• Coleccionador de Angústias, Um

    Coleccionador de Angústias, Um

    Fidelino de Figueiredo

    7,00 

    Coleccionador de Angústias de Fidelino de Figueiredo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1953, 321 págs. B.

    Fidelino de Figueiredo, historiador literário e pensador português, professor da Universidade de São Paulo e antes em várias universidades euro peias e americanas dá-nos em Um Coleccionador de Angústias a reconstituição de uma vida humana, impregnada de emoção e de ansie dade filosófica. E não por meio de uma biografia, de um romance, de uma confisssão ou de uma exposição de memórias. O autor conta episódios e anedotas exemplares» e junta-lhes alguns ensaios breves, com que tece a história de um homem angustiado pelas contingências da vida e pela crise espiritual contemporânea. Tudo segundo um rigoroso fio cronológico, desde a infância e das primeiras letras, através de variadas e graves situações, até à morte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pyrene de Fidelino de Figueiredo

    Pyrene

    Fidelino de Figueiredo

    15,00 

    Pyrene de Fidelino de Figueiredo.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1935, 188 págs. B.

    Este livro expõe um conjunto de ideias gerais para servir de introdução à história comparada de duas literaturas irmãs, verbos dos dois principais matizes da civilização ibérica: o português e o espanhol”. Obra importante na bibliografia do autor, ilustrada com retratos de escritores portugueses e espanhóis.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugália

    Portugália

    Fidelino de Figueiredo

    22,50 

    Portugália: Revista de Cultura, Tradição e Renovação Nacional (nº 3, 4, 5) de Fidelino de Figueiredo. Typographia da «Portugalia». Lisboa, 1925, 3 vols. B.

    A revista Portugalia (…) insere artigos de política doutrinaria, de história nacional e estrangeira; estudos de administração civil, judicial e colonial, de fomento e economia. finanças, instrução, assumptos militares, negócios diplomáticos, questões sociaes, etc.

    Procura informar os seus leitores da vida de alta cultura nos paizes estranhos, designadamente em Hespanha e no Brasil, onde tem correspondentes, Contem, alem da livre collaboração e da sollicitada com proposito de util actualidade, chronicas sobre a vida portuguesa, publica e intellectual, e subre a politica internacional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pobre Homem da Póvoa do Varzim

    Pobre Homem da Póvoa do Varzim

    Fidelino de Figueiredo

    15,00 

    Pobre Homem da Póvoa do Varzim de Fidelino de Figueiredo.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 191 págs. B.

    Apesar da sua aparência coletícia, este livrinho, em que nem sequer se acatou a sucessão cronológica dos escritos, não deixa de ter sua unidade intrínseca. Tem aquela pobre unidade que lhe atribui a sequência da trajectória de um espírito que nas suas experiências e reflexões vezes várias se aproximou e se afastou da luz forte e serena de outro espírito. Poderia trazer à lembrança aqueles modestos aerólitos que aparecem e desaparecem, quando no seu longo giro entram na atmosfera da Terra ou saem dela, porque só esse mergulho apressado os torna luminosos.

    📝 Assinatura de posse

  • Coleccionador de Angústias de Fidelino de Figueiredo

    Coleccionador de Angústias

    Fidelino de Figueiredo

    7,00 

    Fidelino de Figueiredo, historiador literário e pensador português, professor da Universidade de São Paulo e antes em várias universidades euro peias e americanas dá-nos em Um Coleccionador de Angústias a reconstituição de uma vida humana, impregnada de emoção e de ansie dade filosófica. E não por meio de uma biografia, de um romance, de uma…

  • Entre Dois Universos

    Entre Dois Universos

    Fidelino de Figueiredo

    7,00 

    Entre Dois Universos de Fidelino de Figueiredo.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1959, 278 págs. B.

    O entusiasmo despertado pela moderna revolução científica e a tristeza infundida pelos preparativos de nova guerra são os sentimentos dominantes na atmosfera contraditória deste livro-como o oxigénio e o azote no ar que respiramos. Num intróito anedótico o autor faz uma perquirição sobre os estragos da doença e da velhice no poder de penetração e na clareza do pensamento. Depois parte para uma longa excursão acerca da maneira de conceber a história, à qual sucede um relance pelas novas correntes de filosofia da história. E à luz desta disciplina considera o que a muitos parece o obstáculo maior à paz e à segurança: o antagonismo Leste-Oeste. Do mundo pequeno dos factos quotidianos, das paixões e dos interesses ergue-se novamente à esfera das ideias puras e condensa numa simples noção gramatical- «vida, palavra sem antónimos mais um elemento essencial da sua concepção da morte, exposta já em livros anteriores. Por fim, regressando ao seu dilecto processo anedótico, deduz uma fórmula sintética da condição humana, tal qual se lhe mostrou numa «viagem à volta do homem». Todo o livro expressa um esforço dialéctico de apazigua mento interior, pedindo ao entusiasmo pela obra da inteligência razões de confiar na espécie humana, novo gosto de viver e defesa sorridente contra os absurdos da existência.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.