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  • Bar da Ressaca de Olivier Rolin

    Bar da Ressaca

    Olivier Rolin

    6,00 

    Bar da Ressaca de Olivier Rolin
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1989, 164 págs. B.
    Colecção: Ficção Universal | 59

    O Bar da Ressaca tenta pois o exercício de transcrição das obsessões da memória, a fixação do jogo de sentimentos que por vezes liga, de forma assaz misteriosa, o fascínio das cidades, dos livros ou dos rostos. E, ao mesmo tempo, narra-nos de modo subtil a história de uma quase iniciação, a tentativa de uma aproximação do Aleph, que faz o narrador participar do movimento infindável dos céus, dos sonhos, da água e das linguagens em que tudo isso finalmente se exprime.

    O Bar da Ressaca: um romance lírico e encantatório, que confirma o seu autor como uma das vozes mais interessantes e inovadoras da moderna ficção francesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cerco de CartumCerco de Cartum

    Cerco de Cartum

    Olivier Rolin

    5,00 

    Cerco de Cartum de Olivier Rolin.
    Edições ASA. Porto, 1999, 189 págs. B.

    Os sonhos de um viajante solitário, perdido nos meandros do tempo, entre os reinos medievais do Sudão e a impossível ressureição da mulher amada. O presente romance é, a um tempo, a melhor das homenagens à literatura, sempre “voltada para aquilo que desapareceu” e também a confirmação de Olivier Rolin como um dos autores realmente inovadores da actual cena literária francesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Meu Chapéu Cinzento

    Meu Chapéu Cinzento, O

    Olivier Rolin

    3,00 

    Meu Chapéu Cinzento: Pequenas Geografias de Olivier Rolin.
    Edições ASA. Porto, Porto, 1999, 139 págs. B.

    Colecção: Pequenos Prazeres

    O Meu Chapéu Cinzento, de Olivier Rolin, transporta-nos, numa extraordinária viagem, da Alexandria de Cavafy e Durrell à Lisboa de Fernando Pessoa, à Atenas de Melina Mercouri, à Goa de Tabucchi, aos Açores de Antero e dos pescadores de baleias…

    Recusando embora a classificação de escritor de viagens, Rolin demonstra aqui, porém, a velha e frutuosa ligação que a viagem e a literatura estabeleceram desde que Homero fez Ulisses voltar a Ítaca…

    A presente edição de O Meu Chapéu Cinzento – título inspirado num verso de Blaise Cendrars – reproduz nove das viagens da edição original francesa, seleccionadas pelo autor e pelo editor português.

    Como diz Olivier Rolin, a coerência que podemos esperar deste conjunto de relatos é a que resulta do facto de “em cada uma das escalas desta peregrinação nos termos esforçado por exigir alguma exactidão das palavras, de modo a que elas constituíssem como que os fragmentos de uma geografia, isto é, de uma escrita escrupulosa de terra”.

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  • Paisagens Originais

    Paisagens Originais

    Olivier Rolin

    3,00 

    Paisagens Originais de Olivier Rolin.
    Edições ASA. Porto, 2000, 123 págs. B.

    “Esta ideia das paisagens originais surgiu-me de imprevisto: escrevi num romance (O Cerco de Cartum) uma frase onde referia que, ao longo da vida, nunca deixamos as paisagens da infância – qualquer coisa semelhante a isto. (…) Essa é uma verdade que se pode aplicar à literatura: os lugares dos anos de aprendizagem devem emitir, ao longo de toda a obra de um escritor ( e para além da sua imagem explícita), qualquer coisa de comparável àquilo que em astrofísica se chama, creio eu, uma irradiação fóssil: uma espécie de assinatura do original.”

    É neste contexto que Olivier Rolin esboça traços das infâncias de cinco grandes nomes da literatura mundial: Hemingway, Nabokov, Borges, Michaux, Kawabata…. Cinco escritores nascidos há um século nos cinco cantos do mundo e as paisagens iniciais (e iniciáticas) dos seus anos de formação – cujo eco se continuará a fazer sentir mesmo nas páginas mais tardias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.