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  • Fado - Património Imaterial da Humanidade2026/01/1000081333.jpg

    Fado – Património Imaterial da Humanidade

    José Alberto Sardinha

    20,00 

    Fado – Património Imaterial da Humanidade de José Alberto Sardinha [Int.]
    iPlay. Lisboa, 2011. (Livro + 4 CDs)

    A Câmara Municipal de Lisboa apresentou, em Junho de 2010, a Candidatura do Fado à Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO), programa que se consubstancia na implementação de um plano de salvaguarda integrada do património do Fado. Constitui um objectivo central do projecto a admissão do Fado na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade de 2011, decisão que teve lugar em Novembro de 2011, tendo este conseguido o estatuto a que concorria.

    Com os fadistas e intrumentistas mais representativos no nosso estilo nacional, reunimos a nata dos grandes em 4 CD numa edição de luxo.

    Os CD representam o universo do Fado: Grandes Fadistas (CD Senhoras e CD Senhores) , Guitarra Portuguesa  e o Fado “Novo”.

    Com fotografias raras, textos ilustrativos e o selo de qualidade da Candidatura, estamos perante uma obra que destaca os melhores dos melhores, na junção do antigo e extenso catálogo das Ediçóes Valentim de Carvalho com os artistas da EMI e Universal. De Armandinho a Ricardo Rocha, passando poe José Nunes e Fontes Rocha. De Amália a Ana Moura, de Marcenerio a Camané…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Origem do Fado de José Alberto SardinhaWhatsApp Image 2026 02 24 at 09.18.55

    Origem do Fado, A

    José Alberto Sardinha

    50,00 

    A Origem do Fado de José Alberto Sardinha.
    Tradisom. Lisboa, 2011, 551 págs. E. Il.

     As origens do Fado andam envoltas em mistério. Há quem acredite que o Fado nasceu no Brasil, em África, no mar ao sabor das ondas, ou que nos chegou trazido pelos árabes!

    Afinal a sua origem é simplesmente portuguesa, verdadeiramente portuguesa, essa convicção e a tese do autor.

    Através de uma investigação séria, rigorosa, profunda e consistente junto das comunidades rurais de todas as províncias, o autor descobriu os resquícios de uma antiquíssima tradição poético-musical comum a todo o país (aldeias, vilas e cidades, incluindo Lisboa), que constitui a génese do Fado: o canto narrativo, que vem desde o séc. XVI representado pelo romanceiro novelesco tradicional e que chegou aos nossos dias através dos músicos ambulantes entre ao quais os ceguinhos da tradição popular, que cantavam pelas feiras e ruas de todo o país os últimos acontecimentos que impressionavam o seu auditório: os crimes, as desgraças, as tragédias, as vidas da gente comum, que o mesmo é dizer os fados da gente comum.

    São esses os fados primitivos (a que pejorativamente se chama fados da desgraçadinha ou de faca e alguidar), é aí que se situa a origem, a raiz do Fado.

     Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.