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  • FIM DE SEMANA DE ROGER VAILLAND

    Fim de Semana

    Roger Vailland

    5,00 

    FIM DE SEMANA DE ROGER VAILLAND
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 246 págs. B.
    🗂️ Colecção: Dois Mundos | 68

    Romance de Roger Vailland, publicado originalmente em francês sob o título “La Fête”. Inscrevendo-se na tradição do romance social francês que também deu “O Rival” (Beau Masque), Vailland constrói com ironia e precisão um retrato de personagens entregues aos prazeres e às convenções de uma celebração de fim de semana, expondo as tensões sociais e morais sob a superfície de lazer burguês.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 355g
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  • Rival de Roger Vailland

    Rival

    Roger Vailland

    7,00 

    O Rival de Roger Vailland
    Editorial Inova. Porto, 1975, 339 págs. B.
    Colecção: Metamorfoses | 13

    Beau Masque, italiano, belo homem de trinta anos, refugia-se em França; a polícia da Itália procura-o como resistente activo.

    Ele agrada às mulheres e liga-se com Pierrette Amable que resistira até ao seu aparecimento. Pierrette é operária numa fábrica têxtil e militante comunista, entusiasta e devotada ao Partido e ao Sindicato. O director da fábrica, Philippe Letourneau, pertencente a uma família da alta finança, é um rapaz inteligente, mas o seu carácter não é muito forte. Poeta nas horas vagas, resolve tomar o partido dos operários contra o dos patrões. A firmeza e a capacidade de Pierrette seduzem-no e ele apaixona-se louca-mente. Fornece-lhe argumentos, contra a sua própria família, durante uma campanha de imprensa, mas não obtém dela mais do que uma compaixão sorridente. Philippe torna-se amigo de Beau Masque e trabalha para o persuadir de que a sua companheira o engana. O ciúme vai provocar a tragédia de que os dois homens serão vítimas. O romance de Roger Vailland é um grande fresco, muito rico, cheio de intrigas secundárias e de personagens de segundo plano, saborosas e verídicas; pessoal da fábrica, directores, grevistas, etc.

    Com esta obra, Roger Vailland inscreve-se na grande tradição clássica do romance francês; é o relato da educação, da formação, da «qualidade» do herói

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cabra Cega de Roger Vailland

    Cabra Cega

    Roger Vailland

    7,00 

    Cabra Cega de Roger Vailland
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 334 págs. B.

    «Cabra-Cega é um romance – no sentido em que se diz romanesco -, uma ficção, uma criação da imaginação.»

    Não é um romance histórico. Se eu tivesse pretendido esboçar um quadro da Resistência, ele seria inexacto e incompleto na medida em que não ponho em cena os guerrilheiros nem os sabotadores das fábricas (para não citar outros exemplos), que se contaram entre os mais puros e mais desinteressados heróis sobre a Resistência. Mas Cabra-Cega não é um romance sobre a Resistência. Não pode, por conseguinte, fornecer matéria para qualquer espécie de polémica – a não ser puramente literária -, e todos os argumentos de ordem histórica ou política que nele se colham são, por definição, desprovidos de valor.

    Cabra-Cega é considerada a obra mais representativa de uma época e de um estado de espírito que figuram em lugar de relevo na história do nosso século.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Só, Um

    Homem Só, Um

    Roger Vailland

    5,00 

    Um Homem Só de Roger Vailland.
    Editorial Minerva. Lisboa, 1960, 244 págs. B.

    Antigo combatente da Resistência e um dos mais notáveis nomes das letras francesas contemporâneas, começou a escrever tarde, depois da Segunda Guerra Mundial, mas o seu primeiro romance, Drôle de Seu, valeu-lhe o Prix Interallié, em 1945, e a consagração quase instantânea. Um Homem Só, embora integrado na série de romances de guerra – ou antes, é o romance da guerra aberta de um homem com a sua solidão e o ambiente em que definha e sufoca. Afastado do pavo, sua origem, pelas tendências burguesas dos pais, não aceita a burguesia e não é aceite pelo povo. Isola-se, tenta viver à parte e alhear-se dos conflitos dos homens, mas os acontecimentos forçam-no a uma tomada de consciência e a aceitação dá-se através de um acto de coragem. Um Homem Só é, antes de mais nada, um hino ao povo francês – a todos os povos de todos os países, afinal -, a exaltação do seu patriotismo, do seu espírito de sacrifício e do seu exemplo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Truta de Roger Vailland

    Truta, A

    Roger Vailland

    6,00 

    A Truta de Roger Vailland.
    Livro do Brasil. Lisboa, s.d., 240 págs. B.

    Um romance de Roger Vailland é sempre um acontecimento de vasta projecção para o leitor moderno. Malogrado escritor que a morte arrebatou bem cedo, este seu último romance vem reforçar ainda mais o prestígio do seu nome. Até ao último alento, Roger Vailland manteve intacta essa atenção à vida, ao real e ao concreto, à singularidade e complexidade dos seres humanos. A Truta documenta-o com uma claridade e uma força pouco habituais. A truta é um romance da vida moderna. O estilo incisivo de Vailland, tão subtil na captação de todos os matizes, na captação de uma realidade fluída como é a dos nossos dias, ganha, nesta obra, uma transparência rara.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cabra Cega de Roger Vailland

    Cabra Cega

    Roger Vailland

    6,00 

    Cabra Cega de Roger Vailland.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1959, 269 págs. B.

    «Uma das mais marcantes leituras do final da minha adolescência. Outros tempos na nossa Terra que o romance, apaixonante, de Roger Vailland, de alguma forma evocava. A valentia, a dignidade, a coragem, o desejo, a traição, num turbilhão de empolgante leitura. Um livro que é também um retrato de Vailland, intelectual, libertino, resistente, militante clandestino nos anos de brasa da ocupação alemã. Um homem que mesmo na fase em que foi comunista nunca deixou de pensar pela sua cabeça e de ser um homem de liberdade. Uma leitura que recomendo muito vivamente.» –  João Barroso Soares

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Boro-Budur

    Boro-Budur

    Roger Vailland

    7,00 

    Boro-Budur: Viagem a Bali, Java e Outras Ilhas de Roger Vailland.
    Prelo Editora. Lisboa, 1961, 182 págs. B.

    “(…) O caderno de viagens de Roger Vailland é um caleidoscópio de imagens e sensações. O arquipélago da Indonésia, após a leitura deste livro, surge-nos no mapa com uma dimensão diferente, maior, e com uma importância que não nos parecia ter (…)”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Roda da Fortuna de Roger Vailland

    Roda da Fortuna, A

    Roger Vailland

    4,00 

    Numa casa isolada, no Jura, Milan, um decorador parisiense, e a sua esposa Roberte, antes tão libertinos e soberanos, agora odeiam-se por se terem amado demais. Os seus excessos acorrentaram-nos. Entre o álcool e as visitas de Hélène, a jovem professora da aldeia, os dias arrastam-se como veneno. Roberte tenta perverter Hélène; Hélène apaixona-se por Milan; Milan não quer mais amar. Ele matou a paixão dentro de si e deseja renascer, sozinho e grandioso.

  • Esboço para um Retrato do Verdadeiro LibertinoEsboço para um Retrato do Verdadeiro Libertino de Roger Vailland

    Esboço para um Retrato do Verdadeiro Libertino

    Roger Vailland

    10,00 

    Os dois pequenos textos que compõe o presente volume foram publicados, também conjuntamente, pelo editor Jacques Haumont em 1946. O interesse (não apenas literário) que já então rodeava o autor, Roger Vailland, e o facto de a tiragem ter sido algo limitada fez com que a obra se tornasse em breve coisa rara. Não haverá…