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  • Breviário das Más Inclinações

    Breviário das Más Inclinações

    José Riço Direitinho

    6,00 

    Breviário das Más Inclinações de José Riço Direitinho.
    Edições ASA. Porto, 1994, 175 págs. E.

    «Depois de se ter deitado com um homem, lavava-se sempre numa infusão de folhas de arruda, apanhadas ao luar, e bebia tisanas com sementes de funcho e de sargacinha-dos-montes, para que as regras não lhe faltassem.»

    Assim começa este romance que narra a vida e a morte (aos 33 anos, como Jesus) de José de Risso, um homem de virtude que nasceu marcado nas costas com um sinal em forma de folha de carvalho. Pelo meio há o enorme lobo de Espadañedo, um lobisomem que descia da serra quando a Lua lhe estava de feição; há receitas de chás e de tisanas que curam do mau-olhado, da má-sina com as mulheres, dos amores infelizes, das galhaduras, dos maus pensamentos; há chás e tisanas que fazem recobrar os ímpetos aos homens; há também Purísima de la Concepción, a muito bonita e alegre viúva galega, de quem se dizia (sem se ter a certeza) que encomendara a morte do marido a um matador de touros andaluz a quem as mulheres casadas chamavam, com disfarçado fervor e muita paixão contida, Niño del Teso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Assim começa este romance que narra a vida e a morte (aos 33 anos, como Jesus) de José de Risso, um homem de virtude que nasceu marcado nas costas com um sinal em forma de folha de carvalho. Pelo meio há o enorme lobo de Espadañedo, um lobisomem que descia da serra quando a Lua lhe estava de feição; há receitas de chás e de tisanas que curam do mau-olhado, da má-sina com as mulheres, dos amores infelizes, das galhaduras, dos maus pensamentos; há chás e tisanas que fazem recobrar os ímpetos aos homens; há também Purísima de la Concepción, a muito bonita e alegre viúva galega, de quem se dizia (sem se ter a certeza) que encomendara a morte do marido a um matador de touros andaluz a quem as mulheres casadas chamavam, com disfarçado fervor e muita paixão contida, Niño del Teso.

  • Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho

    Relógio de Cárcere

    José Riço Direitinho

    6,00 

    Relógio de Cárcere de José Riço Direitinho.
    Edições ASA. Porto, 1997, 154 págs. E.

    Tendo como cenário o mesmo mundo rural que José Riço Direitinho elegeu como palco das suas ficções anteriores, a acção de O Relógio do Cárcere decorre, entre o início de 1832 e os primeiros meses de 1834, no lugar imaginário de Vilarinho dos Loivos e na vila beirã de Midões. O fidalgo da Casa do Seixo, Afonso Aires de Navarra (a quem chamavam «O Velho» havia muito tempo, apesar de não ter completado ainda trinta anos), e António do Soutelinho (que o acaso fez um dia guerrilheiro) são as duas personagens principais desta história onde ecoam os rumores da queda anunciada da Monarquia Absoluta e da sua substituição por um Regime Liberal. Depois de A Casa do Fim e Breviário das Más Inclinações, José Riço Direitinho confirma com este seu novo romance o lugar de destaque que ocupa, por direito próprio, no panorama da nova ficção

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.