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Eça de Queiroz
3,50 €
A Cidade e as Serras de Eça de Queiroz.
Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 244 págs. E.
Numa manhã de um Inverno frio e pessimista em Paris, o cosmopolita Jacinto decide regressar à sua Tormes natal, pacata vila das serras portuguesas, acompanhado por Zé Fernandes, narrador-personagem desta história. «Novela fantasista», assim lhe chamou Eça de Queiroz, A Cidade e as Serras faz um retrato dos contrastes entre a excitação da vida citadina e a genuína beleza da vida no campo.
Escrita na fase final da vida do autor, esta obra viria a ser publicada apenas em 1901, um ano após a morte de Eça de Queiroz.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
3,50 €
Egypto de Eça de Queiroz.
Livraria Lello & Irmão Editores. Porto, 1945, 352 págs. B.
Nesta viagem inaugural da abertura do Canal do Suez – Eça de Queiroz com o poderoso sentido de observação que o caracterizou, aguçado pela novidade mítica do Oriente (…) iniciou na sua carreira literária uma imediata revolução que o faz passar da prosa lírica dos primeiros folhetins, (…) para uma visão mais concreta da realidade. Esta viagem inclui além do Egipto e Terra Santa, o Líbano e a Síria (…) matéria com particular incidência para as suas obras futuras, de que destacamos A Relíquia e Correspondência de Fradique Mendes.
As primeiras XXVII págs. são ocupadas com a introdução de José Maria d’Eça de Queiroz, filho do autor. Inclui retrato de Eça impresso à parte.
📕 4ª Edição.
📝 Assinatura de posse.
❗ Lombada cansada.
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Eça de Queiroz
25,00 €
Os documentos, hoje aqui dados a público, são constituídos por dois núcleos cen-trados em dois manuscritos autógrafos, com páginas numeradas pelo próprio autor e todas elas directamente relacionadas com a Revista de Portugal, que Eça fundou e dirigiu e que se publicou entre Julho de 1889 e Maio de 1892.
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Eça de Queiroz
3,50 €
Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres de Eça de Queiroz
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 348 págs. B.
Neste livro, em que se reúnem as Cartas de Inglaterra e as Crónicas de Londres, Eça de Queiroz dá-nos uma imagem por vezes divertida da vida inglesa e vários comentários de actualidade internacional. Colocado num ponto de observação extraordinário, Eça de Queiroz podia dar largas ao seu génio, comentando livremente e sem rebuços a vida do seu tempo.
📝 Assinatura de posse.
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Eça de Queiroz
3,50 €
Correspondência de Fradique Mendes de Eça de Queiroz.
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 237 págs. B.
O criador literário infunde sempre nas figuras a que dá corpo e consistência alguns aspectos de si próprio. Esta verdade aplica-se também, e plenamente, a Eça de Queiroz. Fradique, até certo ponto, reflecte a personalidade riquissima do seu autor. Mas, como acentua Jong, não é menos verdade que é a imagem das reflexões e aspirações de um grupo de jovens largamente abertos às ideias inovadoras.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
3,50 €
Contos de Eça de Queiroz.
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 268 págs. B.
No prefácio dos “Azulejos do Conde de Arnoso”, emite Eça a sua opinião sobre o conto: “No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida”. O enredo é simples, linear. Não é analítico. Há neles concentração de ação, tempo e espaço. Eça realiza-se também como contista.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
7,50 €
A Cidade e as Serras de Eça de Queiroz.
Lello & Irmão – Editores. Porto, 1945, 307 págs. E.
Nesta obra, Eça sugere o tema clássico do elogio da “aurea mediocritas”, quando mostra que nem é o fausto, nem o conforto, nem a ciência que fazem o homem feliz, mas sim uma vida calma, simples e natural.
A descrição que faz da vida do campo é mais uma forma de idealização à maneira de Júlio Dinis. Revela-se um extraordinário paisagista. As descrições de A Cidade e as Serras concretizam o pensamento de Fradique Mendes: “a arte é um resumo da Natureza feito pela imaginação”.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
15,00 €
As Farpas: Crónica Mensal de Política, das Letras e dos Costumes de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão.
Principia. Cascais, 2004, 637 págs. B.
A presente edição dos textos que, sob o título As Farpas, foram publicados em 1871-1872 visa um duplo propósito: por um lado, proporcionar a quantos se interessam pelos estudos queirozianos a oportunidade, até hoje inexistente, de poderem dispor da sua edição original; por outro lado, dar a conhecer ao grande público, na sua pureza, uma obra que, na versão conhecida sob o título de Uma Campanha Alegre, se apresenta diferente e editada de forma descuidada. Diz Maria Filomena Mónica que As Farpas marcaram uma época, o que não nos deve surpreender dada a sua originalidade, fruto «da raiva sentida por uma nova geração diante da burguesia que se instalara no poder após a Regeneração de 1851». Na presente edição, apenas se atualizou a ortografia. Em tudo o mais, manteve-se a integralidade dos textos originais. Uma «Tabela Onomástica», um «Glossário», uma «Cronologia» e inúmeras notas ajudam os leitores a colocar As Farpas no contexto da época.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
2,50 €
Romance saído em folhetins na Gazeta de Notícias, cuja epígrafe se tornou célebre – “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia” – por sintetizar a aliança entre realismo e imaginação, naturalismo e fantástico, patente na obra.
Da intriga central – a viagem de Teodorico à Terra Santa, de onde traz, não a relíquia que prometera à tia beata, mas sim, por lapso, a camisa de dormir de uma amante – sobressai o sonho ou a viagem no tempo do protagonista, que, acompanhado pelo seu erudito amigo, Dr. Topsius, assiste à pregação, julgamento e morte de Jesus.
A obra, que exalta a figura humana de Cristo, como paradigma de amor e de bondade, foi considerada herética pelos setores mais conservadores, por questionar a divindade de Cristo.
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Eça de Queiroz
3,50 €
Crime do Padre Amaro de Eça de Queiroz.
Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 507 págs. B.
Nesta obra polémica que gerou a contestação por parte da Igreja Católica portuguesa e, mais tarde, de outros que acusaram o autor de plágio, Eça de Queiroz definiu o que, para si, seria a principal função da Arte: uma extraordinária ferramenta de reforma social. É através do amor proibido entre Amaro, pároco recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da mulher que o hospeda, que se critica o clero católico e a sua promíscua influência nas relações domésticas. Se este livro parecia e poderia ser a morte anunciada de uma carreira literária sólida, tornou-se na verdade um dos textos centrais da obra de Eça de Queiroz, que prova aqui, mais uma vez, ser a voz da frente na denúncia da hipocrisia dos valores da sociedade portuguesa.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Eça de Queiroz
10,00 €
Crónicas de Londres de Eça de Queiroz.
Editorial Aviz. Lisboa, 1944, 266 págs. B.
O presente volume é o primeiro de uma série de obras de Eça de Queiroz, algumas inéditas, outras dispersas em revistas ou publicações contemporâneas do escritor e, portanto, quási, senão inteiramente, desconhecidas do público ledor português do nosso tempo. Publicadas de acordo com a família de Eça de Queiroz e a Comissão organizadora das comemorações do primeiro centenário do glorioso romancista, essas obras, não tendo talvez a categoria dos seus trabalhos principais, são, no entanto, indispensáveis do conhecimento completo da personalidade do escritor que é hoje considerado em todo o mundo a figura literária mais representativa do século XIX português.
📕 1ª Edição.
🔢 Edição Numerada: 02328.
📝 Assinatura de posse.
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Eça de Queiroz
7,50 €
Se Os Lusíadas são a epopeia dos feitos dos portugueses, Os Maias são o romance dos defeitos de Portugal. Nenhum é tão abrangente na crítica ao conjunto da sociedade, de onde poucos escapam, sejam políticos, escritores, poetas, jornalistas ou simples amantes da boa vida. Não fica pedra sobre pedra e o que resta tem verdete,…
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Eça de Queiroz
15,00 €
Primeira edição deste até então desconhecido romance de Eça, “rascunho centenário, porventura sem qualquer leitura posterior”; “Pronunciando-se sobre este romance que ficaria quase que eternamente esquecido na arca familiar, Eça dizia que era «o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje»”, segundo palavras de João Medina e Campos Matos no seu extenso e…
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Eça de Queiroz
3,50 €
Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época. Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É…
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Eça de Queiroz
3,50 €
Repentinamente, (em Março de 1866), começaram a aparecer uns FOLHETINS assinados «Eça de Queiroz». Ninguém conhecia a pessoa designada por estes apelidos que, por algum tempo, se supôs serem um pseudónimo. Os FOLHETINS de Eça de Queiroz foram, todavia, notados; mas como novidade extravagante e burlesca. Geral hilaridade os acolheu desde a própria Redacção da…
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Eça de Queiroz
15,00 €
Primeira edição deste até então desconhecido romance de Eça, de Queiroz. “Pronunciando-se sobre este romance que ficaria quase que eternamente esquecido na arca familiar, Eça dizia que era ‘o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje’ “, segundo palavras de João Medina no seu extenso e importante prefácio.