, povoada de fantasmas que evocam os momentos-chave da sua existência. Recheado de flashbacks para o passado e para o futuro (!), a antevisão, real e com todos os detalhes, da degradação da sua velhice e do seu funeral urge em Paulo a derradeira tentativa de procura da explicação de um sentido para a vida».

     

    «Contínua e cada vez mais solitária viagem em volta do único ponto do seu universo: o da sua infância como monólogo inacabado e inacabável em torno do milagre ardente e pavoroso da sua própria aparição no meio do mundo – montanha, estrelas, água, vento que é uma resposta antes de ser desesperada e inútil interrogação.» (Eduardo Lourenço)

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Na Tua Face de Vergílio Ferreira

    Tua Face, Na

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Na Tua Face é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em Na Tua Face é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza,…

  • Apenas Homens de Vergílio Ferreira

    Apenas Homens

    Vergílio Ferreira

    15,00 

    Apenas Homens de Vergílio Ferreira.
    Editorial Inova. Porto, 1972, 97 págs. B.

    “Apenas homens é ‘uma coletânea de coisas de várias épocas, dispersas por jornais e revistas, com raros contos inéditos, e reunidos a pedido do editor para esta coleção. O seu interesse é, pois, muito variado. Há coisas aceitáveis (‘A estrela’, ‘Há galinha’, por exemplo) e outras que se incluíram, apenas por estarem irremediavelmente publicadas. Daí o não ter incluído este livro nas ‘Obras do autor’. [Transcrição de parte da dedicatória do Autor ao ensaísta João Décio, datada de agosto de 1974, Praia das Maçãs]. (…) Embora tais narrativas tenham sido reunidas quase que aleatoriamente para atender a interesses que não os propriamente literários, foi possível, através da sua análise, determinar uma temática convergente. Dentre outros, afloram dois aspetos de suma importância, o ético e o estético. Entretanto, por razões que no momento não importa referir, optamos pelo primeiro, aliás, predominante nas narrativas de Apenas Homens.”

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.