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  • Teeteto de Platão

    Teeteto

    Platão

    8,00 

    Teeteto de Platão
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 322 págs. E.

    Nesta obra de Platão, a estrutura do diálogo parece comparativamente simples. Após uma dupla introdução dramática, a segunda das quais gradualmente vai assumindo uma função metodológica, Sócrates lança a pergunta – “O que é o saber?” -, que comandará todo o diálogo. É a ela que Teeteto apresenta as três respostas que constituem o diálogo, cada uma das quais, pela sua autonomia, serve de baliza à argumentação. […]

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lísis

    Lísis

    Platão

    7,00 

    Lísis de Platão.
    Instituto Nacional de Investigação Científica. Coimbra, 1990, 116 págs. B.

    Em “Lísis” de Platão, a profunda questão “O que é a Amizade?” permanece sem resposta, refletindo a natureza evasiva da temperança explorada em “Carmides”. Este diálogo captura a vivacidade da vida grega ao retratar a juventude e a beleza, ao mesmo tempo em que investiga a intrincada relação entre conhecimento, virtude e o bem—ecoando temas encontrados em “Laques”. Apresentando Sócrates como o sábio ancião que guia os jovens Lísis e Menexeno, “Lísis” convida os leitores a contemplar as complexidades da amizade e a busca por compreensão em um rico contexto histórico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A República de Platão

    República, A

    Platão

    5,00 

    A República de Platão.
    Público Comunicação Social. Porto, 2010, 566 págs. B.

    “A criação de uma sociedade ideal, assente em princípios justos, é o tema central deste texto de Platão. Escrita no século IV a.C., A República consiste num diálogo narrado por Sócrates onde se debatem questões relacionadas com a organização social como a justiça ou a determinação das qualidades necessárias aos governantes. Assim se imagina e constrói um modelo utópico da cidade perfeita, onde a educação é o elemento fundamental para avaliar as aptidões de cada elemento.”

    📘 Plastificado de origem

  • Górgias de Platão

    Górgias

    Platão

    7,50 

    Górgias de Platão.
    Edições 70. Lisboa, 1991, 215 págs. B.

    Nesta obra a palavra está sentada no banco dos réus: será a retórica (ou a política…) apenas uma forma de adulação ao serviço do poder, sem ligação necessária com a moral e a justiça?
    Pode, pelo contrário, a palavra ser o cimento da construção dum ideal de realização humana?
    Ques discutir este assunto com Platão?

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  • Teeteto

    Teeteto

    Platão

    6,00 

    Teeteto de Platão.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 185 págs. B.

    Nesta obra de Platão, a estrutura do diálogo parece comparativamente simples. Após uma dupla introdução dramática, a segunda das quais gradualmente vai assumindo uma função metodológica, Sócrates lança a pergunta – “O que é o saber?” -, que comandará todo o diálogo. É a ela que Teeteto apresenta as três respostas que constituem o diálogo, cada uma das quais, pela sua autonomia, serve de baliza à argumentação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Diálogos de Platão

    Diálogos

    Platão

    8,00 

    Diálogos de Platão.
    Edições Melhoramentos. São Paulo, 1970, 379 págs. E.

    O diálogo platônico tem sua origem na dialética socrática e visa reproduzi-la. Trinta e cinco diálogos e treze cartas são tradicionalmente atribuídas a Platão. No entanto, é tema de controvérsia e discussão tanto a autenticidade quanto a cronologia dos diálogos.

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  • Ménone e Parménides de Platão

    Ménone e Parménides

    Platão

    7,50 

    Ménone e Parménides de Platão.
    Cosmos. Lisboa, 1945, 180 págs. B.

    Ménone, discipulo de Górgias, pregunta a Socrates se a virtude se adquire pelo ensino, pelo exercicio, ou de qualquer outra maneira. Sócrates, simulando ignorância, como de costume, começa por notar que só depois de se saber o que é a virtude se podem conhecer as suas qualidades. O seu interlocutor, surpreendido com a ignorância de Sócrates a este respeito, expõe, a pedido dêle, a opinião de Górgias. Mas, em vez de definir a virtude, disso desdobra-a em várias espécies conforme as pessoas (homem, mulher, criança, escravo) que a praticam. Socrates protesta contra este método, que não permite aprender a essência da virtude, e insiste na distinção do particular e do geral, levando Ménone a tentar uma definição geral: a virtude é a capacidade de mandar. Todavia, esta definição é demasiado estreita, porque não abrange a criança nem o escravo que devem obedecer, e vaga porque não estabelece como se deve mandar. Deve mandar-se justamente?

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  • Fedro de Platão

    Fedro

    Platão

    7,00 

    Fedro de Platão. Galeria Panorama.
    Lisboa, s.d., 137 págs. E.

    Sócrates e Fedro, sob um plátano copado, conversam sobre a retórica, ou melhor, a genuína arte de bem falar, que se deve basear na filosofia. Como esta é um dom de Eros, Platão necessita, para a boa compreensão da conversa, de expor a sua teoria sobre o amor. Através da dialéctica, o amante parte da beleza corpórea não só para a beleza ideal mas também para a Verdade, Sabedoria, para toda a hierarquia das ideias, transformando-se no filósofo.

    📝 Assinatura de posse.