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  • Cidade Diária de Baptista Bastos

    Cidade Diária

    Baptista-Bastos

    8,00 

    Cidade Diária de Baptista-Bastos
    Editorial Futura. Lisboa, 1972, 139 págs. B.

    Coletânea que mistura crónica, narrativa memorialística e contos, onde o autor retrata a cidade de Lisboa, o quotidiano dos seus bairros e os problemas sociais, revelando uma escrita densa e poética

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Palavras dos Outros de Baptista-Bastos

    Palavras dos Outros, As

    Baptista-Bastos

    7,00 

    As Palavras do Outros de Baptista-Bastos
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1986, 322 págs. B.

    O livro reúne crónicas, reportagens e apontamentos quotidianos onde Baptista-Bastos capta a realidade social, política e cultural de Portugal (particularmente de Lisboa) sob o sufoco do Estado Novo e na transição para a democracia

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Colina de Cristal, A

    Colina de Cristal, A

    Baptista-Bastos

    5,00 

    A Colina de Cristal de Baptista-Bastos.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 190 págs. E.

    “(…) Em A Colina de Cristal perpassam, lúcida e corajosamente, alguns sinais do consequente e inalterável combate do próprio Narrador: ou da solidariedade não regateada, ou da amizade permanentemente renovada, o da denúncia da realidade (humana, social ou política) que o correr dos anos altera, mas cujos indícios persistem nos lugares, ruas e estradas de um mesmo sentido desencanto ou indiferença”. Serafim Ferreira, In: Revista Colóquio/Letras. Recensões Críticas, n.º 101, Jan. 1988, p. 120.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fado Falado

    Fado Falado

    Baptista-Bastos

    10,00 

    Fado Falado de Baptista-Bastos.
    Ediclube. Lisboa, 1999, 383 págs. E. Il.

    O livro apresenta mais de duas dezenas de entrevistas com figuras proeminentes do mundo do fado, proporcionando uma visão única sobre este género musical tradicional português. Com histórias e fotografias cativantes, esta obra celebra cultura do fado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Colina de Cristal

    Colina de Cristal

    Baptista-Bastos

    7,50 

    Colina de Cristal de Baptista-Bastos.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1987, 212 págs. B.

    “Antigamente” – diz ele. Mas não o diz como se convocasse uma provisão de sentidos ou fizesse emergir uma submersa reserva de memória e de mitos. Diz: “Antigamente”, em voz suave, como se do ouvinte apenas solicitasse a recíproca tolerância

    📕 1ª Edição.

  • Elegia para um Caixão Vazio de Baptista-Bastos

    Elegia para um Caixão Vazio

    Baptista-Bastos

    4,00 

    Um homem quer escrever sobre uma revolução que se perdeu a si mesma. Não sabe, ainda, que a História é uma deusa cega, e também desconhece que escreve sobre os desencantos da sua geração. Ele julgou que tudo era permitido, porque tudo possuía à altura dos sonhos dos homens. Escreve a noite, o homem, com…

  • Secreto Adeus de Baptista-Bastos

    Secreto Adeus

    Baptista-Bastos

    5,00 

    Escrito num estilo áspero e seco, “O Secreto Adeus” – agora reeditado pela ASA – é a crónica de uma experiência decisiva. E o seu protagonista, um jornalista contra a corrupção moral, “vive diante de nós o seu drama, que é o drama representativo do drama de toda uma geração”, como disse João Gaspar Simões….

  • Cão Velho Entre Flores

    Cão Velho Entre Flores

    Baptista-Bastos

    6,00 

    Cão Velho Entre Flores de Baptista-Bastos.
    Forja. Lisboa, 1980, 177 págs. B.

    “Uma obra-prima. Um admirável e pessoalíssimo estilista.” Foi assim que Alexandre Pinheiro Torres, um dos maiores e mais temíveis críticos literários portugueses, se referiu a Cão Velho Entre Flores, um romance que recebeu entusiástico acolhimento do público e da crítica, que foi traduzido em várias línguas e que constituiu leitura obrigatória no Curso de Literatura Portuguesa Contemporânea da Sorbonne, em Paris, na cátedra do Prof. Paul Thysser.

    📝 Assinatura de posse

  • Elegia para um Caixão Vazio

    Elegia para um Caixão Vazio

    Baptista-Bastos

    7,00 

    Elegia para um Caixão Vazio de Baptista Bastos.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1983, 128 págs. B.

    Um homem quer escrever sobre uma revolução que se perdeu a si mesma. Não sabe, ainda, que a História é uma deusa cega, e também desconhece que escreve sobre os desencantos da sua geração. Ele julgou que tudo era permitido, porque tudo possuía à altura dos sonhos dos homens.

    Escreve a noite, o homem, com a tenacidade de quem acreditou na construção de um novo laço social. Escreve na noite, rodeado da família, recupera a memória das coisas e, por vezes, essa memória é um desfile de sujidade, de medos, de álcool e de sexo, como fugas ninguém sabe muito bem para onde.

    Crónica de uma geração, Baptista-Bastos juntou, ao mural da sua época, um outro quadro, no qual a dignidade humana se identifica com a identidade pessoal e a identidade social. Elegia para um caixão vazio é uma elegia para todos nós.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.