• Fora de Mão

    Fora de Mão

    Mário Zambujal

    6,00 

    Fora de Mão de Mário Zambujal.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2003, 161 págs. B.

    “Há nesta colectânea contos e crónicas ou mesmo contos-crónicas, arte mista em que Zambujal é mestre: dois dedos de psicologia, uma pitada de atmosfera, um grão de inconveniência e muita graça. Por vezes dialogando com o leitor, brincando com as palavras, Mário Zambujal oferece-nos flashes de existências banais-extraordinárias, que a vida é amiúde mais inverosímil e absurda do que qualquer fértil imaginação possa concebê-la.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias do Fim da Rua de Mário Zambujal

    Histórias do Fim da Rua

    Mário Zambujal

    6,00 

    Histórias do Fim da Rua de Mário Zambujal.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1983, 152, págs. B.

    Depois ia para a janela fazer olhinhos à rua. Sim, é precisamente o que faz: olhinhos. Bem o vejo. Fita-a da mesma maneira vagarosa, quente, enlevada, o que fazia comigo antes de nos mudarmos para este rabo da cidade. Ora, ora, não se trata de ciúmes, nem faltava mais, ciúmes de uma rua como esta, a fealdade em pessoa. Faço apenas a constatação de um facto singular: Sérgio tomou-se de amores por esta enfiada de casas pequenotas e sem graça, traiu-me, mantém uma relação disfarçada mas notória, mira-a com o prazer e a sensualidade que me pertenciam antes. Há muito os olhos não lhe param em mim. Passam como transeuntes apressados.

    📕 6ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal

    Crónica dos Bons Malandros

    Mário Zambujal

    5,00 

    Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1980, 144 págs. B.

    Sinto-me sequestrado por estes bons malandros”. Aos livros que fui escrevendo, e outros que venha a escrever, não lhes valem possíveis méritos. Mais de trinta anos depois de saltarem à cena, sem outra pretensão do que fazer sorrir circunstanciais leitores, os bons malandros não arredam pé e ganharam a afeição de gerações sucessivas. Nada mais surpreendente, para quem lhes deu vida, esta longevidade que permite divertir jovens de hoje, tal como acontecera com seus pais e mesmo avós. Aqui se apresenta uma nova (e esmerada) edição de um livro que já galgou pelo cinema e pelo teatro e ameaça novos estrondosos cometimentos. Entretanto, o que o autor ambiciona é o mesmo de sempre: proporcionar prazer de leitura a quem se dispõe à descoberta das singulares aventuras destes bons malandros. Se eles vos divertirem, cumprem o seu destino.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 7ª Edição.

  • Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal

    Primeiro as Senhoras

    Mário Zambujal

    7,00 

    Primeiro as Senhoras: Relato do Último Bom Malandro de Mário Zambujal.
    Oficina do Livros. Lisboa, 2006, 150 págs. B.

    Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal regressa em maio às livrarias numa nova edição.

    Bem ao jeito do autor, eis mais uma história cheia de ritmo e diversão.

     

    Neste livro voltamos a encontrar um bom malandro com as suas aventuras, fantasias e emoções.

     

    A história conta-se num depoimento do protagonista, Edgar, a um silencioso inspetor da Polícia que, tal como os leitores, página a página, vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado.

     

    Notei que a venda era uma meia preta de senhora. Deprimente. Acho bem senhoras com meias pretas mas abomino meias pretas de senhora sem senhora.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    A história conta-se num depoimento do protagonista, Edgar, a um silencioso inspetor da Polícia que, tal como os leitores, página a página, vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado.

    Notei que a venda era uma meia preta de senhora. Deprimente. Acho bem senhoras com meias pretas mas abomino meias pretas de senhora sem senhora.

  • Crónica dos Bons Malandros

    Crónica dos Bons Malandros

    5,00 

    Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1981, 146 págs. E.

    Sinto-me sequestrado por estes bons malandros”. Aos livros que fui escrevendo, e outros que venha a escrever, não lhes valem possíveis méritos. Mais de trinta anos depois de saltarem à cena, sem outra pretensão do que fazer sorrir circunstanciais leitores, os bons malandros não arredam pé e ganharam a afeição de gerações sucessivas. Nada mais surpreendente, para quem lhes deu vida, esta longevidade que permite divertir jovens de hoje, tal como acontecera com seus pais e mesmo avós. Aqui se apresenta uma nova (e esmerada) edição de um livro que já galgou pelo cinema e pelo teatro e ameaça novos estrondosos cometimentos. Entretanto, o que o autor ambiciona é o mesmo de sempre: proporcionar prazer de leitura a quem se dispõe à descoberta das singulares aventuras destes bons malandros. Se eles vos divertirem, cumprem o seu destino.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • À Noite Logo Se Vê de Mário Zambujal

    Noite Logo Se Vê, À

    Mário Zambujal

    4,00 

    À Noite Logo Se Vê de Mário Zambujal.
    Edições Rolim. Lisboa,

    À noite logo se vê é o relato hilariante das andanças de Mino, investigador do sobrenatural, na procura de explicações para acontecimentos extraordinários. De passagem, vai-se detendo em não menos fascinantes episódios da vida terrena, como a viagem do narrador e da sua namorada, Natinha, numa noite de denso nevoeiro.

    Mário Zambujal prende o leitor à sua escrita ágil em que a originalidade e o humor se unem para o prazer da leitura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fora de Mão de Mário Zambujal

    Fora de Mão

    Mário Zambujal

    6,00 

    “Há nesta colectânea contos e crónicas ou mesmo contos-crónicas, arte mista em que Zambujal é mestre: dois dedos de psicologia, uma pitada de atmosfera, um grão de inconveniência e muita graça. Por vezes dialogando com o leitor, brincando com as palavras, Mário Zambujal oferece-nos flashes de existências banais-extraordinárias, que a vida é amiúde mais inverosímil…