• Para uma Moral da Ambiguidade de Simone de Beauvoir

    Para uma Moral da Ambiguidade

    Simone de Beauvoir

    7,50 

    Para uma Moral da Ambiguidade de Simone de Beauvoir
    Edições 70. Lisboa, 2003, 136 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 66

    Os adversários do existencialismo afirmam que uma filosofia da liberdade é, a priori, incapaz de propor uma moral. na medida em que somos livres, dizem eles, somos livres de desejar o que bem entendermos.

    Simone de Beauvoir propôs-se, por isso, avançar alguns princípios teóricos que validassem a possibilidade de uma moral existencialista, tarefa que Jean-Paul Sartre deixou por realizar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de uma Menina Bem-Comportada de Simone de Beauvoir

    Memórias de uma Menina Bem-Comportada

    Simone de Beauvoir

    8,00 

    Memórias de uma Menina Bem-Comportada de Simone de Beauvoir.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1975, 367 págs. B.

    Nascida em Paris em 1908, assistente de Filosofia na Sorbonne em 1929, professora mais tarde em Marselha, Ruão e de novo Paris. Deixa o ensino em 1943, quando da publicação do seu primeiro romance.

    A partir de então sucedem-se as viagens e os livros.

    Profundamente influenciada por Sartre, Merleau Ponty e Simone Weil, renunciou às tradições religiosas e morais do meio burguês em que nascera e fora, educada para encontrar no existencialismo e no empenhamento político uma moral condizente com a sua personalidade forte, violenta e revoltada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Mulher Destruída de Simone de Beauvoir

    Mulher Destruída, A

    Simone de Beauvoir

    5,00 

    A Mulher Destruída de Simone de Beauvoir.
    Editores Associados. Lisboa, s.d., 251 págs. B.
    Livros Unibolso | 91

    A grande escritora do existencialismo e da denúncia de uma moral burguesa ultrapassada e, sobretudo, o arauto da corrente feminista, que exige, para a mulher, um outro estatuto, assente na liberdade e na igualdade. De facto, os seus apaixonantes livros de memórias e os seus lucidíssimos romances chamam as atenções gerais para uma forma velada de escravatura ético-social a que a mulher dos nossos tempos ainda se encontra sujeit, quer no plano do sexo quer no plano do trabalho. […] Haverá um novo papel a representar, pela mulher, no mundo moderno? Deixará a mulher a categoria de objecto para atingir aquela que lhe cabe, de pessoa? Poderá a mulher conquistar um lugar ao sol na sociedade do futuro? Esta, algumas das perguntas formuladas por Simone de Beauvoir nesta obra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.