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  • Poesias de António Patrício

    Poesias

    António Patrício

    20,00 

    Poesias de António Patrício.
    Ática. Lisboa, 1942, 132 págs. E.

    “A poesia [de António Patrício] reflecte a procura do absoluto no amor, a angústia sentimental insatisfeita, o impulso vital nietzschiano. Princípios do simbolismo, decadentismo e saudosismo podem ser encontrados nos seus poemas.”

    ✍🏻 Edição autografada pelo filho do autor.

  • Serão Inquieto de António Patrício

    Serão Inquieto

    António Patrício

    7,00 

    Em 1910, António Patrício deu ao prelo a primeira edição do livro de contos Serão Inquieto. À série de contos Diálogo com uma águia, O precoce, O homem das fontes, Suze e O Veiga, seguem-se Words, notas que António Patrício selecionou e transcreveu de um caderno de notas e atribui em nota de rodapé a um tal C.F., seu «ex-condiscípulo», que se despedira do autor «para casar, como outros se despedem para morrer», e que «não ferem sensivelmente a moral pública», sendo possivelmente «os senhores dirão – curiosas». Em 1920, saía a segunda edição do livro, diferindo da primeira por apresentar uma Errata, que é extensível à edição de 1910, e mais umas notas que acrescentam as Words. A edição que agora se apresenta resulta do confronto das duas edições anteriores e acrescenta-lhes uma terceira secção, inédita, constituída pelos Aforismos.

  • Poesias

    Poesias

    António Patrício

    15,00 

    Poesias de António Patrício.
    Edições Ática. Lisboa, 1954, 131 págs. B.

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes das gaivotas… Nem um mastro sequer, nem um eco de faina: já a roda do leme apodreceu no lodo… Está morto, está bem morto. Apodrece inconsciente, sem saudade sequer das rotas de miragem em que a espuma sorriu, sorriu perdidamente na cortadora quilha, à rude marinhagem

    📝 Assinatura de posse.

  • Poesia Completa

    Poesia Completa

    António Patrício

    10,00 

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes…