• Situação Africana e Consciência Nacional de Eduardo Lourenço

    Situação Africana e Consciência Nacional

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Situação Africana e Consciência Nacional de Eduardo Lourenço
    Livraria Bertrand. Amadora, 1976, 49 págs. B.
    Colecção: Cadernos Critério | 2

    Estas reflexões fazem parte de um ensaio escrito entre 1961 e 1963, e conservado inédito por motivos óbvios, dedicado ao problema do colonialismo português.

    📌 Carimbo da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

  • Nau de Ícaro de Eduardo Lourenço

    Nau de Ícaro

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 214 págs. B.

    Vamos acabar este milénio, que é quase o da nossa vida de nação autónoma, e entrar no próximo, revisitando e reanimando esse passado a bordo da mesma nau da Índia e dos mares que tivemos de atravessar para lá chegarmos. A forma das nossas festas derradeiramente imperiais será a mais futurista e futurante que o país do século que somos, curioso de tudo e apostado em mostrar que está no presente e nos seus desafios mais exigentes, nos consentirá. Mas o conteúdo… será o da convocação de todos os nossos fantasmas e a sua sublimação. É sob esta forma, sobretudo, que o passado nos é caro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Montaigne ou a Vida Escrita de Eduardo Lourenço

    Montaigne ou a Vida Escrita

    Eduardo Lourenço

    6,00 

    Montaigne ou a Vida Escrita de Eduardo Lourenço
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2025, 132 págs. B.

    Montaigne foi para Eduardo Lourenço uma referência permanente. Se foi Sílvio Lima que abriu ao jovem estudante de Coimbra a avenida do método ensaístico, foi sem dúvida a leitura de Montaigne que lhe permitiu encontrar a sua própria originalidade, no descobrimento do Homem, como se tratasse da sua própria América, no caso inesperado de Colombo.

    O que fascina o escritor é essa originalidade que torna Montaigne pioneiro do pensamento moderno, desde a consideração de um horizonte de exigência utópica (não como ilusão, mas como responsabilidade) até à consideração da singularidade cartesiana, sem esquecer o idealismo platónico e o realismo aristotélico.

    Os textos de Eduardo Lourenço que constituem este volume procuram revelar como o género ensaístico pretende seguir a lição de Montaigne, no sentido de nos descobrirmos a nós mesmos, num mundo controverso e difícil.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ver é Ser Visto

    Ver é Ser Visto

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Verso é Ser Visto: Fragmentos Essenciais de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 284 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço |Prefácio de José Tolentino Mendonça.
    Introdução e Selecção de Guilherme d’Oliveira Martins.

    Antologia dos principais textos de um dos mais marcantes pensadores da cultura portuguesa do século XX falecido no final de 2020, Ver é ser Visto de Eduardo Lourenço reúne ensaios dedicados às principais questões e autores sobres os quais Eduardo Lourenço reflectiu. Com prefácio de José Tolentino Mendonça, a obra que agora a Gradiva lança (editora que tem vindo a reunir e a publicar toda a produção ensaística do autor) resulta de um trabalho de selecção de Guilherme d’Oliveira Martins, um profundo conhecedor da obra do ensaísta e um dos seus amigos mais próximos.

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  • Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço

    Tempo e Poesia

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Tempo e Poesia de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2003, 241 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 8

    «O que nem Filosofia nem Ciência nos concedem, um só verso, um daqueles que Mallarmé dizia “interminavelmete belo” no-lo oferece, porque nele regressamos e nele somos o Tempo que em tudo o mais esquecemos mas que jamais nos esquece. Este é o mistério, o lúcido e inexpugnável mistério da Poesia: o Tempo – nós como Tempo – tornado sensível, audível, dizível e através dessa aparição nos oferecendo a desesperada e alta eternidade, a familiar “luz perpétua” que nós próprios fabricamos ardendo e vendo-nos arder como árvores vivas no fogo temporal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo da Música, Música do Tempo de Eduardo Lourenço

    Tempo da Música, Música do Tempo

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Tempo da Música, Música do Tempo de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 205 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Organização e Prefácio de Barbara Aniello

    Novo livro da colecção «Obras de Eduardo Lourenço» que a Gradiva tem vindo a editar em estreita colaboração com o autor. Desta feita, trata-se de textos inéditos, retirados das páginas diarísticas do ensaísta – um conjunto de reflexões «ocasionais» suscitadas pela audição de peças musicais, seja em salas de concertos, em casa ou durante as suas numerosas deslocações. Aqui, o filósofo revela a sua sensibilidade aos estados de alma dos trechos musicais e a sua imensa erudição, que torna possível o estabelecimento de relações surpreendentes entre as várias formas de expressão artística. Da pintura à literatura, são invocados contrapontos e analogias pertinentes e iluminadores da essência musical e da alma humana. A selecção dos apontamentos e sua organização estiveram a cargo da historiadora da arte e musicóloga Barbara Aniello. O livro inclui ainda um apêndice com textos já publicados em locais dispersos sobre a mesma temática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista de Eduardo Lourenço

    Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2007, 255 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 16

    «O neo-realismo de que nos ocupamos é, antes de tudo, um fenómeno cultural, ideológico e literário, português. Quer dizer, encontra-se inserto como actor e sujeito de drama num contexto preciso que é o da nossa específica história desde 1936 até aos dias de hoje. Este dado é mais relevante que a referência, mesmo a menos abstracta e eivada de ilusões, a uma superestrutura ideológica condicionante. Para os autores neo-realistas (e não só para eles) essa casa habitável nunca existiu nem pôde existir senão como sonho recusado ou mito encarnado algures, sobre o qual a sua pessoal experiência de portugueses não tinha apoio algum.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Saias de Elvira e Outros Ensaios, As

    Saias de Elvira e Outros Ensaios, As

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    As Saias de Elvira e Outros Ensaios de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2006, 145 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço

    «O enigma de Eros transcende o campo e o imaginário da chamada civilização ocidental. Mas só o triunfo do Cristianismo, na sua versão pauliniana e agustiniana, fez desse enigma uma leitura que condicionou a expressão e a prática dos nossos rituais éticos, sociais e eróticos, tornando-os consubstanciais à nossa versão de existência como drama de Salvação. Desde há dois mil anos que “as saias de Elvira” alimentam o “vaudeville” divino da nossa ficção dividida entre Eros e Cristo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal como Destino seguido de Mitologia da Saudade de Eduardo Lourenço

    Portugal como Destino seguido de Mitologia da Saudade

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Portugal como Destino seguido de Mitologia da Saudade de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2012, 179 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço

    A história chega tarde para dar sentido à vida de um povo. Só o pode recapitular. Antes da plena consciência de um destino particular — aquela que a memória, como crónica ou história propriamente dita, revisita –, um povo é já um futuro e vive do futuro que imagina para existir. A imagem de si mesmo precede-o como as tábuas da lei aos Hebreus no deserto. São projectos, sonhos, injunções, lembrança de si mesmo naquela época fundadora que, uma vez surgida, é já destino e condiciona todo o seu destino. Em suma, mitos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia e Metafísica de Eduardo Lourenço

    Poesia e Metafísica

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Poesia e Metafísica de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2002, 251 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 7

    O que não somos como filósofos sê-lo-emos como poetas? Se assim é, ninguém como Camões, Antero e Pessoa teria ilustrado tão bela e convincentemente esta fatalidade cultural que nos faz preferir Orfeu à musa mais severa de Parménides. Acrescentemos à tríade abordada nestas páginas de há vinte anos o nome de Pascoaes e o panorama ficará completo. Que os leitores o façam por sua conta e risco.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Da Pintura de Eduardo Lourenço

    Pintura, Da

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Da Pintura de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 307 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço
    Transcrição, Organização e Prefácio de Barbara Aniello

    Um novo livro da colecção «Obras de Eduardo Lourenço» que a Gradiva tem vindo a editar e que desta vez entra pelo mundo da arte, com a pintura em destaque. O percurso de Eduardo Lourenço na descoberta da arte é uma viagem abrangente, em que apresenta uma multiplicidade de pontos de vista e de abordagens, numa obra organizada em três secções: Estética, Exposições, Pintores.

    Tendo a pintura como pano de fundo, o filósofo revela uma enorme sensibilidade, uma elevadíssima capacidade de observação e de reflexão, um imenso talento para estabelecer analogias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço

    Pessoa Revisitado

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 213 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 4

    Livro-chave na bibliografia crítica de Fernando Pessoa, Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço, publicado pela primeira vez em 1973, veio abrir novos caminhos para a leitura crítica da poesia daquele que, nas suas palavras «foi uma espécie de aparição fulgurante descida de brumas culturais alheias ao nosso desterro azul, para nele inscrever em portuguesa língua o mais insubornável poema jamais erguido à condição exilada dos homens na sua própria pátria, o universo inteiro».

    Considerado um dos mais notáveis exemplos do ensaísmo de Eduardo Lourenço, Pessoa Revisitado é uma entrada privilegiada no universo pessoano por um dos ensaístas portugueses que mais e melhor o leu e sobre o qual tanto escreveu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Nau de Ícaro de Eduardo Lourenço

    Nau de Ícaro, A

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    A Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 214 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço

    Vamos acabar este milénio, que é quase o da nossa vida de nação autónoma, e entrar no próximo, revisitando e reanimando esse passado a bordo da mesma nau da Índia e dos mares que tivemos de atravessar para lá chegarmos. A forma das nossas festas derradeiramente imperiais será a mais futurista e futurante que o país do século que somos, curioso de tudo e apostado em mostrar que está no presente e nos seus desafios mais exigentes, nos consentirá. Mas o conteúdo… será o da convocação de todos os nossos fantasmas e a sua sublimação. É sob esta forma, sobretudo, que o passado nos é caro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Morte de Colombo de Eduardo Lourenço

    Morte de Colombo, A

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    A Morte de Colombo: Metamorfose e Fim do Ocidente como Mito de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 165 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 12

    «Recusando-se a celebrar Colombo no quinto aniversário da sua chegada às Antilhas, o continente por ele “descoberto” reescreve a sua própria História e remete-a para a hora-zero de uma “outra História”. Prefere ser o continente nu que era antes da chegada de Colombo e de Cabral no momento mesmo em que o Ocidente vestido só se não despe por razões de clima, empenhado como está em inventar uma inocência que nunca conheceu. Ao fim e ao cabo esta ocultação ressentida de Colombo tanto pode ser tida como “morte de Colombo” e de um Ocidente que tinha nele o seu Ulisses planetário, como a sua autêntica ressurreição, pois o que ele buscava era mesmo o Paraíso.»
    Do Prefácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Militares e o Poder de Eduardo Lourenço

    Militares e o Poder

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Militares e o Poder seguido de O Fim de Todas as Guerras e a Guerra Sem Fim de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2012, 146 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço

    «Portugal é, neste momento, um país nu. Quer dizer, um país sem nenhum álibi histórico, entrincheirado na sua confinada faixa atlântica, sem possibilidades de sonhar outro sonho que o seu próprio, caseiro. Nós passámos séculos a fugir de nós mesmos enquanto apenas portugueses. Fuga simultaneamente estelar e criadora que não permitiu nunca que nos encontrássemos connosco mesmos. Fomos sempre outros. Essa fuga é agora impossível. Chegou a hora desse encontro secularmente adiado para o qual ninguém sabe até que ponto estamos colectivamente preparados. […] A nossa aventura histórica é a de um povo que viveu sempre em bicos dos pés, acima das suas possibilidades reais, esperando tudo de milagres que às vezes aconteciam, de dons sebastiões e de caldos de portaria, a ponto de converter esta existência pícara em segunda natureza. Quando os desastres aconteceram descobriu-lhes logo o antídoto, criando a especialidade lusitana por excelência de transfigurar os alcácer-quibires reais em aljubarrotas fictícias.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Lugar do Anjo de Eduardo Lourenço

    Lugar do Anjo, O

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Lugar do Anjo: Ensaios Pessoanos de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 179 págs. B.

    «Em determinados momentos, daqueles que dizemos serem momentos de verdade, cada um de nós tem o pressentimento de que a verdadeira realidade, a do mundo, a dos outros e, sobretudo, a nossa, não passa de pura ficção. Aquilo que para o comum dos mortais não é senão uma vertigem passageira foi, para Pessoa, uma vertigem de todos os instantes, de que nem Deus, nem os homens, nem sequer as palavras que criou como se fossem anjos podiam libertá-lo.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.