• Poesias

    Poesias

    Joaquim Costa

    20,00 

    Poesias de Joaquim Costa.
    Biblioteca Municipal. Moura, 1992, 366 págs. E.

    Na antiguidade, o louro era considerado sa grado e utilizava-se para coroar os heróis e poetas. Surgiu daí o costume de outorgar a certas pessoas, que se tivessem distinguido por seus dotes artísticos, um símbolo que representasse o reconhecimen to público do seu mérito. Mas, nem sempre assim foi acontecendo, houve homens com seu valor, e por se esconderem atráz da sua humildade, enfrentavam as críticas aos seus trabalhos com um exército de frases culturais a servirem de escudo para os ataques da inveja. Esses foram esquecidos pelos laureadores, talvez porque traziam sempre consigo a marca de contrastaria de um metal menos luzidio, ignorando-lhe por razões inexplicáveis o seu valor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António Galvão, o "Apóstolo das Molucas"

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas”

    Joaquim Costa

    7,50 

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas” de Joaquim Costa.
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1943, 96 págs. B.

    A História contraiu uma grande divida com António Galvão, notável governador das Ilhas de Maluco em 1536 e que é justo e urgente tirar do «rol dos esquecidos. Homem de caracter, probo e esforçado, honrou em todas as circunstâncias o nome de Portugal e servir com desinteresse, galhardia e lealdade, Deus, a Pátria e o Rei. Quando o Rev. Richard Hakluyt deliberou, em 1601, publicar a crónica das viagens e descobrimentos dos inglêses, seus compatriotas, fizeram-lhe notar que êsse trabalho seria incompleto se não desse a conhecer o que os portugueses tinham anteriormente feito em matéria de descobertas e navegação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.